4 Comments

 

  1. 15/09/2018  17:34 by Marcelo Responder

    Caros, considerando o expressivo número de Oficiais e Sargentos Temporários que compões nosso serviço ativo do Exercito, estranhei o porquê da apresentação não se referir à formação dos efetivos Temporários? Afinal de contas. estamos falando atualmente de mais de 50% do efetivo ativo.

  2. 14/09/2018  14:49 by Claudio MOreno Responder

    Fabio,

    O convênio ainda não foi oficialmente assinado. Logo isto acontecerá, se ocorrer neste ano, a partir de 2020. Antes não.

    CM

  3. 14/09/2018  13:24 by Fabio Responder

    Padiilha ou Guilherme voçe sabe quando o EB vai receber os obuses M-198 de 155mm?

  4. 14/09/2018  12:52 by Andre Responder

    É importante conhecer os nomes dessas "armas" e como/porque elas são empregadas para se entender o uso delas e porque são adquiridas, como os recentes materiais que o Exército recebeu. Historicamente também ajuda a ter uma visão mais estratégica das grandes guerras do passado quanto ao uso desses artefatos. Provavelmente os Katyushas foram as primeiras armas de artilharia importantes, a ponto de ter versões bem modernas que copiam seu modus operandi (tipo caçamba erguida) como o ASTROS.
    Fazendo um paralelo com as armas da Força Aérea, existem os caças de interceptação e ataque assim como os caças bombardeiros que tem características estruturais peculiares a esse tipo de emprego. Na Marinha podemos falar das corvetas que são mais limitadas e menores que as fragatas por questão de custo (aquisição/operação) mas que tem as mesmas funções. Em outra extremidade já temos grandes destruidores que dependendo do projeto se assemelham a cruzadores, em que ambas categorias poderiam ser consideradas como uma anterior a outra.

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