O DAN disponibiliza aos nossos leitores a apresentação do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Leal Ferreira, no Senado Federal na última sexta feira 29/08/2015.

Nesta apresentação, o AE Leal Ferreira expôs de uma forma bastante lúcida, o status atual da Marinha aos senadores. Muitas dúvidas de nossos leitores poderão ser eliminadas, lendo essa apresentação.

 

 

27 Comments

 

  1. 02/09/2015  23:58 by Foxtrot Responder

    Para um programa estratégico e que demandará anos para se consolidar, na minha modesta opinião está muito tímido.
    Esboço aqui o que na minha opinião seria um verdadeiro programa estratégico.

    12- Fragatas Leves Tamandaré(CV-3), seria divididas da seguinte forma
    5 na 1° frota e 5 na 2° frota ( duas na reserva )
    12- Destroyer,s de 6.000t
    5 na 1° frota, 5 na 2° frota ( 2 na reserva)
    6- LPD,s
    2 na 1° Frota, 2 na 2° Frota ( 2 na reserva)
    4 -NAe
    1 na 1°Frota, 1 na 2° ( 2 na Reserva)
    10 SUB,s Convencionais
    4 1° Frota, 4 2° Frota ( 2 reserva)
    8 SUBNUC,s
    3 na 1° Frota, 3 na 2° e ( 2 reserva)
    30 NAPAOC ( 1.800t OPV-BR da Engepron)
    Sendo 4 na Reserva e o retante dividido igualitária pelas 2 frotas.
    isso que o que consigo me lembrar, mas inclui-se nessa lista
    Aviões, Helicópteros, Lanchas de Ação Rápida, Botes diversos etc..
    O mais interessante é que a maior parte dos armamentos e sistemas eletrônicos, comunicações etc..
    Sejam de origem nacional ou fabricado por empresas de controle acionário nacional, só assim alcançaremos a tão sonhada autonomia estratégica e bélica.
    Mas isso são devaneios de uma mente criativa, nacionalista mas porém realista.
    E conhecendo nosso país como conhecemos, sabemos que isso só passa de sonho, pois a realidade é fria e cruel!!!

  2. 31/08/2015  21:00 by XO Responder

    A viagem do CM para os EUA nao tem nada de secreto...

  3. 31/08/2015  18:57 by Elcio Responder

    Gente isto e Brasil e isso mesmo

  4. 31/08/2015  16:55 by Celso Responder

    Editores. mais uma vez voces me censuram sem motivo ou razao...nem quero mais explicacoes. Bom proveito a voces por esta politica adotada de colocar um censor gramatical para filtrar palavras q tvz nao caibam a alguns ou q tvz nao entendam o recado dado. Aqui estive desde o seu inicio e os prestigiei, mas parece q agora esta havendo uma ideologia mais voltada aos interesses q desconheco,.........so cabem comentarios elogiosos ou enviezados. Boa sorte Sds

    • 31/08/2015  19:52 by Luiz Padilha Responder

      Não temos porque explicar nada realmente. Nossos leitores não são obrigados a ler comentários com palavras inadequadas. Melhore seu vocabulário que seus comentários voltarão a ser aprovados. Se não se sente satisfeito, fique a vontade de para encontrar outro local onde aceitem seus comentários.
      Sentimos muito que vc não entenda e não se adeque ao nosso espaço.

      Paciência.

      • 01/09/2015  14:02 by sidney camargo Responder

        Padilha boa tarde,me tira uma duvida???
        Como eu faço pra fazer cadastro aqui no site Dan eu vi que solicita email para cadastrar,mas sempre que tento a pagna me direciona a outro outro site e nunca consigo.
        obrigado

  5. 31/08/2015  10:58 by Celso Responder

    Tudo o q seria posiivel comentar aqui sobre este discurso ja foi escrito ai nos demais comentarios........entao o q sobra mesmo eh sonhos absurdos e indignacao geral. Aqui conseguimos detalhar e enxergar toda a podridao do sistema atual e nem assim as coisas mudam.......estes politicos e governantes estao surdos, mudos e nem ligam....isso sim eh democracia.....as FAs sobra a subserviencia e chorumelos como sempre.

  6. 31/08/2015  9:52 by Gabriel Responder

    O preço das corvetas é inaceitável , o custo de produção no Brasil é uma vergonha !

  7. 31/08/2015  9:26 by sidney camargo Responder

    Faz anos e anos que só vejo esses projetos no papel e em se tratando de Brasil tenho quase certeza que tudo isso nunca vai passar de projetos,apresentaçoes e papel...Eu não acredito em nada.

    • 31/08/2015  15:12 by Gabriel Responder

      Eu não acredito em nada que a esquerda faz e não aconselho ninguém a acreditar.
      Eles não tem competência , não sabem trabalhar com seriedade....

  8. 31/08/2015  4:24 by lucaslasota Responder

    Muito interessante, obrigado. Vale notar o preço estimado das Tamandarés: 450 milhões de dólares.

  9. 31/08/2015  3:45 by rprosa Responder

    Faço apenas uma pergunta, conforme slide 21 o custo unitário de cada corveta Tamandaré é de 450 milhões de dólares?

    Este preço não está muito salgado não, uma Fragata Projeto 1135-6 Admiral Grigorovich com 4.000 toneladas e muito melhor armadas que as Tamandaré custam entre 150/200 milhões, um OPV classe Holland custa entre 150/200 milhões, um Visby sueca custa 150/200 milhões, corveta Kharef foi vendida para Omã por 260 milhões, corveta K-130 alemã muito mais moderna e bem armada custa 310 milhões, a fragata holandesa De Zeven Province custa cerca de 500 milhões e uma fragata F100 espanhola custa cerca de 600 milhões.

    Desta forma, para uma navio pouco armado, com pouco automatismo haja vista o número de 138 tripulantes (apenas para comparar o Holland necessita de 50), construído em solo brasileiro, não esta caro demais?

    Será que daqui alguns anos estaremos investigando o tamandaréduto?

    • 31/08/2015  18:55 by Bardini Responder

      Uma De zeven, hoje, completamente armada, custa bem mais que 500 milhões, assim como uma F-100 também não custa só 600 milhões.

      De todos os estaleiros no mercado hoje, os holandeses são o melhor negócio para o Brasil. Assim como os Suecos seram para a Fab, Embraer e demais fornecedores. Só não enxerga quem não quer, ou não trata do assunto com imparcialidade...

      Sds.

  10. 30/08/2015  22:54 by Bardini Responder

    Construção de 4 CV classe "Tamandaré" : US$ 450 Milhões por navio.... Como é de conhecimento geral, estamos no Brasil, onde os custo de produção são uma vergonha e tudo sai mais caro que o planejado, então essas quatro barroso quadrada de boca pequena ai vão custar por baixo 2 Bilhões de verdinhas pra sair do papel...

    Enquanto isso, dando uma boa arredondada para cima nos preços que se encontram por ai na internet, podemos ter um paralelo (bem medíocre) de outros navios do mercado:

    Absalon, 6600t: US$ 300 Milhões
    MEKO A200, 3700t: US$ 350 Milhões
    Sigma 10513, 2185t: US$ 250 Milhões
    K-130, 1840t: US$ 350 Milhões

    A Marinha tem que ter seus bons motivos para seguir adiante com este projeto e torna-lo digno do investimento...

    Na minha humilde opinião, não sou contra a se produzir tal tipo de navio no Brasil. Sou contra que usem o meu dinheiro pra fazer caca. Pra fazer coisa que não tenha futuro comercial.
    É dinheiro demais em navio de menos. É uma classe que vai ser vendida somente a MB. Não terá escala devido ao preço (tomara que tenha). Não tem grande volume de automação. Tem boca só pra mar manso. Vai ficar pronta/operacional pra depois de 2022 e olhe lá. Vai ficar obsoleta em um período muito curto...

    Este navio poderiam ser a peça chave para se criar uma linha competitiva de cascos no mercado, e ai sim, gerar uma certa escala e favorecer a industria nacional e estimula-lá a crescer. Deveriam pensar como uma empresa nos projetos de superfície já que não há quem o faça por estas bandas, mas... é só mais do mesmo...

    Sobre o PROSUB, concordo em se investir na obtenção de tecnologia nacional para produção de submarinos mesmo tendo que pagar mais caro por isso (desde de que se tenha nota fiscal). Mesmo que seja para que se construa um submarino nuclear para fazer a mesma coisa que um submarino convencional pode fazer, só que 10 vezes mais barato. Mas, se aparecer alguém um dia com juízo que vai saber usar os estudos realizados em coisa mais proveitosa estou pra ver, mas enfim, submarinos convencionais são muito importantes. Nuclear, um luxo. E neste momento no atual, ter luxos é autodestrutivo...

    Mas tudo bem, continuem, e deixem tudo apodrecer, pois o governo vai adorar inventar um PRO alguma coisa para reaparelhar a MB e dristriubuir obras e "ToT" pra cumpanheirada e dizer como nunca antes nese país.

    Sds.

    • 31/08/2015  9:50 by Gabriel Responder

      Disse tudo!

  11. 30/08/2015  22:47 by Marcelo Responder

    Muito interessante. É motável o aumento nos investimentos a partir de 2008. Antes disso só haviam gastos de custeio.

  12. 30/08/2015  21:57 by Gabriel Responder

    Para atingir essas metas primeiro teremos de promover reformas no sistema burocrático(agilidade e eficiência), promover um setor produtivo mais competitivo capaz de atender as demandas que surgirão e por fim fazer a economia crescer de verdade para termos suporte financeiro para os projetos.
    Esse plano apresentado não é apenas um mero projeto da Marinha de Guerra, é um projeto de país que depende de gente competente na Presidência da República.

  13. 30/08/2015  21:48 by Rogerio Responder

    E sobre a viagem do comandante da marinha aos estados unidos, e suas visitas por lá, a frutos ou será mais uma viagem secreta.

  14. 30/08/2015  21:38 by Proud Responder

    "Obtenção de NAes" esta no plural isto é interessante.
    Será que no futuro teremos duas esquadras com NAes?
    Não vi nenhuma menção ao Gripen Naval.

    • 01/09/2015  1:16 by Bardini Responder

      O PRONAE contempla a aquisição de 2 (dois) PA´s da faixa de 50.000t. por isso o plural.

  15. 30/08/2015  20:59 by corbin07 Responder

    Eu gostaria de falar uma coisa sobre os royalties do pré-sal e vocês me digam o que vocês acham. Eu acho que o dinheiro dos royalties do pré-sal foram mal distribuídos. Estamos falando de trilhões de reais e não deram nada para área de defesa. Ficou concentrado basicamente em 2 áreas: 75% para educação e 25% para saúde. Na minha humilde opinião, o certo seria, 50% para educação, 25% para saúde, 12,5% para defesa e 12,5% ciência e tecnologia, pois estas duas áreas deveriam ser prioritárias para garantir nossa soberania. Não vai adiantar nada ter tanto dinheiro sem poder se defender e sem transformar essa riqueza em conhecimento científico. É só o que eu acho. Ah lembrei de mais uma coisa, ainda tem o fundo social do pré-sal, onde já está comprometido com 50% para educação e os outros 50% ainda não foram definidos para onde irão. Na minha opinião, esses 50% deveriam ir para ciência e tecnologia. Eu sei que saí um pouco do tema da notícia, mas eu não sabia onde escrever isso. rs

    flw

  16. 30/08/2015  19:39 by Arc Responder

    Dá pra se ter idéia de alguns pontos das projeções da MB com esses diagramas. O primeiro ponto é sobre a restauração da capacidade plena, em que o AE requer algo em torno de 650 milhões o que não acopla o NAe SP, que precisa de aproximadamente 850 milhões (só ele), outro ponto que me assustou é o custo absurdo da corvetas tamandaré, em torno de 450 milhões de dólares cada?! Ou seja, mais de 1 bilhão de reais cada!!! Melhor comprar (se ainda estiver disponivel) corvetas da classe Po Hang da CS, que já nos ofereceu está embarcação.

    • 01/09/2015  1:33 by Bardini Responder

      US$450 milhões da mais de R$1,6 bilhões... São quase 2... a Julgar pela desvalorização nos próximos anos...

      e Po Hang Class, na MB?? Você não esta falando sério...

      Sds.

  17. 30/08/2015  19:05 by Luiz Gustavo Responder

    Existe a possibilidade de fazer o download deste material? Gostaria de ler calmamente e entender melhor as aflições e as conquistas da nossa grande Marinha.

  18. 30/08/2015  18:41 by Yluss Responder

    Muito bom o DAN disponibilizar a apresentação.
    Sobre o que está na mesma, fica claro que o público no Congresso não está capacitado a questionar os " porques" das prioridades e das escolhas/desejos do almirantado, como por exemplo, o porque da insistência em verter recursos para NAes quando não é próprio de nossa inserção internacional projetar poder longe de nossa costa, e se for para negar o uso do mar ao inimigo, sabemos que os inimigos potenciais ou são muito mais poderosos ou muito menos poderosos, frente ao que não há necessidade dessa capacidade. Os subs são muito mais eficazes nisso, e se quisermos mais capacidade de defesa, uma aviação baseada na longa costa brasileira pode cumprir essa missão de projetar a força no meio do oceano... enfim, tantas coisas que ficamos sempre sem explicações e apenas acompanhamos como espectadores que dá desânimo... :(

    Brasil acima de tudo! o/

  19. 30/08/2015  17:53 by Munhoz Responder

    A principal falha tanto na marinha quanto nas outras forças é não separar a atividade policial (ex: guarda nacional, costeira) das atividades extratégicas puras para o cenario externo.

    Desta forma falta recursos e as forças acabam ficando inchadas e desarmadas.

    E na hora de revindicar um aumento dos gastos, ficam sem argumentos pois os gastos já são elevados, no entanto as atividades estão misturadas a marinha tem mais homens do que muitas esquadras muito mais equipadas.

    Mas esses tem que desempenhar o papel de uma guarda costeira.

  20. 30/08/2015  17:15 by Topol Responder

    Parece que o Prosuper ficou em último plano... Diante da restrição orçamentária, que ao que tudo indica, levará anos para ser sanada, a MB dá a entender através desses slides que mudou a suas diretrizes prioritárias também no que diz respeito a aquisição de novos combatentes de superfície colocando a fabricação das Tamandarés a frente do Prosuper...

    Só não sei o que é pior, tendo como base os quase 15 anos que a Barroso levou para ficar operacional, imagina quantos anos não levaremos para construir 4 CV mais modernas ?

    Só se a idéia for começar logo a construção das corvetas com o propósito de creditar a elas a defesa da Amazônia Azul e ao mesmo tempo correr com o Prosuper "por fora" buscando uma decisão urgente do governo a medida que as Niterói mais velhas forem sendo aposentadas.´

    Ou então encomendem logo 4 ou cinco Type 054 chinesas que dentro de 8 a 10 anos estão todas aqui prontinhas e o financiamento eles mesmos podem oferecer... fabricamos 5 CV-3 ao invés de 4 e ficamos de olhos abertos para adquirir um Apoio Logístico de oportunidade que surgir e esqueça de uma vez por todas esse negócio de prosuper.

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