Por  Anton Denisov

O comércio mundial de armas vai até bilhões de dólares, mas poucas dessas ofertas, atraem muita atenção da mídia como  a concorrência para a compra de 36 aviões de combate pelo Brasil. Chamada de FX-2 no Brasil, ela inclui um acordo de produção de outros 84 aviões sob licença.

O interesse da mídia na concorrência cresceu após a presidenta Dilma Rousseff, que foi eleita em 1 de janeiro de 2011, anulou os resultados da concorrência anterior.

Um começo modesto

O núcleo da Força Aérea Brasileira  - FAB, consiste de obsoletos caças F-5 americanos, construídos entre os anos de 1960 e 1970 e 12 Mirage-2000C/D franceses, fabricados na década de 1980. A FAB também tem mais de 50 caças bombardeiros AMX, modelo brasileiro-italiano e cerca de 100 Super Tucano de ataque leve, contra insurgência e aviões de treinamento-piloto desenvolvidos e fabricados no Brasil.

A Força Aérea Brasileira tem uma capacidade de combate abaixo do potencial econômico do país, especialmente considerando o quão difícil está sendo o trabalho para reforçar o seu papel político global.

A primeira concorrência conhecida como FX, foi anunciada em 1999, quando o Brasil planejava substituir os seus obsoletos caças Mirage III com um ou dois esquadrões de aeronaves modernas. O país estava pronto e disposto a gastar até US $ 700 milhões para comprar entre 12 e 24 aviões de combate.

Quase todos os principais fabricantes mundiais de aeronaves participaram da concorrência, oferecendo versões modificadas de suas aeronaves de caça multirole mais popular:  F-16 da Lockheed Martin, o Mirage-2000BR, um 2000-5 que seria feito com especificações brasileiras, o Gripen JAS-39 da Suécia e o MiG-29SMT Fulcrum daRússia.

O fabricante do maior caça da Rússia, a Sukhoi, também tem interesse no mercado brasileiro e planejava oferecer o caça Su-35, um modelo inicial do Su-27 Flanker-E/F. No entanto, os franceses estavam bem cotados para ganhar essa concorrência.

Um crescente apetite

Mas, devido a problemas econômicos, a concorrência nunca se materializou. O Brasil optou por comprar provisoriamente 12 caças Mirage-2000C/D usados, permitindo-lhe adiar toda a questão da substituição até 2007.

Por esse tempo, o apetite do Brasil tinha crescido. Ele já não queria apenas para substituir o obsoleto Mirage III, mas também o F-5 e AMX aviões, e também aumentou sua meta de aquisição de 12 e 24 para 120 aeronaves. Desse número, 36 eram para compra direta e o restante fabricado sob licença no Brasil.

Uma vez que o preço do contrato subiu para US $ 6 – $ 10 bilhões, todos os fabricantes correram e passaram a oferecer ao Brasil os aviões mais novos. Os Estados Unidos que tinha oferecido caças F-16, também ofereceu o mais recente modelo de seus aviões de combate, o F/A-18E/F Super Hornet. A França, que não produz mais o Mirage 2000, lançou o Rafale. Um consórcio de três empresas europeias colocaram o Eurofighter Typhoon na mesa, enquanto a sueca Saab, mais uma vez ofereceu seu JAS-39.

A Rússia, por sua vez, revelou seu mais recente projeto, o Sukhoi Su-35 Flanker -E (anteriormente o Su-27M).

A concorrência era para ser ganha por qualquer participante que estivesse disposto a oferecer ao Brasil a tecnologia, isto é, a possibilidade de produzir mais aviões sob licença, com vista a melhorar a sua indústria de aeronáutica.

Os fabricantes europeus lideraram a corrida, enquanto a oferta dos EUA foi prejudicada pelas dificuldades para partilhar a sua experiência e know-how técnico.

A razão da saída da Rússia da concorrência foi mais complicada: o Brasil esperava comprar caças Su-35BM em troca de produção autorizada pela Embraer de aeronaves civis na Rússia. No entanto, isso teria um impacto negativo sobre o projeto da Sukhoi , o Sukhoi Superjet 100, e foi, portanto, eliminada.

A 5ª geração de caças

A segunda concorrência, o FX-2 teve um colapso devido aos preços exorbitantes dos caças europeus. Como resultado, o novo governo do Brasil tomou duas decisões: primeiro, que vai realizar ainda uma outra concorrência e segundo, entre outras opções, a Força Aérea deve considerar a compra do caça Su-35BM da Rússia.

Analistas dizem que a possibilidade de o Brasil comprar um avião da Sukhoi poderia empurrar as empresas europeias a serem mais flexíveis sobre os seus preços e até mesmo estimular os americanos a considerar uma transferência de tecnologia. No entanto, o Su-35BM ainda pode ganhar o concurso, especialmente porque, desde 2007, seu prestígio foi impulsionado pelo seu bom desempenho em testes e produção em massa para a Força Aérea Russa.

Em cima disso, a reputação da Sukhoi em toda a América Latina cresceu após a compra dos Su-30MK2 pela Venezuela.

O argumento final em favor da Rússia é o T-50, também conhecido como o PAK FA, que é a quinta geração de caças que a Sukhoi está desenvolvendo atualmente.

Rumores de que a Rússia e o Brasil podem unir forças em um avião de caça de quinta geração apareceu pela primeira vez na primavera passada, e não foram refutadas. A Rússia e a Índia são supostamente prontas para criar uma joint venture para fabricar o caça T-50 e a cooperação russo-brasileira nesse campo é agora uma possibilidade muito real, especialmente considerando as relações amigáveis dos dois países.

O fornecimento dos aviões Su-35BM, incluindo equipamentos e materiais de 5ª geração, poderia ser o primeiro passo para entregar o T-50. Se a Rússia faz esta oferta, é quase garantido que  vença a concorrência.

O T-50 é o principal rival do F-22 dos EUA, que atualmente não está sendo exportado e não existem outros caças similares no mercado, com exceção do J-20 da China e os especialistas continuam divididos sobre as suas vantagens.

As opiniões expressas neste artigo são do autor e não representam necessariamente as da RIA Novosti.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Defesa Aérea & Naval

NOTA DO EDITOR: Grifamos uma parte do texto que mostra a visão estrangeira sobre nossa Força Aérea.

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Comments

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21 Comments

 

  1. 05/02/2013  22:01 by Lucas Eduardo Responder

    Tomara mesmo que tudo isso se realize, o Brasil poderia usar também seu projeto do MBT Osório e partilhar com a Russiá para o desenvolvimento de novos MBTs.

    • 04/08/2013  14:24 by Leonardo Responder

      Para se ter um MBT realmente moderno, atualmente, ele precisaria ter eletrônica e FCS que permitisse uma tripulação de 2 homens, à semelhança de caças como o Su-30MKI,todos os tiros à disposição num carregador/alimentador automático, em um total nunca menor que 42, ATGMs disparados por tubo com alcance maior que 7 km fazendo parte da carga de munição à disposição, motor na dianteira para aumentar a proteção dos tripulantes pela parte dianteira e peso no máximo de 45 ton. Isso não é impossível de conseguir fazer aqui no Brasil, se se quiser, principalmente se nos juntássemos com os russos.

  2. 06/02/2013  1:39 by Flávio Moura Responder

    Essa é toda minha esperança nessa novela chamada FX. Que essa paralisia seja porque na moita estejamos negociando com os russos para adquirir o Su-35 e futuramente o PAK-FA. Sonhar (ainda) não paga imposto...

    • 03/06/2013  20:54 by Alexandre Fontoura Responder

      Acorde, Flávio. Caças russos para a FAB não virão. Deve dar Super Hornet ou um Hi-Lo-Mix de SH e Gripen NG (os primeiros 36 seriam SH e os demais lotes seriam Gripen NG).

  3. 06/02/2013  5:49 by Afonso Responder

    A aquisição de baterias AA da Rússia ainda vai, para um equilíbrio da balança comercial, mas caças russos para a FAB? e como ficaria os enlaces de comunicação entre os meios, sem falar na logística, apenas por uma questão ideológica? Não ofuscaria a parceria tecnológica que a Boeing está fazendo, igualmente a SAAB, (apesar que faz parte do 'business'); mas eles estão no Brasil há décadas (empresas americanas e suecos), que investimentos os russos fizeram no Brasil, além de empurrarem os Sabres para pararem de boicotar a carne brasileira? Seria a segurança da nossa soberania uma moeda de troca de favores?
    Apenas algumas questões pessoais.

  4. 06/02/2013  8:05 by Juarez Responder

    Afonso desque que seja Russo, para tchurma do politburo Brasileira e para alguns entusiastas que naõ que nãoo sabem que nãos bem vale tudo de 1000 virgens ao paraíso até cocô Siberiano embalado, mas como ambos os paí s~]ao são adeptos a piada pronta eu mer sento e finco rindo, aguarde vem aí um rinoceronte passando por cima deles....

    Grande abraço

  5. 06/02/2013  9:36 by Osório MTB Responder

    seria um apanágio imensurável, ter um caça 5G, apenas com 36 unidades já faria um estrago grande.
    mas vamos ser realistas, tudo são possibilidades, que depende de VONTADE POLITICA, e, sabemos como é né.

  6. 06/02/2013  14:37 by Rafael_Positron Responder

    Os especialistas com curso de piloto só aceitam equipamento norte americano... se não for, não presta...

    vamos ver oq eles tem a dizer

    • 07/09/2013  17:08 by Vitor Responder

      Realmente viajou legal agora...quantos países compram caças russos? kk..

  7. 06/02/2013  18:50 by Roberto Bozzo Responder

    então haverá mesmo um FX3 ??? eles vão lançar os FX´s até a FAB aceitar o que eles (ptralhas) querem ? seria mais simples e lógico ir direto ao fabricante desejado e solicitar uma proposta de venda direta, em vez de ficar nessa embromação toda.

  8. 07/02/2013  4:36 by Nelson de Azevedo Neto Responder

    Olá pessoal,
    Sem maiores pretensões de minha parte, e aproveitando o meu estado de insônia, apenas exporei alguns dos meus prazerosos devaneios “geopolítico-estratégicos”, já que não pretendo levar ao “pé-da-letra” questões inerentes como: O recém-estabelecido Livro Branco de Defesa; o atual orçamento e os recorrentes contingenciamentos nos recursos para aquisição de meios para a Defesa; “Ladainhas” e ideologias políticas; entre outras coisas do gênero... Seguem então os meus palpites e breves considerações focando, principalmente, em apenas 2 fatores estratégicos específicos: O OPERACIONAL E O DISSUASÓRIO...
    Uma solução que considero plausível num prazo de 12 anos - até 2025 - para compor uma força aérea razoável para cumprir com seu papel de patrulha e defesa aérea do nosso vasto território e extensas fronteiras terrestres, como também, prover algum poder de se contrapor com os possíveis cenários de crise e/ou ameaças diretas transoceânicas...
    No que se refere a FAB: Supondo que até lá (2025) todas as aeronaves de asa fixa P3-AM (9), E-99 (5) e A-1M (43) estejam em plenas condições de operação, e desconsiderando a atuação secundária das demais aeronaves de combate, vigilância, REVO, etc., do atual “acervo” da FAB que, porventura, ainda estiverem operando até meados da próxima década, entre as principais cito o “ad aeternum” F-5M, o A-29, e os P-95A/B de Patrulha Marítima... Sugeriria então as seguintes providências, que considero possíveis dentro da nossa realidade e supondo uma boa vontade e certa dose de coragem política:

    1º. A tomada de decisão do programa FX-2 até o final do corrente ano, para não cair no total descrédito perante a comunidade internacional e aos consórcios participantes da concorrência (ainda que eu considere que a melhor janela de oportunidade de negócio tenha passado do prazo), anunciando a opção pela parceria com a SAAB (Suécia), para o desenvolvimento conjunto do caça Gripen NG (E/F) e da sua versão naval – Gripen Sea -, além de um estudo para um possível desenvolvimento futuro conjunto (inclusive com a possível parceria de outros fabricantes/países além da SAAB/Suécia) de uma aeronave multipropósito stealth de 5º geração... Mas, voltando ao NG (E/F) e ao “NG Sea”; mantendo o plano inicial de compra previsto na concorrência de 36 aeronaves para a FAB, com opção de compra de + 36 após a entrega de todo lote inicial, e acrescentando 24 aeronaves na versão naval para a MB, com opção de compra de + 12 unidades... Com um cronograma de entrega iniciando a partir de 2018 para a FAB e 2020 para a MB (até lá a MB contará com os 12 A-4 Skyhawk modernizados, previstos para 2015/16, operando à partir da BAeNSPA ou do NAe A-12), e com acordo de entrega de todas as unidades contratadas dos primeiros lotes de Gripen (36/FAB + 24/MB) até 2025... Evidentemente, paralelamente ao desenvolvimento e a entrega das aeronaves, estariam previstos o desenvolvimento e/ou aquisição de toda a suíte de armas, peças de reposição, ferramental, etc... Todas as aeronaves Gripen operariam dentro dos padrões doutrinários ocidentais e tradicionais da FAB e, também, da MB... E, futuramente, com seus sistemas embarcados totalmente integrados tanto com as principais aeronaves de Alerta Aéreo Antecipado e Patrulhamento Marítimo da FAB (E-99 e P3-AM) e da MB (S-2T), quanto aos sistemas em terra, e via satélite, de comando e controle e de monitoramento já existentes, além dos sistemas já planejados e em vias de desenvolvimento/implantação... Bom, até aí, nada de tão extraordinário ou imprevisível;

    2º. Uma decisão paralela à decisão do FX-2 que, certamente, para muitos, pareceria inusitada, ou mesmo, inadequada ao doutrinário e a padronização de sistemas e logística dos meios aéreos, pretendida pela FAB e proposta inicialmente pela END... Mas que, em compensação, caso fosse concretizada, com a proposta de ser desenvolvida, com o empenho dos pilotos de caça mais experientes da FAB, uma doutrina de operação aérea específica para interceptação de superioridade aérea, e interdição naval ou terrestre de longo alcance, em TO’s de alta intensidade, e com capacidade de atuar com aceitável eficácia em ”volume de combate”, e quase que totalmente independente do auxílio de sistemas de monitoramento e/ou comando & controle externos, explorando a capacidade embarcada de comunicação e enlace de dados das próprias aeronaves, e fora dos padrões de sistemas e doutrinas já existentes e/ou utilizados pela FAB, inclusive em exercícios aéreos conjuntos e, portanto, já bem conhecidas das forças ocidentais... E que, sem dúvida nenhuma, poria em “check” uma futura tentativa, clara ou velada, de intimidação, principalmente por parte de grandes potências ocidentais, como por exemplo, um eventual deslocamento de forças navais para as nossas cercanias oceânicas, como forma de exercer pressão sobre decisões diplomáticas ou de ordem diversa do governo brasileiro, tanto expondo ao risco a nossa soberania sobre a “Amazônia Azul”, quanto, sobre as nossas rotas comerciais marítimas que cruzam o Atlântico Sul... Com base nos fatores expostos, entre outros, até o final do próximo ano (2014), eu sugeriria um acordo de “compra fechada” junto ao governo russo, de 48 aeronaves de combate da família Sukhoi, sendo 32 unidades do Su-35 S (24 monoposto/ 08 biposto) e 16 unidades do Su-34 (Su-32FN) + um bom pacote de armas de última geração de fabricação russa, focando, principalmente, em mísseis AR-AR, AR-SUPERFÍCIE (anti-navio) e, ANTI-SUBMARINO (Torpedos encapsulados aero-lançados para armar os Su-34) plenamente integrados aos sistemas das aeronaves contratadas, motores reservas entre outros sobressalentes mais sujeitos à quebras ou desgastes, além de toda a “panafernalha” normalmente prevista para garantir a operação das aeronaves pelos próximos 20 anos, diminuindo ao mínimo a dependência da FAB do fabricante ou do apoio do governo russo, pelo menos, até que se fizesse necessário um processo de modernização e/ou “revisão de meia-vida” das células... Ou ainda, que se decidisse substituir as aeronaves por outras mais capazes para as mesmas funções... Ao longo desse período, se houvesse recursos e se tornasse conveniente a futura diplomacia brasileira dentro do contexto do futuro cenário geopolítico mundial, poderia ser estudado a possibilidade de investir numa parceria técnico-industrial com a Sukhoi/Rússia para se ter, em território nacional, a fabricação de componentes/peças para o pleno suporte das aeronaves... Além de uma desejável integração de alguns dos sistemas de armas desenvolvidos e operados no nosso país pelas outras aeronaves de combate da FAB e da MB... E, com base na atual situação de disponibilidade da FAB em termos de aeronaves de combate, seria providencial que o contrato dessa compra estabelecesse um cronograma de entregas prevendo as primeiras aeronaves a partir de 2016/17, com uma média de 6 a 8 unidades por ano numa relação de 1 Su-34 para cada 2 Su-35 S entregues (deste último, dar-se-ia prioridade ao modelo biposto nas primeiras entregas), estimando-se que a entrega de todas as 48 aeronaves fosse concluída no período entre os anos de 2023 à 2025... Com base nisso, também consideraria adequado a formação de 3 grupamentos operacionais de 12 aeronaves (8 X Su35 + 4 Su34) divididos em 3 bases localizadas próximas a nossa costa marítima, nas regiões norte, nordeste, e sul (a região sudeste contaria com a cobertura dos esquadrões das outras aeronaves, atuais e futuras, da MB e da FAB)... As 12 aeronaves Sukhoi restantes ficariam em alguma base aérea adequada e protegida na região central do país, sendo destinadas ao adestramento dos pilotos nas novas doutrinas e/ou como aeronaves reservas... A força de aeronaves Sukhois, por ter uma função mais de caráter dissuasório, poderia manter um baixo rítmo operacional (um mínimo de horas voadas) assim que os seus pilotos alcançassem um bom nível de pró-eficiência doutrinária, economizando ao máximo as células... Mas, pelo menos, uma vez por ano, poderia de promover um grande exercício de interdição naval e interceptação aérea distante da nossa costa, em parceria com a MB atuando como força agressora, e aplicando seus meios navais e aeronavais (asas fixa e rotativas) dentro da peculiar doutrina ocidental... E, intercalando a cada ano com um grande exercício de interdição terrestre e superioridade aérea com o EB como força invasora e as outras aeronaves da própria FAB atuando como força aérea inimiga dentro do doutrinário ocidental padrão utilizado... No mínimo, seria bem interessante e desafiador, confrontar duas doutrinas bem distintas de combate aéreo, mas utilizadas pela mesma força aérea...

    CONCLUINDO: Mais uma vez deixando de escanteio a nossa atual conjuntura “política-ideológica-partidária-governamental”... Creio que nestes moldes expostos teríamos, finalmente, uma força aérea (aviação de caça principalmente) adequada a nossa realidade geopolítica e, também, a nossa capacidade econômico-financeira ($$$$ temos!... Mas pra onde vai já sabemos)... Isso sem nos deixarmos levar por paranóias inquietantes ou megalomanias de superpotências... Mas, principalmente, sem negligenciar a proteção do nosso espaço aéreo e a defesa da nossa soberania...
    E, só pra finalizar a viagem: PARA NÓS BRASILEIROS, APESAR DO PESADÊLO POLÍTICO, PELO MENOS SONHAR, AINDA NÃO CUSTA NADA...
    ;)
    Abraços e, principalmente, Boa Sorte a Todos Nós.

    • 23/08/2013  0:39 by Williams Responder

      Caro colega, permita-me:
      Achei super interessante sua disposição, porém fico triste saber que não somos um país sério, pois a corja que aí está, só pensa em vossos bolsos.
      Sinto decepcionado como brasileiro.

  9. 07/02/2013  21:23 by eduser Responder

    É srs seria muito bom se o BRASIL fechasse cm o fx2 comprando o gripen NG e depois fechasse uma boa compra com a Russia do su 35s ou mesmo o seu caça 5G ai sim ;as naçoes do mundo respeitariam um pouco mais este nosso BRASIL. abrçs a tds .

  10. 24/04/2013  10:16 by O Patriota Responder

    Tudo que o Brasil compra dos americanos falo em armas militares, os americanos nos manda defasada e bem defasada, os P-3 que estavam no deserto só podíamos comprar os da década de 60, sensores só nos vende os ultrapassados e sem precisão, mísseis só os simples os avançados temos que comprar e deixar lá se realmente for necessário nos fornece em caso de entrarmos em guerra, tudo tem que pedir autorização que leva meses e nunca somos favorecidos, pois ate com os ingleses e canadenses que são capachos americanos eles tem imensos problemas e os americanos não passam tudo nem código fonte.
    O Brasil e uma vergonha deixar os americanos na concorrência mesmo sabendo que transferência jamais vira, mas como somos quintal e temos que obedecer ordens os americanos continuam firme e fortes e vão ganhar esta concorrência sem repassar um parafuso se que.
    Brasil vergonhoso isso ainda tem Brasileira que acredita na concorrência, como sempre falo e mais fácil ver papai Noel Com suas Renas Voando nos Céus Brasileiros, que americanos nos transferir tecnologia de ponta e seus códigos.
    Obs. A Embraer vendeu o Brasil e os políticos ganharam seus DIm Dim.

  11. 11/06/2013  0:44 by ALDENOR FERNANDES DE SOUSA Responder

    A aquisição do caça russo Su-35 pela FAB, já é um avanço tecnológico substancial para o Brasil, alem do que, abre as portas para o País integrar-se ao Programa T-50 Russo-Indiano, de 5ª geração. Acredito que a Presidenta Dilma deverá ouvir os ex-perts da FAB para tomada de decisão. Esqueça o Projeto FX-2, esse acabou e não existirá um FX-3. A urgência na aquisição dessas aeronaves, não obedecerá mais a um processo licitatório, mas sim, tecnológico de oportunidade.

  12. 09/07/2013  22:24 by sérgio de souza gonçalves Responder

    nunca ouvi falar de uma má negociação com brasil e russia aliais os dois países tem problemas com crises e politica parecidos acho que essa negociação sairia melhor com os russos que se mostram muito mais coerentes que americanos e europeus. e cá entre nós não é qualquer caça que poderia proteger um território tão extenso como o russo e o brasileiro.

  13. 21/07/2013  16:51 by deusdete dos santos souza Responder

    meu caro amigo gostaria de saber se não escolhemos caças russos por pressão estrangeira ou por que tem dificudades de operalos mesmo,pois não aderimos a o projetos t-50

    • 22/07/2013  10:51 by Luiz Padilha Responder

      O problema de ter caças russos passa pelo fato da FAB não ter escolhido nenhum para o FX2.

      Existem muitos detalhes neste tipo de negociação, os quais são sigilosos, que baseiam as escolhas.

      Esta é a minha opinião. Ok?

      Abs,

      Padilha

  14. 13/08/2013  18:13 by vitor Responder

    A russia é lider na ciencia aero-espacial e está a frente de americanos. Hoje e sempre os caças russos sempre foram os mais temidos. São extremamente eficientes e fazem coisas que os outros caças nao fazem. Acho que o Brasil deveria sim é comprar um pouco de cada fabricante e absorver essas tecnologias para montarmos algo hibrido. Eu sei que nosso país nao possui engenheiros desse gabarito mas poderia ser um plano futuro. Reunir as qualidades de cada em um só seria extraordinário.

  15. 06/01/2014  10:48 by Adilson Responder

    Eu acho que o Brasil deve comprar os caças russos que vem cada dia melhorando inclusive o Su-35 ele tem vindo sendo um dos preferidos do mundo e deixar de comprar o f16 para futuramente comprar o f22 raptor.

    Esse é minha opnião ! AdilsonFilho 06/01/2014 11 anos futuro aviador!

  16. 15/07/2014  19:34 by Hélio Responder

    Gente porque não fazemos um só nosso,alguém aí sabe.temos dinheiro o que falta.

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