22 Comments

 

  1. 10/02/2016  15:07 by Gilberto Rezende Responder

    Este é um projeto do Exército Brasileiro e é o que temos de mais moderno na área de míssil de cruzeiro..
    PORÉM ele tem um problema de nascença que torna o AV-TM 300 da Avibrás na verdade um quase beco sem saída tecnológico.
    O coração de um míssil de cruzeiro é a sua turbina a jato, e é o que o que o classifica como míssil de cruzeiro e o difere de um míssil comum propulsado por um motor foguete de curta duração.
    Quem tem REALMENTE a expertise neste componente é a Turbomachine (ex-Polaris) e futuras versões de mísseis de cruzeiro brasileiro (se existirem) dependerão da Turbomachine e não da Avibrás.
    Por isso eu defendo a tese que se não for possível politicamente reintegrar plenamente a Turbomachine no AV-TM 300 pela justa oposição da Avibrás (do seu ponto de vista de propriedade industrial-comercial), o Ministério da Defesa (do seu ponto de vista de interesse da Defesa da Nação) deveria abraçar o projeto Cabure 300 da Turbomachine e dedicá-lo para ser o projeto de míssil de cruzeiro da MB e da FAB face ao seu menor tamanho e superior desempenho de turbina que segue a evolução da expertise da empresa que realmente domina esta tecnologia e que a longo prazo pode vir a ser a empresa que PODE produzir turbinas militares aeronáuticas.
    Para que o Brasil não adote a visão patética que turbina aeronáutica é comodity de um finado brigadeiro nipo-brasileiro basta o MD do B acolher o projeto Cabure 300 para a MB e a FAB e adotar o projeto do YAK-130 como o novo LOW do Gripen e neste projeto achar uma empresa para produzir a aeronave no Brasil (que não seja a Embraer, quem sabe a Novaer em parceria com os russos), aviônica by AEL-FAB, radar Mectron, tinta RAM nacional e a parte de propulsão seria um projeto a parte de nacionalização delegado à Turbomachine para absorver o propulsor russo INCLUSIVE com sua versão mais avançada com vetoração de empuxo.
    ISSO SIM teria importância e capacitação tecnológica.
    A Avibrás pode até prosseguir na linha dos misseis de cruzeiro de maior porte para o Exército e para uma hipotética futura força estratégica brasileira, mas terá que comprovar sua capacidade real para desenvolver turbinas aeronáuticas.
    No momento aposto minhas fichas na Turbomachine e REZO para que o MD não se deixe iludir pemo AV-TM-300 da Avibrás e IMPEÇa que por falta de OPORTUNIDADE a Turbomachine levante acampamento e saia do Brasil....

    • 10/02/2016  19:30 by marcio Responder

      Gilberto Rezende,

      Tenho essa mesma linha de pensamento sobre o Cabure 300 que poderia ser usando pela MB e FAB. O Cabure só pelo seu menor tamanho tem vantagens sobre o AV-MT-300, no meu comentário que fiz falei que pelo fato de ser menor pode ser carregado 4 Cabure contra 2 Matador no Astros 2020 cada bateria conta com 6 carretas lançadoras então numa salva de saturação com mísseis de cruzeiro o Matador seriam disparados 12 contra 24 do Cabure. Eu considero o Cabure 300 nosso equivalente Made in Brasil do Klub russo por várias razões, tamanho e potencial de crescimento e evoluir para versões com alcances maiores na faixa dos 1.500 a 2.500 km bastando aumentar seu tamanho para levar mais combustível e desenvolver uma turbina de maior potência mantendo o mesmo diâmetro do corpo do míssil e desenvolver um Sistema VL universal para levar e disparar todas as versões do Cabure a serem desenvolvidas. Mais já é querer demais.

      • 11/02/2016  1:17 by Gilberto Rezende Responder

        Márcio o apoio do MD do B ao Cabure 300 seria crucial para manter a Turbomachine no Brasil.
        Pela política comercial e militar seria muito difícil a Avibrás e o Exército abrirem espaço para a Turbomachine no sistema Astros que está muito avançado.
        Quando a Avibrás comprou os direitos do TJ1000 da antiga Polaris a empresa era só sua expertise tinha pouquisimo poder de barganha e teve que vender sua alma para sobreviver.
        A Avibrás evoluiu internamente a turbina original para o projeto AV-TM 300 mas a realidade é que o BRASIL precisa da Turbomachine para ser a sua SAFRAN,
        SUA empresa de turbinas aeronáuticas militares e a grande ironia é que caberá a MB e ao MD (e não a FAB) a viabilizar a Turbomachine como uma produtora de TECNOLOGIA e motores a jato. Porque a turma do Sato ainda é muito influente no Comando da Aeronáutica e a disposição da FAB no seu alto-comando para perseguir DE VERDADE a capacitação tecnológica na área de produção de motores é tímida ou quase inexistente...
        E esta é a triste verdade...
        Se vier a existir, terá de ser inicialmente imposta externamente pelo MD.

  2. 09/02/2016  22:57 by Carlos Franca Responder

    Em comparação a outros ainda estamos muito atrás em alcance, mas, para nós realmente será um salto em : alcance, tecnologia nacional, independência, com as compras e futuras exportações vai girar dinheiro dentro do país!

  3. 09/02/2016  21:47 by Oseias m.g. Responder

    Deveria ser feita uma versão lançada de navio. Com o projeto da Tamandaré em andamento, a própria avibras poderia se encarregar de projetar um lançador misto para o Man-1 e o Av Tm. Sendo a responsável pela fabricação/integração dos dois mísseis e tendo experiência em lançadores de mísseis com integração digital pelo Astros 2020, a Avibras teria capacidade para isso.
    A Rússia mostrou que até corvetas pequenas podem lançar mísseis de cruzeiro, ao atacar na Síria.

  4. 09/02/2016  20:56 by _RR_ Responder

    Boa notícia...

    Que não termine no "limbo", como SMKB, o kit Friuli...

  5. 09/02/2016  16:36 by mauricio matos Responder

    Uma noticia boa o que desanima um pouco é quando fala já está na fase final de desenvolvimento todo mundo sabe como anda esse projetos de defesa no brasil a passo lesma e os corte no orçamento das 3 forças o que não pode acontecer é fase final levar uns 10 anos para acabar.

  6. 09/02/2016  13:43 by Cleber Responder

    Muito bom . Que venha uma versão naval para o submarino Nuclear , orientado pelo Falcão no ar que possa em alguns casos, mudar a direção do alvo .

  7. 09/02/2016  13:38 by marcio Responder

    Finalmente a versão de asas retráteis é demonstrada

  8. 09/02/2016  12:44 by Celso Reis Responder

    A posse destes mísseis faz muita diferença, ainda mais de fabricação nacional. Uma família com alcance e função marítima poderá ser feita. Vamos aguardar a entrada em serviço.

  9. 09/02/2016  12:42 by PP Responder

    Bonito. Finalmente indústria brasileira produziu alguma coisa para exercito. Precisamos voltar o que Brasil representava na indústria bélica nos anos 80’. Espero que seja mais barato do que importado e exercito vai comprar vários. Alguém sabe dados técnicos da criança?

  10. 09/02/2016  12:08 by martoncosta Responder

    O Brasil deveria urgentemente começar o desenvolvimento de misseis com alcance balístico

    • 09/02/2016  18:30 by fabio.alex Responder

      para uso de misseis balisticos e misseis de longo alcance é preciso o uso de satelites, o brasil esta quase com um satelite 100% nacional... entao é so esperar e nao perder a esperança nunca rsrs

  11. 09/02/2016  11:42 by Cesar Pereira Responder

    A turbina é nacional,alguém saberia dizer ?

    • 09/02/2016  13:16 by Carl Responder

      Nascional, é baseada na turbina brasileira Polaris TJ1000, mas serão feitas pela Avibrás que também é brasileira.
      Com a tecnologia que a Polaris conta, acredito que poderia fazer misseis com alcance muito superior ao MTC-300, basta o ministro/presidenta solicitar. E considero muito interessante contar com misseis de 1500km e 2500km de fabricação nacional por não contarmos com uma força aérea muito grande. Os misseis poderiam fazer boa parte do trabalho dos caças-bombardeiros.

      • 09/02/2016  16:29 by marcio Responder

        Carl,
        Já que vc mencionou a Turbomachine(ex Polaris),me lembrei do Cabure 300 apresentado na LAAD 2015 pela Turbomachine de dimensões bem menores das do AV-MT 300 mais com o mesmo alcance usando uma migro turbina TJ-200,no caso de uso dos Astros 2020 o cabure tem vantagem sobre o AV-MT 300 pelas suas pequenas dimensões e menor assinatura radar e podem ser carregados e disparado 4 Cabure 300 conta dois AV-MT 300 no Astros 2020. Deixo claro que estou muito animado com a divulgação da nova configuração de asas retráteis do AV-MT 300 mais não poderia deixar de mencionar o Cabure 300.

        • 09/02/2016  20:23 by Carl Responder

          É outro projeto que também sonho em ver equipar nossas forças armadas. E como a tendencia é que a economia vá melhorando aos poucos e em 2018 volte a crescer de forma plena (segundo economistas nacionais e internacionais). Então é possível que esse sonho se torne realidade.
          Basta o governo trabalhar e a oposição não sabotar, duas coisas bem diferente do ano de 2015.

      • 09/02/2016  18:40 by Fernando Responder

        Carl, não tenho certeza, mas o Brasil é signatário de um acordo internacional que proíbe a fabricação de misseis de cruzeiro com mais de 300 km de alcance. Não fosse isso, a capacidade de alcance do MTC-300 (km) seria bem maior.

        • 09/02/2016  20:16 by Carl Responder

          Olá, Fernando
          Na verdade somos proibidos de vender misseis ou foguetes com mais de 300 km de alcance ou 500 kg de explosivos seja qual for o alcance. Mas esse acordo assinado durante o governo FHC não tem nenhuma obrigação legal, ou seja, podemos vender fora
          das regras ficaria feio para nós mas sem implicações legais. Quanto a fabricação estamos "livres".

        • 10/02/2016  15:47 by Gilberto Rezende Responder

          Só uma correção IMPORTANTE o tratado não proíbe a FABRICAÇÃO de mísseis de cruzeiro com mais de 300 KM de alcance !!!
          Ele proíbe a VENDA COMERCIAL para segundos países de mísseis de cruzeiro de mais de 300 Km de alcance.
          POR EXEMPLO já sabemos que os mísseis Caliber russos tem maior alcance que 300 Km pela campanha na Síria , SE fossemos comprar os Caliber russos para equipar nossas futuras 4 corvetas da classe Tamandaré eles estariam limitados em 300 Km de alcance.

          Já fiz alguns "cálculos de padaria" com o tamanho do AV-TM 300 e as poucas informações que ficaram disponíveis sobre o "consumo" da TJ1000 original em que se baseia o propulsor atual do míssil da Avibrás e tenho muito pouca dúvida que o alcance possível do míssil de cruzeiro brasileiro pode ser SIGNIFICATIVAMENTE maior que 300 Km...
          Há espaço mais que suficiente para carregar combustível no imenso corpo do míssil visto acima...

    • 09/02/2016  13:37 by marcio Responder

      A turbina é nacional desenvolvida pela Avibras

  12. 09/02/2016  11:18 by Bjj Responder

    Gigante!

    Gostaria muito de ver uma versão anti-navio baseada neste modelo, assim como uma versão ar-sup para nosso futuro Gripen.

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