Profissionais envolvidos na área espacial estão reunidos no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), durante toda esta semana, para a primeira reunião de 2017 do Grupo Interfaces de Lançamento. A atividade, que ocorre periodicamente, envolve representantes do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), Agência Espacial Brasileira (AEB) e do próprio CLA, para debater o andamento de projetos espaciais e a agenda de lançamentos para o ano.

Para 2017, estão previstos quatro lançamentos no CLA. A principal operação do ano será a Mutiti, que prevê o lançamento de um foguete VS-30 com experimentos científicos e tecnológicos como carga útil, em novembro. Na reunião, também serão abordados assuntos sobre o Veículo Lançador de Microssatélite e veículos VS-50, VS-43 e VBS-43. Serão apresentados, também, resultados da Operação Rio Verde, realizada em 2016, além de questões orçamentárias.

“A reunião do GIL é o momento ideal para reforçarmos os elos entre os atores envolvidos na questão espacial, além de permitir a demonstração de que os meios operacionais do Centro estão em constante modernização e em pleno funcionamento”, disse o Diretor do CLA, Coronel Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti.

GIL – O Grupo de Interfaces de Lançamento é regulado pela Instrução do Comando da Aeronáutica 60-1 e se reúne até três vezes ao ano para discutir, dar encaminhamentos e propor soluções para o andamento da atividade espacial no Brasil.

FONTE e FOTO: FAB

 

2 Comments

 

  1. 03/07/2018  11:16 by jose luiz esposito Responder

    O nosso Programa Espacial deve ter toda a sua verba gasta com este pessoal que aí esta , jogando conversa fora , na hora do investimento mesmo o orçamento acabou . Precisamos de reuniões de quase cem pessoas para não gerar nada, a não ser empreguismo e conversa fiada !!

  2. 02/06/2017  21:39 by Wellington Góes Responder

    Já possou do tempo de ter, no Maranhão, um curso na universidade federal de lá, específico, da área aeroespacial, bem como centros tecnológicos, mesmo que de menor tamanho dos encontrados em São Paulo. Isto facilitaria muito a formação de mão de obra no próprio estado, melhor apoiando o CLA. Será que ninguém enxerga isso, não?!

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