O Office of Naval Research (ONR) demonstrou os disparos em salvas do canhão de fusão electromagnética da US Navy na Divisão Dahlgren do Naval Surface Warfare Center. O revolucionário canhão depende de um pulso elétrico maciço, ao invés de pólvora ou outros propulsores químicos, para lançar projéteis a distâncias superiores a 100 milhas náuticas e a velocidades que excedem Mach 6.

 

9 Comments

 

  1. 25/07/2017  20:17 by LeoFerreira82 Responder

    Olá senhores! Sou novato e há anos acompanho o DAN apenas como leitor assíduo, mas mesmo sendo leigo resolvi escrever sobre o que acho que acontece quando do disparo do canhão eletromagnético e o porquê deste soltar alguma fumaça.
    Salvo engano, vendo um vídeo sobre o canhão da Bae System no youtube pude perceber que incendeia o ar ao redor após ser disparado (infelizmente não consegui postar o link).
    Uma das conclusões que vi em um dos comentários foi de que o projétil, por ser acelerado a incríveis Mach 6, produziria um enorme arrasto com o ar ao seu redor gerando, assim, plasma superaquecido que é efetivamente a fumaça e fogo que saem pelo cano.
    Efeito semelhante aconteceria na reentrada de objetos espaciais.
    Para ver tal efeito basta acessar o youtube e pesquisar 'Railgun' e 'Bae System' que em um dos vídeos (em câmera lenta) é possível ver o plasma sendo gerado e as ondas de saindo do projétil após o disparo.
    Portanto, acredito que a fumaça não seria em razão do atrito do projétil com o cano, até porque pelo que li o disparo ocorre por levitação eletromagnética gerando quase zero atrito entre os materiais.
    O desgaste do cano citado pelo colega deve se dar pelo contato do plasma superaquecido produzido pelo projétil com o material do cano que gera a levitação eletromagnética, reduzindo sua vida útil (um problemão, diga-se).
    Mas disse anteriormente, sou leigo nesses assuntos e a minha opinião é baseada em um 'achismo', mas com algum fundamento lógico (espero, hehe).
    Abraço a todos.

  2. 25/07/2017  13:13 by Brunno Responder

    Eu ate acredito que ja exista sim o material. Os chamados super condutores e super isolantes. O problema na minha humilde ignorancia e criar estes materiais a nivel industrial fora do ambiente controlado dos laboratorios. Ai que estão o X da questão

  3. 25/07/2017  13:05 by Luciano Andrade Responder

    Obrigado a todos que me responderam. Uma observação feita pela minha santa ignorância : ele já utiliza o princípio eletromagnético, não poderia eliminar o atrito com algo como o sistema dos trens maglev ?

  4. 25/07/2017  11:26 by Felipe Responder

    A fumaça e o objeto que vocês observaram são o maior problema desse equipamento, devido à ridícula velocidade de disparo (Mach 6 não é brincadeira), o atrito entre o projétil e o cano é absurdo. Estima-se que o produto final, caso feito com os materiais disponíveis hoje, não vai aguentar mais de 150 disparos.
    A DARPA segue trabalhando no problema, mas não o solucionou ainda, esperemos pois.

  5. 24/07/2017  21:46 by Teropode Responder

    O PROJÉTIL POSSUI UM ENVOLTÓRIO, ESTE AGI PARA MINIMIZAR O ATRITO NA PAREDE DO CANO , é ele que sai após o projétil e também gera a fumaça, logicamente é feito de material mais macio , evita desgaste e super aquecimento!

  6. 24/07/2017  19:30 by Arnaldo Responder

    Luciano, tudo é muito secreto, mas eu acredito que tenha algum lubrificante que é inserido dentro do cano a cada disparo e ele acaba evaporando por conta do calor, posso estar viajando, mas é um palpite.

  7. 24/07/2017  18:58 by PRAEFECTUS Responder

    Meus caros,
    .
    longe de mim querer desacreditar o equipamento, posso estar enganado mas aos 1:33 em diante em câmera lenta dá para ver algo deslocando-se pelo ar em velocidade muito abaixo do propalado...
    .
    No demais vi muita fumaça, apenas isso. Me corrijam se estiver errado.
    .
    É o que eu digo!
    .
    Grato

  8. 24/07/2017  17:49 by Luciano Andrade Responder

    Não entendi uma coisa : se ele é eletromagnético, por que sai fumaça pelo cano ?

  9. 24/07/2017  12:57 by Renan Responder

    Pouco se cria muito se copia.
    Será que tem algum ser nas forças armadas desenvolvendo está tecnologia no Brasil. ?
    Pois não parece ser tão complicado com no caso das nucleares.
    Abraços

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