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Home Aviação

Cinco curiosidades sobre o Gripen Brasileiro

Guilherme Wiltgen por Guilherme Wiltgen
28/02/2020 - 07:30
em Aviação
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Selecionado no Programa F-X2, o processo licitatório que visava reequipar a Força Aérea Brasileira (FAB) com novas aeronaves de caça, o Gripen E/F tem muita história e curiosidades para serem compartilhadas.

Selecionamos aqui cinco curiosidades:

1) Desde 26 de agosto de 2019, o Gripen Brasileiro está passando por uma série de ensaios em voo em Linköping, na Suécia, onde deve permanecer até o segundo semestre de 2020, quando virá ao Brasil para dar continuidade a campanha de ensaios em voo aqui no Brasil.

2) O Gripen foi concebido para ser flexível e utilizar pequena infraestrutura logística. Ele precisa de apenas 500m de pista para decolar e 600m de distância para pousar.

3) O tempo de mudança de configuração do Gripen também é mínimo. São necessários apenas 10 minutos para configurá-lo para missões ar-ar, incluindo o reabastecimento e o remuniciamento das armas.

4) Programa Gripen Brasileiro inclui mais de 60 projetos de offset – uma compensação de natureza industrial, tecnológica e comercial – a fim de promover a autonomia da Força Aérea Brasileira e da indústria aeronáutica na aquisição de know-how em inteligência de defesa e independência na manutenção dos caças.

5) Desde novembro de 2016, funciona o Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen (GDDN – Gripen Design and Development Network) na planta da Embraer, em Gavião Peixoto (SP). O GDDN é o hub do desenvolvimento tecnológico do Gripen no Brasil e conta, atualmente, com o trabalho de aproximadamente 190 engenheiros brasileiros e 20 suecos.

Tags: F-39 FAB 4100F-39 GripenForça Aérea Brasileira (FAB)Gripen Design Development Network (GDDN)Gripen E/FGripen NGJAS39 GripenSaab ABSaab Aeronáutica Montagens (SAM)Saab AeronauticsSaab do Brasil
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Comentários 6

  1. Gilberto Rezende says:
    2 anos atrás

    Agora com a venda da parte comercial da Embraer para a Boeing o desnível corporativo em a Embraer e a SAAB quase desapareceu. Viraram empresas muito similares em porte e produtos, embora na área de aviação civil executiva a Embraer restante continue muito maior que a SAAB…
    O que me preocupa na parte militar é o futuro, uma vez que se for mantida a adesão da Suécia ao projeto Tempest Britânico toda a transferência de tecnologia Gripen se finda aqui .
    Como a FAB pretende proceder no futuro pós-Gripen e obter um caça de 5ª geração restará saber se poderá seguir os suecos no Tempest britânico (ou comprá-lo de prateleira) ou partirá com base na tecnologia absorvida no programa Gripen se atirar na aventura ousada de desenvolver seu projeto de 5ª geração em conjunto ou não com a SAAB.
    Ainda na quadra da vida operacional do programa Gripen aguardo a definição do sócio oculto (Israel através da AEL).

    Israel está numa situação muito difícil para gerenciar e resolver nesta década dos anos 20, que é a desativação paulatina (e já iniciada nos modelos mais antigos) de sua ENORME FROTA DE F-16 EXCLUSIVOS E CUSTOMIZADOS que tem mais de 300 aeronaves.
    E como os EUA já deixaram bem claro no ano passado, os israelenses não poderão revendê-los a NINGUÉM e retorná-los ao standard americano para fazê-lo não é uma solução viável (é só uma piada hipócrita americana)…
    De qualquer forma aproxima-se o tempo de Israel “pagar a conta amarga” deixada pelos seus antigos políticos entreguistas que por várias razões justificáveis (e na sua maioria injustificáveis) mataram o seu projeto nacional de aeronave de caça LAVI para adotar e se curvar aos grilhões do caça americano.
    Vai ser uma despesa infernal substituir, mais cedo ou mais tarde esta frota…

    Não acredito que Israel possa prolongar muito mais a vida operacional de sua frota de F-16 e depois de sofrer o enorme prejuízo na substituição desta frota acho difícil crer que para um novo caça leve que o substitua eles se atirarão novamente na coleira americana…
    Seria possível que Israel use a plataforma Gripen E/F para ser seu futuro cavalo de batalha LOW ???

    Eu aposto que esta é uma promissora possibilidade no horizonte avante…

    Pelo menos o WAD também é “deles” e através da AEL os líderes militares israelenses devem tey condição de saber muito bem o potencial da aeronave e quem sabe a frustração da venda dos F-16 Barak para a Croácia já esteja provocando esta agenda na força aérea de Israel…

    Responder
  2. Nelson Daher Junior says:
    2 anos atrás

    O Gripen (novo caça da FAB) desenvolvido e fabricado em conjunto entre a EDS e SAAB em ambos os países (Brasil e Suécia) poderá ser a base do futuro caça da aviação embarcada do Brasil. A marinha e a indústria de defesa nacional tem plenas condições de desenvolver este no vetor para a nossa defesa aeronaval, assim como desenvolver embarcações de todo o tipo, entre elas navios de transporte, aeródromos, porta helicópteros, navios tanque e outros. As corvetas a serem construídas e os submarinos em construção no Brasil mostram a capacidade da nossa industrial de material bélico, envolvendo nossos profissionais qualificados, nossas indústrias e nossos recursos materiais para esta tarefa de garantir nossa independência tecnológica e nossa soberania em um cenário mundial cada vez mais complexo e de muitos conflitos em várias regiões.

    Responder
  3. Jesus R.Ribeiro says:
    2 anos atrás

    Acho que falo por todos que ao a maior curiosidade será sobre a camuflagem definitiva do F-39. 😉

    Responder
    • Guilherme Wiltgen says:
      2 anos atrás

      Jesus,
      Essa foi uma das minhas perguntas durante a coletiva de imprensa na Suécia. Segundo a FAB, não vai ser muito diferente da pintura atual do FAB 4100. Lógico que sem a bandeira e a pintura em pixel nas asas.😃
      Abs,

      Responder
  4. Tomcat4.0 says:
    2 anos atrás

    Exceleeeeeeeeeeeente!!!
    Como diria o sr Burns. 😉

    Responder
  5. WILSON AGRA MARAPODI says:
    2 anos atrás

    SOU TÃO SOMENTE UM CURIOSO/INTERESSADO NO ASSUNTO. COM RELAÇÃO ÀS INFORMAÇÕES DE QUE O GRIPEN/E/F – NG, NECESSITA DE 500MTS. DE PISTA PARA DECOLAGEM E 600MTS. PARA POUSO, FICO A ME PERGUNTAR: NÃO É TÃO COMPLICADO TECNICAMENTE REFORÇAR O AVIÃO (TRENS DE POUSO, ALGUM PONTO NA FUSELAGEM) PARA QUE POSSA POUSAR EM UM PORTA AVIÃO. COMO DECLARAÇÕES, 500MTS PARA POUSO E 600MTS PARA DECOLAGEM, EM UM PORTA AVIÃO DE MAIS DE 200MTS, OU 300MTS. VISTO QUE A MARINHA DO BRASIL ESTÁ PRETENDENDO TROCAR OS SEUS AVIÕES, POR F-18 HORNET. COMO DISSE, SOU TÃO SOMENTE UM CURIOSO/INTERESSADO, MAS ACHO QUE É TÃO SOMENTE VAIDADE, ALÉM DE UMA TENTATIVA DE RIVALIZAR COM A OUTRA FORÇA QUE NO CASO É A FORÇA AÉREA. DEIXANDO DE MAXIMIZAR AS CAPACIDADES DO NOVO AVIÃO DE CAÇA O QUAL TEREMOS CAPACIDADE TÉCNICA E MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA PARA PRODUÇÃO E MANUTENÇÃO, SEM PEDIR AUTORIZAÇÃO PARA NADA E SEM PAGAMENTO DE ROYALTIES, TENDO UMA AERONAVE MUITO MAIS CARA EM TERMOS DE OPERACIONALIDADE/HORAS DE VÔO, SEM FALAR QUE MUITO EM BREVE ESTARÁ SAINDO DE SERVIÇO, ENQUANTO O GRIPEN/NG ESTARÁ ENTRANDO EM SERVIÇO.

    Responder

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