AF-1_02

Por Guilherme Wiltgen

No dia 18 de janeiro de 2001, o NAeL Minas Gerais (A 11) se encontrava navegando a aproximadamente 30 milhas de Cabo Frio, quando o sonho da retomada das operações embarcadas com aeronaves de asa-fixa na Marinha do Brasil, tinha um novo capítulo, escrito por jovens Aviadores Navais.

Exatamente as 17:26hs, a aeronave AF-1 N-1014 (Falcão 14) do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1), realizou o primeiro pouso a bordo do “Minas” pilotado por um Aviador Naval brasileiro, o então Capitão-Tenente Fernando Souza Vilela, que enganchou o cabo nº 5.

AF-1_01

Na sequência deste mesmo dia, as 18:29hs, o Falcão 18 pilotado pelo CT Marcos Antônio Araújo, enganchou o cabo nº1 e as 18:54hs o Falcão 13, pilotado pelo CT José Vicente Alvarenga Filho,  enganchou o cabo nº2.

Dois destes jovens Tenentes, Marcos Antônio Araújo e Fernando Souza Vilela, posteriormente se tornaram Comandantes do Esquadrão VF-1.

FOTOS: Marinha do Brasil

 

8 Comments

 

  1. 20/01/2017  1:16 by renan Responder

    Zoranngcc
    Quem faz uma lava a jato nos militares?
    Kd os 15 bilhões q a marinha recebeu em dezembro
    1 bilhão e teriamos o SP de volta
    Por alguns milhões os Russos venderia o fumaça para o Brasil
    Ae é só construir mais um que ja comessariamos a ter um porta aviões funcionando
    Pois é provável que dois em manutenção ou reforma e um atuando
    Quem sabe um dia?

  2. 19/01/2017  13:32 by ZorannGCC Responder

    Pouco depois o MG foi aposentado, o SP assumiu e poucos anos depois foi encostado. Já esta perto de uma década que o A-12 nao realiza operações aereas e nem vai a lugar algum.
    .
    A Marinha Brasileira não tem condições de operar um PA. Gastam o orçamento inteiro com salarios e isto nao vai mudar. É ridiculo ficar insistindo em algo inutil na atual conjuntura.
    .
    Nós não nem navios varredores, nao tem escoltas, não tem navio tanque, nao tem sequer OPV, muito menos patrulhas de 500t (que sequer conseguimos construir) e os caras querem manter um PA.
    .
    Olhem o orçamento! A MB gasta mais com agua, luz e telefone no AMRJ, do que com navios. Alias vou mais alem: gasta-se mais com agua luz e telefone no AMRJ, do que a MB sediada no RJ gasta em combustivel.

  3. 19/01/2017  10:58 by Alex Responder

    Boa materia.

  4. 18/01/2017  23:02 by Celso Reis Responder

    Aguardando paciente os recursos para o São Paulo, pois atualmente o Prosub toma toda a atenção da marinha,

  5. 18/01/2017  18:17 by Patétriota Responder

    O São Paulo, já já vira um belo de um restaurante temático no porto. Só fica parado mesmo.

  6. 18/01/2017  17:56 by Pablo Responder

    Sonho de operações embarcadas? quando? me desculpem mas esse sonho virou pesadelo, tenho certeza que nesses últimos 10 anos dá para contar nos dedos as vezes que tivemos aeronaves embarcadas.

  7. 18/01/2017  16:35 by Eduardo Santos Responder

    Um grande feito para marinha que brigou muito para ter o retorno das asas fixas a sua arma!. Infelizmente a falta de recurso faz com que a nossa aviação naval fique estacionada.

  8. 18/01/2017  16:15 by Ale Responder

    O Minas Gerais era coisa de museu mais navegava ... agora o São Paulo ta mais parado do que o time com o mesmo nome..

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