Corveta Braunschweig F 260

As cinco corvetas K130 classe Braunschweig adicionais para a Marinha alemã, serão construídas em quatro estaleiros no norte da Alemanha, especificamente em Hamburgo, Bremen, Kiel e Wolgast. O K130 Working Group, que inclui os grupos de estaleiros Lürssen, ThyssenKrupp Marine Systems e German Naval Yards.



O acordo, que foi aprovado no ano passado, é avaliado em cerca de dois bilhões de euros, informou o jornal alemão Die Welt na noite de sexta-feira. As cinco corvetas serão idênticas às do primeiro lote, que a ThyssenKrupp e a Lürssen construíram para a Marinha alemã na última década. Inicialmente, as duas empresas receberam o contrato para o segundo lote sem um concurso público, que a German Naval Yards contestou com sucesso, disse o Die Welt.

A Lürssen agora construirá as seções de prôa de dois navios em Bremen, enquanto as outras três serão construídas em Kiel-Gaarden pela German Naval Yards. O estaleiro Peene em Wolgast, que também pertence à Lürssen, construirá as seções de pôpa de todos os cinco navios. Todas as cinco corvetas serão montadas, equipadas e lançadas na Blohm + Voss, o último grande estaleiro de Hamburgo e também uma subsidiária da Lürssen.

“Nosso objetivo, juntamente com nossos parceiros no consórcio e inúmeros fornecedores locais, é entregar sucessivamente todos os cinco navios à Marinha alemã a partir de 2022”, disse Tim Wagner, diretor administrativo da divisão de Defesa da Lürssen Werft.

Pedidos da Marinha alemã são escassos e muito procurados pelos estaleiros especializados. Um consórcio da Lürssen e ThyssenKrupp ainda está construindo as quatro novas fragatas do tipo F125 na Blohm + Voss em Hamburgo até o início de 2020. Atualmente, o processo de licitação para a próxima geração de corvetas polivalentes MKS180, está em andamento. A Blohm + Voss está concorrendo a este pedido, que deve custar cerca de 3,5 bilhões de euros, juntamente com a Damen Shipyards da Holanda. Concorrente German Naval Yards formou um consórcio com a Alion dos EUA. No entanto, a Lürssen e a ThyssenKrupp foram excluídas da competição pelo BAAINBw, o braço de aquisições do Ministério da Defesa alemão. Embora nenhum motivo oficial tenha sido fornecido, as autoridades alemãs não fizeram segredo de que a qualidade de construção das fragatas F125 entregues pelas duas empresas era inaceitavelmente ruim e, de fato, levaram a marinha alemã a recusar a entrega da fragata Wurttenberg. O navio, de acordo com relatos da mídia alemã, sofre de grandes defeitos de hardware e software, está acima do peso e sofre uma inclinação persistente para boreste.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: DAN

FONTE: Defense-Aerospace.com



 

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