Por Guilherme Wiltgen

O primeiro submarino Scorpène da Marinha do Brasil (S-BR1), o Submarino Riachuelo (S 40), foi transferido hoje da UFEM (Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas), para a Base Naval de Itaguaí, onde será finalizado para ser lançado ao mar esse ano.

A movimentação do submarino é lenta e complicada, passando por vias, viadutos e entrando na Base Naval cruzando pela primeira vez o túnel construído para acesso ao setor sul, onde se localiza prédio do “Main Hall”.

O S-BR1 após finalizado, será movido para o Shiplift (Elevador de navios), localizado a frente do “Main Hall” e que foi oficialmente comissionado no último dia 13 de novembro de 2017.

O Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) da Marinha do Brasil é fruto de um acordo de transferência de tecnologia da empresa francesa Naval Group (ex-DCNS), assinado em 2008 pelo Brasil e a França, que viabilizará a produção de quatro submarinos convencionais da classe Scorpène (S-BR) e na fabricação do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear (SN-BR).

FOTOS e VÍDEO: Via Facebook de Leonan dos Santos Guimarães

 

57 Comments

 

  1. 16/01/2018  10:12 by Celso Responder

    Prezado Padilha, ja tenho mais de 60 aos e garanto a voce q ja ibrei e muito com muitas coisas realizadas nesse pais. Mas aqui entre nos......voce ainda consegue ser otimista com tantas e inumeras safadesas perpetradas a muitos aos.........nao da para ser complacente como voce e muitos aqui q acreditam q esse projeto de subs tem que caminhar aos rancos e barrancos a guisa de centenas de milhoes jogados pela janela e sem explicacoes plausiveis. Eu, voce e todos merecemos o minimo de satisfacao, ou sera q voce dispensa isso tambem. Nao sou tolo ou qualquer outro adjetivo que voce queira me imputar, nao sou adepto de discutir assuntos na forma micro principalmente por nao ser especialista no mesmo. Mas no aspecto macro da discussao, sou tao apto qto qualquer um aqui. Chega de trololo e mimimi, quero saber mesmo a quantas estao a construcao dessa base , quero saber quando mesmo esse sub vai para a agua, qdo vai estar operacional, afinal, se estaoa gastando o nosso dindin e sao tao profissionais assim como voces, a planilha objeto do cumprimento de prazos tem que ser no minimo honesta e crivel. Qto ao conteudo do sub, dizer aqui que isso beira a confidencialidade , segredo de estado, etc....beira ao absurdo pra nao escrever outra coisa. Ate um sub nuclear nos expoe muita coisa a opiniao publica e nem por isso seus segredos estao ao alcance de todos. Paciencia, nao precisa publicar o que escrevo, alias vai ser a ultima vez. Fique ai com seus alunos esquerdopatas (muitos) que regularmente agridem e espantam os demais conscientes. De toda forma, conntinuo a apreciar algumas de suas infos, porem sem ser ufanista demais ou obtuso para crer no que se publica. Voce por acaso serviu a algum dos ramos das FAs.....entao nao aponte o dedo. Sds

    • 16/01/2018  11:38 by Luiz Padilha Responder

      Os prazos são públicos, é questão de aguardar. Quanto ao resto, o balcão de reclamações não é aqui no DAN. A Marinha terá o maior prazer em sanar suas dúvidas.https://www.marinha.mil.br/

    • 17/01/2018  10:28 by XO Responder

      Cara, se você tem mesmo tanta ânsia de saber e o que está na mídia não o satisfaz, peça formalmente ao CCSM os esclarecimentos... agora, convenhamos, o que já foi e vem sendo divulgado, dá pra ter uma idéia do quadro geral... é só pesquisar, comparar e montar uma linha do tempo...

  2. 15/01/2018  19:23 by Luiz Padilha Responder

    Celso se você ver nosso artigo sobre o Prosub quando fomos pessoalmente a UFEM vc verá as gavetas do comando sendo finalizadas e outras já instaladas. Obviamente não trabalhamos na UFEM logo não temos atualização on time.

    Como disse antes, uma coisa é perguntar outra é fazer ilações sem o menor nexo e ainda querer atenção.

    Sinto muito se vc é um dos brasileiros que não vibram quando as coisas vão bem.

  3. 15/01/2018  13:42 by Leonardo Rodrigues Responder

    Este conjunto de normas que levantas fala em inexigibilidade quando tratar-se de questões relativas a segurança nacional. você é um sistemático e parcial vendilhão. Junte-se aos demais patos e suma!

    • 16/01/2018  13:34 by HMS TIRELESS Responder

      Pelo visto todo aquele drama colocando o currículo aqui não serviu de nada não é!? Compra de material de defesa é por DISPENSA e não por INEXIBILIDADE de licitação conforme exposto no art. 24, IX da Lei 8.666/93, e como tal devem ser justificadas quanto ao preço e a escolha do vencedor.

      No mais, melhor você se recolher e se preparar para o dia 24/01, quando o capo terá seu recurso apreciado pelo TRF4

  4. 15/01/2018  12:14 by Celso Responder

    Prezado Padilha, nesse universo de bobagens q leio aqui., nao vejo como algo inocuo ou impertinente minha pergunta. Entenda e compreenda a pergunta que fiz e por favor nao venha menosprezar o que eu e muitos aqui querem saber. Alguns aqui ja sabem q ali so esta uma casca incompleta e com muito ainda por fazer. Os modulos q seriam ou serao montados para serem introduzidos no mesmo, nunca foram mostrados completos ou instalados, razao essa de minha duvida Se vc nao sabe responde-la, ao menos deixe passar ao inves de diminuir o conteudo. Responda a minha pergunta se quiser, mas por favor nao deixe seu deslunbramento interferir. Muito ja se falou e escreveu sobre a montagem interna desse sub, mas saiba q ainda falta mais de 60 % dessa obra e voce deve estar ciente disso. Qto ao comentario do Rafa.......tadinho, ainda acredita em papai noel. Tvz vc ainda nao saiba, mas o valor total da obra ainda inacabada, ja superou a muito tempo qualquer previsao honesta q tenham feito a alguns anos. Mas o que nao dizem claramentre hoje e o qto ja foi gasto e o qto falta para completar essas obras. Tudo que informam vem em fatias, ou seja, desinformacao......deu pra entender ou quer mais sinais de tambor.

    PS Padilha, nao me sinto absolutamente perseguido por voce, mas tem certas coisas que sao dificeis de engulir, principalmente qdo a critica parece incomodar a certos interesses.

    • 15/01/2018  14:06 by Luiz Padilha Responder

      Celso, se vc é incapaz de ver que os módulos foram inseridos no submarino, paciência, não serei eu que te mostrarei (mais uma vez o caminho). Não existe de minha parte nenhum deslumbre, o que há é conhecimento, o qual tento passar aos leitores, ao invés de ficar procurando pelo em casca de ovo como vc. O que falta e é por isso que o submarino seguiu para o ESTALEIRO, sim, UFEM não é estaleiro, é a seção de pôpa onde vão os motores diesel e elétrico, os quais serão montados no ESTALEIRO, junto com a eletrônica e mastros (Periscópios, caso não saiba). 60% vc afirma. Qual sua fonte? Baseado em que? Achismos? Cara nos poupe. Não quer interagir de forma positiva, tudo bem, mas ficar escrevendo bobagens é que não dá. Outros escrevem mas não se intitulam "experts" como você nas entrelinhas tenta passar. Faz o seguinte, leia ou não e antes de escrever qualquer coisa, PARE E PENSE para ver se agregará algum valor. Finalizando, o DAN não persegue ninguém, apenas atuamos quando achamos necessário. Elocubrações se a obra acabou, se vai acabar, se passou dos valores X Y Z, não é o foco do post em questão. Cobre a União, cobre ao TCU sobre esses assuntos, pois são eles os indicados a lhe responder sobre isso.

    • 15/01/2018  16:36 by Andre Responder

      Permita-me tentar ajudar na questão levantada Celso. Faço minha as suas palavras: entenda e compreenda que estamos tratando de um equipamento militar, portanto não é cabível ficar divulgando estruturas sensíveis ou que sejam de interesse estrangeiro. Geralmente quando se fazem imagens de partes importantes de submarinos desfocam a imagem para não revelar segredos de projeto. Isso ocorre por exemplo em filmagens em submarinos ingleses. Para se ter uma ideia, já vi até militares tendo os rostos desfocados na hora de embarcar torpedo em submarino, para se ter uma ideia do quão cuidadoso é um procedimento militar.
      Se você ver fotos de construção de navios de passageiro no estaleiro verá que na doca é feito uma cobertura para proteger determinadas partes. Se até com um navio civil existe esse cuidado para preservar segredos industriais que dirá um equipamento militar de grande complexidade e valor estratégico como um submarino?
      Já é uma hipótese considerável!

    • 15/01/2018  18:42 by XO Responder

      Não vou colocar lenha nessa fogueira... mas afirmo que esse percentual de"60%" não reflete a real situação da construção do submarino... sem mais...

  5. 14/01/2018  20:55 by Rafa_positron Responder

    Eu tenho uma duvida em relação ao sistema de armas....

    Como ficou decidido?
    O que vai equipar esses submarinos

    • 14/01/2018  21:28 by HMS TIRELESS Responder

      Vão usar Sistema de gerenciamento de combate SUBTICS e torpedos F21, todos franceses (o que aliás é típico dos gauleses, que tornam difícil para não dizer inviável integrar armas e sensores de outras origens aos seus vetores)

      Em contraposição os navios da classe Tupi/Tikuna usam sistema de gerenciamento de combate AN/ BYG 501 MOD 1D da Lockheed Martin e torpedos MK48 ADCAP-6. Ou seja, a MB terá duas linhas de suprimentos para os seus submarinos, algo que nem a poderosa US Navy faz. Vai entender.....

      • 14/01/2018  21:59 by Luiz Padilha Responder

        HMS Tireless isso o futuro mostrará que não é bem assim. vamos aguardar. Na hora certa falaremos sobre isso.

      • 14/01/2018  22:58 by Rafa_positron Responder

        Com certeza isso deve dificultar a logistica

        Mas existe a possibilidade de adaptar os Tikuna pra usar os equipamentos de origem francesa?

        • 16/01/2018  13:37 by HMS TIRELESS Responder

          A pergunta meu caro Rafa deveria ser: Existe a possibilidade de adaptar os Scórpenes para disparar o MK-48 ADCAP-6? Afinal o torpedo americano é bem mais difundido no mundo, e ainda tem FMS para ajudar na aquisição

          • 16/01/2018  16:36 by Luiz Padilha Responder

            Sim, mas eu não falei nada.

    • 14/01/2018  22:01 by Luiz Padilha Responder

      Já respondido por outros leitores e basta ler as matérias do DAN sobre os submarinos que se encontram na página de artigos.

  6. 14/01/2018  16:08 by Celso Responder

    Ainda falta muita coisa para ser lancado aa agua...........nem se comenta ainda sobre o recheio...enfim, pelo menos deram uma satisfacao para justificar as centenas de milhoes ja gastos.

    • 14/01/2018  17:49 by Rafa_positron Responder

      Como se construir submarinos e um estaleiro novo (do nada) fosse algo barato

    • 14/01/2018  19:57 by Luiz Padilha Responder

      Celso o recheio está dentro. Não entendi a razao de seu comentário inócuo. Depois vc reclama. Use este espaço para acrescentar algo util e nao para ficar escrevendo bobagens.

    • 14/01/2018  20:18 by Andre Responder

      Na verdade Celso já era para ele estar operacional em 2015 se não fosse os atrasos (leia-se contingenciamento) do governo, ou pelo menos o casco já estaria pronto para os testes naquele ano.
      A Marinha não está dando satisfação de nada, está tentando desenvolver um projeto complexo que pessoas como você parecem achar que é o mesmo que construir um carro. E isso não é um gasto e sim um investimento. Nem parece que estamos falando de submarino! Olha a situação da Navantia com o "scorpene" espanhol que não pode voltar a tona por erro técnico.
      Desculpa meu, mas tem gente que não se conforma do país ter algum desenvolvimento importante. Você gostaria que a Marinha escolhesse o U214 e agora fica com essa birra, ou é implicância mesmo? Mais uma vez desculpa o desabafo mas não me conformo com uma critica tão infantil e sem fundamento.

  7. 14/01/2018  14:42 by SERGIO LAMARCA LEITE Responder

    Parabéns a Marinha do Brasil e seus abnegados funcionários que levam o Brasil a frente. Contra tudo e contra todos.

  8. 14/01/2018  14:22 by Rafa_positron Responder

    O Modelo de transferencia de Tecnologia que foi acertado pelo Brasil-França na construçao dos Submarinos é o mais correto... Pelo que eu li, os engenheiros da Marinha foram estudar na escola de Sous-Marin na França... Eles aprenderam unindo a sala de aula com a parte tecnica

    Depois voltaram ao Brasil pra difundir o aprendizado

    No mais, eu não esperava que os Submarinos estivessem tão adiantados...

    Bom. não é pecado dar parabens pelos responsaveis pelo Projeto: Lula, Sarkozy e o Almirante Julio Soares de Moura Neto

    • 14/01/2018  18:22 by HMS TIRELESS Responder

      A propósito a empreiteira "cúmpanhêra", escolhida pela contratante francesa sem que fosse feito qualquer processo de escolha baseado no princípio de que deve haver igualdade entre os concorrentes tal como insculpido na CF/88 e também na lei 8.666/93, agradece......

    • 14/01/2018  19:38 by filipe Responder

      Ainda vamos agradecer aos responsáveis do projecto por muito séculos, pois a Rússia deve tudo que têm a dupla Lenine e Stalin, assim como USA a tripla de presidentes Roosevelt Truman e Eisenhower, o Brasil deve ao FHC e Lula , todo politico é safado por natureza, mas têm decisões que definem o futuro do país, no FX-2 inicialmente foi bastante atrapalhada a escolha, pois havia a escolha do Presidente Lula (Rafale) que não ia de encontro com a escolha da FAB (Gripen NG) e da EMBRAER (F/A-18 Super Hornet) , mas no caso dos submarinos não havia qualquer dúvida, nenhum parceiro internacional estava em condições que garantir a transferência de tecnologia como a DNCS , ou seja já havia a experiência de trabalho para o projecto scorpené com a Malásia,Chile, Índia e Espanha, desta vez havia o velho desejo do nosso almirantado de um projecto de submarino nuclear que nenhum país transfere a tecnologia, essa parceria entre o Brasil e a França é igualada apenas pela parceria Índia e a Rússia.
      Não estou defendendo politicamente A ou B, ninguém esta acima da lei, ninguém deve ser impune a justiça , apenas estou atestando um sentimento mais generalizado de todo o povo, pela nossa dimensão geo-estratégica um submarino convencional não é suficiente para defender os nossos interesses.

    • 14/01/2018  22:04 by Teropode Responder

      Besteiras a parte, o caminho natural seria utilizar o aprendizado obtido com os alemães e construir o sub nacional, porém o objetivo dos militares foi alcançar o sub nuclear, os Franceses se dispuseram a vender o conhecimento, e também seu scorpene possuía características que poderiam ser aproveitadas no subnuclear, tudo se encaixou como uma luvas, até a megalomania do bolsista da Odebrecht ajudou!

  9. 14/01/2018  12:43 by Augusto Responder

    Excelente notícia. Contando os meses para ver a criança ao mar.

  10. 14/01/2018  12:29 by Alexandre Responder

    Cadê a louca imigrante pra falar bobagens, tipo , que os scorpenes do Brasil não são realidade, ou que nunca vão sair do papel porque não tem dinheiro. Cada dia que passa fica mais difícil a vida desse povo sub desenvolvido que vem em sites brasileiros falar mentiras e desmerecer nossas forças armadas. Parabéns a Marinha do Brasil, é que os outros scorpenes que já estão em fabricação cheguem logo.

  11. 14/01/2018  12:26 by Mabeco Responder

    Os viralatas ladravam mas o submarino passa.
    Parabéns à MB e todos aqueles que contribuíram para esta conquista.

  12. 14/01/2018  12:18 by jose luiz esposito Responder

    Ao que disse que não temos ** INIMIGOS **, na América Latina , realmente nunca teremos conflitos , somos amigos , irmãos e temos a mesma formação Latina , Ibero Latina , mas temos Inimigos Sim, é só ver as ONGs funcionando dentro do Brasil , todas a Serviços destes , mostra muito bem que os Nossos Inimigos , esta ao Norte do Continente e seus Vassalos Europeus !
    Um Exemplo para os desinformados : Amanhã um Governo Sério brasileiro , projeta uma Política para a Exploração da Amazônia , estes Países , colocarão suas ONGs , a Imprensa Venal , e seus Artistas contestando , caso o Governo brasileiro insista , haverão Pressões Diretas e insistindo haverão Retaliações Militares ; mas porque ? Por quererem Defender a Amazônia , não , porque querem continuar a Controlarem os Preços e Ofertas de Minerais e Comodities , etc , os Desinformados e os Colonizados Acordem , querem manter a Amazônia como uma Reserva para o FUTURO deles !

  13. 14/01/2018  11:38 by Andre Responder

    Que legal! Fiquei empolgado quando vi a foto do submarino na página, sem mesmo ler o título. No vídeo se nota uma seção grande atrás da proa que deve ser a popa também sendo preparada para o deslocamento para o estaleiro, ou não? Imagino o planejamento da Marinha para realizar essa movimentação do casco a exemplo do que acontecia com os submarinos quando passavam para o PMG.

  14. 14/01/2018  11:23 by Cesar Responder

    Parabens a Marinha por mais essa vitoria e a todos os que fazem parte deste maravilhoso projeto ! Continuem voces estão no caminho certo !

  15. 14/01/2018  10:31 by Dudu Responder

    Huuuuummm...Espero que a MB e a iniciativa privada estejam pesquisando e desenvolvendo a tecnologia de propulsão hidrojato para dotar a classe que vai suceder os SBR e se possível, o Alvinho. Bom trabalho! Agora é não deixar ninguém parado e em 2023 já começar a construção de um segundo lote para fechar a década de 2020 com pelo menos 12 submarinos convencionais novos e os atuais cinco modernizados, além do Alvinho. E na década de 2030, constrói os outros cinco irmãos do Alvinho e encomenda mais dois lotes de submarinos convencionais para substituir os cinco IKL's e fechar a conta de 20. Para chegar a2040 com uma formidável frota de 26 embarcações.

  16. 14/01/2018  10:31 by Marujo encarnado Responder

    A secção da popa não esta pronta adivinhe porque...propulsão?

  17. 14/01/2018  10:24 by filipe Responder

    As Armas Nucleares tornaram irrelevantes muitas guerras, os campos de batalhas actuais são sempre assimétricos, desde a 2GM que voçê não vê um conflito de grande intensidade, poderiamos se calhar esperar pela 3GM, mais nesse caso nem teremos tempo de construir coisa alguma, razão pela qual as Armas actuais são mais eficazes, elas têm maior tempo de teste, maior tempo de pesquisa.
    Para nós não interessa muito construir um Submarino em 2 anos e logo a seguir entregar ao sector operativo da MB, temos tempo, não temos inimigos, não temos conflitos de grande intensidade, serão sempre conflitos assimétricos, como missões de paz e de ajuda humanitária, onde o emprego de forças é limitado.
    Mas vale ir devagar, e ir bem bem, do que rápido e mau como é o caso da India. Falo da India, tudo porque eles comprometeram o programa todo , com o vazamento de informações confidenciais sobre o projecto do scorpené , o vazamento de informações que os Indianos fizeram, pode condicionar o projecto, espero que a MB tenha isso em consideração, o nosso SBR deverá ter segredos bem guardados.

  18. 14/01/2018  10:03 by FERNANDO Responder

    Sabem, talves seja impressão minha.
    Mas, nao parece tão grade assim, falaram que ele teria mais de 100 metros e parece bem menor.
    Outra coisa é o diametro dele, parece bem pequeno

    • 14/01/2018  11:05 by Jr Responder

      Você deve estar confundindo, o que tem previsão de ter mais ou menos 100m é o nuclear e não esse que é diesel elétrico

  19. 14/01/2018  2:56 by Alex Responder

    Em tempos de guerra, nem a foto dele chegaria no mar. Mas tudo bem. Não precisamos construir submarinos pensando em guerras. O objetivo não é esse, a aviação inimiga não foi inventada, e nunca precisaremos lançar submarinos em tempos de guerra. A distância entre a fábrica e o mar é irrelevante.

    • 14/01/2018  9:57 by _RR_ Responder

      Alex,

      Pelos nossos dias, definitivamente não há como produzir rapidamente armas de grandes dimensões e complexidade...

      Se antes era possível entregar um submarino em poucos meses, hoje a coisa já não é bem assim. Um vaso de umas 2000 toneladas como esse, sempre levará anos para ficar pronto. E conflitos convencionais pelos dias de hoje, costumam durar, no máximo, um punhado de semanas... Por tanto, ou se constrói em tempo de paz, ou simplesmente não será possível tê-lo durante o curso dos combates. O mesmo vale para grandes aeronaves militares e veículos terrestres especializados ( carros de combate, VBTP, etc. ).

      Em suma, não será possível lançar submarinos ( ou qualquer outro vaso ) em tempo de guerra... Simples assim...

      • 14/01/2018  10:19 by filipe Responder

        As Armas Nucleares tornaram irrelevantes muitas guerras, os campos de batalhas actuais são sempre assimétricos, desde a 2GM que voçê não vê um conflito de grande intensidade, poderiamos se calhar esperar pela 3GM, mais nesse caso nem teremos tempo de construir coisa alguma, razão pela qual as Armas actuais são mais eficazes, elas têm maior tempo de teste, maior tempo de pesquisa.
        Para nós não interessa muito construir um Submarino em 2 anos e logo a seguir entregar ao sector operativo da MB, temos tempo, não temos inimigos, não temos conflitos de grande intensidade, serão sempre conflitos assimétricos, como missões de paz e de ajuda humanitária, onde o emprego de forças é limitado.
        Mas vale ir devagar, e ir bem bem, do que rápido e mau como é o caso da India.

        • 14/01/2018  12:19 by _RR_ Responder

          filipe,

          Devemos ter cuidado com esse pensamento de que armas nucleares anulam guerras convencionais. Elas são um elemento de dissuasão. E só...

          Armas nucleares não são sempre utilizáveis... Lembre-se que elas devastam a área que se pretende conquistar. Logo, o uso é muito limitado; e isso quando possível ( o que será uma situação extrema e rara ).

          Fosse diferente, e justamente não veríamos essa situação escabrosa, com a profusão de conflitos assimétricos pelo mundo... E só porque um conflito é assimétrico, isso não significa que não exista o risco dele adquirir maiores proporções. O conflito sírio, por exemplo, demonstrou muito bem isso...

          E houveram sim conflitos convencionais no pós SGM que foram dignos de nota. As guerras árabe-israelenses estão aí de exemplo... Aliás, essas guerras mostraram o quão importante é produzir com afinco na paz para não faltar na guerra.

          Assumindo que ambos os lados de uma contenda tenham armas nucleares, então fica evidente que ambos os lados serão muito mais cautelosos em utiliza-las, haja visto a capacidade de retaliação ( ou "destruição mútua assegurada" ). E assim sendo, as armas convencionais tornam-se também elementos de dissuasão, para serem empregadas em situação de demonstração de força, em conflitos periféricos, ou mesmo se ambos os lados nucleares forem as vias de fato ( já que não é possível esperar que um beligerante sempre use o elemento mais destrutivo de seu arsenal logo de cara, como a história mesmo mostra ). Torna-se então imprescindível tê-las o mais rapidamente o possível ( o que não exclui o fato de que se deve construí-las com calma, sem atropelos ).

      • 14/01/2018  10:31 by Alex Responder

        Compreendo e agradeço o seu argumento. Mas, na iminência de um conflito previsível, um inimigo pode fazer um ataque preventivo. A simples possibilidade desse ataque pode impedir o lançamento pois o alvo estará totalmente exposto. Mas um ponto que também não ignoro é a necessidade de aproveitar as instalações da Nuclep. Fiz a crítica mas parabenizo todos os envolvidos. O projeto é essencial para a soberania nacional.

        • 14/01/2018  12:33 by _RR_ Responder

          Alex,

          Aí você está impondo uma situação que exige meios não convencionais para resolução. A única forma de prevenir-se contra um ataque preventivo, é através de um acurado trabalho de inteligência, que lhe permita frustrar o adversário ou então minimizar os danos... E mesmo que exista essa possibilidade, não há razão para interromper os trabalhos...

          E o submarino estará exposto de qualquer jeito, posto não ser possível camufla-lo ou coloca-lo em instalações reforçadas... Também não será possível lançar qualquer vaso durante um conflito convencional, onde seus portos e estaleiros estarão certamente sob ataque ou bloqueados ( são instalações fixas, que não podem ser movidas, e portanto vulneráveis ). Logo, qualquer navio que já não estiver apto a navegar, dificilmente o fará durante os combates ( na verdade, qualquer navio que não se fizer ao mar em tempo, terminará onde está... ). Aliás, justamente por isso que o melhor caminho sempre é buscar a iniciativa, colocando assim o adversário na defensiva.

          O mais, depende de defesas dessas instalações, o que envolve diversos seguimentos.

  20. 14/01/2018  0:52 by fabio Souto. Responder

    A seção de popa não esta pronta??

  21. 13/01/2018  23:48 by Bruno.Aguiar.Med Responder

    Que otima notícia, não esperava que tivesse em um estagio tão avançado. Quase caiu uma pequena lagrima de homem no canto do olho rs.
    Eu sempre tive uma dúvida, esse revestimento é apenas uma "pintura" ou algum revestimento(como uma espuma) para diminuir a assinatura acústica?

    • 14/01/2018  10:28 by Luiz Padilha Responder

      No momento não é pintura focada em redução acústica. Só quando estiver pronto receberá.

  22. 13/01/2018  23:39 by Wolfpack Responder

    Não gostei de ver o esqueleto da vela. Poderiam tê-la coberto, mas em se tratando Brasil, tá muito bom. Ele não é grande, muito pelo contrário, privilegia as carcteristicas stealth. Parabéns por mais este passo, embora com atraso.

    • 14/01/2018  9:18 by Jr Responder

      Para um submarino diesel elétrico ele é grande sim, a media desses submarinos no mundo ocidental é de 65/66m, o nosso vai ter mais de 71,5 metros. Existe os submarinos japoneses que tem uma média de 80/84 metros, mas eles são uma exceção. Não conto os submarinos Russos aqui porque eles não são uma opção para a MB

  23. 13/01/2018  23:16 by filipe Responder

    Finalmente uma noticia fenomenal, o SBR1 é uma realidade, o nosso é bem mais bonito que o Indiano, no nosso é fenomenal, que dia maravilhoso, é esse o nosso .

  24. 13/01/2018  22:50 by Cesar Responder

    Excelente notícia, que venham muitas unidades dessa classe, inclusive para exportação esse é o caminho,.

  25. 13/01/2018  21:48 by Ivan BC Responder

    Bonito submarino, está bem avançado a construção!

    • 14/01/2018  12:35 by Pablo Responder

      Esse submarino não está avançado, está muito atrasado, era pra ter sido entregue em 2015 ou 2016. Estamos em 2018 e ainda não foi terminado.

  26. 13/01/2018  21:22 by Jr Responder

    Finalmente, que excelente notícia!!!!!! Caramba ele é bem grande e olha que ele tá sem uma parte da sessão traseira ainda

  27. 13/01/2018  20:44 by Nunes-Neto Responder

    Muito bom, esperando ver a mesma cena com as Tamandaré!

    • 14/01/2018  17:13 by Wolfpack Responder

      Deus queira que não, espero que as CCTs sejam transformadas em Fragatas pelos estaleiros que receberam o RFQ.

  28. 13/01/2018  20:21 by Leonardo Rodrigues Responder

    Alguém duvida que não haja transferência de know-how para a emgepron. Quanto a Embraer terá, mas para quem?

    • 14/01/2018  12:51 by HMS TIRELESS Responder

      A EMBRAER está recebendo tecnologia da SAAB conforme o contrato de aquisição dos Gripen e, ao que tudo indica, poderá também obter o mesmo da Boeing.

      De toda forma você pode continuar batendo panela na esperança da empresa ser estatizada. Quem sabe a EMBRAER não vira uma FaDeA da vida não é mesmo?😉

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