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Um grupo de pilotos da Força Aérea Sueca conheceu, na quinta-feira (24/11), as instalações da Base Aérea de Anápolis (BAAN) e suas unidades sediadas. A comitiva foi acompanhada pelo Adido de Defesa da Embaixada da Suécia no Brasil, Coronel Christer Olsson.

Os militares suecos assistiram a uma palestra para conhecer um pouco mais sobre as atividades da BAAN e do 1º Grupo de Defesa Aérea (1º GDA), primeira unidade que deve operar as aeronaves Gripen NG. O objetivo do encontro foi promover a interação entre os pilotos brasileiros e suecos, possibilitando visualizar perspectivas futuras da operação do novo caça brasileiro.

“Como a Suécia e o Brasil vão operar o mesmo avião, é de suma importância conhecermos uns aos outros. O Brasil é um parceiro estratégico na área do Gripen NG”, explica o Coronel Christer Olsson.

De acordo com o adido sueco, os pilotos vieram ao País para descrever como operam o Gripen na Suécia, explicando sua logística e infraestrutura, visando ajudar o Brasil a se preparar para receber a aeronave.

“Esse intercâmbio é importante não só para o Brasil, mas também para a Suécia. E esse contato será mais intenso no futuro”, prevê. “Os pilotos brasileiros irão para a Suécia para aprender a operar, realizar exercícios, atividades de planejamento e simulações de combate, possibilitando a troca de experiências”, complementa o sueco.

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Os pilotos Rehnstrom Josef e Johan Bohlin, que integraram a comitiva sueca, estiveram pela primeira vez no Brasil. “Viemos conhecer a Força Aérea Brasileira, como ela funciona, e trocar experiências para discutir o futuro conjunto na área do Gripen”, informaram.

O Tenente-Coronel Paulo Cezar Fischer da Silva, Comandante do 1° Grupo de Defesa Aérea, explicou a importância desta troca de informações. “Aprendendo a maneira como eles operam no dia a dia da sua unidade, acredito que possamos aplicar na nossa doutrina operacional”, ressaltou.

FONTE e FOTOS: FAB

 

5 Comments

 

  1. 29/11/2016  22:36 by silvio Responder

    primeiro que,um país sério nw esperaria uma guerra de alta escala para investir em armamentos.Segundo,por mais que disponibilizassem bilhoes,acha q teria tempo hábil para o recebimento e ate mesmo,fechamento de contratos?Tirando isso,o maximo que daria para fazer,fazer pedidos na imbel e armar o povo com pistolas e dividir as munições kkkkk

  2. 29/11/2016  16:27 by Andre Responder

    O intercâmbio (trocas de experiências) é uma doutrina (princípios que regem a FAB, no caso) muito usada por nossas forças amadas que tem ajudado nossos militares a se manterem aptos em sua missão constitucional, dadas as devidas proporções e capacidade$. Espero que o Gripen seja um enorme sucesso na FAB.
    No caso da marinha temos a Unifil no Líbano onde eles se relacionam com um grupo de nações para patrulhar aquele país. O exército faz escola com o cigs.

    A compra de arsenais estrangeiros proporciona essas experiências vindas do produto adquirido, como no caso do Bahia que possui uma grande estrutura para a operação dos fuzileiros ou novos sistemas eletrônicos dos Scorpenes até então inéditos em nossa força de submarinos, os blindados Gepard e Leopard etc.

  3. 29/11/2016  8:01 by alan Responder

    Bom dia amigos . Olha a terceira guerra mundial ninguem sabe como sera ! mas a quarta sera disputada com pau e pedras .

  4. 29/11/2016  0:20 by Renato Responder

    Com poder de fogo que existe hoje, não previmos pensar em nós defender, pois a terra seria devastada e todos estariam perdidos... Não teria ganhador, só perdedores...todos estariam destruidos...

  5. 28/11/2016  18:59 by Beto Santos Responder

    As vezes eu fico pensando como cada avião tem suas particularidades e em cima disso é montado parte da estratégia de defesa e ataque pois a outra parte depende de qual oponente será enfrentado e qual o tipo de missão, mas como seria se tivermos uma guerra mundial novamente e digamos que estejamos de fora com China e Rússia do mesmo lado e EUA e Otan do outro, não sei quem mais poderia estar do lado da Rússia e China quem sabe Venezuela, mas a pergunta seria com todo este poder de ataque sendo comprado pelos países como seria esta guerra?
    Todos os oponentes procurariam defender a população em geral atacando somente os militares, como o Brasil vendo uma guerra dessas e provavelmente devendo entrar como se prepararia, temos muito o que comprar mas o que compraríamos com o pouco que temos?
    Falando de direcionamento de verba pra compra de recursos bélicos investiríamos mais em qual força pois hoje acho que o país esta quase ao nível da primeira guerra onde a infantaria (o exército) era o tática de guerra mais acertada mas e agora?
    Tem muitas coisas acontecendo pelo mundo e a panela de pressão esta esquentando resta saber se nossas FA já notaram isso e já tem planos efetivos para ataque e defesa.

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