Marinha do Brasil recebeu autorização do Ministério da Defesa para aquisição do navio britânico.

Por Guilherme Wiltgen 

A Marinha do Brasil, através de nota emitida hoje (6), em resposta aos questionamentos do Defesa Aérea & Naval, confirmou que recebeu do Ministério da Defesa (MD), em 29 de novembro, autorização para dar continuidade às negociações para a aquisição do porta-Helicóptero britânico HMS Ocean (L 12).

A MB, após todas as trativas serem finalizadas, espera receber o seu novo Navio-Capitânia em Junho do ano que vem.

Abaixo, segue na íntegra a resposta da Marinha do Brasil ao DAN:

“Senhor jornalista,

Em atenção à sua solicitação, participo a Vossa Senhoria os seguintes esclarecimentos:

A Marinha do Brasil recebeu autorização do Ministério da Defesa para dar continuidade às negociações para a aquisição do HMS “OCEAN”. A referida autorização foi concedida no dia 29 de novembro de 2017.

A partir da autorização, a MB está executando a continuidade das negociações dos diversos aspectos que envolvem a transferência de titularidade, a formalização do contrato de aquisição e sua posterior assinatura. Após essas etapas, o Navio, já com a presença da tripulação brasileira, deverá passar por um período de preparação, a ser realizado no Reino Unido, onde serão revisados diversos sistemas e equipamentos.

Ademais, estará previsto um período de treinamentos e cursos a serem ministrados pela Royal Navy e por empresas fabricantes de diversos equipamentos de bordo, visando à familiarização de nossos militares com o Navio e dando ênfase aos procedimentos de segurança.

Espera-se receber o navio até o mês de junho de 2018.

Atenciosamente,
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA”

Dessa forma, trazemos a posição oficial da MB aos nossos leitores, ratificando o nosso compromisso de informar com profissionalismo e responsabilidade.

NOTA do EDITOR: O DAN agradece ao CCSM pela atenção que sempre dispensa às nossas demandas.

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45 Comments

 

  1. 10/12/2017  12:06 by Feitosa Responder

    A algum tempo, eu havia falado que as ffaa brasileiras se tornariam meras forças de vigilantes do patrimônio estrangeiro no Brasil. Isso mesmo vigilantes como tem nos bancos. A entrega do Pré-Sal aos gringos e compra desse tipo de material comprovam isso... Exigências dos nossos patrões. Esse general de papel que foi afastado, já havia ido a maçonaria dar satisfação aos patrões.
    Editores, acho meus comentários um tanto contundente. Aqui é um sítio de discussão ou de elogios. Sempre que critico meus minhas postagens são deletadas. O que é há? Escrevo sempre sobre os assuntos mas sem um vislumbramento patético bem recorrente aqui, peço q respeitem a minha opinião

    • 10/12/2017  13:07 by Luiz Padilha Responder

      Feitosa, se vc continuar desrespeitando os outros leitores com adjetivos como "pateticos", seus comentários serão deletados sempre. Use o espaço para por sua opinião de forma educada, que seus cometários sempre serão aprovados.

  2. 10/12/2017  9:44 by Miriam Responder

    Srs. não entendo nada sobre necessidades técnicas e operacionais das Forças Armadas mas acompanho diáriamente as alterações climáticas em curso e estou sériamente, profundamente preocupada com a população que habita a orla marítima brasileira. De terremotos na dorsal meso atlântica (mais frequentes e intensos) da possível formação de tsunamis a terrível possibilidade de erupção em Cumbre Vieja, nas Canárias e suas devastadoras consequências. Espero humildemente que a Marinha esteja contemplando estas hipóteses e tenha projetos e soluções em curso. Para segurança da população e dos navegantes. Fraterno Abraço !

  3. 09/12/2017  13:01 by Gabriel Oliveira Responder

    Li agora pouco a matéria do DAN a respeito de valores concordo,a menção de valores em uma fase inicial das tratativas não ajuda em nada nosso bolso.E nem no processo de negociação isso pode inflacionar os valores.

  4. 09/12/2017  12:54 by Gabriel Oliveira Responder

    Teve um forista em outro blog que menciona uma notícia do portal janes que ele vira sem phalanx procede?

    • 09/12/2017  17:09 by Luiz Padilha Responder

      Gabriel, se o valor do navio for inflacionado por causa do Phalanx a MB pode dispensar pois o sistema é de curto alcance e de cara manutenção.

  5. 09/12/2017  4:13 by Gabriel Oliveira Responder

    "Espera se receber o navio até o mês de junho de 2018"
    Já fechou?

    • 09/12/2017  8:42 by Luiz Padilha Responder

      Praticamente. As negociações agora giram em torno de detalhes.

  6. 08/12/2017  22:49 by WSMDAL Responder

    @Marcelo
    Uma correção: PIB do Brasil = USD1,8tri e o da Austrália = USD1,25tri.

  7. 08/12/2017  13:46 by Dalton Responder

    Marcelo...
    .
    a comparação com à Austrália não se sustenta:
    .
    O Brasil é um país rico com muitos pobres...falta muita infraestrutura...milhões nem mesmo tem saneamento básico e
    tem gente sonhando com o Brasil tornando-se uma potência militar a curto prazo !
    .
    A Austrália não tem as necessidades do Brasil...cujas forças armadas tem e precisam ter um cunho social...além do
    Brasil ter fronteiras enquanto a Austrália é uma imensa ilha .
    .
    Os australianos não possuem um corpo de fuzileiros navais...e conta com um exército pequeno de uns 30.000 integrantes e
    é o pessoal do exército que embarca nos "anfíbios" australianos eventualmente.
    .
    A marinha brasileira precisa fazer o trabalho de uma guarda costeira e é responsável por navios de pesquisa e uma série de
    outros navios inexistentes na marinha australiana, procure comparar os meios de ambas as marinhas...não apenas meios de combate.
    .
    Por fim, a Austrália faz parte de uma aliança militar com os EUA e isso exige...exatamente...exige...que sejam mantidas
    forças militares no mínimo adequadas e cerca de 2000 fuzileiros navais dos EUA permanecem em território australiano
    além de um entra e sai de navios e aeronaves e exercícios em conjunto.

  8. 08/12/2017  11:36 by Andre Responder

    José Esposito, o submarino é uma prioridade óbvia pela função que exerce: negar o uso do mar. "Ele não pode controlar os mares (no nosso caso oceano), mas pode impedir que alguém o faça". Nisso concordo com sua opinião em se tratando de prioridade. Se não foi mencionado (no meu caso) é porque já é uma realidade.

    Entenda o contexto do que se está debatendo. Ora! Se essa prioridade já está sendo executada é necessário atentar para a próxima que é o Esquadrão de Escolta, ainda que seja apenas corvetas, que ainda está em fase de pré-licitação. Não tem como ter o submarino como único foco de uma Marinha do porte do Brasil. Escolta é uma das atribuições da fragata, juntamente com corvetas e destruidores, portanto não há nada de errado nessa designação. Além disso, sua explicação nesse trecho ficou confusa. Comecei a concordar com você também quando disse que tem gente que quer uma Marinha de desfile e não uma Marinha objetiva, o que é de fato revoltante porque tratam a soberania nacional com desdém. Mas aí você coloca os Estados Unidos no meio e mela todo o argumento. Fica sem pé nem cabeça entendeu? Você transforma um discurso estratégico em um discurso político-ideológico.

    Esses trinta submarinos deveriam ser de categorias diferentes e com custo-benefício viável. Ou seja, não adiantaria ter essa quantidade de submarinos de uma única função tática levando em consideração a dimensão do nosso território oceânico (raio de operação), o custo operacional desses meios, a dissuasão com os submarinos-cruzadores, do poder político do Brasil no cenário internacional e de suas riquezas. Em outras palavras, o Brasil é um país hegemônico na América Latina e deve se comportar como tal. Que por sua vez tem, ou deveria ter, influência no cenário internacional como um todo - principalmente no ocidente.
    1 Vinte submarinos diesel
    2 Seis submarinos nucleares de ataque (tático)
    3 Quatro submarinos cruzadores
    E só para não esquecer: o Ocean é uma oportunidade e não uma necessidade, portanto dispensável; salvo caso da necessidade de outro navio de sua categoria (assalto anfíbio) der baixa a curto prazo ou imediatamente.

  9. 08/12/2017  10:28 by jose luiz esposito Responder

    Como tem gente que ainda esta na infância, sonham com um certo brinquedo , como eu queria tal Helicoptero , ou eu queria determinada Fragata , ou um determinado Armamento , mas sempre nunca passando de 1/2 Dúzia , que serviriam somente para brincarmos de Guerra Naval , parece que aquele joguinho antigo de GN não é mais vendido em papelarias . Uma Verdadeira Força Naval encabeçada por um número de SUBs realmente necessário deixaria qualquer uma Potência Naval Inimiga ou Mui Amiga , travada ! A Força de Superfície , aí sim um número mínimo necessário !!

  10. 08/12/2017  10:12 by jose luiz esposito Responder

    Todos quando falam em prioridades ,citam tudo , menos a Verdadeira Prioridade os SUBs , estes seriam a 1a , 2a ,3a ,4a ,5a prioridades , Fragatas ,que alguns chamam de escoltas até erroneamente , pois Marinhas que não têm o que escoltar , como as chamariam , tem gente que quer uma Marinha de Desfile e não a Necessária , nosso Objetivo deveria ter em condições de mar no mínimo 30 SUBs , mas aí os nossos MUI AMIGOS do Norte não gostariam , não é !!

  11. 07/12/2017  20:35 by Juarez Responder

    É um bom navio, e um momento ruim, em que várias prioridades estariam a frente, como por exemplo um novo Napalog, porque sem este ninguém vai a lugar, muito menos projetar poder ou controlar área, ainda, na minha opinião, a frente desta aquisição estariam os caça minas e a definição das escoltas, mas o almirantado resolveu por ego na frente da razão, paciência....
    Se fosse o Bulwark, a conversa era outra, pois resolveríamos a lacuna dos anfíbios por 15 anos.

  12. 07/12/2017  19:59 by Marcelo Responder

    A Australia possui o PIB anual de 1,4 trilhões de Dólares; com uma população de 22 milhões de pessoas; com crescimento anual de 3,3 por cento!!!!.Com uma carga tributaria muito menor do que a nossa......
    Possui uma marinha com 2 LHDs novissimos, class Camberra de 2015, 3 DDGs novissimos, class Hobart de 7700t de 2017, 8 FFG class Anzac de 1996, fora outros que estão operacionais, com uma marinha de 15000 pessoas.
    O Brasil possui o PIB anual de 8,7 trilhões de Dólares; com uma população de 207 milhoes de pessoas; com crescimento (negativo anual ), com alta carga tributária ...Possui uma marinha com 85000 pessoas, sem equipamentos que estejam em condições de serem usados em uma necessidade. Continua a comprar navios em "fim de carreira" e não consegue substituir seus "muito velhos" navios de primeira linha......
    Portanto vemos que na Austrália, os seus gerenciadores foram para a faculdade e estão trabalhando seriamente em uma economia que seja voltada ao seu país.........

  13. 07/12/2017  19:07 by _RR_ Responder

    Dalton,

    Grato pelas informações.

    Saudações.

  14. 07/12/2017  18:24 by Dalton Responder

    _RR_...
    .
    não existe uma diferença clara entre LHA e LHD. Os primeiros LHAs da classe 'Tarawa" já descomissionados possuíam
    doca , mas, perdiam para os LHDs mais novos da classe "Wasp" em operações aéreas.
    .
    Os dois novos LHAs classe "América" , um comissionado e outro já lançado ao mar, não contam com doca o que permite
    mais capacidade para armazenamento de combustível para aeronaves...porém a partir do terceiro navio o futuro USS
    Bouganville uma doca será reintroduzida às custas de uma diminuição na capacidade de combustível para
    aeronaves e todos os LHDs a começar pelo USS Wasp irão passar por modificações para operar com o F-35B.
    .
    Então trata-se apenas de uma "sopa de letrinhas"...LHA e LHD são a mesma coisa...a única diferença real é que no LHD é
    obrigatória a presença de uma doca...daí a letra "D"...enquanto um LHA pode ou não ter uma doca...mas...não ter uma
    doca não foi boa ideia pelo visto.

  15. 07/12/2017  17:01 by Jaedus Responder

    Ótima aquisição, para o Brasil... Bem melhor do que aquela Bomba da França, o porta aviões São Paulo....

  16. 07/12/2017  12:46 by Cleber Responder

    Uma boa notícia para a MB ! Será que rola um tour de lá para cá com o pessoal do DAN , como foi feito no Bahia ? Abraços

    • 07/12/2017  13:08 by Luiz Padilha Responder

      Como o navio virá em trânsito não será possível extrair o seu máximo. O melhor será quando ele estiver no Brasil operando full com a MB.

  17. 07/12/2017  12:37 by _RR_ Responder

    Fernando, amigos,

    Estão previstos vasos distintos para exercer operações anfíbias. Seguiriam, salvo melhor juízo, o conceito de navios LHD ( porta-helicópteros com doca ), descritos como NPM ( navio de propósitos múltiplos ) segundo os planos originais descritos no PAEMB; e/ou navios LPD ( navio de desembarque doca ), conforme descrito no PROANF ( este dentro do Projeto de Construção de Núcleo do Poder Naval ). Em suma, o porta-aviões é fator distinto dessa equação por se tratar de um elemento com função primária distinta. Isto é, a aquisição do 'HMS Ocean', se efetivada, não tampa a lacuna do 'NAe São Paulo'.

    Enfim... Já temos um legítimo LPD na forma do 'NDM Bahia', o que cumpre com a meta de ter um navio com doca alagavel. Mas tem-se aí a ausência de um navio com o convés corrido, tal como o LHD.

    E daí que o 'HMS Ocean' tem o convés corrido, mas é um LPH, isto é, um porta-helicópteros puro ( como eram os vasos da classe 'Iwo Jima', por exemplo ), não sendo dotado de doca e distinguindo-se assim dos LHD originalmente pretendidos. Sequer pode ser tomado por um LHA ( porta-helicópteros de assalto ), visto não ter uma capacidade plena para operar aeronaves de caça de asa fixa V/STOL ( Harrier, F-35B ).

    A rigor, o 'Ocean' será sim um complemento excelente ao 'NDM Bahia', e será isso o que fará melhor, sendo também centro de comando e controle para as operações anfíbias... Mas no meu entender, parou aí... A tarefa de controle de área marítima, embora factível, entendo que tem como fator comprometedor a baixa velocidade e a ausência de um sonar de casco ( muito embora seja dotado do SSTD, para defesa contra torpedos )...

  18. 07/12/2017  10:54 by Dalton Responder

    José Carlos...
    .
    os EUA converteram alguns de seus NAes classe "Essex" , comparáveis em tamanho ao "São Paulo" no fim dos anos
    1950 , mas, foi uma conversão "meia boca", já que uma conversão apropriada teria custado caro demais, incluindo remoção de parte da propulsão, já que navios anfíbios não precisam ser velozes, ajudando a diminuir o número de tripulantes, entre outras coisas.
    .
    Um NAe torna-se caro quando convertido e usado para operações anfíbias...então, navios menores, mas, especificamente
    construídos para operações anfíbias foram projetados e construídos apresentando um custo x benefício muito melhor.
    .
    No mais, ao menos os "Essex" antes de serem convertidos estavam em condições de navegar e eram ainda relativamente novos situação muito diferente do "São Paulo" com mais de 50 anos e necessitando de uma revitalização até para voltar a navegar.

  19. 07/12/2017  10:45 by FERNANDO Responder

    Na verdade, eu acredito que a aquisição do HMS OCEAN, está dentro das diretrizes básicas da MB.
    Eles não necessitariam de um Porta Helis, se o A - 12 não tivesse dado baixa.
    Eu, não minha opinião de leigo, acredito que foi um bom investimento, vejam, onde iremos comprar um navio com 20 anos de uso, em boas condições, prestações a perder de vista, e com pintura e motor muito bom.
    Então, bom, bonito e barato. E podem ter certeza, que logo, logo, aparece uma escoltas enxutas por ai.

  20. 07/12/2017  10:45 by Bardini Responder

    Já ouvi falar na mídia britânica que dá baixa em 2018, começa a passar por overhaul e só chega aqui em 2020...

  21. 07/12/2017  10:37 by Pablo Responder

    Normando
    A venda desse navio não é tanto a questão de custos, o motivo da venda do HMS OCEAN é pela da entrada em serviço de dois porta aviões na marinha real, esse é o principal motivo, outro detalhe, eles ofereceram a MARINHAS AMIGAS, queria que fizessem a oferta aos argentinos? aos russos? o Brasil não é um membro da OTAN mas tem boas relações com diversos países membros, entre eles além dos próprios britânicos, os americanos, canadenses, franceses e etc. Esse navio tem apenas 20 anos e foi modernizado em 2014, pode durar pelo menos uns 10 anos ainda, duvido outra oferta dessas aparecer novamente em pouco tempo!!

  22. 07/12/2017  9:36 by José Carlos Responder

    Se era para vter um porta-helicópteros, por então não se aproveitou o "São Paulo". Não se adaptaria?

    • 07/12/2017  10:25 by Guilherme Wiltgen Responder

      José Carlos,
      Seu questionamento já foi respondido pelo DGMM na série de entrevistas que o DAN realizou.
      Sugiro dar uma olhada, pois tem muitas outras informações bem interessantes.
      Abs

  23. 07/12/2017  8:49 by Batista Rabelo Responder

    Também estou feliz com a aquisição q a MB vai fazer, só espero que não seja outro abacaxi, cheio de más supresas e que a marinha adquira bons navios de escolta para q este navio não vire um alvo fácil no mar.

  24. 07/12/2017  8:43 by FERNANDO Responder

    Agora, é debater o uso, equipamentos embarcados, e eventual aquisições de helis. Talvez uns 15 SH-60 Seahawk 5 CH - 47 Chinook
    Bem, sonhar não paga imposto ne???

  25. 07/12/2017  8:38 by Cláudio quadros Responder

    Mais informação Padilha será marinha futuramente poder a adquiri helicóptero K52 versão naval. Pelo menos uns 4 helicóptero k52.

    • 07/12/2017  19:37 by Luiz Padilha Responder

      Não há previsão de compra deste modelo de aeronave.

  26. 07/12/2017  8:05 by Normando Responder

    Mais um elefante branco nassa esquadra.. a Royal marine não está conseguindo custear o navio.. empurrou no fiofo do brasileiro... É mais ou menos assim.. o pobre sempre quis ter um opala.. 25 anos depois do lançamento.. compra um que fica na garagem, sem dinheiro pra bancar o beberrão . Kkkkkkk e tem bobo aplaudindo..

  27. 07/12/2017  1:00 by Álvaro Responder

    Fico contente pela aquisição do HMS Ocean para nossa marinha que necessita de meios capazes para realizar diversas missões no âmbito nacional e internacional parabenizo o ministério da defesa pela Ótima escolha.

  28. 07/12/2017  0:35 by jc Responder

    Engraçado que quando saiu rumores em outro site o pessoal falou muito mal do jornalista de la!

    • 07/12/2017  19:38 by Luiz Padilha Responder

      Julio o DAN não trabalha com rumores.

  29. 06/12/2017  23:49 by Andre Responder

    Bruno, não é tão simples assim avaliar se foi uma boa compra, até porque ele se quer foi comprado ainda (ou se efetivamente será). Vejo os foristas, principalmente de outro site, estasiados com esse navio como se ganhassem seu brinquedo preferido (e olha que para eu, que sempre gostei de grandes navios, chegar a esse nível de constatação só mostra a delicada situação que estamos lhe dando). Acharem que essa notícia do navio deve ser comemorada sem contestação justa e consciente pelo fato de terem um gigante desse na frota mostra que o fenômeno Ocean passou a ser uma oportunidade de exibição, sem levar em consideração a atual situação de outras unidades da frota que merecem mais atenção, principalmente se tratando de custeio. É como se estivessem encantados! Sempre manisfesto que também gosto de navios grandes como o Ocean, então não estou sendo hipócrita em afirmar que por um lado também gosto da ideia de um navio desse porte em nossa Marinha. Mas por outro lado lamento o contexto em que ele eventualmente é oferecido ao Brasil e sobretudo da real condição técnica e operacional dele.

    O comunicado da Marinha não fala em PMG a julgar pelo curto prazo da baixa na Marinha britânica e a incorporação do Brasil (um intervalo de três meses), e sim uma revisão nos mesmos moldes do Bahia. A não ser que eu deva interpretar a ideia de "receber" diferente de incorporar (mostra de armamento). Isso significa que a validade da última docagem do navio pode ser prorrogada nesse contrato, o que precisaria ser bem esclarecido. Espero que o recebimento desse navio pelo menos dê baixa no Almirante Sabóia que já tem 50 anos da primeira incorporação, o que seria uma justificativa de incorporação mais digerível readequando pessoal e repensando o custo de operação que a baixa de uma unidade grande acarreta.

    De fato as corvetas são mais importantes que esse navio, pelo menos do ponto de vista do estado do nosso esquadrão de escolta, não apenas defasado em sua longa trajetória de operação, principalmente os dois tipo 22 restantes, como de projeto por serem navios pensados no ambiente político da Guerra Fria - não é tão difícil acreditar que a própria Barroso também não tenha resquício daquele período.

    Portanto minha crítica não é esse navio em si, tanto que poderia ser o Albion ou o Bulwark a nos serem oferecidos no lugar do Ocean, mas o desperdício de dinheiro que deveria ser empregado em um novo (literalmente) e robusto esquadrão de escolta e apoio logístico.

  30. 06/12/2017  22:24 by claudio quadros Responder

    gostaria de informação sera marinha poderá adquiri aviões herrier A8 plus para opera pelo menos 8 aviões obrigado

    • 07/12/2017  6:42 by Luiz Padilha Responder

      Não, a MB não irá adquirir AV-8 Harrier

  31. 06/12/2017  22:20 by fabio Souto. Responder

    Excelente noticia, presente para nos brasileiros.

  32. 06/12/2017  22:08 by Bruno.Aguiar.Med Responder

    Que ótima noticia, nem acredito! Estava um pouco atrás com a compra do navio por achar que ele tiraria os recursos das corvetas(que são mais importantes) mas depois do esclarecimento da Marinha fiquei tranquilo, no fim acho q foi uma boa compra.

  33. 06/12/2017  20:28 by Felipe Maia Responder

    Boa noite. Seria possível questionar à MB sobre os equipamentos orgânicos e não orgânicos que podem acompanhar o navio? Por exemplo, os PHALANX e eventualmente alguns Mexeflote para operar a partir da rampa traseira.
    Obrigado.

  34. 06/12/2017  19:58 by Carlos Franca Responder

    Tinha visto num canal do youtube essa notícia, mas, fiquei no aguardo de ver aqui a confirmação!

  35. 06/12/2017  19:37 by Wesley Responder

    Bom, saiu aqui, agora é real!

  36. 06/12/2017  19:20 by Pablo Responder

    Agora eu tenho certeza da negociação! Obrigado ao pessoal do DAN, assim termina de vez com o blá blá blá

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