AW159 Spike

AW159 com Spike

Por Ivan Plavetz

A israelense Rafael Advanced Defense Systems tem intensificado junto à Agusta Westland e com a Airbus Helicopters, o marketing para venda do seu sistema de mísseis ar-superficie como parte integrante do sistema de armas carregado pelos helicópteros militares fabricados pelas duas companhias.

A Agusta Westland esta oferecendo atualmente o AW159 armado com o sistema Spike NLOS (Non Line Of Sight). Oito desses aparelhos foram encomendados pela Marinha da Coreia do Sul com esse sistema integrado.

A Airbus Helicopters já integrou o Spike nos helicópteros de ataque Tiger em operação no Exército da Espanha, e uma fonte da Rafael informou que o sistema esta sendo apresentado para usuários de AS 550 Fennec. É oportuno lembrar que a Aviação do Exército Brasileiro (AvEx) também possui em sua frota, esse tipo de aeronave, atualmente sendo modernizada.

UH-60 Black Hawk - Spike

UH-60 Black Hawk - Spike

Os helicópteros Sikorsky UH-60 Black Hawk do Exército da Colômbia, denominados localmente Arpia-4, estão sendo armados com três versões do Spike, ER, LR e NLOS. Desta forma, a Rafael passou a contar com mais alternativas para ofertar o sistema Spike, incluindo a divisão da Sikorsky em atividade na Polônia.

Tiger com Spike

Tiger com Spike

A companhia israelense testou recentemente novas capacidades incorporadas no Spike, destacando-se o aumento do alcance da configuração NLOS para 30 km. A Rafael vem testando também melhorias no sistema de guiamento laser. No âmbito das Forças de Defesa de Israel, o Spike NLOS esta integrado na frota de helicópteros de ataque Boeing AH-64 Apache.

FONTE: T&D

 

4 Comments

 

  1. 31/05/2014  20:25 by Topol-M Responder

    Mas o exército usa o míssil russo Ataka (Shturm-SM) na OTAN chama-se AT-9 Whirlwind que veio integrado no AH-2 Sabre, será que terão interesse em integrar o Spike nos Fennec ? Tomara que sim, aumentaria muito o poder de fogo da AvEx. Seria uma boa se aproximar dos Israelenses, quem sabe a FAB também não compra uma remessa de Python V para os Gripen...

  2. 31/05/2014  20:22 by Marco Responder

    Temos que ter um míssil barato, talvez IR, com razoável carga explosiva e no limite do alcance visual para ser utilizado até em jatos de treinamento contra navios. Qualquer Pampa, F5,A4, Super Tucano ou similar não precisaria se aproximar demais do alvo e nem passar por cima deles como nas Malvinas. Foco no uso naval pois o inimigo que luta contra um pais continental e com milhares de kms de costa sempre vira do mar...

    • 15/06/2014  11:02 by Alex Responder

      Acredito no mesmo. Qualquer força de ataque capaz de infligir dano deve ser considerado.

  3. 31/05/2014  18:40 by Nelson Lima Responder

    O míssil spyke é um concorrente dos mísseis hellfire e brimstone, ou estou enganado?

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