No dia 6 de outubro, foi realizado, no 1º Regimento de Cavalaria de Guarda, o Encontro Anual de Paraquedistas da Guarnição de Brasília 2017. A atividade contou com a presença do Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, e mais de 350 militares da ativa e da reserva, promovendo a congraçamento entre diversas gerações.

O Encontro foi aberto com uma demonstração de salto livre por militares do Comando de Operações Especiais. A atividade contou, ainda, com uma homenagem pelo Dia de São Miguel Arcanjo, padroeiro dos paraquedistas, celebrado em 29 de setembro. Os participantes também entoaram, juntos, canções paraquedistas e realizaram o tradicional “badernaço”, demonstrando a camaradagem dos “Guerreiros Alados”.

Participaram, também, do evento os Generais de Exército Luiz Carlos Gomes Mattos, Ministro do Superior Tribunal Militar (STM); Marco Antônio de Farias, Ministro do STM; Fernando Azevedo e Silva, Chefe do Estado-Maior do Exército; Guilherme Cals Teophilo, Comandante Logístico; e Paulo Humberto Cesar de Oliveira, Comandante de Operações Terrestres. Além disso, se fizeram presentes, ainda, Generais de Divisão e de Brigada da Guarnição de Brasília e eternos comandantes da Brigada de Infantaria Paraquedista.

O Paraquedismo no Brasil

No mesmo dia do padroeiro, foi instituído o Dia do Paraquedista Militar, celebrado em quase todos os países do mundo. O Exército Brasileiro criou a Escola de Paraquedistas, localizada no Rio de Janeiro, em 1945, onde edificou-se o paraquedismo militar no Brasil. O primeiro curso foi realizado em 1949. De 1953 a 1969 existiu o Núcleo da Divisão Aeroterrestre. De 1969 a 1971, o núcleo evoluiu para a Brigada Aeroterrestre e, de 1971 a 1985, para a Brigada Paraquedista. Desde 1985, usa o atual nome de Brigada de Infantaria Pára-quedista.

O curso de paraquedista é feito por militares voluntários e o concludente tem como características a coragem, a agressividade no combate, a determinação no cumprimento da missão, a resistência física e a camaradagem. Esses traços forjam a mística paraquedista, cultuada no dia a dia da caserna e materializada nos símbolos inconfundíveis da tropa: o brevê alado prateado, o coturno marrom e a boina bordô.

FONTE e FOTOS: EB