Por Igor Gielow

A Embraer informou nesta quarta (3) que o eventual acordo de parceria com a Boeing norte-americana que inclua a área de defesa da empresa brasileira irá respeitar os interesses da segurança nacional.

A fabricante de São José dos Campos respondeu a um questionamento da CVM (Comissão de Valores Mobiliários, órgão que age como xerife do mercado de ações) sobre reportagem publicada pela Folha na terça (2) descrevendo o interesse da Boeing em associar-se também com a divisão de produtos militares da Embraer.

A Boeing busca a parceria com a Embraer primariamente por causa de sua linha de jatos regionais, produto da qual não dispõe. Sua rival europeia Airbus se adiantou ao comprar o controle de produto semelhante da canadense Bombardier, em outubro passado. Mas agora está claro que os americanos também querem o portfólio de defesa da Embraer, estrelado pelo cargueiro tático KC-390 e pelo caça de ataque leve Super Tucano, além de parcerias na área de engenharia para a execução de novos projetos.

Segundo o comunicado, não há ainda detalhes acerca da proposta da Boeing a informar ao mercado. O texto também diz que toda negociação obedecerá “incondicionalmente” o que for disposto pela existência da “golden share” do governo brasileiro, que permite à União vetar qualquer negócio da empresa.

“A eventual combinação de negócios com a Boeing deve preservar, antes de mais nada, os interesses estratégicos da segurança nacional e respeitar incondicionalmente as restrições decorrentes da ação de classe especial”, diz o texto.

A ação especial é uma herança do processo de privatização da Embraer, ocorrido em 1994.

Após a revelação da negociação, no fim do ano, o governo federal rejeitou a perda de controle nacional da empresa. O próprio presidente Michel Temer disse isso, dando contudo aval a todo tipo de negociação. O gesto foi mais político, dado que o controle acionário da Embraer é pulverizado e com forte presença de estrangeiros.

A questão mais aguda é justamente a divisão de defesa, cujos contratos são majoritariamente ditados pelas necessidades da Força Aérea Brasileira, o que tem implicações de soberania nacional. Mas não só lá: subsidiárias da Embraer cuidam do programa de monitoramento de fronteiras do Exército e do sistema de controle do reator do futuro submarino nuclear brasileiro, entre outros projetos estratégicos.

A Boeing, como a Folha revelou, quer trazer à mesa modelos internacionais de parceria que garantam as salvaguardas de soberania, como ocorre na Austrália e Reino Unido. Só que nesses países ela instalou-se sozinha, situação diferente da proposta no Brasil.

FONTE: Folha de SP
FOTO: Ilustrativa

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32 Comments

 

  1. 06/01/2018  11:46 by Larri Gonçalves Responder

    Na verdade a EMBRAER já era como empresa brasileira, quando da privatização dos anos 90, e quando pulverizou o capital no mercado de ações, o controle de fato já havia passado para a mãos de grupos estrangeiros, que não estão nem aí para a soberania do povo brasileiro. O culpado é o povo brasileiro que permitiu a privatização nos anos 90, uma empresa privada não tem compromisso com soberania e sim com lucro para seus acionistas, não interessa de onde venha. Agora, o ideal se houvesse um governo preocupado com o interesse nacional seria a preservação de empresas genuinamente brasileiras com capital com mais de 60% na mão de brasileiros e nas poucas empresas estatais de defesa, capitaliza-las e investir em tecnologia de ponta e esquecer a EMBRAER, pois na verdade ela a partir da aquisição pela BOEING será americana, bem como seus produtos, e facilitando nós ainda vamos importar o Super Tucano, o KC 390, etc, espero que o próximo governo esqueça a EMBRAER que é dos gringos, e trate de investir em empresas eminentemente nacionais. Lembrei de uma coisa que me chamou atenção, porque da ex- embaixadora no Brasil após deixar o departamento de estado dos USA, assumiu o escritório da BOEING no Brasil, alguém vai dizer que é teoria da conspiração, mas ela sabia de coisas no governo brasileiro que facilitariam os negócios da BOEING, não só na compra de caças, mas também em outros negócios de interesse da mesma. Os caças eles não levaram por causa da crise da espionagem americana no governo brasileiro, mas outros negócios...

  2. 05/01/2018  21:48 by filipe Responder

    Até o UFC os americanos compraram da gente, somos um povo com boas ideias e iniciativas de negocio, e EMBRAER eles não iriam deixar barato não, comprando a EMBRAER vão controlar a nossa soberania sim, ninguém aqui é bobo.

  3. 05/01/2018  14:27 by adr Responder

    o que sera que o B2018 acharia dessa negociação?

  4. 05/01/2018  7:52 by nanogp2002 Responder

    Respeito a soberania nacional ?? Sei, aham, só a soberania nacional deles certo ?! Esse é o tipo de coisa que por mais que se tente justificar, você sabe que vai dar muito errado... mais, vão se enganando ...

  5. 05/01/2018  6:22 by Gil Responder

    Confesso que me custa muito fazer pedagogia em prol dos interesses do Brasil, defendendo que não perdamos o controle de uma empresa estrategica para a nação como essa porque a maioria do povo brasileiro é semi analfabeto com uma capacidade quase nula de interpretação de texto.

    Aparte de ser um povo extremamente lacaio e servil, enquanto vcs defendem a entrega da EMB para USA usando o argumento do livre mercado, USA bloqueia a venda de suas empresas estrategicas para a China, sem importar o quanto de livre esse mercado tem que ser kkkk.

    Eu tenho ações da EMB, são poucas mais tenho, e não me importa o quanto elas possam valorizar, sou contra entregrar o controle da empresa para outros paises, que somente desejam destruir a concorrencia.

  6. 05/01/2018  6:02 by Gil Responder

    Vai respeitar sim kkk, me engana que eu gosto.

    Enquanto os apatridas da hora, enquanto os ingenuos defensores do mercado livre defendem entregar mais da nossa soberania para USA com a perda do controle de uma empresa estrategica para o pais (area de defesa incluida)

    NOTICIA DO DIA
    "Governo de USA bloqueia a aquisição de Moneygram por empresa chinesa"

  7. 05/01/2018  2:48 by Gabriel Oliveira Responder

    O choro e ranger de dentes da turma estatista que adoraria ver a Embraer estatal,só lembrando que se a Embraer fosse estatal hoje ela sequer existiria.

    • 05/01/2018  6:06 by Gil Responder

      Aprende a interpretar bem o texto rapaz, ninquem aqui deseja que a EMB seja estatal, somente não aceitamos que uma empresa estrategica para o Brasil (area de defesa incluida) passe para a mão de outras naçoes.
      Sobretudo para uma que tem tradiçao em comprar empresas estrategicas de outros paises da area de defesa, deixar como um bagaço e logo cuspir las

      Argentina que te diga com o que foi a FMA e o que passou a ser depois que a LM cuspia o que viria ser a triste FADEA, que te digam poloneses e turcos que cometeram o erro de acreditar que USA cumpre o que promete.

      • 05/01/2018  6:08 by Gil Responder

        Falamos do controle dela com atraves do GS, não nos preocupam quem são os donos das suas ações, explico isso por senão deixei isso claro antes.

  8. 05/01/2018  0:52 by Esteves Responder

    Parabéns ao DAN por ter aberto um espaço para opiniões daqueles que se interessam por Defesa Aérea e Naval. A Embraer irá encontrar o melhor caminho. Empresa que produz excelência está sempre em evidência.

    O Brasil foi um dos poucos países (talvez o único) que vendeu/privatizou 100% do setor de telecomunicações. Espanhóis e mexicanos controlam telefonia fixa, móvel e internet no Brasil. Acho que isso foi uma burrice sem tamanho.

    Criar a Oi foi outra burrice. A empresa está sucateada, quebrada e deve em torno de 100 bilhões de reais. Não vai sobreviver.

    A Petrobras acaba de assinar o maior acordo que uma companhia petrolífera fez na justiça norte americana confessando que corrompeu, fraudou e prejudicou investidores. São bilhões de dólares no lixo.

    Esse país não pode continuar sendo governado por políticos.

    O que interessa no negócio com a Boing é o setor de defesa da Embraer. O Brasil não produz tratores, não produz computadores, não fábrica motores e fabrica máquinas pequenas com tecnologia ultrapassada. Tudo que é feito aqui pertence a empresas estrangeiras. Pagamos royalties até para montar carros do século passado como o Gol da VW.

    Para encerrar minha participação e novamente agradecer ao DAN pela oportunidade de aprender, lembro que o submarino nuclear brasileiro começou nas instalações do IPEN da USP em SP nos anos 1980 (decreto de como dato a CNEN assinado pelo então governador Paulo Maluf) e ainda...ainda...passado quase meio século, não existe.

    Esse país precisa do que para virar a página da história?

    Abraço ao DAN.

  9. 04/01/2018  23:21 by Teropode Responder

    Espero que a Boeing contrate o mesmo grupo que avaliou a refinaria de Pasadena, assim pagarão 10VEZES oque vale a Embraer, kkkkkkkk

  10. 04/01/2018  23:15 by Teropode Responder

    Lamentável o nacionalismo patético daqueles que ideologicamente preferem o atraso e a pilhagem do estado por um bando de pseudôs sociopatas, que seja bem vindo esta parceria e que venha logo a privatização da Petrobras, chega de bancar ONGs e políticos vagabundos!

    • 05/01/2018  6:15 by Gil Responder

      Se vc acha que tudo que USA faz, esta melhor que o que os brasileiros podem fazer, sugiro que ceda a sua noiva ou mulher (de ter las) para eles, pense que eles vão fazer um filho mais bonito e mais inteligente do que o que vc faria nelas (sarcasmos a parte)

      Porem, para aqueles que como eu nunca votou no PT e tem a consciencia que tampouco existe um partido politico digno e decente no Brasil, resta a esperança de que ao menos os militares não permitiram a loucura de deixar que USA acabe de destruir de vez, com o pouco do nosso cluster aeronautico e com a perda de todos os avanços tecnologicos que consequimos com a EMB que pese a ser privada, nunca deixou de ser subsidiada e beneficiada pelo estado brasileiro (ja seja com ajudas, ja seja como receptora de novas tecnologias, graças a projetos militares do estado brasileiro)

      Não se esqueça que se ela hoje produz bons jatos comerciais foi em parte graças ao avanço que ele teve por conta do desenvolvimento do AMX, que foi consequido graças a transferencia de tecnologia que ela teve por ingerencia do governo nacional

  11. 04/01/2018  22:56 by Rs Responder

    tá explicado as vistas grossas ao golpe de estado Por parte do tio Satan , que ocorreu aqui! Agora tão cobrando o seu tributo!

  12. 04/01/2018  22:53 by JLM Responder

    Depois dezenas talvez centenas de comentários raivosos com previsões das mais diversas em sua maioria extremamente negativos formou-se uma atmosfera que dificulta qualquer análise correta dos fatos. Enquanto as empresas e o governo não vierem a público e colocarem as tratativas às claras não é possível um juízo correto da situação.

  13. 04/01/2018  21:36 by Luiz Fernando Responder

    O pessoal aqui se desesperando... falando isso ou aquilo... que vai comprar ou se associar, fazer JV ou não, se envolve área de defesa ou não... mil e um elocubrações.
    Preocupação, fim de mundo, caos...
    E nós lá dentro estamos é trabalhando como um dia qualquer. O que tiver de ser será.
    Esperando saber o que virá para depois comentar, e não tentar adivinhar o que vai acontecer, sem ter dados e nem nada. TIrando conclusões apressadas sem fatos concretos.

  14. 04/01/2018  21:21 by José Carlos Responder

    É lamentável que existam brasileiros que conseguem encontrar, diante de uma ação clara e evidente de ataque comercial, justificativas, parábolas, etc......Realmente, não têm a Pátria na alma, só nacionalidade.

  15. 04/01/2018  20:36 by Leonardo Rodrigues Responder

    Eu disse!

  16. 04/01/2018  18:13 by PAULO DA Responder

    PODEM ATE VENDER QUASE TUDO MENOS QUALQUER AREA QUE ESTEJA ENVOLVIDA COM DEFESA DO BRASIL,PODEM LEVAR AREA COMERCIAL E A DE JATOS EXECUTIVO E MANTEMOS A ATECH,VISIONA,BRADAR AEL E OUTRAS NAO PODEMOS ENTREGAR TUDO.TEMOS MANTER UM POQUINHO DO ORGULHO BRASILEIRO.

    MODERAÇÃO: Paulo, favor não utilizar letra maiúscula (caixa alta) nos comentários futuros. Grato pela cooperação.

  17. 04/01/2018  16:54 by Esteves Responder

    A SAAB já pertenceu a Boing. Quase todos os grandes negócios europeus têm ou tiveram os americanos como sócios.

  18. 04/01/2018  14:59 by Gilberto Rezende Responder

    A Boeing e a SAAB já são parceiros no projeto T-X para a USAF.
    Seja qual for o modelo de associação entre a Embraer e a Boeing a avaliação a ser feita a seguir é o grau.... (em percentagem) da relação final que se desenvolverá sob o olhar compassivo dos governantes "legítimos" deste país.

    SE a SAAB ficar brabinha com tudo isso a única coisa que acontecerá é que ela será a PRÓXIMA aquisição da Boeing, o que TAMBÉM faz muito sentido mercadológico. É so combinar com os suecos... E a tecnologia sueca cair na mão dos americanos será mera bobagem afinal os suecos não são TÃO melhores que os brasileiros... Aos olhos yankees...

    A VERDADE é que os "brasileiros" donos da Embraer privada (leia-se detentores de ações e/ou seu grupo de DIRIGENTES) querem sôfrega, egoística e apaixonadamente é receber ações da Boeing, uma cadeira no Board da companhia americana, com o status correspondente e a passar a receber salários e dividendos em DOLÁR e o mais rapidamente possível mudar TODA a cúpula dirigente da companhia para a matriz nos EUA...

    O RESTO DA EMBRAER vai para os EUA de pouquinho em pouquinho ao longo dos próximos anos até só sobrar no Brasil os empregados renitentes próximos da aposentadoria e que não quiserem ir trabalhar nos EUA, as divisões da companhia em extinção ou em obsolecência e a tal golden share do governo junto com a cara de TACHO DOS BRASILEIROS E DAS BRASILEIRAS...

    E nem precisa ser vidente...

    • 04/01/2018  16:04 by HMS TIRELESS Responder

      Meu caro Giba, lamentavelmente você continua preso àquele nacionalismo tosco que caracterizou o ciclo político havido de 2003 a 2016. A realidade é que a despeito de ser uma empresa lucrativa a o cenário para a EMBRAER mostra-se adverso. De um lado tivemos a entrada da Airbus no programa C-Series da Bombardier, o que desequilibrou o mercado das aeronaves de até 130-140 lugares. E de outro estamos assistindo não apenas a entrada de empresas no mercado mas sim a entrada de PAÍSES tais como, além do próprio Canadá, do Japão, da China e da Rússia. E nesse cenário é fundamental para a EMBRAER, se quiser se manter relevante no mercado, se associe à Boeing.
      .
      No mais tudo o que você faz é requentar a velha cantilena de quem adoraria que a EMBRAER ainda fosse uma estatal afinal vocês preferem uma FAdEA falida e semimorta nas mãos do Estado a uma EMBRAER lucrativa que esteja no "malvado"mercado....

    • 04/01/2018  17:08 by Esteves Responder

      Empresa de capital aberto não tem dono. Tem sócio. As ações PP estão pulverizadas no mercado. O controle da empresa e feito por Fundos que detém as ações com direito a voto. O que interessa aos acionistas e receber dividendos. Se o nome da Embraer fosse Embratur não haveria tanto mimimi.

      Quando brasileiro descobrir que Santos Dumont não inventou o avião vai ter suicidio coletivo.

  19. 04/01/2018  14:55 by Esteves Responder

    A SAAB não e concorrente dos americanos. A SAAB faliu 3 vezes e em todas as 3 vezes foi salva com dinheiro norte americano. A Suécia é um dos 5 parceiros estratégicos mundiais dos norte americanos.

    O DAN já publicou matéria sobre a guerra silenciosa travada no Ártico pelo domínio do Polo Norte envolvendo russos (acham que o Polo Norte pertence a eles), suecos, dinamarqueses, finlandeses, canadenses e americanos. Noruegueses também estão no conflito.

    A Embraer e a terceira empresa no mundo no segmento de aviação regional. Isso foi conseguido pelos "cabeças brancas" de SJC que transformaram todo o Vale do Paraíba em exemplo de eficiência empresarial na aeronáutica. Infelizmente, não há no Brasil outros polos de tecnologia.

    Os carros elétricos estão chegando. Os carros autônomos também. O Brasil ainda pensa no biodiesel e em proibir aplicativos.

    Os P&D da Embraer pertencem a FAB. Se o negócio sair, a porta de oportunidades para a FAB será gigantesca.

  20. 04/01/2018  14:35 by Esteves Responder

    Poucos empresários brasileiros têm caixa e tamanho para fazer negócios de bilhões de dólares. Talvez só a 3G que são donos da Ambev e sócios em outros negócios nos EUA. Como referencia, a Disney (ESPN) comprou a FOX por 65 bilhões de dólares. Nossas empresas são pequenas. Nossos negócios são pequenos. O Brasil não representa 0,5% da economia mundial. Não produzimos motores, não fabricamos carros nem motocicletas. Tudo pertence a empresas estrangeiras. Até a Caloi foi vendida para chineses. Casas Bahia pre falida foi parar nas mãos de franceses assim como o Pão de Açúcar (supermercados, hipermercados e atacados). Mate Leão foi comprado pela Coca Cola. Lacta e Garoto comprados pela Nestlé. A vida é dura.

  21. 04/01/2018  13:19 by Adilson Responder

    De fato, quem manda aqui é o capeta só tio sam, o vampiro só norte, cujo a economia é baseada em sangue alheio. Eles mandam no executivo, legislativo e no lixo do judiciário

  22. 04/01/2018  13:03 by Igor Grabois Responder

    É. Que nem a Ambev que iria ser multinacional brasileira depois da compra da Antártica pela Brahma. A primeira coisa que fizeram foi levar a empresa pra Luxemburgo. A Bunge que deixou de ser argentina pra virar americana. Em puco tempo ela vira Boeing Brasil e o governo brasileiro vai pagar pela tecnologia desenvolvida com verbas do tesouro e empréstimos do BNDES e Finep. O pré-sal que a Petrobrás gastou bilhões pra desenvolver e na hora de explorar
    tudo fica com as petroleiras anglo-americanas, Onde está o sentido de nação. Será que temos tantos apátridas assim, que odeiam o país em que vivem?

  23. 04/01/2018  12:22 by César Pereira Responder

    Os EUA não irão respeitar coisa alguma,isso tudo é balela,a Embraer irá acabar assim que assinarem esse pacto macabro, esse papo que ela é uma empresa privada, não é bem assim, o Estado Brasileiro é credor da Embraer o BNDES continuou financiando a empresa mesmo após a privatização aliás a maioria das grandes empresas desse país tem o BNDES como credor !
    Se a Embraer quer pular no colo da Boeing,deve antes saldar as dívidas que tem com o Estado,depois ela faz oque quiser !

  24. 04/01/2018  12:10 by Wolfpack Responder

    O melhor acordo passa por troca de ações, mas tudo pode acontecer como o controle passar para Boeing, mesmo com a Golden Share, pois o negócio pode sair pelo atuais controladores americanos (fundos de investimentos e de pensões). A área de defesa, embora pequena, enfrentará forte reação da FAB, Copac, e ITA. Acontece que alguma coisa vai acontecer, o mercado está comprador. A Boeing vai estressar o mercado e nada der certo, partirá para um plano B que talvez seja adquirir a Mitsubishi. A Embraer pode ainda tentar sobreviver sozinha, mas terá que colocar certamente mais energia nos negócios e começar a pensar grande, enfrentando a Boeing e Airbus. Why not?

  25. 04/01/2018  11:34 by Leandro Magno Responder

    É uma questão muito delicada. Sendo frio e calculista não faria um acordo com a Boeing , em nenhum termo em meu modesto raciocinio faria um acordo com as empresas russas ,chinesas e japonesa criando uma joint venture para criar uma empresa com atuação no mesmo nicho das empresa Boeing e Airbus . tenho um conceito que tudo que não cresce ,diminui . Esta na hora deste governo agir como homem e dizer não a este interesse americano e parti de fato para uma parceria estrategica de respeito mundial. Lembrando capacidade tecnica e projetos a Embraer tem. Vejo o que falta e estrategia global, coisas estas que russos ,chineses e japoneses procuram para desenvolverem seus projetos locais. Pensa grande Brasil .

  26. 04/01/2018  11:34 by cristian Responder

    Gostaria de saber o seguinte? Será q os suecos vão dar sua tecnologia para a Embraer no caso gripen, sabendo q ela será comprada pela sua concorrente ? sei não hem os suecos da SAAB não vão gostar...

    MODERAÇÃO: Cristian, favor não utilizar palavrões em comentários futuros. Grato pela cooperação.

  27. 04/01/2018  10:42 by Rafa_positron Responder

    Sem comentarios

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