INTERNATIONAL BID N.º 007/GAL/2018

O Chefe da Comissão Aeronáutica Brasileira (“BACW”), notifica, a quem possa interessar, que o GRUPO LOGISTICS SUPPORT, localizado na Estrada do Galeão, n. 3300 – Ilha do Governador 21941-352 – Rio de Janeiro, RJ – Brasil, deverá realizar licitação internacional do tipo Menor Preço em regime de execução indireta e preço global para aquisição de aeronave pesada, Boeing 767-300ER, com logística e Suporte de MLU para a aeronave e seus equipamentos por um período de 36 (trinta e seis) meses, conforme Anúncio.


A reunião para recebimento dos envelopes será realizada no dia 08 de maio de 2018, às 10h00 (horário de Brasília), na Sala de Reuniões do GRUPO DE APOIO LOGÍSTICO, localizado na Estrada do Galeão, n. 3300 – Ilha do Governador 21941-352 – Rio de Janeiro, RJ – Brasil.

O Edital da Licitação e qualquer informação adicional referente a esta Proposta poderão ser obtidos junto ao GRUPO DE APOIO LOGÍSTICA, no endereço mencionado acima, de segunda a sexta-feira, entre as 08:30 e as 15:30 (horário de Brasília), ou no e-mail [email protected]

Coronel LEONARDO GUEDES
Chefe da BACW

COLABOROU: Delta


 

26 Comments

 

  1. 07/05/2018  13:43 by Bruno.Aguiar.Med Responder

    Espero que dessa vez a Fab consiga fazer a aquisição e não esbarre em questões polticas/financeiras.

  2. 07/05/2018  9:38 by Douglas Rodrigues Responder

    As Forças Armadas já compram e apoiam a indústria brasileira.
    Não fosse por isso não teríamos por exemplo o KC-390!
    A questão é como disse o colega acima, o B767 é uma aeronave de outro porte, com maior capacidade de carga, de transporte de pessoas, maior alcance, para atender um papel que o KC-390 não conseguirá se não houver reabastecimento aéreo do mesmo - o que geraria mais gastos do que alocar uma única aeronave para fazer tal transporte.
    Outra questão, 01 aeronave é muito pouco, o ideal seria logo 4! E espero que a mesma venha com a
    capacidade total a qual faria da mesma um verdadeiro KC.

  3. 06/05/2018  16:27 by Fabio Aguiar Responder

    Acho possível que a empresa que faz o Leasing ofereça a aeronave já em uso pela FAB!

  4. 06/05/2018  2:20 by Ricardo Santos Responder

    Se vão comprar que digam isso logo, com todas as letras ou se outro leasing que também o façam de forma clara! Sem duplos sentidos no que apresentam! Têm dinheiro pra financiar obras faraônicas em outros países e aceitar o risco (e realidade) do calote deles mas não têm pra comprar um avião ou aviões necessários pro país?! Será que vai ter que aparecer algum político pra ganhar uma comissão em cima disso pra uma compra dessas acontecer??

  5. 06/05/2018  2:07 by Ricardo Santos Responder

    Caramba! Por que não compram logo essa droga! Fica nessa palhaçada de leasing! Tem dinheiro pra tanta coisa inútil e não tem pra um simples avião!

  6. 06/05/2018  0:15 by Flanker Responder

    Bem, já que os colegas afirmam que é compra e não leasing, tudo certo. E se terá conversão para carga/pass/Revo, parece que finalmente o KC-X2 vai se materializar. A ideia desse projeto, lá no início, era dotar a FAB com 3 aeronaves Revo/transporte. Se for comprando uma a uma, talvez fique mais exequível obter, aos final, as 3 células. E, antes que falem, a FAB precisa de aeonaves assim, indpendente de termos o KC-390. São aeronaves com funções e cenários de utilização diferentes.

  7. 05/05/2018  20:56 by Juarez Responder

    Esta anv vai ser adquirida, e depois será convertida em Revo/kombi. a célula deverá vir de uma empresa sul americana aonde ele cumpriu a missão como "carroceiro"

    • 06/05/2018  0:45 by Luiz Padilha Responder

      ABSA?

      • 06/05/2018  19:35 by Juarez Responder

        Provavelmente. Achei estranho o anúncio de uma, porque a ideia eram duas, mas deve ter faltado dinheiro.

  8. 05/05/2018  20:41 by Mateus von Marchi Responder

    Esse pessoal das forças armadas...., compram de outras empresas, mas não compram da Embraer, que tem produtos de extrema qualidade, testado e aprovado no mercado internacional e nacional.

    MODERAÇÃO: Mateus, favor evitar o uso de palavrões no futuros comentários. Grato!

    • 05/05/2018  21:29 by Luciano Andrade Responder

      Meu amigo, vc tem ideia das especificações do B-767-300ER? Quantas pessoas ele pode levar, alcance, carga paga? Dá uma pesquisada e depois me diga se a Embraer tem algo parecido?

      • 06/05/2018  15:19 by Mateus von Marchi Responder

        Meu amigo as Forças Armadas deveriam dar o exemplo e comprar equipamentos nacionais. A Embraer produz aeronaves excelentes e aprovado pelo mercado internacional, portanto o produto é bom, e não vejo motivos para as FAS não comprarem. Portanto, um país com capacidade de produzir certos artefatos bélicos, deve comprar e vai consequentemente financiar essas indústrias tão vitais e importantes.

        • 06/05/2018  23:26 by Luciano Andrade Responder

          Cara, vc parece que não conseguiu entender o que eu escrevi. A Embraer não fabrica nem tem planos p/ fabricar nada parecido c/ o B-767-300ER - seu porte é muito maior que as maiores aeronaves que ela produz. Não há como comprar algo que não existe. E, se por acaso, vc estiver pensando nela partir p/ algo assim só p/ atender essa necessidade da FAB, vc não tem a mínima ideia de como funciona a indústria, especialmente a aeronáutica.

  9. 05/05/2018  14:41 by mauricio matos Responder

    Anos atrás a FAB estava com essa ideia comprar um 767 300 e fazer conversão com IAI de Israel agora ela deve da continuidade a esse projeto.

    • 06/05/2018  11:58 by Bardini Responder

      Seriam três aeronaves.

  10. 05/05/2018  12:59 by Flanker Responder

    Olhem o que diz o texto:

    "...deverá realizar licitação internacional do tipo Menor Preço em regime de execução indireta e preço global para aquisição de aeronave pesada, Boeing 767-300ER, com logística e Suporte de MLU para a aeronave e seus equipamentos por um período de 36 (trinta e seis) meses, conforme Anúncio......"

    Entendi que é outro contrato de utilização por tempo determinado e não uma aquisição em definitivo, ou seja, é igual ao que é feito hoje com o atual 767.

    • 05/05/2018  13:50 by Tomcat3.7 Responder

      Também entendi desta forma.

    • 05/05/2018  16:31 by Pedro Responder

      Negativo. É compra. Licitação para aluguel é diferente.

      • 05/05/2018  17:07 by Flanler Responder

        Então o que significa aquele "36 meses" no texto?

        • 05/05/2018  17:15 by Jr Responder

          deve ser a logística e o suporte de MLU para a aeronave e seus equipamentos por 36 meses

        • 05/05/2018  18:25 by Pedro Responder

          Significa o CLS (Contractor Logistics Support) para o avião.

  11. 05/05/2018  12:18 by Jose Piccolli Neto Responder

    Esse tipo de licitacao poderia ser implementado pela Marinha, para uma operacao tampão ate que se resolvam construir novas fragatas ou corvetas.

  12. 05/05/2018  11:53 by Jr Responder

    Eles vão continuar com esse que eles tem atualmente ou vão devolver assim que o outro chegar?

    • 05/05/2018  12:41 by Pedro Responder

      O contrato do atual C-767 vence ano que vem, mas pode ser prorrogado por mais 1 ano caso seja necessário. Creio que não será, portanto o 767 que for comprado provavelmente substituirá o atual.

  13. 05/05/2018  11:28 by Bardini Responder

    Será que a FAB vai converter esse bicho, ou vai ser como o atual?

    • 05/05/2018  14:00 by Alisson Mariano Responder

      Tomara que seja feita a conversão.

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