Após diversas tentativas de recuperar a capacidade operativa do NAe “São Paulo”, o Almirantado concluiu que o Programa de Modernização exigiria alto investimento financeiro, conteria incertezas técnicas e necessitaria de um longo período de conclusão e decidiu pela desmobilização do meio, a ser conduzida ao longo dos próximos três anos.

Um programa de obtenção de um novo conjunto Navio-Aeródromo x aeronaves, ocupará a terceira prioridade de aquisições da Marinha, logo após o PROSUB/Programa Nuclear e o Programa de Construção das Corvetas Classe Tamandaré. O custo de aquisição desse novo binômio será substancialmente menor que o de modernização do NAe “São Paulo” e de obtenção de novas aeronaves compatíveis com o NAe, já que as aeronaves AF-1 deverão estar no final de sua vida quando o “São Paulo” terminasse sua modernização.

Aeronaves Argentinas e Brasileiras a bordo do NAe São Paulo.

O “São Paulo” foi incorporado à Marinha em 2000, a partir de uma compra de oportunidade da Marinha Nacional da França, com os propósitos precípuos de substituir o antigo Navio-Aeródromo Ligeiro “Minas Gerais”, em término de vida útil, e proporcionar a evolução das operações aéreas embarcadas com o emprego dos aviões de asa fixa e propulsão a jato A-4 Skyhawk.

Apesar de já contar com 37 anos de serviço ativo no momento da aquisição, o Navio cumpriu bem sua missão nos primeiros anos em atividade pela Esquadra brasileira, possibilitando à Marinha adquirir a capacitação para operar aeronaves de alta performance embarcadas.

Lamentavelmente, os estudos de exequibilidade do referido Programa indicam um longo período para sua conclusão, aproximadamente dez anos, além de incertezas técnicas e elevados custos.

Até que a Marinha receba um novo Navio-Aeródromo, a capacidade de conduzir operações de guerra naval com emprego de aviação de asa fixa, obtida às custas de grandes investimentos e intensos treinamentos dos nossos pilotos no país e no exterior, será mantida a partir da Base Aérea Naval e de outras instalações de terra, e também por meio de treinamentos com marinhas amigas.

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA

 

122 Comments

 

  1. 20/02/2018  12:48 by Marco Responder

    Uma proposta de estaleiro chines, com propulsao Diesel Eletrica (sem turbina) e novas caldeiras para as catapultas seriam bem vinda. A China seria o unico lugar aonde conseguiriam reformar rapidamente e a baixo custo esse PA. Tem muita coisa para retirar dele que aqui seria totalmente inviavel! Muita restricao com as leis brasileiras.

  2. 16/03/2017  16:54 by Alberto Bittencourt Responder

    Acho que está mas que certo desativar essa sucata que já tem quase 70 anos (ou mais), estava dando prejuízo demais, e acho que ele não vai fazer tanta falta.. O Brasil no momento tem prioridades maiores, como educação, saúde, enfim, o básico pra manter a sociedade num estado satisfatório de desenvolvimento. Não estou falando pra deixar as forças armadas de lado, só digo que enquanto o país continuar tendo problemas com o básico que a população precisa, vai ser difícil focar os investimentos necessários na ala militar, porque como todos sabem (eu acho) problemas evoluem como o efeito dominó. E só pra citar, já que o país está investindo na construção de um SN, seria palpável investir também a adaptação de um reator nuclear para embarcações de superfície. e sobre reciclagem e despejo de resíduos radioativos, bem, nem preciso comentar, só espero que estejam preparando isso também. a gente só precisa de representantes políticos competentes e entendidos no assunto, o que é meio raro na presente situação do país não é mesmo ?

  3. 23/02/2017  22:25 by Cassio Fraccari Responder

    Adriano Luchiari, boa noite
    Não estava me referindo a você, e sim ao comentário do Sr. Gilberto. Abs.

  4. 20/02/2017  15:32 by ZorannGCC Responder

    Completando:
    .
    O A-12 foi tarde. Já deveria ter ido antes. Não sei como ele será desmontado, mas ele tem um monte de substancias toxicas que precisam ser retiradas. Inclusive amianto pra caramba. Talvez estes 3 anos, sejam pra isto. Li em outros sites sugestões para afunda-lo, por estes motivos, deve ser impossível.
    .
    Esposito:
    .
    Este navio esta parado a 12 anos. Desde 2005 (se não me engano) que ele não participava de qualquer operação.
    .
    O navio foi comprado em 2000, navegou 5 anos e passou os outros 12 parado. Seja por problemas no eixo, nas tubulações, no gerador, enfim, tivemos 12 anos para traze-lo de volta á ativa. Está mais do que provado que não temos condições. Só sua cabeça que não percebe isto.
    .
    O meu medo é que estas Tamandaré construidas aqui prossigam. Afinal as noticias que tenho lido, incluem a modernização do AMRJ e transferencia de tecnologia para estes navios serem construidos aqui. Tudo isto vai encarecer demais os navios. Na atual crise, o medo é que jamais sejam completadas em quantidade suficiente, que o cronograma atrase (como esta ocorrendo com o ProSub) e que a MB fique sem escoltas.
    .
    Quanto ao Sub Nuclear, sabe lá Deus quando este ficará pronto.
    .
    Se a terceira prioridade é ter um PA, sabe-se lá quando sobrará grana pra isto. O orçamento esta congelado por 20 anos.

  5. 19/02/2017  14:58 by RColistete Responder

    Mais lastimável que a notícia, é o nível da maioria dos comentários aqui presentes.
    Gente que se acha especialista sem nunca ter aprendido. A maioria nem sabe para que serve um NAe.
    Incrível que aqui mesmo nesse site tem ótimas matérias sobre NAe. Por exemplo :
    www.defesaaereanaval.com.br/navio-aerodromo

    • 19/02/2017  21:32 by Luiz Padilha Responder

      Pois é Roberto. Bastaria uma leitura na Coluna Mar e Guerra para aprender sobre a função de um porta aviões. Mas os leitores tem preguiça. Alguns lêem só o titulo da notícia e comenta sem base alguma.

      Fico triste, mas creio que devagar eles vão aprendendo. Poderia ser mais rápido, bastaria a leitura dos artigos na Coluna Mar e Guerra.

  6. 19/02/2017  6:34 by Adriano Luchiari Responder

    Me desculpe Cassio Fraccari, mas não entendi o seu comentário dirigido a mim. Leia meus comentários com atenção, eu defendo tanto o estado de São Paulo (meu estado) como a integridade da Federação. Nunca estimulei tal rivalidade que você mencionou. Abraço e bom domingo!

  7. 19/02/2017  6:27 by Adriano Luchiari Responder

    Sr. Editor, o adjetivo que eu empreguei ao Brasil, editado no meu comentário anterior, foi alterado intencional e jocosamente para dar a fonética em expressão muito utilizada por um ex-presidente, que com seu sotaque assim pronunciava Brasil Potência, que ele tanto propalava. Não tive a intenção de ofender alguém, muito menos de me referir à nossa Pátria de maneira desrespeitosa, coisa que nunca fiz e jamais farei.

    • 19/02/2017  9:14 by Luiz Padilha Responder

      Adriano, palavrões e termos jocosos são automaticamente deletados por nosso sistema, portanto, evite-os.

    • 19/02/2017  9:38 by Guilherme Wiltgen Responder

      Adriano e demais leitores,
      Além de palavrões, adjetivos jocosos e/ou desreipeitosos, atribuídos aos outros leitores ou direcionados as autoridades/militares que estejam nas matérias, assim como acusações sem fundamento.
      Também serão sumariamente deletados os comentários de cunho político/partidário. Também são deletados os comentários que julgam os demais leitores por sua orientação política, seja ela de esquerda ou direita.
      Sugiro à todos lerem as regras de conduta do DAN:
      http://www.defesaaereanaval.com.br/regras-de-conduta/
      Abraços,

  8. 18/02/2017  22:57 by Rafael Gasparotto Responder

    Gilberto Rezende. Vc conseguiu juntar quase todos os clichês petralhas que existem debaixo do sol. Não vou me indulgir em xingamentos imbecis ao teu estado (motivos sobram), pois um povo que dá a maior votação no país todo a um deputado como Jair Bolsonaro, claramente dá sinais que ainda tem salvação. É só extirpar o câncer esquerdista que parece lhe acometer. Agora vai lá no site do PSOL debater sobre porta-aviões. Tua galera ama as FFAA, afinal...

  9. 18/02/2017  19:16 by Marcos Responder

    É o fim da era dos Naes na Marinha do Brasil.

  10. 18/02/2017  13:58 by Cassio Fraccari Responder

    Olá Adriano Luchiari
    Normalmente nem escreveria sobre um comentário desses, mas esse tipo de mentalidade de rivalidade entre os estados não agrega nada. São Paulo tem sua importância para a história e economia do Brasil, da mesma forma que os demais estados.
    A última coisa de que o pais precisa é deste tipo de rivalidade, e além disso, este é um dos poucos espaços destinados ao tema defesa que ainda não foi contaminado por essa briga esquerda X direita.

  11. 17/02/2017  19:52 by Adriano Luchiari Responder

    Cassio, por favor, seja mais condescendente com o nosso amigo Gilberto. Eu o compreendo, tem sido difícil para ele ultimamente. O governo que ele apoiava foi apeado do poder (eu sei, foi gópe), e com ele o devaneio de "Brasil EDITADO com dois NAes (um seria denominado Pernambuco, em homenagem à terra natal de alguém), Gripen Naval, duas esquadras, SubNucs, etc. A dura realidade que se revelou no Brasil mexe com as pessoas, mas ele é um cara legal, entende a matéria e tem o direito de se expressar.

    Adriano, evite usar termos chulos quando se referir ao Brasil.

  12. 17/02/2017  17:40 by Cassio Fraccari Responder

    Em um mundo ideal, onde a defesa fosse um tema de interesse dos governantes brasileiros, independente da orientação política, o país deveria ter não apenas um, mas pelo menos 3 porta aviões, com aeronaves adequadas, bem como escoltas em nº suficiente para prover a sua defesa.
    Mas na prática, o Brasil já não tinha porta aviões ativo a um bom tempo, se não me engano desde o 1º acidente em 2005.
    Sem o São Paulo, a MB deveria priorizar o programa das CV Tamandaré, novos OPV e patrulhas menores e concluir os submarinos Riachuelo. Sobre o PROSUPER, acho que deveria ser revisto, visando adquirir fragatas da ordem de 3600 a 4500 ton., mais adequadas ao nosso limitado orçamento.
    E entre gastar com porta aviões e submarinos nucleares. acho que o Brasil deveria optar pelo segundo, concluindo o Álvaro Alberto e posteriormente aumentando a frota.

  13. 17/02/2017  17:30 by Cassio Fraccari Responder

    Sr. Gilberto Resende, o que dá sentimento de nojo são comentários agressivos e preconceituosos como o seu, sobre o estado de São Paulo. É uma pena que um espaço como o DAN, seja contaminado com esse tipo de comentários.

  14. 16/02/2017  13:25 by XO Responder

    Bueno,.agradeço o comentário, é importante seguir o debate, já que os temas ligados à Defesa tem pouca disseminação e discussão... abraço...

  15. 16/02/2017  13:22 by XO Responder

    Wellington, obrigado pela consideração em responder, ampliando seus argumentos...
    Ainda estou na ativa, espero poder ver so menos um vislumbre de uma MB melhor antes de ir embora...
    Abraço...

  16. 16/02/2017  11:33 by Bruno Responder

    Triste notícia, mas como outros disseram a mares que vem para o bem. Defendia a modernização do São Paulo porque dificilmente a marinha iria comprar outro Nae, não só pelos custos de se comprar um novo mas porque a marinha tem outras prioridades no momento. Também não ha vonaefe politica para se comprar um nae.
    Enfim no final, e no momento que passamos essa foi a melhor solução. Mas só iremos ter um nae agr deixa eu ver.. Nunca! Temos o Prosub, Prosuper, precisamos de mais navios de apoio logistico.. Talvez só teremos outro depois de 2030, 35, 40 quem sabe.

  17. 16/02/2017  11:23 by Bueno Responder

    XO, não tem que desculpar a faina está safa. Acompanho suas colocações nos diversos sites e tenho apreço por suas colocações e vejo sua ponderação e sei que pertence a nova geração da nossa Gloriosa Marinha. A nova geração de oficias não estão presos em preservar uma imagem que era e não é mais e que não deve ser as FFAAs. Muitos tem disposição para mudar outros ficam resistentes as mudanças. Não são poucos os oficiais fazendo concursos públicos e deixando as FFAAs.
    abrç.

  18. 16/02/2017  10:51 by Gilberto Rezende Responder

    Joseph Mackenzie então operar PAs é direito divino americano que lá se pode imprimir dólares e gastar a fundo perdido ???
    É CLARO que aprender a construir PAs é coisa para quem tem dinheiro e decisão política.
    Se a Índia pode não há porque o Brasil não poderia fazer o mesmo. Só que aí entra a política. E os Brasicanos...

  19. 16/02/2017  10:43 by Gilberto Rezende Responder

    Rafael Gasparroto meu sentimento está mais para NOJO de um estado de cócoras para o PSDB há décadas de corrupção endêmica e ainda elege um pateta como Dória de prefeito da cidade... Tudo que lhes está reservado é MERECIDO.
    A dissolução moral paulista que joga sua PM contra professores, adolescentes e profissionais de saúde e negocia com PCC.
    Os paulistanos que se ACHAM a Nova York da América do Sul e renegam seu país e adoram tudo que vem dos EUA.
    As marchas paneleiras, de apoio a Trump, de selfies com tropas de choque e pedindo a volta da ditadura e dos generais.
    A imprensa golpista e cínica de SP.
    Mas não posso me gabar muito pois meu estado natal, o RJ, não faz muito melhor... Crivella, Bolsonaro. Cabral e Pezão...
    Mas em grande parte o que acontece no país tem ORIGEM em São Paulo. A MAIOR PARTE.
    Deste PESO os manos corintianos, porcos e bambis não podem se eximir, vão ter de carregar esta cruz...

  20. 16/02/2017  9:44 by XO Responder

    Bueno, eu, como militar da ativa e também contribuinte, quero e muito ver uma MB melhor... desculpe a expressão mas era "o meu na reta" quando saíamos pela boca da barra do Rio de Janeiro, Salvador e nos rios da Amazônia... Eu reconheço a necessidade de uma melhoria na gestão e acredito que o atual CM está fazendo isso... mas ainda há muitas milhas a navegar...
    No mais, um debate isento, baseado em comentários claros e imparciais como o seu, é a melhor opção...
    Abraço...

  21. 16/02/2017  8:48 by Wellington Góes Responder

    XO, não vejo problema algum pagar as aposentadorias e/ou pensões dos militares e seus esposas, aliás, é algo justo e não questiono. O que sou contra é continuarmos a pagar a quem não contribui ou contribuiu pra isto. E não, este papo nunca foi esclarecido. São mais de R$ 3,5 bilhões gasto do orçamento dá Defesa todo ano só para esta rubrica.

    No mais, a conta dos inativos não deveria ficar no orçamento da Defesa, isto distorce o quanto gastamos realmente com Defesa. É o que eu penso.

    Quanto ao teu empenho, parabéns, agradeço a dedicação enquanto serviu. Entretanto, e você há de convir, assim como no Legislativo e Judiciário (especialmente neste), existem direito de menos e privilégios demais (travestidos de direitos) e haja sangria no orçamento público e a falta de recursos para termos FFAA decentes, não é só falta de decisão política de botar mais dinheiro no orçamento da Defesa e isto sim já foi mais do que explicado, detalhado e esmiuçado.

    Grande abraço e até mais!!!

  22. 16/02/2017  8:17 by Bueno Responder

    Sr. XO bom dia. Com todo respeito, como o Sr. disse, está foi sua escolha profissional e você recebeu para isto, com os imposto recolhido pela união. Infelizmente as contas das FAAs eram intocáveis, agora estamos vendo uma restruturação na FAB, não sei se MB já esta fazendo isto. Nós pagadores e imposto (Civil e militar) desejamos que o dinheiro seja bem empregado e qualquer instituição publica ou agente publico deve ser balizado pela lei de responsabilidade fiscal.
    Abrç

  23. 16/02/2017  7:45 by XO Responder

    Como assim, Wellington ??? O que isso tem a ver com o SP ??? Cara, atualize suas informações... esse papo das pensões já está mais do que esclarecido... e essa de "não contribuiu para ter direito" ??? Qual direito ??? A remuneração na reserva ??? Isso também já foi debatido... é cono eu escrevi outro dia... se eu quisesse ter FGTS, teria escolhido o meio civil... não o fiz... o que fiz foi dedicar 26 anos da minha vida, dos quais 13 embarcado em Navio e 3 efetivamente no mar... quer discutir o assunto, beleza, mas tire esse ranço explícito no seu comentário... só assim o debate vai ser sadio e imparcial...

  24. 15/02/2017  22:43 by Wellington Góes Responder

    E haja gastar dinheiro público com quem não contribuiu para ter direito. O problema não é nem nunca foi o navio, mas a decisão de não mexer onde drena o orçamento público pra pagar um bando de filhota sexagenária desocupada.

  25. 15/02/2017  21:34 by Renato Responder

    O Brasil não precisa de porta aviões.
    Para proteger a costa um nae não me parece necessário.
    Talvez aviões de caça de longo alcance ajudem.
    Que tal uns 12 su 35?
    Nae futuramente poderia ser com f35...
    Uns 12 já serviria..

  26. 15/02/2017  21:33 by Hoplita Responder

    Quem vai ser o próximo? Já temos uma polícia nacional (forças armadas), falta só acabar com o ProSub, devolver os caças e liquidar o KC 390. Falta pouco, portanto, para o êxito total das teses neoliberais do estado mínimo e de desmonte da soberania! ACORDA BRASIL!!!!!

  27. 15/02/2017  21:32 by BrunoFN Responder

    Seria realmente interessante a MB comprar o HMS Ocean (q e um porta heli) .. pro lugar do sp ... ele vai dar baixa ''agora'' em 2018 de quebra leva as 4 ''River'' .. q tb vao dar baixa tb ..n ? completar a patrulha oceanica seriam 7 classe ''amazonas'' no curto prazo ... agora pensar q a MB va de fato se interessar por esse meio .. preocupa ..embora seja de fato uma oportunidade de ouro ...e bom a MB se apressar e ja ir negociando .. e reservando ''algum '' desde ja

  28. 15/02/2017  20:56 by Felipe Morais Responder

    01 erro passado contornado. Falta contornar o erro presente (ProSub) e o erro futuro (Tamandaré). Marinha precisa sintonizar na terra e definir sua missão para os próximos 10/20 anos. Apenas defesa territorial e dissuasão. Esqueça projeção de força, por hora. Esqueça Tamandaré. Cancela o subnuc. Mantém a aquisição dos 4 Scorpenes. Vê se dá pra aproveitar algo dos IKLs. Aviação fixa apenas manter doutrina. Vamos aos sul coreanos (quatro KDX2 mais navio de apoio logistico e quem sabe um ou dois makassar). Tem mais P3 dando sopa? Made Coreia ou alguma outra corveta de 2° mão..Macaé e Napaoc nacionais..Sisgazz..Mais Seahalk..E é isso aí...Vamos de P3, KDX 2, corvetas usadas e scorpenes armados até os dentes...Bahia como capitania, helicópteros héteros, patrulha garantida. Defesa territorial e dissuasão minimamente garantida? Beleza, aí pensamos em modernizar os estaleiros para projetar a construção de algo maior nacional( Tamandaré 2?)...Navios maiores para projetar nosso imenso poder globo inteiro (ironia), submarino nuclear e PA (E conseguir merecido assento no CS da ONU, ironia de novo) etc etc etc.

  29. 15/02/2017  19:49 by Joseph Mackenzie Responder

    Srs. eu acho que foi aqui que li que o programa de modernização seria uma maravilha...
    Permitam-me algumas considerações:
    Em primeiro lugar, R$ 1 Bilhão (um bilhão de REAIS e não de dólares) é muito pouco para botar um NAe de 30.000t em boas condições operacionais. Tenham em conta que 1 bilhão de reais equivale a 350 milhões de dólares, ou o equivalente a MEIA (1/2) FREMM... O orçamento, em si, parecia interessante.
    Ocorre que (1) nada garantia que orçamento seria mesmo respeitado; (2) mesmo se fosse, não incluía sistemas fundamentais para condições operacionais efetivas, como sistemas de defesa de ponto; (3) continuaria restringindo o grupo aéreo a aeronaves de no máximo 15-20.000t (A-4 - muito antigos, Super Étendard - surrados, F-18A/C - mais que surrados, T-45C Goshawk de baixo valor militar). Sea Gripen, até agora, infelizmente, é só "wishful thinking". Os custos operacionais do navio continuariam altos e o do grupo aéreo poderia se tornar proibitivo em curtíssimo prazo, mesmo se esquecermos da gambiarra dos Trader COD/REVO/AEW. Isso sem falar na carência de escoltas e navios de apoio.
    Vejo muita gente exaltando o que fizeram as marinhas chinesas e indianas. E gostaria de perguntar: vocês estão mesmo falando (escrevendo) sério?
    O Liaoning (chinês), é no máximo um caso de muita vontade de aprender dos chineses. Estima-se que sua modernização tenha passado, fácil, dos 3 Bilhões de Dólares. E mesmo assim, é um navio com problemas crônicos de instalações para a tripulação e maquinário, assim como seu irmão russo Kusnetzov. Os russos incluem rebocadores oceânicos como "escolta" do Kusnetsov, pois a quebra das máquinas é frequente. E cientes disso, os chineses evitam operações com o Lianoning longe da costa. Aguardemos o segundo PA chinês, "irmão" do Lianonig (STOBAR de propulsão convencional), e os outros 4 PAs previstos (todos CATOBAR, sendo 2 nucleares) para então saberemos o que os chineses sabem fazer DE VERDADE com relação a projetos de navios aeródromos... O que, sem dúvida, podemos aprender com os chineses, é que pelo menos eles sabem fazer um bom planejamento de expansão do poder naval.
    O caso do indiano Vikramanditya ultrapassa todos os limites do ridículo. Casco velho, maquinário pouco confiável, nenhum sistema de defesa de ponto, com orçamento inicial de 1 bilhão de dólares, e acabou saindo por 3x isso, sem contar o grupo aéreo... Aliás, os Mig-29k só são operados em pequeno numero pela India e pela Russia. Certamente problemas de disponibilidade acontecerão com estes aviões num futuro próximo. Difícil de entender essa decisão dos indianos, mesmo porque compraram Rafales para a Força Aérea, e existe a possibilidade dos próximos PAs indianos serem da configuração CATOBAR.
    Vejamos outros PAs por "marinhas de primeiro mundo":
    O Charles de Gaulle é um bom navio, mas muito caro de se manter. A França, que é a França, desistiu do segundo porta-aviões, mesmo sendo prevista propulsão convencional... E empregam o CdG com todo o cuidado, só chutando cachorro morto...
    O caso dos Queen Elizabeth é outra aberração... Os "jênios" do partido trabalhista (tinha que ser) inglês, quando estavam no poder, decidiram que ambos seriam concluídos sem catapultas e com Ski Jumps, restringindo a escolha do grupo aéreo ao caro, problemático e duvidoso F-35B. Havia possibilidade de desenvolvimento de um Typhoon naval para operações STOBAR, mas não foi levado avante, pois também não se autorizou a instalação de aparelhos de parada nos navios. Se o programa do F-35 for cortado integralmente, incluindo a versão B, os ingleses terão dois elefantes brancos de 3 bilhões de Euro (cada). E mesmo que o F-35B prossiga (150 milhões de dólares CADA avião), sua efetividade em combate é questionável.
    A dependência do F-35B também coloca em cheque a real utilidade dos italianos Cavour e Trieste (este ultimo ainda nem sequer aprovado), do espanhol Juan Carlos I, dos America, do(s) Dokdo coreano, e dos Izumo e Hyuga japoneses (caso os asiáticos decidam pela sua operação com aviões). Os Camberra australianos possuem Ski Jump, mas para uso de UAVs, pois não tem piso reforçado para operação com jatos de combate nem instalações adequadas para combustível de aviação em grande quantidade.
    A única frota efetiva de PAs é da marinha americana, e mesmo assim, sabemos que recentemente um submarino chines classe Song emergiu no meio de um grupo de batalha centrado em um CVN, sem ser detectado.
    Concluindo, vamos parar de chororô: a repotencialização de um bi de reais do A12 parecia um bom negócio, mas era "migué". Faltava sistemas de defesa de ponto e capacidade de operação de aeronaves mais pesadas.
    Porta-Aviões em si são armas de custo de operação muito alto e há tempos tem seu valor militar colocado em cheque, bem como sua enorme vulnerabilidade.

    • 21/02/2018  0:57 by Paul Edward Homonnay Responder

      Parabéns ao colega pela resposta e critica a todos os Sistemas com Aes no mundo.

  30. 15/02/2017  18:50 by Alexandre Responder

    Quem sabe, daqui uns 15 ou 20 anos - exemplo do Fochs, um outro famoso militar e político francês não venha servir na marinha brasileira. Charles de Gaulle coming...

  31. 15/02/2017  18:39 by mauricio matos Responder

    Essa decisão já poderia ter sido tomada uns 10 anos atrás todo mundo sabia que A12 não tinha mais condições de operar mesmo assim ficavam insistindo com ele e as vidas perdidas dos marinheiros por puro capricho sigam o exemplo dos ingleses ficaram anos ser ter um porta aviões para ter dois em estado de arte.Imagino que esse porta aviões se um dia sair deve ser por volta de 2050.

  32. 15/02/2017  16:58 by Dalton Responder

    Antonio...
    .
    nem os britânicos com todo seu pioneirismo conseguiram salvar um NAe para servir como museu...as dificuldades
    são muito grandes, até para encontrar um local adequado e de fácil acesso à turistas..
    .
    Nos EUA os NAes museus não pertencem mais à US Navy, particulares reuniram dinheiro para as devidas transformações e se comprometeram a "cuidar" bem do NAe, inclusive eventualmente rebocar o navio para uma doca seca para maiores trabalhos de manutenção e depois de analisada a proposta a US Navy finalmente concordou em doar os navios..recentemente, uns 2 anos atrás, um grupo que queria transformar o "Ranger" que seria o maior NAe museu dos EUA, não conseguiu satisfazer todas as exigências e o NAe foi desmantelado.
    .
    Alguns como o "Midway" em San Diego e o "Intrepid" em Nova Iorque estão bem...já o "Hornet" em Alameda não está tão bem
    até por conta de estar mais afastado e conta com a ajuda de voluntários, muitos ex marinheiros da US Navy .
    .

  33. 15/02/2017  16:07 by Adriano Luchiari Responder

    Meu amigo Gilberto, por que toda essa bronca com São Paulo? E o que São Paulo tem a ver com a desmobilização do A12? Será que São Paulo é mesmo um fardo para o Brasil?
    E o que tem o governo Temer a ver com isso? Um jornal de hoje também traz um artigo sobre a desmobilização do SP e diz que a decisão foi do Almirantado e este já a comunicou ao Ministro da Defesa e ao Presidente da República, portanto não é uma decisão política. Quanto a novos aeródromos e segunda esquadra, tomara que aconteçam no futuro, quando a economia o permitir. Por enquanto, creio que, infelizmente nossa esquadra será reduzida a armada. Abraço!

  34. 15/02/2017  16:01 by Rafael Gasparotto Responder

    Gilberto, tá com invejinha de SP, tá? Segura a língua aí, que sem o dinheiro de impostos da locomotiva não sobra dinheiro nem pra comprar uma banheira. Você terá que nos engolir para todo sempre, não se preocupe.

  35. 15/02/2017  15:59 by Gabriel oliveira batista Responder

    foi o que pensei quando vi de cara desmobilização ele esta indo pra reserva o sonho so acaba quando ele for desmontado não duvido que o proximo governo possa retomar o projeto apesar de não fazer ideia sobre o futuro quem sera essa figura e o que idealizara para a MB.

  36. 15/02/2017  15:13 by antonio Responder

    SOLUÇÃO: VIRAR MUSEO !!! MUITAS CIDADES DOS EUA TEM UM PORTA AVIÕES COMO ATRAÇÃO... SERIA UMA BOA SOLUÇÃO E AINDA PODERIA RENDER FUNDOS PARA A MARINHA...

  37. 15/02/2017  14:32 by Gilberto Rezende Responder

    LEMBRO que a desmobilização significa APENAS que o A-12 deixará de compor a frota ativa da MB.
    LEMBRO que a desmobilização estará prevista para 3 anos.
    LEMBRO que o sonho de uma unidade de porta-aviões modernizada a partir do casco do A-12 só deixará de existir quando o casco da unidade não estiver mais sobre a posse da MB.
    LEMBRO que daqui a 3 anos o governo Temer não estará mais no poder se não rasgarem mais uma vez a Constituição da República.

    Por fim volto a afirmar o que venho afirmando há anos, mesmo quando o planejamento do Almirantado da MB era manter o A-12 como apenas uma unidade de manutenção de doutrina e o Almirantado sonhava com a construção n Brasil de dois Porta-Aviões para as Esquadras SUL E NORTE:
    Partir diretamente para construção de unidades de Porta-Aviões no país sem passar pela experiência prévia de reformar um casco e modernizá-lo numa nova unidade é de uma irresponsabilidade e de uma temeridade imensa.
    As Marinhas da Índia e da China não tomam esta linha e elas não me parem erradas...

    A posição oficial da MB dizendo que ainda espera no futuro operar unidades de Porta-Aviões me diz que o sonho ainda não terminou apesar da FESTA dos que sempre defenderam que a MB não deve/pode/tem competência para operar Porta-Aviões.

    Espero que a MB tenha feito apenas um recuo estratégico e mantenha sob sua posse sobre o casco do finado A-12 de forma que daqui a 3 anos com o país sob uma nova direção se possa reiniciar-se o projeto de uma unidade de Porta-Aviões a partir do casco do agora desmobilizado São Paulo.

    Pelo menos a futura unidade se vier a ser construída não carregará o Pesado Fardo do nome São Paulo.
    Nome da antiga "locomotiva do Brasil" hoje mais merece o epítome de "Poita que afunda o Brasil" em TODOS os sentidos.

    Como disse algumas vezes adoraria viver num pais resultante da separação de São Paulo do Brasil.

    O Brasil-SP seria um ótimo país para se viver.... Mais pobre mais muito melhor...
    Vamos ver o que o futuro reserva a TODOS NÓS...

  38. 15/02/2017  14:17 by Jose Luiz Esposito Responder

    WESLEY , um Porta Aviões serve para uma infinidade de coisas ,não só para invadir outros países , exemplo quem daria cobertura Aérea a Esquadra ? Cobertura Aérea em operações anfíbias ,etc !

  39. 15/02/2017  14:16 by srs Responder

    Isso tudo mostra quanto mal administrada é nossa marinha a muito se sabia da real condição S.Paulo , mais os Almirantes por incompetência ou má- fé continuaram gastando rios de dinheiro em algo sem valor militar algum , a modernização AF1M e C1 foi outra aberração .Nosso novo navio capitania o Bahia nessa viagem em sua ultima missão já mostrou um probleminha que vai virar um grande problema o navio não foi feito para operar em águas quentes ,partes emborrachadas do chão se soltavam e ficavam mole igual chiclete e já apareceram vazamentos isso é só o começo .

  40. 15/02/2017  13:57 by M. Silva Responder

    Calma, pessoal! Tanta gente otimista sonhando com uma MB dos tempos do D. Pedro II!

    Sabem por que esses tempos não voltam?

    Porque, desde a promulgação da Constituição em 1988, nossos políticos adotam a "estratégia Cloward-Pive": destruir a economia nacional com tributos extorsivos para bancar o "Estado-Babá" visando a tomar conta dos irresponsáveis que eles criaram com a destruição dos pilares sociais e culturais da nação.

    Esqueçam NAe e mesmo forças decentemente armadas e supridas. Tudo ficará cada vez pior, acostumem-se com isso.

  41. 15/02/2017  13:36 by Terra Brasilis Responder

    Vamos acompanhar as demais ações do CMB sobre este assunto ( encerrado ) e outras ações nos meios operativos. Antes tarde que nunca. A alocação de recursos, agora perdidos, deve ser bem analisado pelos meios legais afim de que não ocorram reincidências, assim como os responsáveis devam esclarecer esta condição, que impacta o contribuinte, pelos organismos cabíveis.

  42. 15/02/2017  13:29 by Dalton Responder

    Tomcat...
    .
    o NAe chinês não era "velho"...foi lançado ao mar em 1988 e sua construção foi suspensa pouco depois e o fato dele ter
    sido "encostado" durante uns 10 anos acabou poupando o casco. Já o "Foch" foi lançado ao mar quase 30 anos antes e
    foi intensamente utilizado pelos franceses e deveria ter passado por uma revitalização na França, mas, aí, obviamente
    não teria sido adquirido pela marinha brasileira por apenas 12 milhões de dólares.
    .
    Apostou-se que uma revitalização semelhante poderia ser feita pelo Arsenal de marinha, mas, não apenas dificuldades
    técnicas surgiram como sempre há surpresas em navios "velhos", vide a última manutenção sofrida pelo "Enterprise"
    em 2008 que durou mais tempo e custou mais que o planejado e isso que ele foi reparado no mesmo local onde foi
    construído e também não ajudou a crônica falta de verbas da marinha brasileira que fez com que a revitalização fosse
    feita a conta gotas o que pode ser danoso para o trabalho.
    .
    O NAe chinês também é mais "simples" no sentido de que não possui catapultas a vapor que tem atormentado as equipes de manutenção nos EUA...espera-se que as novas catapultas eletromagnéticas não exijam tanta manutenção além de menos
    pessoal a bordo também.
    .
    abs

  43. 15/02/2017  13:10 by Flávio Costa Responder

    Por que não seguir exemplos bem sucedidos, como dos chineses, e seguir passos de desenvolvimento histórico, como no início da aviação naval fizeram americanos e ingleses, e manter o São Paulo como plataforma flutuante, p. expo., ao largo do cais, na área interna da Baía de Guanabara, para somente manter o adestramento de pouso e decolagem dos pilotos navais ?
    Também seria mantido o adestramento das tripulações de convés.
    A movimentação eventual, aproamento ao vento, poderia ser feita com auxílio de rebocadores, dispensando o uso de propulsores próprios, até que seja decidido e efetivado a aquisição de novo binômio navio-aeronaves.
    Energia poderia ser suprida por cabeamento à sistemas de suprimento em terra e as operações ficariam mais baratas, mantendo uma fase de transição pr novo sistema aeronaval.
    Precisamos ousar nas soluções possíveis, ou naufragar na perda de forças armadas realmente viáveis...

    Quem tiver contato, envie a sugestão pr os Almirantes do Comando Naval.

  44. 15/02/2017  13:02 by Wesley Responder

    O Brasil não precisa de porta-aviões. Pareçe que ninguém sabe que um porta-avião, é para ajudar em uma invasão a um outro pais. Começando com a destruição da força aérea, das defesas terrestres e pra depois auxiliar os fuzileiros navais no chão, com o suporte aéreo nesse outro pais ou seja, porta-aviões é só para paises com exército com capacidade para ser INVASOR como os do EUA e não exército DEFENSOR como é o do Brasil. Então não compensa mesmo o Brasil gasta dinheiro com esse porta-aviões mesmo.

  45. 15/02/2017  12:50 by Jose Luiz Esposito Responder

    ZORAN GCC ,não temos condições só na tua cabeça !!

  46. 15/02/2017  12:32 by Observador Responder

    Bom dia senhores!

    Na minha humilde opinião, está correto a otimização da nossa marinha.

    Em tempos de vacas magras, é o que se tem, até para manter o que temos, e em breve termos pelo menos tocar o projeto do Prosub, este sim, acho importante para o Brasil, infestar a nossa costa com nossos submarinos.

    Quanto à aeronaves de assa fixa na MB, enfim, se conseguirmos cumprir o básico, podemos pensar, em infestar a costa com várias bases aeronavais, com um caça de respeito silencioso, letal e com um bom alcance para cobrir por via aérea em caso de guerra as nossas 200 milhas.

    Por que não fazer um acordo com os ingleses ou com o Tio Sam? Estamos no hemisfério ocidental dividimos o mesmo oceano, já fomos parceiros na 2GM e utilizamos material dos caras há décadas, além de temos feitos boas compras de oportunidades (Classe Amazonas).

    Quanto ao desenvolvimento de tecnologia nacional, sou completamente a favor, mas primeiro, temos que fazer o básico, ou seja, temos uma marinha operacional, hoje, como está na constituição, se for com equipamento brasileiro bem se for de outros países amém.

    Depois, com o caixa em dia, tocamos projetos nacionais, com bons custo-benefício à gloriosa marinha de tempos áureos, com na época do império.

    Abs

  47. 15/02/2017  11:55 by Dalton Responder

    Luiz Henrique...

    Um "Juan Carlos I" não pode operar com um MIG 29, pois ele não tem pista em ângulo nem maquinário e cabos de frenagem.

    o "skijump" é para aeronaves como o AV-8B e F-35B que precisam de um "skijump" até porque o convés não é suficientemente longo e assim podem decolar com mais carga, porém o pouso é feito verticalmente em áreas especialmente reforçadas no convés de voo.

    Existem outras características que tornam o "Juan Carlos I" menos adequados como NAes, que é sua baixa velocidade e uma doca alagavel que consome espaço que de outra forma seria voltada para embarcar mais combustível para aeronaves. O "Juan Carlos I" é um bom navio de assalto anfíbio com uma capacidade secundária de operar aeronaves VSTOL para apoio em terra ou para controle marítimo.

    abs

  48. 15/02/2017  11:22 by Lucas Schmitt Responder

    Com a grana da modernização do São Paulo, seria possível revestir o deck do Bahia, e adquirir alguns daqueles aviões que pousam na vertical, senão me engano o F-35?

  49. 15/02/2017  11:10 by Bueno Responder

    Triste fim. Brasil é muito rico mas mal administrado, em todas as esferas publica jogam dinheiro no lixo fácil. Se na época da compra A12 tivesse comportado um NAe semi-novo ou novo a MB não estaria na mão agora.
    Jeito Marinha do Brasil de planejar. O NAe fica docado durante 12 anos com manutenções pontuais ( deve ter tido gasto para com pessoal e preservação do meio) Compra aviões velhos para reformar e transformar em patrulha ( para uso no A12) Gastam com Reforma de Caças AF-1 velhos para uso no A12. Doca Navios para PGM ficam 2 a 3 anos fazendo reparos e depois desativa.
    Torcendo para que as coisa melhore na MB

  50. 15/02/2017  10:36 by Luís Henrique Responder

    O que a MB pretende quando diz que um novo conjunto Nae e Caças será adquirido e será SUBSTANCIALMENTE mais barato do que a modernização do A-12 e a aquisição de novos caças compatíveis com o A-12???

    1) tudo indicava que o caça adequado ao A-12 seria uma versão naval do Gripen.
    Qual navio aeródromo novo seria mais barato que a modernização do A-12, supondo que o custo era de U$ 400 a U$ 600 mi??? Qual caça novo é mais barato que um Gripen M???

    2) talvez o estudo de exequibilidade feito pela SAAB resultou que o Gripen M NÃO poderia operar a contento no A-12M, e o único caça que poderia operar a contento no A-12 seria o F-35B.
    Ai fica fácil entender, que um NOVO Nae com capacidade de operar outros caças, resultaria em ECONOMIA substancial na aquisição dos caças...

    3) Provavelmente a MB está pensando em operar um navio aeródromo STOBAR no lugar do CATOBAR.
    O Juan Carlos I, se não me engano, custou U$ 600 mi. É um navio com skijump. Poderia operar com caças como o MiG-29K (que a Índia pagou míseros U$ 40 mi cada). Ao meu ver, seria uma das POUCAS opções de binômio Nae e Caças, que poderia ser SUBSTANCIALMENTE mais barato que a modernização do A-12 e aquisição de caças compatíveis com operação CATOBAR.

    O que os Srs. acham?

    • 15/02/2017  10:39 by Luiz Padilha Responder

      Em resposta a Luís Henrique

      Acho que o futuro está em aberto. É muito cedo para delinear o que irá acontecer, pois as coisas mudam muito rápido. O que hoje poder ser uma boa opção, amanhã pode não ser mais.

  51. 15/02/2017  10:09 by Pablo Responder

    Essa notícia é lamentável, porém em tempos de crise devemos pensar no que é melhor, espero que não demore muito para uma nova aquisição de um NAe (o mais moderno possível) e seus aviões embarcados.

  52. 15/02/2017  10:00 by Adriano Luchiari Responder

    Tem razão Tamandaré, os A-1M seriam melhores que os A-4. Meu raciocínio é baseado no fato de que, na falta de um NAe e sem previsão de quando teremos outro, a aviação naval de asa fixa ficará baseada em terra e, sendo assim, seria natural que a Marinha assumisse todas as atividades de patrulha e esclarecimento marítimo, ASW e ASuW, utilizando também helicópteros orgânicos (MH-16 e AH-11 que estão sendo modernizados) de fragatas e corvetas ou mesmo embarcados nos NaPaOc classe Amazonas. Obrigado pelas informações.

  53. 15/02/2017  9:54 by Marcelo Responder

    O torpedo corrupção BR 171 está afundando o país todo acorda Brasil.

  54. 15/02/2017  9:49 by Jose Luiz Esposito Responder

    Somente o Grupo do Cabral desviou dinheiro que daria para colocar o A12 novinho em Folha , vejam que para a Desgraça nossos Políticos têm competência : desvios no Brasil devem chegar a quase 200 BILHÕES de REAIS ano ,mas não temos Dinheiro ,;desde 1988 os Políticos criaram uma Maneira de destruírem a Nação criando centenas de Municípios que vivem do Orçamento Público, e ainda dizem que Municípios devem participar mais dos Impostos ,aí mais uma Desgraça Nacional !!

  55. 15/02/2017  9:44 by Gilberto Rezende Responder

    Era esperado deste governo, pois não haveria apoio financeiro para esta necessidade.
    Apenas LEMBRO que o tempo citado (10 anos) foi mais ou menos o tempo necessário tanto para a Marinha indiana como para a Marinha Chinesa levarem a cabo a modernização das suas primeiras unidades convertidas a partir de cascos de navios russos.
    Lembro também que o casco do São Paulo está em excelente estado.
    Simplesmente o Almirantado desistiu em face da dificuldade e da constatação que esta conjuntura política-econômica torna o projeto inviável.
    Muita gente está satisfeita, eu não. Tomara que a MB consiga salvar o Prosub desta gente aí...
    A MB de águas azuis está num buraco que não sei se será capaz de sair em décadas....

  56. 15/02/2017  9:39 by Jose Luiz Esposito Responder

    Continuam a Repetir uma coisa que só interessa aos nossos Políticos Patrimonialistas , Corporativistas ,Ladrões e Entreguistas ,que não temos condições para mantermos um Porta Aviões ,etc .Isto não é verdade ,façam uma análise deo que acontece no Brasil e sua Vontade no mundo ,então entenderam porque não temos a Marinha que necessitamos , também a Força Aérea e o Exercito,comparamos o Brasil ,com países quem têm determinação com o nosso ,muitos ninguem conhecia de nome e no Mapa ,até a II Guerra eram dominados ,etc ,e vejam como estão ,mas nós brasileiros continuamos com a visão distorcida própria de quem não conhece História nossa e do mundo ; conhecendo não estaríamos com Partidos Políticos Alienados a interesses Internacionais e ou a Regimes Políticos ,tenho uma Pena muito grande do que nos aconteceu e acontece a 127 anos ,quando de Liderança ,preferimos ser Subalternos tanto Esquerda ,quanto direita ! A China de altamente subdesenvolvida ,só com a mudança de rumo em três decadas de DengSiao Pin, esta no estágio que esta , a Rússia ,que lidera em quase todas as tecnologias tem um PIB bem menos que o nosso ,e aí vamos a países de menor porte como Coreia ,Japão ,etc ; todos investem em Tecnologias e Defesa ,a segunda alavanca a primeira ,porém nós aqui em Bolsas e outras Idiotices, como Bolsa não trazem nada , cada vez mais precisaremos de mais Bolsas ,etc, então sempre que lemos comentários aparecem pessoas para dizer que não temos condições para termos isto e aquilo ,ou para nos querer agarrados a algum outro país ,que geralmente só nos quer amarrar a seus interesses .COITADO DO BRASIL ,COITADO DE SEU DESTINO !!!!

  57. 15/02/2017  9:25 by Ale Responder

    A China comprou um casco junto com a planta um projeto e o executou ... diferente de nos que fomos no ferro velho de Paris comprar esta Nae ..

  58. 15/02/2017  9:09 by Tomcat3.7 Responder

    Muito decepcionante esta decisão, vejamos o que fez a China que comprou um Nae encostado,velho e o colocou como que novo ,moderno /atualizado e absurdamente operacional. O A-12 está em melhor condição do que estava o Nae chinês antes da reforma e mesmo assim (e ainda com modernização de aeronave de uso específico na aviação embarcada em curso ) a MB opta por se desfazer do navio. Tomara que os chineses comprem ele e o reformem e passem por aqui pra gente babar um pouco( melhor que nos oferecessem a reforma no A-12 por uma módica quantia e com acompanhamento de engenheiros da MB para adquirirem conhecimento/experiência mas.....). Ainda manterei minhas esperanças de que esta notícia cause tanto alarde que se obrigue a mudar de ideia e se modernize o A-12 pois o valor em comparação ao de aquisição/construção de um novo é bem inferior e a MB tem muito a perder pois a doutrina de operação de um Nae não se adquire da noite pro dia.
    Sds.

  59. 15/02/2017  8:58 by ale Responder

    porta avioes é assim mesmo ou voce faz o seu ou compra no ferro velho dos outros ...

  60. 15/02/2017  8:41 by Tamandaré Responder

    Adriano L., um coronel da FAB, hoje reservista, contou-nos (em um outro espaço) que a aviação de patrulha foi oferecida a MB. Mas eles recusaram. Quem sabe essa decisão possa ser tomada agora.

    E no tocante ao raciocínio, eu concordo com você!! Os Orions deveriam ficar com a MB, e os Skyhawks modernizados disparando Exocet, se possível. Na vdd, o melhor seria se a Marinha pudesse pegar os A-1 e moderniza-los. Eles seriam muito melhores para ataque a alvos navais. Já que a FAB anunciou que não modernizará todos, então que a MB recebesse um esquadrão.

  61. 15/02/2017  8:14 by Leonardo Rodrigues Responder

    Agora, com estudo de viabilidade fica fácil afirmar. Defendo a MB possuir NAes, defendo como instrumento de defesa assim como está fazendo a China. Agora um novo navio aeródromo somente quando formos visitados por forças estrangeiras.

  62. 15/02/2017  8:06 by Adriano Luchiari Responder

    Aproveitando o gancho de vários comentaristas com relação ao futuro da aviação de asa fixa da MB, creio o ideal seria que as missões de patrulha e esclarecimento marítimo atualmente executadas pela FAB com os P-3AM fossem de responsabilidade da Marinha, à qual seriam repassadas aquelas aeronaves e a base aérea em Salvador. Assim, todas as atividades de guerra ASW e ASuW seriam executadas pela MB, com os P-3AM, A-4M e helicópteros orgânicos MH-16 nas futuras corvetas, armados com mísseis Harpoon e Pinguin, minas e torpedos. Como o Exército pretende ter sua própria aviação de asa fixa de transporte em futuro próximo, à FAB caberia exclusivamente a defesa do espaço aéreo, inclusive sobre o mar territorial e ZEE (superioridade aérea e interdição) e CAS.

    • 15/02/2017  8:11 by Luiz Padilha Responder

      Em resposta a Adriano Luchiari
      Seria interessante, mas será que a FAB aceitará? Se for uma decisão do MD, quem sabe.

  63. 15/02/2017  7:55 by Johan Responder

    Que maravilha! Assim sobrará mais dinheiro para as super mega hipe Tamandarés. Espero que desativem logo as Niterói e aquelas tais de green... alguma coisa assim teremos mais verbas disponíveis e também mais gente sobrando para patrulhar a nossa cidade maravilhosa já que a polícia anda muito ocupada em fazer blitz para arrancar uns trocadinhos. O importante mesmo é termos soldadinhos de verde nas ruas assim fica legal para as pessoas tirarem fotos e passar uma falsa impressão de segurança.

    Modo ironic off
    Concordo plenamente com o Adriano RCC este pais já era! Não espere grandes investimentos a marinha já deixou claro que não tem pretensão (na verdade $$) para compra de novos meios. Classe Tamnadaré daqui a 20 anos devemos ter umas 4 se tudo "correr bem".

  64. 15/02/2017  7:09 by M. Silva Responder

    Já vai tarde. Não deveria nem ter vindo (mais uma lambança dos tempos do FHC).

    Esse negócio de comprar sucata e dar-lhes uma meia-sola só dá desgosto e prejuízo.

    Temos que entender que sonhos de "projeção de força" precisam esperar pelo menos até que tenhamos força para ser projetada (= uma esquadra decente). Precisamos de uma força de dissuasão pelo menos para negar o uso do mar (fragatas e submarinos) e para espantar piratas e pesqueiros ilegais (patrulhas e corvetas) antes de pensarmos em sair da ZEE.

    Por enquanto, a MB segue sendo sucateada até ir inteiramente a pique. O negócio é deixar o país desguarnecido e vulnerável aos inimigos internos e externos. O fim do Brasil será o mesmo dos seus navios de guerra.

  65. 15/02/2017  6:25 by PCOA Responder

    Agora, fica a pergunta: haverá desdobramentos depois dessa decisão? Ainda existirá uma aviação de asa fixa no médio prazo? A modernização dos A-4 continuará? E os Tracker no EEUU? Serão modernizados? Virão? Só o tempo dirá, mas a julgar pelos todos outros programas iniciados e não terminados.....

  66. 14/02/2017  23:51 by Marcelo Responder

    Na realidade ja estava desativado desde 2015.........(com tripulação de manutenção) Agora só temos que trazer o casco para o cais da Usiminas em Cubatão, para iniciar o desmonte e aproveitar todo este aço para reciclagem. Tinhamos um pais, mas os GESTORES responsáveis pelo BRASIL preferiram o descaminho da nossa patria......

  67. 14/02/2017  23:27 by Adriano RCC Responder

    O que está sangrando a MB é o que sangra a república, é o que sangra a sociedade brasileira. A incompetência, a falta de visão e uma cultura altamente corrupta e promíscua.
    Sem visão de futuro e agora mais do que nunca incapaz de ver o perigo que mergulhou. Vão desmantelar a MB sem dó!
    Essa verba não será revertida em nada nas Forças, isto vai para pagamentos de propinas e juros de dívida pública que enriquece poucos.
    A linha de quebra do Estado já foi ultrapassada, acreditem ou não, isto é um dos indícios como tudo que está ocorrendo.

  68. 14/02/2017  23:23 by JOSE HENRIQUE Responder

    Caros amigos, o tempo vai nos mostrar se a baixa do A12 foi verdadeiramente por falta de verbas e por questões técnicas. Eu acho que esta baixa é efeito da LAVA JATO na MB pois como em outras unidades ( NDD CEARÁ, NDCC MATOSO MAIA, NT MARAJÓ e CORVETAS ) foi gasto muito dinheiro e logo depois do navio voltar a ativa deu problema e foram desativados. Estes gastos até hoje estão sem uma explicação se é que existe explicação e com o SP não é diferente. Vamos esperar e ver o que acontece.

  69. 14/02/2017  23:12 by Gabriel oliveira batista Responder

    Padilha parabens a equipe por conseguir esse furo e as belas imagens desse porta aviões que se não tão eficiente mas possuia uma bela imponencia.

  70. 14/02/2017  23:09 by Felipe Maia Responder

    Que triste, Padilha. E agora, o que será dos A-4 e C-1 em fase de modernização?

    • 15/02/2017  6:34 by Luiz Padilha Responder

      Em resposta a Felipe Maia
      Tudo está muito recente. O A4 deve continuar, já o KC-2 é uma incógnita.

  71. 14/02/2017  22:59 by mf Responder

    Sinceramente. Melhor termos um esquadrão de caças na Base de São Pedro da Aldeia moderno e bem equipado com misseis antinavio, podendo se desdobrar para defesa da costa do Rio de Janeiro e São Paulo, do que termos um porta-aviões parado e caças desdentados, fingindo que temos aviação naval. Que o dinheiro economizado sirva para termos um esquadrão decente, já é algo relevante, pois até o momento nossos A-4 não tem misseis antinavio, isso é risível.

  72. 14/02/2017  22:52 by ricardo Responder

    Decisão sensata. Pena que veio tarde. Gastaram um dinheirão para fazer estudos de viabilidade da reforma, não? Dinheiro jogado no ralo...

  73. 14/02/2017  22:52 by Gil Responder

    O loco meu! Eu tinha um sonho em ver ele a pronto emprego com os Sea gripen's no convés. Porém a Argentina também tinha um sonho em recuperar as Malvinas mas calcularam mal... hahahaha...moral da história, melhor fazer os cálculos do que é mais viável e eficaz para a defesa. Ao meu ver parabém a Marinha o A12 cumpriu já seu papel. Agora queremos Fragatas, corvetas os scorpenes e o Riachuelo

    concluídos.

  74. 14/02/2017  22:49 by Cleber Responder

    E outra informação que me foi repassada agora , o pessoal do DAN pode apurar : O A-12 servirá de base para o Poseidon , provável futuro Nae Nacional , que poderá contar com propulsão nuclear de origem francesa , por isso o HU-2 esta efetuando diversos transportes administrativos para a NUCLEP em Itaguai RJ. Quando será ? Não sei .

  75. 14/02/2017  22:39 by Souto. Responder

    HMS Ocean pode ser comprado para ser o navio capitanea?

  76. 14/02/2017  22:30 by Cleber Responder

    Eu " cantei " essa pedra aqui faz algum tempo e tem colegas que duvidavam : Esta ai a resposta !

  77. 14/02/2017  22:27 by vanicio Responder

    pra os brasileiros que estao felises com o fim do sonho ,,,, a china tbem comprou um vello e o fez retornar a missao em perfeito estado ,,, doa o sao paulo pra china e veram ele passar por aqui e morreremos de inveja ,,,, nao e impossivel coloca lo para funcionar de novo ,, e impossivel o brasil fazer isso ,,, quando a ultima peça deste navio for retirada , morre o sonho de um dia sermos naçao e provar pra nos mesmos que somos capazes ,, a marinha nao errou em compralo pois assim como nos ela sonha e acradita que temos um paisi com capacidade de ser uma grande naçao , mas isso esbarra na corrupçao , ma gestao . voto burro , descaso da maioria do povo que so quer futebol e carnaval ,,, etc... mais uma vergonha nacional ,, apenas mais uma entre as milloes que estao por vir ,, brasil = o ultimo a sair por favor apague as luzes. !

  78. 14/02/2017  22:19 by BrunoFN Responder

    Noticia mt triste ... custo de sua reforma avaliado em 1 bi de doletas era compatível com o meio .. afinal e um NAe .... como comparação .. uma fragata FREMM custa algo em torno de 700mi de EUROS ... antes de tal decisao .. deveriam ter aproveitado a oportunidade das MISTRAL (2 unidades...embora seja outro tipo de navio ) q o Egito comprou ... mas se nem a MB se interessou ... fazer o q ... pois bem .ficamos sem NAe .. .. perdemos toda doutrina ..adeus a oportunidade dos SEA-GRIPEN (essa sim .. e mais uma oportunidade de ouro q vamos deixar passar ) ...vamos comemorar . e a MB vem com a lorota de q vamos comprar (apresentar estudos ) de um novo NAe (nacional ... pra ''festa'' ser completa.. e se uma corveta sai a 450 mi de doletas .. vais ja imaginando a custo ) ... sendo q nem as escoltas (prosuper) saiu ou tem previsão de sair do papel..... triste mesmo.. vamos la sonhar com um NAe americano ..por mais 30 anos .... triste fim da MB .. que hj new condiçoes de se apresentar como uma guarda costeira pode ...

  79. 14/02/2017  22:05 by Gabriel oliveira batista Responder

    Realmente uma lastima esse fim tão melancolico de uma embarcação com grande potencial ,mas devido sua elevada idade tornou-se inviavel ,mas de fato finalmente podemos constatar que a vida inteligente na MB , pois precisamos de um novo não um de 50 anos de idade o Padilha poderia apurar o que acontecera apos o descomissionamento desta embarcação.

  80. 14/02/2017  21:59 by Larri Gonçalves Responder

    Algum tempo atrás já havia comentado sobre as prioridades, tais como: Fragatas, corvetas, OPVs e barcos patrulha, submarinos com AIP e é claro o sub. Nuc para combate muito além da costa, foi preciso uma crise financeira para cair a ficha, não somos a US Navy, longe disso, somos uma Marinha com parcos recursos, portanto devem ser muito bem gastos em investimentos e embarcações atualizadas e com alto valor agregado não só tecnológico, mas com domínio de conhecimento.

  81. 14/02/2017  21:57 by Juarez Responder

    É, a verdade triunfou.....

  82. 14/02/2017  21:48 by Marcel Responder

    Gostaria de adicionar que as corvetas vem com preço mais alto graças ao desenvolvimento de tecnologias em conjunto, será mesmo que vocês querem mais mercadorias de prateleiras?

  83. 14/02/2017  21:45 by Fabio Responder

    Infelizmente tudo na Marinha, Exercito e Aeronáutica já está obsoleto.... O fato de quererem modernizar o NAEsp só foi a última tentativa "mais barata" pra termos uma defesa a mais...Infelizmente, falhou... Gostaria de saber o que será feito, sabendo que a costa brasileira exige no mínimo 4 NAEs e que nossa tecnologia nuclear é um fracasso total ou melhor, nem temos...

  84. 14/02/2017  21:38 by Ericwolff Responder

    Preparem-se, HMS ocean a caminho!

  85. 14/02/2017  21:34 by Marcel Responder

    Ótima notícia!
    ..
    Espero que o almirantado tenha entendido que hoje vale mais a pena os projetos como as Corvetas e submarinos, pois elas trazem desenvolvimento de tecnologia que ainda não dominamos
    ..
    Muitos aqui do blog criticam as corvetas por serem pequenas, mas esquecem que até mesmo a BAE em uma parceria com a Bradar vão desenvolver juntos um radar de respeito e sistemas de armas que poderão ser integrados com o míssil cruzeiro da AVIBRAS entre outras belezinhas
    ..
    Corveta realmente é uma pequena embarcação, só que mais uma vez: o importante disso não é a embarcação em si, mas a tecnologia que as empresas de defesa brasileira irão encorporar
    ..
    Está na hora de começar a seguir os exemplos da EMBRAER, Bradar, Mectron e outras que desenvolvem tecnologia realmente de ponta e não esculhambação
    ..
    Fico chateado quando alguém vem aqui e escrever para comprarmos mais sucatas como US Enterprise, é sério?? Comprar mais coisas velha e que vai dar manutenção? Melhor desenvolver periféricos em parcerias estrangeiras parar termos uma maior autonomia, bastar ver a parceria Mectron/Danel, foi desenvolvido um míssil ar-ar de quinta geração e que vai bater de frente com os AMRAAM americanos, ou a parceria Embraer e Elbit que modernizou os nossos F-5 e agora temos tecnologia de ponta como aviônicas, sensores, e software avançado, mais a parceria com a SAAB que com certeza nos dará uma bela luz de todos os processos de fabricação de um caça (modelagem no software, processos de montagem da fuselagem, soldagem high tech, composição dos materiais, cálculos estruturais, etc etc) junte isso com o que a embraer já tem mais os mísseis da mectron e pronto, temos um vetor muito capaz. E não estou citando aqui o apoio dos R-99 nem dos novos KC-390.
    ..
    Acho que finalmente a marinha brasileira entendeu que indústria militar funciona longo prazo, a custa de muita grana e dedicação
    ..
    Querem finalmente sepultar um futuro NAe brasileiro? Comprem sucata de outros países. Querem uma NAe brasileiro? Desenvolvamos radar por radar, parafuso por parafuso, nem que isso demore anos ou precisemos de parceria com empresas estrangeiras.

  86. 14/02/2017  21:20 by Marcelo Leão Responder

    É eu acho que depois desta devemos assumir a Real condição de nossa marinha que é meios de capitanias de portos. Pois marinha na verdadeira extensão da palavra não somos pois dia a dia vemos nossas capacidades de poder se extinguindo. Assim vemos muitos almirante comandando coisa nenhuma fazendo festas e atividade fim da marinha sendo finalizada. Chegamos ao crepúsculo da MB e ao Nascimento da Guarda Costeira do Brasil.

  87. 14/02/2017  21:08 by Guacamole Responder

    Esse Jungman tá saindo melhor que a encomenda.
    Primeiro conseguiu pressionar a marinha pra diminuir em 50 milhões o custo daquelas fragatas, e agora isso.
    Cara pode até não entender de forças armadas, mas de economia o cidadão tá de parabéns até agora.

  88. 14/02/2017  20:58 by César Pereira Responder

    Enfim a humildade,o desapego, que rume para Alang meu caro A-12 e que sua fatídica historia nos sirva de lição , hoje é um dia de alegria para nós e de tristeza para os franceses que tencionavam ganhar uma bolada com a ''reconstrução'' dessa embarcação ! Mas só vou comemorar quando tiver a certeza que esse navio não mais esteja no inventário de nossa Marinha !

  89. 14/02/2017  20:57 by renato Responder

    A pergunta que não quer calar agora, Temos uma esquadra ou armada? kkkkkkkkkkkkk

  90. 14/02/2017  20:50 by cesar Responder

    Infelizmente foi necessário fazer isso, um meio totalmente antiquado para uma guerra atual, operou por pouco tempo, literalmente dispendioso a sua operação nesse período......

  91. 14/02/2017  20:46 by _RR_ Responder

    Triste fim para esta nau na MB... E tão triste quanto, é o fato da mesma estar em boas condições...

    Mas no final, talvez seja o melhor caminho. Já tendo um meio de projeção de força na forma do NDM 'Bahia', a prioridade para um navio de grande tonelagem passa então um novo navio de suporte logístico, cujo propósito é complementar ( e futuramente substituir ) o NT 'Gastão Motta' e complementar também os demais NDCC...

    Com isso, a MB também passa a projetar um contorno mais simples e homogêneo. A substituição das corvetas classe 'Inhaúma' pela classe 'Tamandaré' ( e, tudo indica, também será com a classe 'Niterói' até que haja oportunidade para navios maiores ) e dos patrulheiros menores pelo novo NaPa-BR de 500 toneladas ( coisa certamente para a próxima década, se chegar mesmo a ocorrer ), segue essa linha. Novos patrulheiros de 2000 toneladas, o NaPaOc-BR ( baseado na classe 'Tamandaré' ), se chegar a ser concluído, também sinaliza isso ( embora não ousaria reclamar se se optasse por mais navios da classe Amazonas )...

    Enfim, paciência... É fazer o que se pode com o que se tem... Sempre disse que não é vergonha para uma força armada deixar de ter uma capacidade se isso significa preservar outras e mesmo adquirir algumas que sejam mais necessárias. Evidente que isso também se aplica ao Brasil...

  92. 14/02/2017  20:42 by Satyricon Responder

    Há sinal de vida inteligente na MB. É óbvio que o relatório da DCNS apontaria viabilidade para a reforma. Mas a grana seria muito alta e, como todo programa governamental, com potencial astronômico para estourar o orcamento. Em tempos de austeridade seria, digamos, como colocar o traseiro na janela.
    Pelo valor inicial previsto compra-se um LHD classe Dokdo koreano, novinho em folha. E olha que já vem com o deque revestido para Jet beast proveniente de decolagens verticais.
    Enfim, uma boa notícia, pra todos

  93. 14/02/2017  20:34 by Boiler Responder

    Citaram os AF-1 e quanto aos Grumman C-1 trader? Rescisão de contrato ? Que assim seja...

  94. 14/02/2017  20:32 by Evandro Maynard da Silva Responder

    Com o que aprenderam desde o minas gerais será que não daria para fazer um aqui tecnologia temos de sobra construção de grandes navios.

  95. 14/02/2017  20:27 by by Trovão Azul Responder

    Vamos acreditar que á mal que vem para o bem , talvez assim a MB só venha a crescer o seu arsenal.

  96. 14/02/2017  20:19 by willhorv Responder

    E ainda falam de prioridades!??
    O prosub espero que continue....Vamos precisar de mais subs...E isso não vai acontecer a toque de caixa.
    As corvetas.....Bom, não sei onde se faz escoltas com corvetas....
    Agora falar em terceira prioridade? É a mesma coisa que dizer nunca mais teremos. O que de fato, vai ao encontro com nossa realidade administrativa....Não de potencial, pois se fosse feito com seriedade, teríamos uma marinha descente!!!

  97. 14/02/2017  20:17 by Nilton Aburad Responder

    Navio aeródromo é um instrumento de projeção de força e de imposição política. O Brasil não tem está característica na sua estratégia nacional de defesa. Precisamos de muito mais corretas e fragatas. E uma boa capacidade de dissuasão com uma frota adequada de submarinos de ataque movidos a energia nuclear. Precisamos e fazer bom uso dos escassos recursos. Isto sim.

  98. 14/02/2017  20:15 by celsius Responder

    qual a nação amiga que ainda pousa A-4 num porta-avião? temos que começar do zero!

  99. 14/02/2017  20:13 by Caco Responder

    Lamento muito , to triste demais , esse bichão com sea gripen ia ser uma baita arma de dissuasão mas... desse jeito
    só comendo dinheiro não dá !! lamento mais ainda o comentário de alguns dizendo que as Tamandaré serão o reinicio,
    uma corveta ao preço de uma fragata 400 pilas que lamentável , mais lamentável ainda scorpenes sem o sistema mesma,
    enfim... a quem queremos enganar? Nossa única arma é nosso gigantesco território .

  100. 14/02/2017  20:10 by Tomcat37 Responder

    Falou tudo Tireless!

  101. 14/02/2017  19:51 by Gilberto Negro Responder

    Luiz Padilha , gostaria de saber qual a graça??? O que existe de tão engraçado na situação da marinha???

    • 14/02/2017  19:56 by Luiz Padilha Responder

      Em resposta a Felipe Maia

      A graça está em sonhar em receber um CVN que está desativado e sem seus reatores nucleares, ou você não leu, ou não entendeu a colocação do leitor? Eu estou respondendo ao leitor Adriano.

  102. 14/02/2017  19:48 by Renato Responder

    Nenhum país teria interesse?
    Nem a Rússia, já que o deles está fumaçando?
    Ou a China?
    Por que o nosso nae não serve?
    Só a parte de decolagem e aterrissagem?
    Ou não consegue navegar?
    Não serviria como navio de cruzeiro ou para ficar parado como base militar a 200 km dá costa?

  103. 14/02/2017  19:44 by Clayton kikugawa Responder

    Sem NAe, não se formam tripulações de NAes. PERDEMOS O CARRO ANTES DE TIRAR A HABILITAÇÃO. BRASI., UM PAÍS DE DESGRAÇADOS.,..

  104. 14/02/2017  19:41 by Adriano silva Responder

    Será que os americanos, não venderia os porta aviões USS Enterprise para marinha do Brasil?

    • 14/02/2017  19:45 by Luiz Padilha Responder

      kkkkkkk Já está quase todo desmontado.

  105. 14/02/2017  19:40 by ARC Responder

    Ótima notícia! a MB se livrando do peso morto, e colocando como prioridade a obtenção de num novo meio (que só deve ocorrer lá pra 2025 e olhe lá). Com a aquisição dos submarinos, das corvetas Tamandaré (já tá demorando iniciar a programa) a marinha começa a caminhar para ter uma armada operacional, podendo com o tempo aumentar seu poder com aquisições pontuais como Fragatas e outros vasos que se fazem necessário. Um aeródromo é uma aquisição importante, mas estamos muito mal, precisamos nos reformular.

  106. 14/02/2017  19:27 by ZorannGCC Responder

    Excelente notícia!
    .
    A MB não faz nem o básico e está mais do que provado que não temos condições de operar um PA.

  107. 14/02/2017  19:16 by Renato de Mello Machado Responder

    Nós até poderíamos, pensar numa arma dessas.Até pelo nosso litoral extenso.Antes disso temos de nos preparar como povo,e nação.

  108. 14/02/2017  19:09 by Adriano Luchiari Responder

    É uma pena, mas prevaleceu o bom senso. Se esta decisão tivesse sido tomada há uns cinco anos, não teria feito diferença em termos estratégicos para a MB, e permitiria realocar as verbas empenhadas nas suas surtidas pela baia da Guanabara e na modernização de seus vetores para manutenção/modernização de outros meios e, talvez, boas compras de oportunidade. Espero que esse bom senso prevaleça também em relação ao Programa Nuclear, priorizando-se a conclusão dos SSK da classe Riachuelo, dos NaPa classe Macaé e rápida construção das corvetas classe Tamandaré. É o recomeço da nossa Gloriosa Marinha.

  109. 14/02/2017  19:05 by HMS_TIRELESS Responder

    O recado está dado: Não teremos um novo NAe, e tampouco um Sea Gripen.

  110. 14/02/2017  18:53 by Carlos Crispim Responder

    Nossa, todo mundo sabia disso, ja se comentava em todos os blogs que não valia a pena, infelizmente os defensores de NAe que gostam de viver de ilusão metiam o malho na gente, agora enfim a razão venceu a emoção!!!! Foi uma compra errada desde o início, os corsários venderam-nos uma encrenca sem fim, nós, brasileiros, pagamos a conta pela estupidez de uns poucos, mais um elefante branco, milhões de dólares jogados no mar, mas ainda bem que existem os trouxas que pagas os impostos religiosamente para sustentar a mamata infinita das FA's.

  111. 14/02/2017  18:50 by Patétriota Responder

    Vejamos se da próxima vez, compram algo decente quando for possível. Comprar tranqueira e ficar remendando sai mais caro no longo prazo, façamos direito.

  112. 14/02/2017  18:48 by Patétriota Responder

    E ainda tinha gente que achava ruim quando eu falava que ele viraria restaurante temático. O maior brinquedo do mundo, pois como arma de guerra nunca chegou nem perto aqui no Brasil. Lamentável.

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