Esquadrão Gavião inicia Instrução Aérea na Ala 10

Na manhã do dia 13 de abril, três Aspirantes a Oficial Aviador da Força Aérea Brasileira (FAB) realizaram mais uma etapa importante de suas carreiras: voar o helicóptero H-50 Esquilo. Trata-se do início da atividade aérea do Curso de Especialização Operacional da Aviação de Asas Rotativas (CEO-AR), no Primeiro Esquadrão do Décimo Primeiro Grupo de Aviação (1º/11º GAV) – Esquadrão Gavião, em Parnamirim (RN).

Os Aspirantes a Oficial Aviador Vitor Lucas de Mello, Gustavo Sobrinho Cardoso e Luisa Chaves Lassance Cunha iniciaram a preparação com Briefing com seus respectivos instrutores. Posteriormente, seguiram para a sala de equipagem e para a casa de pista para conferirem e assinarem o relatório de voo do respectivo helicóptero utilizado em cada missão.

Um dos principais objetivos dessa primeira missão de instrução, é demonstrar aos estagiários as principais diferenças entre a pilotagem de aeronaves de asas fixas e as de asas rotativas. Toda a operação foi acompanhada pelo Comandante do Esquadrão Gavião, Tenente-Coronel Aviador Daniel Duarte Moreira Peixoto, que contou a alegria de presenciar esse momento. “É uma imensa satisfação, como Comandante, poder acompanhar, desde os primeiros passos, os futuros pilotos de helicóptero da FAB, aprendendo a utilizar essa plataforma tão versátil para, em breve, estarem cumprindo as mais diversas missões operacionais, tripulando aeronaves de Asas Rotativas em situações reais”, pontuou.

Ao término do voo, o Aspirante Lucas relatou a experiência da atividade. “A primeira diferença que notei foi o campo de visão, que é muito maior que o de aeronaves de asa fixa e passa uma sensação maior de realmente voar. Com certeza é um voo muito diferente do que já tinha tido a oportunidade de experimentar e, apesar da dificuldade inicial inerente às novas experiências, foi algo que gostei muito e que me deixou animado para as próximas missões”, disse.

O Aspirante Gustavo, ao descer da aeronave, descreveu a experiência. “Para voar helicóptero, o piloto realmente precisa tê-lo na mão, diferente do avião que permite um menor domínio. Gostei bastante do voo e da instrução. Estou muito satisfeito por ter escolhido a aviação de asas rotativas”, comentou.

Já a Aspirante Lassance definiu o voo como um sonho. “Foi a concretização de um sonho voar junto ao Esquadrão Gavião. Eu acredito que, a partir de agora, tudo vai dar certo durante o transcorrer de todo o curso”, concluiu.

Cuidados

Em virtude do cenário global motivado pela pandemia da COVID-19, o Esquadrão Gavião precisou adotar algumas medidas preventivas de modo a cumprir sua missão institucional, buscando minimizar a propagação da doença. Um Boletim de Doutrina foi elaborado estabelecendo procedimentos específicos para o briefing, o debriefing, bem como para a desinfecção da aeronave entre um voo e outro.

FONTE e FOTOS: FAB

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