Sea Gripen_01

Por Guilherme Wiltgen

Segundo o CEO do grupo SAAB, Håkan Buskhe, os estudos preliminares para o desenvolvimento da versão naval já foram realizados com a ajuda de especialistas britânicos, de forma que a empresa tem o pleno domínio do que é preciso para se construir uma aeronave capaz de ser operada a partir de um porta-aviões. A Saab também está otimista com o interesse da Marinha do Brasil em adquirir a versão naval, o Sea Gripen.

Nós desenvolvemos um projeto para o Sea Gripen e agora estamos conversando com a Marinha do Brasil. O Sea Gripen pode ser o próximo passo, após o Gripen E/F, disse Håkan Buskhe.

Sea Gripen_02

Na prática, o Sea Gripen será desenvolvido a partir do Gripen F (biplace), que possui uma estrutura ligeiramente maior que a da versão “E” (monoplace), facilitando assim as modificações necessárias para resistir aos esforços relativos às operações embarcadas, como a decolagem por catapulta e o pouso enganchado.

Em fevereiro, um grupo de técnicos da empresa SAAB, visitou a Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM) com o propósito de apresentar o estudo técnico inicial de viabilidade das aeronaves Sea Gripen, com relação a execução do projeto das modificações necessárias para a adaptação das aeronaves Gripen NG para a operação embarcada no porta-aviões São Paulo.

Sea Gripen_03

 

44 Comments

 

  1. 24/04/2015  11:30 by Bullseye Responder

    Cara eu não sei, é complicado ... .... mas me ocorre que seria interessantes para a marinha conseguir criar mais uma frota. Esse não dar, mas quem sabe qnd as coisas melhorarem, um novo Porta aviões seria incrível, um aos moldes do do HMS Q. Elizabeth, só que CATOBAR e de uma ilha só, se começasse o preparativos agora quando o país fosse pagar ja estaria com seu setor financeiro confortável.

  2. 24/04/2015  11:25 by Bullseye Responder

    Esse lance de o futuro pertencer aos UAVS será tema de um posterior longa metragem: " top gun II" onde "Mavy" lutara contra drones.

  3. 23/04/2015  18:58 by Leonardo Rodrigues Responder

    Se dependessem de alguns aqui era passar a régua e entregar para os EUA como ja fizeram em 1961 e entregaram em 64. O pior é dizer que foram as FA, não senhores não foi, foi a classe conservadora civil com o apoio da elite cavernosa que entregou nosso país de bandeija. A coisa está sendo feita ora com acertos, ora com erros mas esta sendo. Sempre com os recursos disponíveis. Tentem aumentar no congresso, é srs o congresso poderia utilizar o orçamento impositivo para aumentar verbas para as FA. Poucos sabem os meios necessários para a Defesa mas pelo menos estão tentando com planejamento, estratégia e otimização de recursos. O resto é viuvez!

    • 23/04/2015  21:43 by César Pereira Responder

      As FA armadas tiveram participação sim no golpe,juntamente com a classe conservadora civil e a elite cavernosa !
      Se as FA tivessem cumprido com o seu papel constitucional de defender a democracia brasileira o golpe não se sustentaria !

  4. 23/04/2015  17:03 by Adriano Luchiari Responder

    Concordo totalmente com o Celso e o Cesar Pereira!

  5. 22/04/2015  20:51 by cesar silva Responder

    pelo que sei os países que tentaram versão naval de caça baseado em terra nao deu certo todos já tinha desde o inicio uma versão naval na planta, e a marinha devia primeiro recupera sua esquadra e ter condição de mante e depois parti pra porta-avioes novos e caças ate porque nao vejo vantagens em continua modernizando o sao Paulo.

  6. 22/04/2015  19:54 by Juarez Responder

    Sea Gripen, aaaahhhhhhhhhhh tá tá bom, vai custar quanto a mesmo a conversão???? De onde vão sair os recursos mesmo???????? Do pré sal, como diz o pinóquio de plantão do GF,kakakaka.
    Senhores, a MB e sua força de superfície caso não seja feito algo vai desaparecer nos ´próximos cinco ou seis anos, a corveta Frontin já foi, a Bosisio vai em julho, a Inhaúma no final do ano, a F 40 no primeiro semestre de 2016 e a outra no segundo semestre. A
    Greennhald vai em 2017.
    Aí vem falar de Sea Gripen, pelo amor de Deus , mal conseguem manter navios de 30 anos de onde vão tirar recursos para isto, realmente o Brasil é país da viagens.

    Grande abraço

    • 22/04/2015  22:34 by Luiz Padilha Responder

      Sua info de baixa da classe Niterói está furada.

  7. 22/04/2015  17:21 by Celso Responder

    Prezados, todos temos ra boas razoes e tbm cautelas nos comentarios. Nao sou profeta, mas permitam-me o seguinte....ja passei dos 60 anso e tudo o q ja vi e vivi neste pais nao me l;eva a ser otimista. Atualemnte vivemos um desgoverno e uma falta trremenda de valores de todas as suas mais perversas formas. Entao, como nao estarei vivo para saber dos rfesultados daqui a 10 ou 15 anos, atrevo-me a informar q se ou qdo este NAE sair da doca, ja terao se passado mais de 7 anos. Apos este periodo levara mais uns 2 anos ate o mesmo ser declarado operacional.....entao aqui vai uma triste noticia de antemao.....este pais nao tera recursos para sequer comecar a construir um novo NAE.....este sonho so esta la no papel para distrair a gde massa de sonhadores e outros entusiastas do Brasil ...........qto aos grifos sea.......hummmmm...sei nao.......aposto c quer quiser q o Brasil esta altamente endividado e sem perspectivas de quita-las no medio ou longo prazo...posso ate enumerar as razoes, mas isso demandaria tempo e espaco e aqui nao eh o lugar para este debate.....o Brasil ai piorar muito ainda antges de comecar a subir a ladeira novamente........nehuma destas tao abarangentes aquisicoes das FAs sairao num prazo digno de estarem operacionais e no estado da arte....sempre seguiremos na rabeira e pedindo a Deus para q nada nos atropele pelo caminho, alias, quem ou q pais precisa disso em se tratando do Brasil....todos ja sabem q nossos inimigos estao aqui dentro mesmo...entao nao eh preciso disparar nenhum tiro...rsrsrsrsr........NAO TEM DINHEIRO SOBRABDO...TA TUDO COMPROMETIDO E OS CARAS AQUI E ACOLA FICAM EM DEVANEIOS.....ME POUPEM.......Sds

    • 22/04/2015  19:18 by César Pereira Responder

      Sr. Celso o senhor disse oque eu venho tentando dizer, baseando nas nossas experiencias passadas, e nas inúmeras vezes que caímos do cavalo, mas parece que muitos querem se deixar enganar, querem fechar os olhos e viver a fantasia !

      Vou tocar num assunto desagradável, o Projeto VLS, a quantos anos ouvimos a estória que o mesmo iria decolar,era sempre a mesma coisa da qui a ``X `` anos ele decola, ai chegava a data e a mesma coisa, e nesse ínterim a China, o Irã, a Índia e até a Coréia do Norte ,tiveram sucesso e nós aqui com o mico na mãos,quando o VLS voar ele já sera tecnologia ultrapassada !
      Quem faz comentários como esses não joga contra o país, pelo contrário é um guardião para que erros não se repitam !

      • 23/04/2015  7:57 by Celso Responder

        Cesar, muito bem lembrado e este foguetinho ainda continua na rampa.....este eh so mais um dos inumeros projetos q continuam a drenar milhoes todos os anos do erario sem retorno aparente ou no curto prazo.........e nem vamos aqui relembar de outras centenas de projetos iniciados e nunca acbados ou em compasso de tartaruga q nunca acabam.............Brasil, pais de tolos. Sds

    • 23/04/2015  13:01 by Gilberto Rezende - Rio Grande/RS Responder

      Celso seu passado não teve um fator PETRÓLEO, por mais que a mídia tente desacreditar a Petrobrás a empresa vai colocar até 2018 cerca de 30 plataformas de produção de petróleo em produção comercial no Pré-Sal.
      Cada uma delas em média vais concentrar vários poços somando 150 mil barris/dia.
      Multiplique 150.000 barris/dia por 300 dias de produção e multiplique de novo por 30 plataformas e de novo (sejamos modestos) por digamos 80 dólares...
      Vai dar uma babilônia de dinheiro/ano, algo como 108 BILHÕES de dólares anuais de petróleo e uma parte disto vai para o governo em forma do fundo do pré-sal e outra parte é imposto e lucro da Petrobrás.
      A última notícia que se tem é que este planejamento JÁ ESTÁ FURADO e terá de ser REFEITO !
      Sabe porque ?
      Porque as últimas 3 plataformas ficaram com poços perfurados DE FORA.
      A Petrobras fez um numero X de poços sob a presunção que 8 poços dariam na média os 150.000 barris para "ocupar" a produção de cada plataformasó que a produção dos poços no Pré-Sal brasileiro está MUITO ACIMA da média mundial e da média pessimista da empresa.
      Nas três últimas plataformas em produção os 150.000 barris foram preenchidos com 5 poços e a última parece que vai esgotar sua capacidade de produção com apenas 4 poços. O que deixa nesta área 10 poços já perfurados que não podem entrar em produção !!!
      O DILEMA da Petrobrás no momento é parar o plano e decidir:
      A) em reprogramar a construção das plataformas para encaixar duas ou três NOVAS não previstas para atender estes 10 poços ociosos;
      B) repensar para as demais ou o número de poços a serem perfurados, ou aumantar ainda mais o número de plataformas ou REDIMENSIONAR o projeto das futuras plataformas de 150 mil barris para 200 ou 250 mil barris/dia !!!
      Compreende como teu raciocínio baseado no PASSADO deste país está profundamente no pré-sal errado ???
      Procure LER o site da Petrobrás e SAIBA o que a grande mídia de DIREITA sonega todo dia a todo o povo do BRASIL...

      • 23/04/2015  22:36 by afonso Responder

        O detalhe é que os recursos do pre sal deverão servir para fomentar aumento e manutenção de programas sociais e educação como o bolsa família e sisutec entre outros o que em parte concordo.
        Já estou animado com o fato da petrobrás ter revisto seus planos e conter o seu sonho de autosuficiência no refino e concentrar mais na exploração

  8. 22/04/2015  17:06 by Bullseye Responder

    Só quero dizer uma coisa, não precisa ter outros clientes para saber que o Sea gripen é uma plataforma viável, navalizar um caça que em seu modo de voo convencional já tem uma razão de pouso bem parecida com as aeronaves que operam embarcadas, sem falar de todas a outras qualidades, como aviônico dela e tal.
    Outro fato que é uma compra oportuna, é que ela é mulotirole, precisa e leve e compacta além de bonita; sendo compacta e leve aumentara a eficacia do PA Sao Paulo, ( levara o mesmo numero dos skyhawks ou menos, mas sendo assim, tera o Tracer como AEW) ou seja. da certinho de acordo com a capacidade do São paulo

    E vamo ser otimista povo!
    Abraço

  9. 22/04/2015  15:21 by fabio bezerra Responder

    Caros Companheiros

    Esta dualidade entre Drones X Pilotos lembra-me do fim dos anos 60 e começo dos anos 70 a decretação dos fins dos combates aéreos e das armas de tubos nos caças em favor dos misseis, lembre do MD F-4 , lembram o que resultou isso na guerra do Vietnã.
    Os pilotos americanos simplesmente não sabiam combater homem a homem nos céus causando perdas, ai a marinha americana percebendo isso criou a TOP GUN no inícios dos anos 70 bem como os novos caças viram provido de canhões poderosos vide F-15, F-16, A -10 todos pós Vietnã .
    Acho um erro histórico a substituição do cérebro humano no comando real e in loco do comando de uma aeronave civil e principalmente de uma militar.

  10. 22/04/2015  14:19 by jsilva Responder

    Poucos sao os paises que fabricam aeronaves embarcadas; e ja esta acontecendo o aumento de tais navios no mundo. E nao vejo a necessidade de outro pais adquirir, ate porque nao sera um projeto do zero (com tantas incertezas e custo mais elevado), mais o espectro mostra que a possibilidade eh grande. Deixa oferecer para a india pra ver, pois, a mesma reduziu para 36 os rafales devido aos altos custos. E como o projeto eh mais para frente ate portugal podera pleitear um e surgir novas cartas de intencao, quem sabe? Certo mesmo eh que as frotas embarcadas estao envelhecendo, e no mar entao..

  11. 22/04/2015  12:55 by Fernando Garcia Responder

    Pessoal, vocês não acham que ao optar pelo painel WAD, também deveria ser adotado um manche side stick lateral? Aquele manche central me pareceu obsoleto e desarmônico frente ao uso do WAD.

    • 23/04/2015  12:35 by Gilberto Rezende - Rio Grande/RS Responder

      Aí a SAAB surtava e a conta aumentava outro bilhão e aí o MP teria um infarto do miocárdio.
      Deixa o manche onde ele está...
      O WAD sozinho já está quase derrubando o F-X2 no solo...

  12. 22/04/2015  11:50 by filipe Responder

    Têm muita Gente Inimiga da Pátria,

  13. 22/04/2015  9:52 by César Pereira Responder

    Eu torço para que as FA tenham o melhor, mas acredito que muitos estão sonhando,descartando totalmente a realidade que estamos vivendo, ou alguns aqui tem acesso a informações ''privilégiadas ''que destoam totalmente das publicadas para o grande público !

    Eu respeito todas as opiniões, mas tem gente aqui já contando com o ovo dentro da galinha. querendo gastar por conta de algo que se quer sabemos ser realmente oque dizem, eu me refiro ao pré-sal, nesse país a toda hora se cai do cavalo,devemos ser mais humildes e realistas !
    Nós gastamos quase todo o orçamento das FA, pagando salário, temos uma marinha sucateada,estamos gastando em um Nae que é uma sucata e que eu acredito ser totalmente desnecessário para o país, e estamos acreditando que a Saab irá criar um caça só para nós ?

    Se a Saab estiver fazendo isso para agradar o BRASIL, eu digo a você meus caros, ela é então mais estratégica e brasileira que a própria Embraer !

    • 22/04/2015  19:21 by Airacobra Responder

      Quanto ao que você citou quanto a quase todo o dinheiro das forças armadas serem gastos com pagamento de pessoal, é bom entender que a MB no caso tem seu próprio sistema de pagamento e previdência, muitos falam que grande parte do orçamento da MB se vai com pagamento de salário de militares e pensionistas, mas o que não sabem é que os militares da MB mesmo após aposentados ainda contribuem com a pensão militar, e garanto que não é pouco, então muito do que sai tambem volta.

      • 22/04/2015  21:52 by César Pereira Responder

        Se volta alguma coisa eu não sei.mas posso afirmar que gastam mau , pois a maior parte e para pagamentos,despesas com pessoal e eu também garanto que não é pouco !

        • 23/04/2015  12:32 by Gilberto Rezende - Rio Grande/RS Responder

          César este argumento é uma falácia repetida Ad Nauseam, as forças Armadas NÃO GASTAM muito com pessoal. O gasto de pessoal é muito alto nas FFAAs brasileiras por dois motivos básicos:
          1) Ao contrário da maioria das contas de despesas de outros países , no Brasil contabiliza-se como gasto com pessoal militar o pagamento dos INATIVOS. Os militares INATIVOS não contribuem para a DEFESA MILITAR, eles são um custo da NAÇÃO junto com os servidores públicos aposentados e os trabalhadores aposentados da seguridade social que devem ser contabilizados TODOS NUMA ÚNICA CONTA e fora da Defesa Militar. Em geral nas três forças os inativos custam quase 2/3 da folha de pessoal. E os servidores militares são relativamente MAL-PAGOS por efeito da hierarquia militar vertical (de soldado raso ao inexistente Marechal de 4 estrelas) e a falta de escalamento entre as 3 carreiras normais (soldados, sargentos e oficiais) e a "carreira adicional" dos generais. Comparados aos Delegados da Polícia Federal, Procuradores, Juízes Federais, Auditores, Advogados da União e carreiras TOP do Executivo os militares são bem pior remunerados e tem um trabalho muito mais DURO.
          2) proporcionalmente ao seu PIB o Brasil já gasta muito pouco, mas se você considerar o gasto enxuto sem despesa de pessoal DIVIDIDO pelo contingente ATIVO de cada país a situação do Brasil é AINDA mais que vexatória (apresar do aumento dos investimentos em material no período LULILMA de 12 anos)

          Ou seja, o Brasil não paga excepcionalmente bem os seus militares ativos e as despesas REAIS com pessoal ATIVO não chegam a 20 % dos gastos totais militares divulgados e o Brasil gasta EXCEPCIONALMENTE muito pouco com material, manutenção e investimentos para o porte e a necessidade da NAÇÃO....

  14. 22/04/2015  8:35 by fernando falcom Responder

    Eu não entendo vocês reclamam que o brasil não investe em defesa ai surge uma oportunidade como esse um caça navalizado e que vai ser padronizado com a fab moderno com preço de uso mais em conta e que vai dar ao brasil mais capacidade de defender a Amazônia azul
    Gostem ou não o são Paulo ainda vai operar por mais uns 10 anos mais os a4 já são obsoletos então o gripem seria um grande avanço acho que pra comessar pelmenos uns 12 pra equipar o a13 então pelo amor de deus abandonemos o espírito de vira latas.

    • 22/04/2015  14:33 by jsilva Responder

      Concordo com vc Fernando. Nao vejo este projeto para uns 10 ou 15 anos como citam. Alguns pensam que todos os anos deveriamos comprar um novo NAE por passar à obsoleto de um ano para outro. Pelo que eu li e entendi do ajuste tecnico do NAE, a MB quer um projeto para um novo. E se vc for perceber tem projetos que nem se quer foram comentados pelas armadas e de uma hora para outra ouve-se o desenvolvimento, como o "site do radar brasileiro alem do alcance". Nao entendo por que tanto pessimismo, observemos: EC725 (inclusive Revo), prosub, os gripens, as modernizacoes dos helicopteros, avioes e blindados, as baterias de curto e medio alcance, os gepards, os guaranis (e vem ai os 8x8), os fuzis imbel, os sea ceptor (e a ssociacao da avibras com a caesar), os h2-sabre, radares, e etc. E por falar do Imbel, falam tanto do brasil, mas nao dizem do fiasco do fuzil alemao. As avaliacoes do HBR-X, quem nem se falava a muito tempo.

  15. 22/04/2015  7:10 by filipe Responder

    Não vejo a hora de ver o Sea Gripen a bordo do São Paulo, patrulhamento Aero-naval ao mesmo nível que os Estados Unidos e a França. A MB é sabia, apostou forte no submarino nuclear, e agora aposta forte no caça naval de 1ª linha, Ou seja a projecção de forças actual dos Estados Unidos são os seus Portaviões Nimitz com os caças F-18 Super Hornet e os submarinos nucleares de ataque da classe Virgínia, O Brasil segue o mesmo caminho, O Portaviões São Paulo com os caças Sea-Gripen e o submarino nuclear de ataque SNBR Alvaro Alberto, estou orgulhoso do meu país, apesar dos constrangimentos financeiros, estamos a dar prioridade , ao que realmente importa, e o mais importante são os submarinos nucleares, os caças navais, e os portaviões, As corvetas e escoltas são importantes também , mas em termos estratégicos, as próximas batalhas que a MB se envolver , eles não serão tão determinantes, logo não são prioridade, Agora quando você têm um submarino nuclear ou um portaviões, ai sim , voçê impõe respeito.

  16. 22/04/2015  2:09 by Edson Responder

    Meu Deus do céu, que mar de pessimismo, é impressionante como pesam . . . . . vai dar e vai dar, não tem outra . . . . .

  17. 21/04/2015  22:57 by Marco Responder

    Acho que como a maioria já percebeu o futuro pertence aos Drones então um multi bilionario navio aeródromo convencional com outra multi bilionaria ala aérea está fora de questão, estamos, ou deveríamos estar, projetando agora as belonaves que operarão até o meio do século, para simplificar, toda belonave deveria desde seu projeto básico poder transportar e operar Drones tanto de asas rotativas quanto fixas e naturalmente tb os de ataque e os de interceptacao, Os Drones de ataque levarão carga limitada mas precisa, poderão fazer um "Launch and follow" fazendo interferência, lançando Decoys e finalmente complementando o efeito do míssil, não precisam retornar. Mesmo um drone de reconhecimento se interceptado pode transmitir as características e posição de seu atacante, info tão preciosa quanto vários Drones, esse será o cotidiano da moderna frota... Mesmo uma Fragata poderá ter um thru Deck passando por cima do Hangar e passadiço podendo lançar Drones leves de ataque de asa fixa...lembrando algo como o projeto Ingles de Fragata Type 21 "Harrier carrier". O devaneio que coloco aqui e menos custoso e arriscado que o desenvolvimento, certificação e comissionamento de novo projeto e protótipo do Gripen NG naval e suas possivelmente 23 réplicas.

    • 22/04/2015  21:06 by _RR_ Responder

      Marco,

      Há ainda muito o que se desenvolver.

      A tecnologia evolui a passos largos, é verdade. Contudo, ainda será necessário por muitos anos a mão humana no controle; principalmente no que tange a tarefas como interceptação/ combate aéreo, onde qualquer falha de comunicação ou mesmo delay pode se revelar crítico. Mesmo no que tange UAVs de ataque, isso pode ser um problema; e não para menos, se estuda um conceito "master/slave" para ataques táticos, com um UAV operando comandado por um piloto no assento traseiro de um caça, como exposto pelo Gilberto mais acima, para se reduzir os problemas de comunicação.

      Mesmo os americanos, que estão na vanguarda tecnológica, não ousarão dispensar seus super carriers por um longo tempo... E a razão consiste em seus UAVs de asa fixa. Derivados do X-47B são exatamente os tipos "leves e com carga mínima" que tenderão a ser operados por eles ( ou por qualquer marinha que deseje ter verdadeira projeção de força )... E terá que se-lo, pois mesmo que se leve pouca carga, se prevê ter um rendimento maior ( diferente, portanto, de um drone comum ), o que implica em espaço para levar combustível e alguma potencia ( isto é, mesmo esse UAV leve tenderá a ser bem grandinho ). Enfim, até se pode considerar um Navio Aeródromo menor, mas não consideraria dispensar o conceito. Mesmo que se pense em um híbrido, como a classe Kiev, há de se prever algum navio de grande tonelagem, que deverá ter toda a estrutura necessária para esse tipo de operação.

      Concordo que o drone de reconhecimento não precisa voltar para cumprir sua missão. Contudo, não creio que tipos maiores possam ser considerados descartáveis... Um Global Hawk, ou similar que possa decolar de um carrier, é ainda ( ou será ) algo muito caro... E são esses tipos que trarão a maior contribuição para qualquer marinha, por conta de sua projeção estratégica.

    • 23/04/2015  12:10 by Gilberto Rezende - Rio Grande/RS Responder

      Esta coisa de o futuro pertence aos DRONES cai na mesma hora que um país-MORON investir bilhões num PA cheio de DRONES-ARMADOS e um Hacker competente/espião infiltrado conseguir derruba-los ou PIOR fazê-los se voltarem e atacarem seu próprio PA.
      O Non-Sense acaba na mesma hora...

  18. 21/04/2015  22:54 by Gilberto Rezende-Rio Grande/RS Responder

    Graaande Guilherme !!!

    Para quem já leu meus comentários, desde do início das notícias sobre a solicitação da MB de estudo técnico sobre a viabilidade da operação do Gripen NG no atual NAe São Paulo, que eu venho defendendo, por diversas razões, que o projeto do Sea Gripen para a MB fosse baseado no Gripen F.
    Hoje é um grande dia pois esta decisão se levada a cabo (de Esquadra) desencadeará uma série de acontecimentos futuros que impulsionarão a MB (e de carona a FAB a alturas nunca pensadas).
    O Sea Gripen biplace atende as demandas atuais de impulsionar a MB na adoção de voo bipílotado com carga de trabalho compartilhada, voo pilotado com Weapon System Officer e no futuro (onde os drones navais de ataque reinam, mas não absolutos) o voo de aeronave com piloto humano e comandante tático local humano e presente (baixo lag) conduzindo sua esquadrilha de drones navais, com IA e armados.

    DO Sea Gripen biplace que sonho, só falta mais uma peça, a TURBINA F-415 Enhanced (com seus 18% de empuxo adicional que salta de 98 KN da F-414-GE-39N do Gripen F para 116 KN que poderão ser do Super Hornet, do Sea Gripen e até por kit dos Gripen da FAB) ou pelo menos uma opção de futuro.
    Espero que os colegas da MB não percam esta oportunidade de ouro de se aproximar da US Navy, negociar apoio político e participação para que o Congresso Americano dê a autorização para que o programa desta nova variante da F-414 alcance a produção industrial. Mesmo que inicialmente SÓ PARA US NAVY.
    A fase de desenvolvimento da turbina já finalizou em 2012/2013 mas o programa industrial ficou pendente de decisão da Administração Obama pelos cortes de Orçamento. é aí que o interesse da MB pode ajudar a US Navy (principalmente se a Suécia também der apoio a produção industrial da nova F-414.
    A US Navy fez uma tentativa de aprovar a fase industrial no FY2015 que foi negada.
    A decisão ficou agora para o FY 2016 (ano fiscal no governo federal americano que vai de 1 de outubro de 2015 a 30 de setembro de 2016).
    PORTANTO caros NAUTAS da MB o tempo URGE, e a hora para contatos com as autoridades navais americanas é AGORA.

    HURRA !

    • 22/04/2015  6:07 by Guilherme Wiltgen Responder

      Gilberto,
      Apesar de compartilhar da mesma opinião, espero realmente que a MB e a Saab trabalhem também na versão biplace operacional do Sea Gripen. Acredito que seja o próximo passo, após a concretização da versão monoplace.
      Como você escreveu, seria um salto operacional muito grande, um outro patamar com o WSO a bordo da aeronave.
      FA

      • 22/04/2015  22:18 by Leandro Guarilha Responder

        Gostaria de alimentar esta discussão com algumas perguntas:
        Nos próximos 20 anos quais países poderão contar com porta-aviões em sua frota?
        Destes países, quem tem capacidade de fabricar a própria aeronave de caça embarcada?
        Qual o tamanho destes porta-aviões?
        Dos países que restaram quais não são China, Russia, EUA ou França?
        Alguém pode ajudar nesta equação?
        O Resultado são os possíveis clientes do Sea Gripen.
        Agradeço por mais variaveis.

        • 22/04/2015  22:37 by Luiz Padilha Responder

          Infelizmente não posso responder. Me desculpe. Estou respondendo em atenção a vc. O que vc pergunta eu já perguntei, mas as respostas foram em off. Por esta razão, não poderei revelar aqui neste momento.

        • 23/04/2015  12:05 by Gilberto Rezende - Rio Grande/RS Responder

          Esqueceste três importantes nações que terão dois ou mais porta-aviões no seu inventário daqui a 20 anos:
          Reino Unido, Índia e BRASIL....

  19. 21/04/2015  21:52 by Marco Responder

    Se não tiver outros clientes uma nova aeronave seria uma aventura cara e arriscada, teria que engolir duas dúzias de protótipos a peso de ouro! Temos que fazer muito com pouco e não pouco com muito! O Gripen naval não pode ter como primeiro e único cliente a MB. Mas os tempos são de novos contratos, tudo novo! vida nova! Pacotes fechados com manutenção ,transferência de tecnologia!
    Enquanto sonhamos acordados com belas maquetes, aquela Corveta classe Inhaúma dos anos 90 na reserva, 6 fragatas dos anos 70 modernizadas no fim dos anos 90 levadas ao limite e outras 2/3 Fragatas Type 22 dos anos 80 com modernização pela metade e agora já tarde demais para salvá-las, navios patrulha para todos os gostos em 3 classes cada uma delas nada a ver com a outra, todas as 3 compradas com direitos de produção e transferência de tecnologia! A principal "vedete" o NaPa 500 derivado de um projeto Francês está em descontinuidade na marinha Francesa por obsolescência, só sobrou como esperança o tão sonhado Sub Nuclear! E agora Marinha? Vai sobrar para comprar duas dúzias de novíssimas, e nunca testadas, aeronaves de combate?

    • 21/04/2015  22:54 by César Pereira Responder

      Você esta correto o Sea Gripen, precisa de um novo cliente para que possa ser viável,caso contrário sera muito caro fazer uma nova aeronave sob encomenda somente para a Marinha Brasileira, que já esta quase naufragando !

      • 22/04/2015  5:55 by Guilherme Wiltgen Responder

        Quem falou que precisa ter outro cliente para o Sea Gripen se tornar viável?
        Quem falou, se esqueceu de combinar isso antes com a Saab...
        Abs,

        • 22/04/2015  9:36 by César Pereira Responder

          Então diz GW, a Saab irá ''praticamente'' criar uma nova aeronave só para nós, se fizer isso ela esta arriscando muito ,ela estará sendo muito amadora !
          Sem expectativa de novos clientes o Sea Gripen fica inviável sim, isso é lógica de mercado, veja o caso do KC-390, ele foi criado porque existe um potencial mercado no mundo para ele,se ele fosse criado só para atender o Exército brasileiro,isso seria um erro seria criar uma aeronave para um mercado que logo iria se exaurir, o mesmo ocorrerá ao Sea Gripen caso estejam criando somente para atender o BRASIL !

          • 22/04/2015  16:34 by Guilherme Wiltgen Responder

            César, então explica a sua lógica à Saab!
            Você realmente acredita que uma empresa que fabrica aviões a mais de 75 anos é amadora? Pode ter certeza que ela sabe o que está fazendo...

            • 22/04/2015  18:59 by César Pereira Responder

              Bem meu caro GW e demais comentaristas o Projeto Sea Gripen, só decolará se o ESTADO BRASILEIRO financiar essa empreitada, pois eu não acredito que uma empresa como a Saab com 75 anos de experiência irá gastar seus recursos para criar uma aeronave sob medida para um único cliente ! Ainda mais um cliente que esta em dificuldades financeiras, cujo seu Nae esta no estaleiro sem previsão alguma de voltar a funcionar !

    • 21/04/2015  23:04 by Gilberto Rezende-Rio Grande/RS Responder

      O que INTERESSA é que a NOSSA MB terá um caça feito por encomenda de alfaiate para si.
      Se ela for boa mesmo venderá muito bem.
      Se outros não a quiserem comprar... AZAR dos outros...
      Ou será como dizem em inglês " a Tailor made fighter".

      SE a MB conseguir daqui a 10 ou 15 anos, devido ao petróleo do Pré-Sal, mais dois NAes para as Esquadras norte e sul teremos umas 40 aeronaves Sea Gripen (ou mais).

      Aliás como inicialmente ela será só nossa, o nome deveria ser mesmo o GRIFO DO MAR.

    • 22/04/2015  3:03 by Walter Responder

      Excelente comentario, e frente a todo esse contexto querem investir milhões no A-12 São Paulo!

  20. 21/04/2015  20:54 by afonso Responder

    daqui a uns dez ou quinze anos talvez a MB tenha condição para adquirir algo de segunda mão, imagine para quando seria o gripen ?

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