Invicta: construída às margens do rio Paraguai, a Fortaleza de Humaitá era o quartel-general e centro do poder militar do presidente paraguaio Francisco Solano López na década de 1860.

Inexpugnável: a fortificação constituiu-se como o mais poderoso e temido complexo defensivo paraguaio, contendo as operações militares das forças aliadas por dois anos. O engenho da Marinha Imperial brasileira, contudo, sobrepujou a invencível defesa, fazendo da Passagem de Humaitá, ocorrida há 150 anos, em 19 de fevereiro de 1868, um dos episódios mais marcantes da Guerra da Tríplice Aliança contra o governo do Paraguai — pela superação do reconhecido obstáculo que a fortaleza representava.



Para memorar o sesquicentenário deste feito, objeto de vasta e diversificada produção de ensaístas e historiadores, a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM) realizará em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), em 27 de setembro de 2018, o Seminário “150 anos da Passagem de Humaitá: História, Memória e Representações”.

Com início às 13h30, a programação do evento contará com palestras de especialistas no tema: o Profº Dr. Francisco Doratioto (Universidade de Brasília), a Profª Dra. Maraliz Christo (Universidade Federal de Juiz de Fora), o Profº Dr. Leandro Gonçalves (Instituto Federal de São Paulo), o Profº Me. Eduardo Nakayama (Instituto de Geografia e História Militar do Brasil e Academia Paraguaya de la Historia) e a Capitão de Corveta (T) Me. Patrícia Miquilini (DPHDM).

Aberto a civis (traje Passeio) e militares (uniforme 5.5 ou correspondente), o seminário acerca deste episódio em que a ação da Marinha do Brasil foi decisiva ocorrerá no Salão Nobre do IHGB — Avenida Augusto Severo, 8, 11º andar, na Glória, Rio de Janeiro/RJ.



 

1 Comment

 

  1. 21/09/2018  16:47 by Miguel Responder

    Outra época, em que a MB tinha equipamentos que impunham respeito num cenário mais amplo, guardada as devidas limitações...

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