A Thales apresentou o novo fuzil de assalto militar ambidestro de última geração e compatível com armas OTAN, o F90MBR – Fuzil Modular Bullpup, desenhado especificamente para suportar o soldado moderno em campo. O F90MBR representa a nova geração do fuzil de assalto F90, atualmente em serviço nas Forças Armadas da Austrália.

O F90MBR é um dos fuzis de assalto mais leves do mercado com 3,25 kg, e equipado com controles ambidestros para acelerar o tempo de reação e facilitar a aquisição de alvos. Os recursos incluem disponibilidade de canos de vários comprimentos, controles de parafuso dianteiro e liberação de pente totalmente ambidestros, além de função de liberação de pente “drop free” para permitir uma troca de pente ainda mais rápida, independentemente da mão dominante do atirador. O F90MBR concilia com segurança as técnicas de disparo “fora de mão” com o uso de um defletor de cartuchos, que pode ser facilmente modificado pelo operador sem o uso de ferramentas para ejetar do lado esquerdo ou direito.

A arquitetura aberta da arma incorpora sistema de trilhos triplos da OTAN e pentes compatíveis para garantir o padrão de armas OTAN existentes. Ele pode ser embalado com vários canos e mira óptica, acessórios e auxiliares com estojo, permitindo ao operador alternar rapidamente entre diferentes aplicações táticas do sistema da arma.

O recurso “Over The Beach” significa que o fuzil é adequado para uso por forças anfíbias. O fuzil permite que os soldados nadem com a arma e disparem imediatamente depois de sair da água.

O F90, e agora o F90MBR, define o padrão de precisão e confiabilidade de armas de pequeno porte para fornecer apoio a soldados em diversas operações.

Com base em mais de 100 anos de experiência na fabricação de armas de pequeno porte, o F90MBR é a evolução da arma F90 testada em campo de batalha, oferecendo melhorias de ergonomia, modularidade e interoperabilidade, mas mantendo os mesmos níveis de precisão e confiabilidade do seu antecessor.

O F90 e o F90MBR permitem que os soldados atinjam facilmente alvos a até 600m com precisão. A confiabilidade comprovada mundialmente garante aos soldados confiança total em sua arma nas condições ambientais mais desafiadoras, seja nas areias do deserto, na umidade da floresta ou no frio extremo.

FONTE E FOTOS: Thales

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12 Comments

 

  1. 15/09/2017  17:39 by Leo Responder

    Na verdade, se você considerar o fato de que ele é desenvolvido e fabricado por uma empresa australiana adquirida pela Thales não é possível considerar o rifle como 'nacional' do ponto de vista francês, mas sim do australiano. E nesse caso ele é usado por forças nacionais de sua origem.

  2. 14/09/2017  3:12 by Renato Responder

    Qual o calibre desta traquitana?

  3. 13/09/2017  21:44 by Z-nato Responder

    Ninguém mais se incomodou com o "pente", "pente", "pente" não ? hahaha
    E gostaria de entender melhor o propósito de transformar o IA2 em um Bullpup. Não vejo muito sentido pois seria uma variante de uma projeto com 5 anos de lançamento que nem começou a pagar o custo do desenvolvimento.

    E Lemes, já li que é um FAL com plástico pra tampar os defeitos. Opinião alheia que ainda preciso aprender mais pra concordar/discordar.

  4. 13/09/2017  10:46 by edimur Responder

    Isso ai para recarregar é um trambolho isso ninguém fala nada né !!!

  5. 13/09/2017  10:29 by Roberto Dias Responder

    Ao meu ver, a adoção de fuzis bullpup trará de volta a precisão a maior distância ao atirador comum devido ao cano maior destes modelos aliados aos aparelhos de mira bem mais acessíveis e tecnológicos.

  6. 13/09/2017  8:56 by August Responder

    Fernando o que parece é que o fuzil é australiano só fabricado por uma empresa estrangeira. Na Austrália não essa de medonho de ser embargado e ter indústria nacional

  7. 13/09/2017  8:18 by Lemes Responder

    Karl Bonfim, nem a pau que da pra transformar o ia2 num bullpup. Seria o mesmo que você pegar uma camionete S10 e querer transformar num Ford Ka. Melhor começar do zero e fazer um fuzil novo (que é o que a Imbel deveria ter feito desde o início!). E vamos ser francos? O IA2 não passa de um fal tunado com ferrolho giratório e calibre 5,56 mm. Pior, pegaram uma arma, que apesar de todos os defeitos inerentes ao seu projeto da década de quarenta era uma arma robusta e confiável, e conseguiram fazer uma versão porca e de ma qualidade. Teria sido melhor se tivéssemos seguido o exemplo dos gauleses e apenas fabricar uma versão de alguma arma de boa qualidade e eficiência comprovada. Ficaria quase o mesmo valor e teríamos algo que preste.

  8. 12/09/2017  23:07 by Carlos Crispim Responder

    O bom do sistema bullpup no Brasil é que a gente não ia mais ver em todas as fotos os soldados segurando o fuzil pelo carregador, já é uma grande vantagem!

  9. 12/09/2017  22:08 by Karl Bonfim Responder

    E começaram a chuva de criticas e comparações com o IA-2...

  10. 12/09/2017  21:42 by Karl Bonfim Responder

    O IA2 de IMBEL pode perfeitamente evoluir para uma versão modular bullpup, não há problema nenhum nisso. A não os velhos problemas de sempre: falta e contigenciamento de verbas, falta de visão de futuro, falta de vontade política falta de...

  11. 12/09/2017  20:46 by Carl Responder

    É, o Brasil escolheu o IA2, qual é o problema?

  12. 12/09/2017  19:30 by vitu Responder

    e o brasil com o ia2...

  13. 12/09/2017  16:49 by fernando falcom Responder

    O engraçado e que a frança escolheu como seu fuzil padrao o K&K nao uma opçao nacional como essa da thales

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