Entrada do estaleiro Saab-Kockums em Karlskrona

Entrada do estaleiro Saab-Kockums em Karlskrona

Por Luiz Padilha

exclusivoDefesa Aérea & Naval (DAN) visitou o estaleiro Kockums, situado na cidade de Karlskrona, para conhecer suas instalações. Na oportunidade foi possível ver “in loco”, toda a capacidade de construção e manutenção de navios, submarinos e unnamed boats realizadas no estaleiro.

Kockums Mekaniska Werkstad

Frans_Henrik_Kockum_Svenska_industriens_mänFundado em 1840 por Frans Henrik Kockum, um rico e próspero comerciante da área de tabaco, como Kockums Mekaniska Werkstad na cidade de Malmo, mudando o nome mais tarde para Kockums-Malmo, a empresa se dedicou inicialmente a construção de ferramentas agrícolas, fogões, fornos e a partir de 1859 até vagões de trem.

Em 1870 foi criado o estaleiro no porto de Malmö. Durante o período de 1899-1913, dezesseis navios foram construídos, com o primeiro ferry à vapor “Malmö”. Após a Primeira Guerra Mundial, a construção naval se expandia de forma surpreendente, com o sucesso contínuo do estaleiro. A Marinha recebeu o navio de defesa costeiro “Gustav V”, e os destroyers “Ehrenskold” e “Klas Horn”, um quebra-gelo, aproximadamente 25 submarinos e uma dúzia de torpedeiros. O estaleiro foi um precursor na área de soldagem, fabricando um grande número de navios-tanque até 1927.

Gustav V

Navio de defesa costeiro Gustav V

Durante os anos 1950 e 1960 a construção naval em Malmö cresceu bastante, com produção principalmente de grandes navios de carga, o que colocou o estaleiro entre os maiores do mundo. A expansão continuou até meados dos anos 1970, quando passando por problemas financeiros, o estaleiro mudou de mãos, passando a se chamar Svenska Varv e, dez anos depois, Celsius AB. Após um período construindo basicamente navios civis, o grupo passou a se chamar Kockums AB e se dedicar apenas a área militar.

Em 1999 o estaleiro é vendido ao grupo alemão HDW (Howaldtswerke Deutsche Werft AG), que investiu na em tecnologia para a construção de submarinos e sistemas de discrição acústica. O volume de negócios era crescente e em 2005 o estaleiro Kockums AB passava a se chamar, ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS). Porém, o governo sueco decidiu retomar o controle de sua industria naval militar e, em 2014 após negociações entre a Saab e os alemães, o ThyssenKrupp Marine Systems, foi adquirido pela Saab em um acordo no valor de 340 milhões de coroas suecas, que precisou ser aprovado pelas autoridades alemãs e suecas. Atualmente, o Saab Kockums AB faz parte da área de negócios da Saab Security and Defence Solutions, que irá operar em Malmö, Karlskrona e na base naval de Musko.

Karlskrona

Visão do estaleiro Saab Kockums

Saab Kockums em Karlskrona

Saab-Kockumns-Karlskrona

Vista aérea do estaleiro Saab Kockums à esquerda e a base naval de Karlskrona à direita

O estaleiro Saab Kockums fica ao lado da base naval de Karlskrona e, logo na chegada, foi possível avistar algumas lanchas CB-90H navegando. Este modelo esteve em testes na Amazônia anos atrás, mas sua compra em que pese seu excelente desempenho no teatro amazônico, acabou não sendo efetivada.

CB-90-2

O estaleiro possui uma enorme área muito organizada, composta por grandes prédios, alguns históricos, e 6 diques, sendo um deles da época da construção do estaleiro.

Diques       Dique-histórico

Com o objetivo de produzir meios navais modernos, com capacidade Stealth e baixo custo de manutenção, o Saab-Kockums produz submarinos, navios de superfície (incluindo os MCMVs), além de possuir tecnologia própria de sistema de propulsão AIP (Propulsão Independente do Ar), através do sistema Stirling que equipa os submarinos classe Gotland e equipará os futuros submarinos A26 que serão construídos neste estaleiro.

HMS-Halland

HMS Halland submarino da classe Gotland

Os equipamentos para corte de chapas e solda são modernos, e o estaleiro conta com um robô para executar funções que exigem máxima precisão. Dentro de um dos prédios foi possível observar partes cilíndricas do casco de um submarino. Não possível saber se era para algum submarino da classe Gotland ou se era um estudo para o futuro submarino denominado A26, lembrando que o Kockums também construiu os submarinos classe Collins da Marinha Australiana, o classe Challenger e o classe Archer para a Marinha de Singapura.

Estaleiro-Kockums-2       Robo

A26

Futuro submarino A26 que já se encontra em construção

Ainda, no mesmo complexo, foi possível ver um submarino da classe Gotland (não foi possível saber seu nome) e a corveta HMS Stockholm (K11) sofrendo manutenção. Um detalhe que chamou a atenção foi ver que a HMS Stockholm possui 3 eixos, onde o eixo central é movido por sua turbina a gás Allied Signal com 4.715 KW de potência que, em conjunto aos outros 2 eixos movidos por motores a diesel MTU, levam facilmente esta corveta a desenvolver 30 nós de velocidade máxima.

Padilha-Saab-Kockums

Editor do DAN Luiz Padilha com o representante da Saab, Sr Pieter Verbeek

Do lado de fora, o submarino HMS Halland estava atracado sofrendo manutenção em seus sistemas e, do lado oposto, o caça minas classe Koster, HMS Ulvön (M77). Outros submarinos estavam atracados na mesma área mas não foi possível identificá-los, enquanto nos dirigimos para o prédio onde se fabricam as partes em composite, que compõem a estrutura principal dos caça minas classe Landsort , Koster e da corveta Visby.

Karlskrona-2

2 submarinos junto ao prédio do primeiro guindaste do estaleiro construído em 1803 que era movido por 96 homens

Tecnologia em Composite

Por se tratar de uma área de segredo industrial, infelizmente não foi possível fazer fotos dentro do prédio. Mas foi possível observar a técnica de construção das partes que compõem tanto o casco como a superestrutura de navios.

HMS-Vinga-(M75)

HMS Vinga (M75) 100% construído em composite

A Saab Kockums possui esta capacidade, tendo construído 7 caça minas e 5 corvetas classe Visby. Atualmente o estaleiro Saab Kockums está inserido no programa do Littoral Mission Vessel-LMV, da Marinha de Singapura, fornecendo a superestrutura do navio de patrulha de 1.000 toneladas para o estaleiro Singapore Technologies Marine (STM), que construiu o casco em aço para receber a superestrutura em composite, tornando o LMV mais leve, mais veloz e mais econômico, para cumprir sua missão. O programa prevê a construção de 8 navios.

singapura-super    Patrol-Vessel-of-Singapura

composite

As placas de composite são feitas com lâminas de fibra de carbono, lâminas de fibra de vidro reforçado entrelaçadas e unidas à um núcleo central formando um “sanduíche” extremamente resistente. O know how da Saab Kockums neste tipo de construção, proporcionou outro contrato muito importante, desta vez com a Marinha da Índia, contemplando a construção de 2 superestruturas para as corvetas INS Kiltan e INS Kavaratti. Importante salientar a plena satisfação de ambos os clientes, com declarações como a publicada no The Economic Times da Índia.

indian-composite

Partes em composite fabricadas no Saab Kockums sendo transportadas para a Índia

INS Kiltan

INS Kiltan - Foto: Pakistan Defence

“A superestrutura feita de material composite foi integrada com sucesso ao casco principal casco do navio. Além de reduzir o peso, irá fornecer recursos aprimorados de discrição e redução nos custos de manutenção do ciclo de vida”.

O Japão, adquiriu a tecnologia para construir navios caça minas costeiros e oceânicos para a JMSDF. A construção ocorreu em Yokohama e agora uma nova geração de MCMVs, projetados e fabricados no Japão, foi construída com a tecnologia de casco Saab Kockums. Outro detalhe a ressaltar, é que os navios foram entregues na data especificada no contrato. Abaixo o MSC Enoshima.

MSC-Enoshima

MSC Enoshima

A marinha de Singapura também optou por MCMV (Caça minas e varredor) com tecnologia de casco GRP, e teve o seu primeiro navio construído na Suécia. O MCMV classe Bedok, derivado da classe Landsort, foi transportado para Cingapura, onde ocorreu sua finalização, com todo o programa terminado em pouco mais de 4 anos.

Bedok       OLYMPUS DIGITAL CAMERA

A marinha dinamarquesa, outra cliente da Saab Kockuns, teve seu primeiro casco em composite construído em meados dos anos 80, dando origem a classe Flyvefisken e, através de transferência de tecnologia, mais 13 unidades foram construídas na Dinamarca.

MCMV Classe Landsort

A marinha da Suécia construiu 7 navios da classe Landsort, com tecnologia de composite. A finalidade da construção do casco desta classe com essa tecnologia, visava reduzir as assinaturas acústicas e magnéticas, bem como proporcionar uma melhor resistência ao choque de explosões subaquáticas.

www.SoldF.com

HMS Uven (M76) antes da modernização

A classe Landsort efetuava a varredura das áreas tanto mecanicamente, quanto com sistemas de varredura elétrica e acústica, equipados com veículos operados remotamente (ROVs) da Saab Underwater Systems, Double Eagle Mark II.

Em 2004, a marinha da Suécia decidiu por questões orçamentárias, modernizar 5 navios da classe Landsort, deixando 2 em reserva (Landsort e Arholma). Os navios foram equipados com uma nova motorização, receberam um novo sistema de defesa aérea e medidas defensivas de minagem (MCM). Essa modernização derivou uma nova classe de navio, chamada classe Koster.

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HMS Vinga (M75)

A Atlas Elektronik atualizou os cinco navios com os Sistemas Integrados MCM Atlas (IMCMS-S). O sistema combina minehunting, minesweeping, desminagem, vigilância e comunicação com outras forças navais. O navio é agora equipado com um sistema Atlas MCM Tactical Command and Control, um sonar Atlas HMS-12M montado no casco de banda larga e sistema Atlas Seafox (MIDs) de identificação de minas e destruição. Os IMCMS-S a bordo também integram totalmente os sensores e processadores, como o sonar de profundidade variável, sistema de posicionamento subaquático, radar de navegação, sistemas de MIDS convencionais e sistema de defesa aérea.

Corveta Visby

Com um projeto 100% Stealth, a corveta Visby com seu design angular, possui reduzida assinatura radar. Jan Nilsson, um dos designers, disse uma vez: “Nós somos capazes de reduzir a seção transversal dos radares por 99%, mas isso não significa que seja 99% invisível, o que temos é a redução na capacidade de sermos detectados.” Todo o navio foi pensado para ser discreto, e até o cano do canhão 57 mm pode ser dobrado para a torre para reduzir a sua seção transversal. Existem planos para melhorias adicionais nesta área, especialmente para os trilhos da plataforma e mastros.

Visby-1

Boa condutividade, nivelamento da superfície, baixa assinatura radar, bom isolamento térmico que reduz a assinatura infravermelha e aumenta a capacidade de sobrevivência em caso de incêndio, são algumas das várias vantagens de se utilizar materiais compósitos em cascos de navios.

Visby

O sanduíche é também um compósito não magnético, o que reduz a assinatura magnética. Composites também são muito fortes para o seu peso relativo, e menos peso significa uma velocidade máxima mais elevada e melhor manobrabilidade. O compósito pesa cerca de 50% menos do que o aço resistência equivalente. Se construído com aço normal, o navio iria pesar em cerca de 1.200 toneladas.

HMS-Nykoping-(K34)

HMS-Nykoping-(K34) com um helicóptero AW109M espotado no convoo

Um helicóptero, como o Agusta Westland A109M selecionado pela Suécia, pode pousar, decolar, e reabastecer no convoo. Um hangar foi originalmente planejado, mas foi considerado muito apertado e acabou removido.

HMS-Karlstad-(K35)

HMS-Karlstad-(K35)

O DAN solicitou e foi autorizado a embarcar para conhecer a corveta HMS Karlstad (K35). Fui recebido pelo comandante do navio, CF Bernt Andersson, que nos guiou durante a visita. Um detalhe que salta aos olhos de quem embarca é a modularidade do projeto, o qual permite a troca de equipamentos para diferentes tipos de missão. Através de um guindaste interno, o navio pode receber lanchas, ROVs e outros tipos de equipamentos rapidamente.

CF-Bernt-Andersson

CF-Bernt-Andersson

HMS-Karlstad-(K35)-3       HMS-Karlstad-(K35)-2

Infelizmente, nem todos os detalhes do navio puderam ser fotografados. Mas o pouco que foi permitido, já mostra quão moderno é o conceito deste navio.

Visby-5       HMS-Karlstad-(K35)-4

HMS-Karlstad-(K35)-5

Ao entrar na casa de máquinas outra surpresa. Todos os motores a diesel (MCAs) estão instalados numa espécie de armário inox. Perguntei ao comandante Andersson qual a razão para os motores estarem instalados dessa forma e ele me disse que era para a redução de ruídos, conferindo maior discrição ao navio. Na outra parte onde se encontram as turbinas, a instalação é idêntica.

O interior do navio é muito bem dividido e senti apenas a falta de mísseis anti-aéreos. O CF Andersson disse que o local existe internamente para a instalação, mas que essa possibilidade ainda está em estudos .

Mais a ré, é possível ver o enorme carretel contendo o Towed Array e ao lado, a câmara do sonar de profundidade variável. O navio também é equipado com um sonar de casco, o que proporciona a esta corveta, capacidades anti-submarino e de mine countermeasures.

Fotos da visita ao HMS Karlstad (K35)

Visby-3

Visby-4       HMS-Karlstad-(K35)-1

Alça-CERUS

Diretora de tiro CERUS 200

Características
 Tipo:  Corveta Stealth
 Deslocamento: 640 ton
 Comprimento: 72.7 m (239 ft)
 Calado: 10.4 m (34 ft)
 Boca: 2.4 m (7.9 ft)
 Propulsão: CODOG
2 × 125 SII Kamewa Waterjets
4 × Vericor TF50A gas turbines
2 × MTU Friedrichshafen 16 V 2000 N90 diesel engines
3 x generators of 270kW cada
 Velocidade: 35 knots (65 km/h)+
 Autonomia: 2,500 nmi (4,600 km) a 15 kn (28 km/h)
 Tripulação: 43
 Sensores: Ericsson Sea GIRAFFE AMB 3D PESA surveillance radar
Ceros 200 radar diretor de tiro
Condor CS-3701 radar tático de vigilância
GDC sonar de casco
Hydroscience Technologies sonar towed array
GDC sonar de profundidade variável
 Guerra Eletrônica: Rheinmetall TKWA/MASS (Multi Ammunition Softkill System)
 Armamento: 1 × Bofors 57 mm Mk3
8 × Mísseis anti superfície RBS15 Mk2 AShM
4 × lançadores de torpedo (400 mm) Tipo 45
Mines e cargas de profundidade
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26 Comments

 

  1. 23/09/2015  19:10 by RL

    Que show de Matéria. Parabéns ao DAN.

  2. 23/09/2015  19:31 by Gabriel

    O DAN É SHOW!
    Vida longa a parceria Brasil-Suécia , seria maravilhoso que nossa parceria com os suecos se estendesse também para as áreas naval e terrestre

  3. 23/09/2015  22:28 by Marcelo

    Parabéns pela matéria, super completa!

  4. 23/09/2015  23:10 by Carlos Crispim

    Realmente faço coro às homenagens!!! O que eu acho demais é a pintura de camuflagem sueca, o Brasil pode aprender muuuuuito nesse quesito, nossas pinturas são atrozes, mormente a dos caças.

  5. 23/09/2015  23:24 by césar silva

    parabéns pela matéria , seria sonha muito com essà corvetas na nossa marinha? como patrulhas? e caças minas alguma notícia por parte da nossa marinha?

  6. 24/09/2015  0:54 by Jr

    Parabéns mais uma vez ao DAN, matéria sensacional, uma duvida esses navios caça minas serviriam para a MB?

  7. 24/09/2015  3:51 by lucaslasota

    Excelente matéria, parabéns e obrigado!

  8. 24/09/2015  8:32 by marujo

    Como está a negociação entre Brasil e Suécia para a compra de caça-minas? Alguma novidade?

  9. 24/09/2015  8:38 by mauricio matos

    Em 2012 o estaleiro do Val dos Cães estavam interessados em produzir a CB-9O sob licença parece que ficou somente na vontade não se falou mais nisso aqui tinha mercado para mais de 100 lanchas dessas.

  10. 24/09/2015  8:43 by Luiz Padilha

    Aguarde.

  11. 24/09/2015  8:45 by Eduardo Pereira

    Bela matéria ,parabéns ao DAN !!!
    Agora umas 30 lanchas CB-90 para o EB e umas 12 corvetas Visby pra MB cairiam como uma luva por aqui hein. O passadiço (acho q é esse o nome) da corveta parece a cabine de um avião, isso sim é estado da arte.

  12. 24/09/2015  8:58 by David Bowman

    nunca mais fala mal da saab !

  13. 24/09/2015  9:40 by Celso

    Esta sim eh uma otma parcria com a marinha se de fato ocorrer. Resta saber se tbm nao sera mais uma oportunidade perdida. Trabalhei muito c empresas Suecas aqui no Brasil e estes caras sao tao profissionais e perfeccionistas qto os alemaes....alem disso, tbm sao muito confiaveis...cumprem o q combinam em seus contratos e algo mais ainda. Parabens ao DAN....acredito q onde tem fumaca tem fogo rsrrsrsr....ahhhh um excelente documentario a respeito destas instalacoes foi feita pelo Discovery chanell e passada aqui a 2 ou 3 anos atras.

  14. 24/09/2015  9:43 by EXbrazil

    Parabéns ao DAN, esta Reportagem apresenta informações de alto nivel....

  15. 24/09/2015  10:15 by KarlBonfim

    Parabéns DAN, da gosto ver, país sério é outra coisa!!!

  16. 24/09/2015  10:36 by Jr

    Infelizmente por uma decisão política as lanchas colombianas foram compradas em detrimento das suecas, quanto as Visbys elas são sensacionais, mas não sei se serviriam para a MB, o teatro de operação da marinha sueca(Báltico/mar do norte) é diferente do teatro de operação da MB ( oceano Atlântico), de todos os produtos que vi na matéria na minha opinião o que pode ser mais interessante para a MB seriam os caça-minas, confesso que o AGUARDE do Padilha me deu esperança.

  17. 24/09/2015  11:10 by Popeye

    Parabéns ao DAN por está excelente matéria. A Suécia sempre foi um país diferente, moderno e com alto desenvolvimento tecnológico militar. Esta foi uma das razões para Hitler ter evitado um ataque sobre este país, foi um dos únicos na Europa a não ser atacado. O Brasil está corretíssimo em ter cada vez mais parcerias com este país seríssimo.

  18. 24/09/2015  11:15 by fernandofalcom

    A um tempo atras se noticiou que a marinha tinha interesse em caça minas com tecnologia sueca iso e verdade ou ja foi disconsiderado?

  19. 24/09/2015  11:21 by Luiz Padilha

    Eles usam ROV e PVDS suecos da Saab.

  20. 24/09/2015  11:36 by FRL

    A verdadeira, positiva e frutífera parceria estratégica que o Brasil pode firmar, EM TODAS AS ÁREAS, só pode se dar com a Suécia. Quem sabe, pelo exemplo dos nórdicos, ainda teríamos um traço negativo da nossa personalidade diminuído ou corrigido.

  21. 24/09/2015  11:46 by FRL

    Ah, e o DAN, como de costume e mais uma vez, está coberto de honra e de glória pelo trabalho ímpar realizado. "BZ DAN" ;-)

  22. 24/09/2015  12:46 by Cassio Fraccari

    Parabéns. Mais uma matéria sensacional.
    Os MCMV e as CB 90H cairiam muito bem por aqui.

  23. 24/09/2015  14:01 by José Carlos Oliveira

    Parabéns pela bela reportagem !

    Que essa união Brasil -Suécia se perenize para o bem dos dois povos. Que esta amizade ultrapasse a natural ligação de S.A.R. Silvia Renata, a quem temos a honra e o privilégio de tê-la como nossa descendente, através de sua saudosa e finada mãe, Da. Alice Soares de Toledo.
    Brasil e Suécia sempre estarão ligados pela presença de importantes nomes em nossa história. A educação muito deve ao pedagogo e cientista Professor Lourenço Filho, filho de Da. Ida Bergström que veio da Suécia no século IXX. Lars Bjorkström que vai nos trazer outra medalha de ouro na vela em 2016, Rubens Gerschman que nos enche de beleza com a sua arte, Tor Janér que adotou o Brasil como sua pátria. E vários outros que não sei e nem lembro agora.
    Suas empresas no Brasil, Atlas Copco, Ericson, AlfaLaval, Eletrolux, SaabScania dentre outras que até não existem mais, mas que ficaram na lembrança como a FACIT e a Addo e um conjunto imenso das que aqui estão há décadas ( SKF, TetraPak, Akso Nobel...e dezenas de outras) legando aqui seus conhecimentos técnicos e, muitas vezes deixando para posteridade seus descendentes.
    Tenho certeza que esta união é sólida, perene e...muito lucrativa para ambos os países.
    Parabéns por esta linda reportagem
    Viva a Suécia e Viva o Brasil !

  24. 24/09/2015  14:37 by RBueno

    Então os três varredores de Itaguaí estão resolvidos.

  25. 24/09/2015  18:07 by _RR_

    Excelente matéria!

    Parabéns ao DAN!

  26. 24/09/2015  19:36 by Vinícius

    Fugindo um pouco ao tema, mais... CB-90 seria um sonho, mas acho a decisão acertada, por parte do governo, de comprar as lanchas colombianas. Não tenho certeza, mas acho que são de classe parecidas.

    Agora, deveriam explorar mais o fato, dar publicidade a essa compra das lanchas colombianas. Na minha humilde-mente, deveria ter até presidente da República na cerimônia de incorporação dessas lanchas, afinal, prevaleceu, talvez, a política ao invés do técnico, e isso também é importante.

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