A Força de Defesa de Israel (IDF) divulgou na quinta-feira um vídeo sobre como destruiu uma bateria antiaérea localizada na Síria. Este disparo de míssil ocorreu durante a chamada “Operação House of Cards” do Exército de Israel em resposta ao lançamento de foguetes iranianos contra suas posições nas Colinas de Golan.



O vídeo parece ser filmado com uma câmera colocada no míssil israelense. O projétil voou em direção à bateria Pantsir (SA22 na OTAN) da Síria, uma bateria combinada de artilharia antiaérea e mísseis terra-ar de curto a médio alcance, conforme explicado pelo Jerusalem Post.

O Ministério da Defesa da Rússia informou na quinta-feira que pelo menos 28 aviões de combate da Força Aérea Israelense (IAF) lançaram cerca de 70 mísseis em vários postos no Irã e suas milícias instaladas na Síria.

“Atacamos quase toda infra-estrutura iraniana na Síria e não se deve esquecer o ditado, se a chuva cai, sobre eles cairá uma tempestade”, disse por sua vez o ministro da Defesa israelense, Avigdor Lieberman, em uma conferência sobre questões de segurança. “Espero que este episódio esteja resolvido e que eles o tenham entendido”, acrescentou.

FONTE: Infobae


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18 Comments

 

  1. 14/05/2018  20:50 by Cesar A. Ferreira Responder

    Muitos trolls aqui presentes.
    Percebe-se.

    Eu tenho como missão informar...
    Vou dizer aqui o que se comenta nos fóruns gringos:

    1) A unidade em questão estava desmuniciada e aguardava suporte para remuniciamento.
    2) Desmuniciada a unidade estava inativada, ou seja, sem emitir.
    3) A equipagem se encontrava fora do veículo.
    4) A unidade em si havia estado em batalha por horas seguidas e já havia sido remuniciada antes.
    5) Na área de atuação da unidade foram constatados cerca de 140 munições de planeio e mísseis ar-terra, que foram combatido pela unidade como por outras.
    5) O ataque foi efetuado por um drone e os danos foram provenientes da energia cinética do mesmo. A cabine do transportador e a lateral do shell foram afetados, todavia a unidade pode ser reparada e o será. Em outras palavras, os danos de combate não foram definitivos, dado que a unidade será reparada.
    6) A tripulação estava fora do veículo e este estava inativado, sem emitir. Não se sabe se isto é uma questão doutrinária para situações em que se aguarda o remuniciamento.

    O Pantsyr é um sistema de grande sucesso nesta guerra da Síria. Efetivamente protegeu o sistema S-400 de drones, foguetes não guiados e munições de planeio. As unidades sírias deste sistema contabilizaram vitórias contra mísseis cruise e foguetes não guiados.

    israel para conseguir exibir imagens de uma unica unidade do Pantsyr com danos de combate foi obrigado a lançar um volume de ataque de tal magnitude que talvez a nossa FAB não fosse capaz de realizar. A unidade foi posta fora de combate após ter sobrevivido e dado combate contra mais de 70 misseis ar-terra. Foi atacada de maneira oportunista por um drone após o fracasso dos vetores dedicados com cabeça de guerra ativa, aproveitando-se do fato dela estar vulnerável.

    Como os demais leitores podem ver, trago informações...
    Já os fã-boys, os trolls e .... podem reconhecido pelas suas expressões vazias, típicas de torcedores...

    MODERAÇÃO: César, favor respeitar os demais leitores que não compartilham da sua opinião, sem classificá-los com adjetivos ou ofensas, colaborando para manter o DAN um espaço democrático para discussão. Grato!

    • 15/05/2018  9:52 by HMS TIRELESS Responder

      Nem de longe o Pantsyr atacado foi danificado “sem gravidade”! Ao comparar uma bateria intacta com a que foi objeto do ataque fica claramente perceptível que o Harop atingiu o módulo de comando da mesma, justamente onde estão os sistemas mais sofisticados e caros, destruindo-o por completo. De igual forma o radar também foi danificado. Ou seja, muito provavelmente é economicamente inviável a recuperação da bateria e o seu destino provável é a canibalização para fornecer peças aos sistemas sobreviventes;

      Outrossim, por que motivo a referida bateria estava fora de operação durante um ataque inimigo, e ainda com direito aos operadores do sistema estarem do lado de fora fumando? E outra: por que a bateria não estava em uma posição protegida e camuflada ao invés de estar na cabeceira da pista de uma base aérea? Ou seja, os árabes continuam extremamente mal treinados e, no caso dos sírios o auxílio iraniano e russo pode até funcionar com os barbudinhos de sandália e AK-47 mas é praticamente inócuo contra os bem treinados e equipados israelenses.

      Ademais,ninguém está aqui a afirmar que o Pantsyr é um sistema ruim! O que estamos a demonstrar de forma cabal é que em virtude do péssimo adestramento das equipagens sírias, que cometeram erros grosseiros, um drone de poucos milhares de dólares foi capaz de destruir uma bateria de milhões de dólares. Ponto para os israelenses e seu treinamento e táticas superiores.

      E já que se falou em conta, é bom colocar na conta os prejuízos sofridos pelo clero iraniano tendo em vista que suas estruturas foram postas no chão.

      Apenas para finalizar, o drone suicida IAI Harop possui uma ogiva explosiva de 15kg (outras fontes dizem ser 23kg) cujo impacto faz um bom estrago, o que condiz com a foto da referida bateria, que teve o seu módulo de comando totalmente destruído.

  2. 13/05/2018  16:11 by Leandro Responder

    Prefiro acreditar em falha humana esses arabes nao sao muito tecnicos. Nao investem muito em treinamento conjunto. Manobras com outras nações afim de adquirir conhecimento. Os russos nao sao idiotas.

  3. 13/05/2018  8:55 by Frank Responder

    Só pra localizar a americanófilos . Os pantsir s-1 tava sem munição!! Os russos, tão fazendo de tudo pra evitar uma escalada,coisa de pais que ñ precisa tá jogando pra plateia a cada semana pra salvar um politico e se ....a longo prazo. Israel quer arrastar os E.U.A numa guerra contra o Irã. Russia,China e Europa ñ querem isso.

    MODERAÇÃO: Frank, favor respeitar os demais leitores evitando o uso de adjetivos ao se refereir aos que não concordam com o seu ponto de vista, bem como evitar o uso de palavrões nos futuros comentários. Grato!

  4. 12/05/2018  10:52 by Marcelo Zhanshi Responder

    Enquanto os tolos regogizam no "fracasso russo", os russos nadam em informações sobre a capacidade das armas de todas as nações que um dia poderiam lhe fazer frente.

    No dia que a russia tiver que usar suas armas para valer, não haverá míssil na terra que eles não tenham enfrentando (americano, francês, russo, israelense, britânico, etc, etc.)

    • 14/05/2018  12:11 by HMS TIRELESS Responder

      Comentário provocativo e desnecessário.....

      O problema aqui não foi o sistema russo em si, que por sinal é excelente, mas sim o péssimo treinamento das equipagens sírias que cometeram uma sucessão de erros grosseiros, a começar por não manter a bateria em uma posição camuflada e protegida, que culminaram na destruição de um sistema de US$ 30 milhões por um drone suicida que custa uns poucos milhares de dólares.

  5. 11/05/2018  21:27 by Teropode Responder

    Russofilas chorem a vontade , mais um passa moleque, vo u ajudar nas desculpas , kkkkk, o pantisinho abatido era inflável, kkklkkkkkk . Na real , o sistema megafodastico russo foi ludibriado pela eletrônica do missel , reparem que o operador percebe a foice chegando , corre para ver o porquê do pantisir estar maluco eeeeeeee bum , foi encontrar com as virgens ,kkkkk

  6. 11/05/2018  19:30 by Vitor Responder

    O negócio é ... não interessa se estava desligado ou não. Fato é nenhum idiota que sabe q pode ser atacado deixaria esse tipo de armamento desligado ou fora de operação sem nenhuma cobertura. Acho sim Israel tem tecnologia pra abater esse tipo de arma, basta confundir e cegar o radar. Não duvido nada que isso tenha ocorrido.

  7. 11/05/2018  15:41 by Topol Responder

    O veículo estava desligado, isto o torna não mais que um veículo ou outro alvo qualquer... e também não existe verdade em afirmar que se este Pantsir foi destruído é porque "outros falharam", qualquer um com um pouco de noção sobre o assunto sabe que uma bateria pantsir pode trabalhar de forma autônoma ou interligado as demais, neste caso esta unidade estava operando isolada em trânsito ou simplesmente fora de operação por alguma razão sendo presa fácil para a aviação israelense... neste caso resta pouca glória em seu abate, não foi um legítimo SEAD

    • 11/05/2018  20:22 by _RR_ Responder

      Topol,

      Qualquer ataque contra um elemento anti-aéreo é um "legítimo SEAD"... Se os sírios foram pegos desprevenidos, isso não muda o fato em si...

      Se não estava ativado podendo estar, isso releva nada menos que uma falha grave de avaliação por parte do usuário, visto estar em um ambiente de alta atividade. Estar em trânsito também não justifica, haja visto este sistema poder operar em movimento.

      E se estava desativado por qualquer outro motivo ( de ordem técnica, que seja... ), então o sistema deveria estar obrigatoriamente sendo coberto por outros. Por tanto, sim. Trata-se de uma falha de um sistema de defesa como um todo...

      No mais, se observar o vídeo, verá que o tipo está com as sapatas abaixadas e a antena levantada... E está posicionado no meio de uma pista... Ou seja, é provável que estava ativado sim...

      Há a possibilidade de estar operando no modo passivo também, o que significa que não estaria com o seu radar de aquisição ativado. E isso pode explicar muita coisa. Se o radar que estava fazendo a vigilância estava sofrendo interferência ( e é quase certo que estava ), então a unidade de tiro estava vulnerável.

    • 11/05/2018  21:15 by Teropode Responder

      Kkkkkkk, o choro é livre , pantsir só funciona nas simulações computadorizadas, tava operando no automático, o missel ludibriou os sinais de aquisição do pantsir e mergulhou naquela Kombi, basta reparar que o cidadão correu para o veículo quando percebeu que o mesmo certamente ficou doidão, a sequência foi o mergulho e o flash , GO ISRAEL !

      • 12/05/2018  21:18 by Topol Responder

        RR

        A esta altura o caro colega já deve ter visto o que saiu na midia sobre as condições em que se encontrava este veículo Pantsir abatido por um drone israelense modelo Harop, o que confirma o que eu havia dito

        Este equipamento estava completamente desarmado, fora de operação e sem condições de reagir .... portanto foi presa fácil... acha mesmo que um Pantsir, um dos melhores sistemas de defesa aérea do mundo não teria mandado para o chão em pedaços um drone subsônico suicida ?

        Também gostaria de relevar aqui o quão interessante é este drone/míssil israelense 6 horas de autonomia mais de 1000 km de alcance, excelente para alvos de oportunidade...

  8. 11/05/2018  7:43 by Eduardo Ramos Responder

    Para o bem ou para o mal o Brasil não fechou negocio com os russo e não adquiriu o sistema Pantsir e de que adiantar possuir um sistema antiaéreo caro de adquirir e manter, esta em uma zona de guerra para ficarem desligados que ficam-se desligados em seus abrigos nas suas bases, essa estória de desligado não tem cabimento a verdade é que o sistema falhou foi incapaz de detectar e derrubar o míssil israelense e se este mesmo míssil fosse turco ou curdo ou do EL ou dos Rebeldes daria no mesmo houve falha do equipamento e de sua tripulação não desmerecendo o armamento israelenses que cumpriu seu papel e se fosse um spike então há soldados ou grupos utilizando armamento israelense dentro do território sírio pois o spike é um ATGM de curto alcance e se for isso atesta a incapacidade não dos sírios, iranianos, hezbolla e russos de defender o território sírio, tomara que o Brasil adquira um sistema SAM de médio alcance que possa fazer frente as ameaças aéreas atuais melhor do que o Pantsir.

    • 11/05/2018  15:44 by Topol Responder

      Eduardo convém lembrar... quantos mísseis americanos (inclui-se franceses e britanicos na conta) os Pantsir sírios derrubaram nesta última investida midiática perpetrada por trump e seus trumpetes amestrados na Síria ? Agora o abate de um veículo desligado, ou seja, fora de operação no momento não valida tirar os méritos deste excelente sistema

  9. 10/05/2018  23:05 by Andre Responder

    É impressão ou o Pantsir estava desligado/estacionado (fora de operação)?
    A torre parece não estar operacional/prontidão.

  10. 10/05/2018  22:57 by HMS TIRELESS Responder

    a reação de Israel ante ao ataque desferido pelas forças a mando do ditadura teocrática iraniana foi nada menos que contundente e devastadora. Na noite de quarta a força Quds da Guarda revolucionária iraniana disparou 20 foguetes contra o Golan sendo que 4 foram interceptados pelo sistema Iron Dome (que mais uma vez mostra sua eficácia) ao passo que 16 caíram em território sírio. Em resposta as forças israelenses, especialmente a Heyl Ha’Avir, desfecharam um contundente ataque contra as infraestruturas iranianas em território sírio que atingiram depósitos de armas, instalações logísticas e centros de inteligência, matando 18 combatentes estrangeiros (ao que tudo indica iranianos).

    De igual também as defesas anti-aéreas sírias sofreram um duro golpe tendo sido atingidas ao menos 5 baterias de mísseis e, segundo uma fonte do país árabe, também um radar teria sido posto fora de ação. Aliás, esse vídeo interessante mostra uma bateria de Pantsir S-1 sendo destruída:

    https://twitter.com/IDFSpokesperson/status/994625305007607813?s=19

    Segundo analistas internacionais o ataque israelense, o de maior magnitude desfechado na Síria em tempos recentes, representou um revés significativo para as pretensões iranianas. Segundo o Ministro da Defesa israelense Avigdor Lieberman praticamente todas as instalações iranianas foram atingidas no ataque.

    • 11/05/2018  10:33 by Agnelo Moreira Responder

      Prezado
      Se me permite.
      Uma bateria normalmente possui várias unidades de tiro, e essas podem ter mais de uma peça. Aquele ali, provavelmente, é uma unidade de tiro.
      Onde quero chegar?
      Q se ela foi atingida, várias falharam, pois atuam juntas.
      Sds

  11. 10/05/2018  21:42 by Juarez Responder

    O longo braço de Davi. Caiu mais um mito propalado pela russolandia encantada e seus miquinhos amestrados.
    O tempo, a verdade e a realidade mostraram que doutrina operacional de combate e tudo e que o Pantsyr é tão efetivo contra PGMs como uma funda é capaz de derrubar um urubu a 100 MTS do solo.

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