Por Guilherme Wiltgen

O Comando Logístico do Exército Brasileiro aprovou a Diretriz de Iniciação do Projeto de Incorporação do Modal Aéreo na Logística Militar Terrestre, na Região Amazônica, cuja finalidade é adquirir, receber e operar seis aeronaves modelo C-23 SHERPA, adquiridas por meio do programa Foreign Military Sales (FMS), do Governo dos Estados Unidos da América.

Nessa apresentação do Comando Logístico, pode-se conhecer mais sobre o projeto do retorno as operações aéreas de asa-fixa na Aviação do Exército (AvEx).




V

FONTE: Comando Logístico (COLOG)



 

12 Comments

 

  1. 13/06/2018  13:22 by Marujo Responder

    Parece que o projeto do EB são 12 unidades, em duas etapas. Com certeza devem estar pensando sediar no futuro unidades em Campo Grande e Belém do Pará.

  2. 13/06/2018  13:02 by Juarez Responder

    Seis dores de cabeça logística, que com o passar do tempo vão acabar como enfeite de hangar. Como eu já cansei de dizer, baixa escala de produção, customização específica para o US Army de duas dezenas(o que piora mais ainda), e não adianta a argumentação de alguns "ixxxxpicilixxxxtaxxx" do tipo:

    " Ahh, mas é PT meia", grandessíssima porcaria, pois, para quem já operou e quem sabe o lado que se aperta um parafuso, motor aí não é problema, o problema é o resto como partes móveis, hidráulica, atuadores , em fim....
    Vai ser o Tracker do EB.....lamentável para uma força que vinha se norteando pelas escolhas racionais e condizentes com sua realidade.
    Venceu o lobby e perdeu a razão.

    • 13/06/2018  23:58 by Lucas Iglesias Responder

      Pois é, mas como ele é "americano" pode vir até com 80 anos de idade, sem peça de reposição e sem instrução que tá bom.

  3. 13/06/2018  10:01 by Marcelo Responder

    Parece que a capacidade do Sherpa caiu como uma luva, pena que não são mais fabricados. O mais próximos hoje creio que são o CASA C-212 e o PZL M28.

  4. 12/06/2018  13:24 by Wellington Góes Responder

    Só acho que são poucas unidades. A gente sabe que estas aeronaves não operarão apenas na Amazônia, então daí o número poderia ser maior, na minha opinião. De 8 a 10 unidades operacionais seriam um número interessante. Com o EB ampliando atuação na fronteira, o que não vai faltar é demanda de apoio aos batalhões fronteiriços.

  5. 11/06/2018  23:42 by Renato Responder

    São 6 aeronaves em condições de voo?

    Vira mais alguma como fonte de peças para reposição?

    • 12/06/2018  6:22 by Guilherme Wiltgen Responder

      Renato,
      Isso foi explicado na matéria anterior que publiquei, serão 6 aeronaves + 2 spare.
      Abs

  6. 11/06/2018  21:59 by José Damião Hess Responder

    Acho que a Embraer poderia fazer um avião deste tipo baseado no Bandeirantes.. claro agora ficam os com os seis Shepard. Porém ficaremos dependentes de manutenções e peças. Acho que existem poucas opções no mercado deste tipo de avião e poderíamos exportar aos moldes do supertucano.

    • 12/06/2018  8:13 by Luiz Padilha Responder

      A Embraer é uma empresa privada e não vai investir nisso se não houver mercado.

  7. 11/06/2018  21:52 by Tomcat3.7 Responder

    Parabéns pela excelente matéria e novamente bem explicativa.

  8. 11/06/2018  20:46 by Lucas Iglesias Responder

    Como dizia Joel Santana "Tá de brincation with me"?

Leave a reply

 

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.