AH-2 Sabre

Dois meses após a chegada do quarto e último lote dos helicópteros AH-2 Sabre (Mi-35M), o Esquadrão Poti iniciou as atividades aéreas com as novas aeronaves. Já foram realizalidos voos em formação com outros helicópteros nos céus da Amazônia ocidental a partir da Base Aérea de Porto Velho (BAPV).

Ao final de novembro de 2014, os três últimos AH-2 Sabre chegaram para finalizar a frota do esquadrão, conforme contrato firmado da compra de 12 helicópteros de ataque para Força Aérea Brasileira. A aquisição proporciona à unidade plena capacidade para cumprir missões como defesa aérea, escolta de aeronaves e ataque ao solo.

Os helicópteros chegaram desmontados da Rússia, transportados pela aeronave Antonov AN-124, e passaram por um processo de montagem e regulagem dos equipamentos realizados por equipes de manutenção russa e brasileira. Ao término do processo, o Instituto de Pesquisa e Ensaios em Voo (IPEV) realizou os voos para recebimento final.

FONTE: FAB

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8 Comments

 

  1. 10/02/2015  13:00 by Pantaneiro Responder

    Que venham helis para pelo menos mais duas esquadras da FAB e que o EB feche com os MI 28.

  2. 10/02/2015  10:07 by Luiz Gabriel Garcia Responder

    Esses seriam de linha de frente em um combate, visto que ao meu ponto, não seriam palio para os TIGER ou APACHE e etc...

    Minha humilde opnião

    • 10/02/2015  11:40 by Stenio Responder

      Tiger? os mesmos que acumulam reclamações? Se informe melhor.

    • 10/02/2015  16:19 by Gilberto Rezende/RS Responder

      Luiz isto que é o mais difícil sobre o AH-2 SABRE, ele é um vetor ÚNICO que pode cumprir tanto missões de ataque de cavalaria aérea como helitransporte de tropas.
      Como transporte de tropas ele é muito superior que qualquer transporte de tropas de igual capacidade, pois pode prover uma auto defesa efetiva, podeli limpar / desestruturar a oposição na área antes do desembarque da tropa. Nesta função de transportador de tropa pode ir aonde outros helis de transporte não podem (bem mas próximo da linha de combate ou mesmo atrás dela no território inimigo) e é muito mais veloz. Nesta função só pode ser "batido" por um transportador de maior capacidade de embarque de tropa (por exemplo o Chinook).
      Mas o AH-2 Sabre também faz a função de Heli de ataque, mas apesar da capacidade bélica e da sua tremenda velocidade que poucos helis possuem (mesmo os de ataque) ele não tem a manobrabilidade de unidades dedicadas e é um alvo maior.
      É um Híbrido único, talvez até por isso o EB tende a preferir investir só em helicópteros de transporte clássicos para no futuro,quando oportuno ou possível, obter um heli de ataque dedicado. Que poderia ser obstado pela adoção deste modelo russo.

  3. 10/02/2015  9:36 by Gilberto Rezende/RS Responder

    Elemento componente do sistema SIVAM, o AH-2 SABRE é o elemento de interceptação e intervenção em terra.
    Com o início do estabelecimento do Sisfron, na minha opinião ainda será necessário a aquisição de mais 24 aeronaves deste tipo a médio prazo para compor mais dois esquadrões para extender esta mesma cobertura na fronteira oeste com base em Campo Grande-MS e na região SUL com base em Santa Maria-RS.
    Com esquadrão SABRE em Santa Maria abre-se a possibilidade de algumas operações conjuntas interessantes com as unidades blindadas do Exército na área. Apesar do Exército ter sua arma aérea, ele não possui (e nem pretende a princípio) adquirir esta modelo de aeronave; mesmo assim ela tem possibilidades bem interessantes de emprego no apoio e no desembarque de tropas que poderiam ser exploradas em operações conjunto EB-FAB.

  4. 10/02/2015  9:26 by willhorv Responder

    Seria melhor ainda se desenvolvêssemos peças de reposição por aqui !!! Pq não?

    • 10/02/2015  10:15 by César Pereira Responder

      O ideal seria isso ! produzirmos nós mesmos as peças de reposição !

  5. 10/02/2015  9:23 by willhorv Responder

    Vamos combinar... São vetores que tem a sua importância e flexibilidade....muito superior aos hélis até então utilizados para tal finalidade. E com a vantagem de plantar dois gc´s de operações especiais em pontos estratégicos. Só acho que, já que vieram, podemos melhorar a cadeia de suprimentos para eles e criar novos esquadrões em novas bases na Amazônia e centro oeste, fortalecendo o patrulhamento das fronteiras e diminuir este contrabando absurdo que temos aqui. Para a finalidade que se prestam na FAB, no meu ponto de vista, estão excelentes.

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