Piloto sueco Jakob Högberg passa informações sobre o Gripen no simulador

Por Virgínia Silveira

clippingReportagem atualizada do dia 30 de junho, para corrigir título e a informação sobre arrendamento. A Força Aérea Brasileira ainda não tomou decisão em relação ao arrendamento de 12 caças Gripen C/D. O aluguel de aeronaves ainda está em estudo.

Segue matéria corrigida.

A Força Aérea Brasileira ainda estuda o projeto de arrendamento de 12 caças Gripen C/D, modelo antecessor da nova geração NG, que está sendo adquirida pela Força Aérea Brasileira (FAB). Em função do ajuste fiscal nas contas públicas, a FAB estuda também, como alternativa, antecipar o uso do simulador de voo do Gripen NG. “Diante da atual conjuntura de ajuste fiscal, o Comando da Aeronáutica começou a avaliar, como alternativa, a possibilidade de antecipar o simulador de voo do Gripen NG, como forma de propiciar a familiarização dos pilotos e mecânicos com a nova plataforma”, disse o diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), brigadeiro Alvani Adão da Silva.

Além do treinamento dos pilotos propriamente dito, segundo Alvani, o simulador também permitirá uma melhor avaliação das potencialidades do novo caça e até a possibilidade de serem sugeridas mudanças na plataforma, no sentido de melhorar a sua performance. Segundo o diretor da DCTA, “a desativação das aeronaves Mirage F-2000, em dezembro de 2013, fez com que o Comando da Aeronáutica adotasse a solução interina de alocar, no 1° Grupo de Defesa Aérea, aeronaves F-5 EM, como forma de preencher precariamente uma lacuna operacional, até o recebimento das aeronaves Gripen NG.

Durante o ano de 2014, o Comando da Aeronáutica iniciou as tratativas com o governo sueco com o objetivo de avaliar a possibilidade de eventualmente utilizar aeronaves Gripen C e D, a partir de 2016, com o mesmo propósito e também como forma de propiciar a familiarização dos pilotos e mecânicos com a plataforma Gripen. Porém, diante da atual conjuntura de ajuste fiscal, o Comando da Aeronáutica está reavaliando a viabilidade do projeto em tela”.

FONTE: Valor Econômico