O Major Brigadeiro Luís Fernando de Aguiar, Presidente da Comissão de Coordenação e Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE) da FAB defendeu, em palestra realizada na Rio International Defense Exhibition (RIDEX), a ampliação das atividades do Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA), hoje de uso exclusivo da FAB, para empresas privadas do segmento espacial mundial. O início deste tipo de operação, entretanto, depende da criação de uma empresa pública. Neste sentido, já existe uma tratativa entre o Ministério da Defesa e a Casa Civil e Aguiar acredita que a Alada sairá do papel até o fim de 2019.



Na palestra, que teve como tema o “Programa Estratégico Sistemas Espaciais”, o Major Brigadeiro Aguiar assumiu o atraso, em relação ao panorama internacional, no que diz respeito à operação. Ele, entretanto, acredita que ainda há tempo hábil para recuperação: “Quando falamos sobre sistemas espaciais, o futuro foi ontem. Estamos atrasados. Uma vez que estivermos em operação, seremos fortemente atrativos para todo o mercado internacional neste sentido”, afirmou.

Aguiar também identifica a crescente demanda mundial de lançamentos, que está congestionando os centros existentes: “Se uma empresa quiser lançar um satélite, ela encarará uma longa fila de espera. Com a estruturação do CLA, poderemos realizar este atendimento imediatamente, sem filas”, declarou.



 

8 Comments

 

  1. 02/07/2018  23:54 by jose luiz esposito Responder

    Vamos criar mais uma empresa pública , cheia de Doces Brigadeiros e Coronéis , quantos cabides terão disponíveis que estarão as Dispensas da Viúva , Como militares enganam bem !!

  2. 02/07/2018  23:50 by jose luiz esposito Responder

    Esqueçam o nosso Programa Espacial , nosso programa é somente entregar Alcantara ao tiozinho do norte , o Brasil Kapput . Coitado do meu país , todos os sonhos de minha geração , foram jogados no lixo , coitado do povo brasileiro , de sua juventude , de nosso futuro , o nosso Trem chegou na Central e vai recolher definitivamente !
    Éramos um Império Líder no Continente , o Japão estava na Idade Média , na década de 50 do Século XIX , o Japão acorda , cinquenta anos depois , derrota a esquadra russa em Tsushima , e se torna a maior Potência da Ásia , e nós destruímos o Império em um Golpe de generais Gabirús e Semi Analfabetos , e criamos esta Republiqueta !

  3. 02/07/2018  22:52 by Esteves Responder

    Que novela.

    E a história da empresa publica criada com os ucranianos que recebeu 400 milhões do governo e duas bananas da Ucrânia?
    E a história do Acordo de Salva Guardas com os americanos que está no colo da senadora Ana Amélia?
    E a visita dos americanos, entre eles a SpaceX?

    Que novela.

  4. 02/07/2018  12:51 by , vovozao Responder

    Gostaria de ver o CLA, sendo bem utilizado, ou seja, hoje no mundo inteiro, os centros de lançamentos são usados visando ganho de recursos para sua atualização, é o que devemos fazer com Alcântara, sem nenhum acordo para preservarmos o melhor CL de satélites devido sua economia, e, localização. Vamos aproveitar, e que sua arrecadação seja para uso da FAB.

  5. 02/07/2018  12:02 by ECosta Responder

    E o VLS ? Existe alguma previsão ou desistiram ?
    A renda com o CLA vai para a FAB ?

    • 02/07/2018  18:27 by Justin Responder

      Esquece V.L.S ,isso foi CANCELADO, com sorte teremos um V.L.M.

      • 03/07/2018  11:10 by jose luiz esposito Responder

        Com Sorte ,são 129 anos que não conhecemos esta palavra , eu não entendo como algum brasileiro ainda pode sonhar em um país de castas como o nosso ? Agora mais uma criação de nossas Castas para viverem bem as custas da Viúva , usando dinheiro gerado pelos impostos altíssimos de trabalhadores de 1 a 2 Salários Mínimos , porque Casta é Casta e Pária é Pária !

        • 03/07/2018  17:31 by ecosta Responder

          Brow,
          Submarino nuclear é mais complexo e caro e o retorno dele é defesa e não $$$$. Então vale a pena sim investir em vls.

Leave a reply

 

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.