Formosa (GO) – No dia 8 de agosto, a 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea (1ª Bda AAAe) promoveu o Exercício de Adestramento do Sistema de Armas da Artilharia Antiaérea com execução de tiro real, no Campo de Instrução de Formosa, na Região da Pedra de Fogo.

O principal objetivo da atividade foi proporcionar a atualização das capacidades da Artilharia Antiaérea e da Força Terrestre. Participaram desse Exercício cerca de 600 militares de todas as organizações militares voltadas para essa missão específica. Mais de 90 viaturas deslocaram-se até 2.500 km, transportando material para a realização do evento.


Durante a apresentação, foram executados tiros com os canhões de 40 mm Bofors, da Viatura Blindada de Combate Antiaérea com canhões 35 mm Gepard, além dos mísseis portáteis RBS-70 e IGLA-S. Os disparos foram efetuados contra alvos aéreos desenvolvidos pelo 3° Grupo de Artilharia Antiaérea, visando à otimização do treinamento e à racionalização de custos.

O Comandante da 1ª Bda AAAe, General de Brigada Alexandre de Almeida Porto, salienta que esse Exercício é o mais importante da Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro. O General explicou que foram necessárias muitas horas de treinamento no simulador para poder realizar um único disparo. “Selecionamos, entre todos os que estavam aptos, os melhores para estar aqui presente e realizar o disparo”, disse o Gen Porto.

Também estiveram presentes na apresentação o Chefe do Departamento de Engenharia e Construção, General de Exército Claudio Coscia Moura; o Comandante do Comando Militar do Sudeste, General de Exército Luís Eduardo Ramos Baptista Pereira; o Chefe de Logística e Mobilização do Ministério da Defesa, General de Exército Laerte de Souza Santos; o Chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior; o Ministro Péricles Aurélio Lima de Queiroz, Ministro do Superior Tribunal Militar; além de outros oficiais-generais e convidados civis e militares.




 

11 Comments

 

  1. 13/08/2018  15:34 by Topol Responder

    Já que estamos em uma cooperação com a SAAB o mais correto seria adquirir radares Giraffe e baterias Bamse... mesmo não sendo o top do mercado mas pelo menos ofereceria algum perigo, agora com boffors, gepard e igla sinceramente não somos um país sério

  2. 11/08/2018  18:20 by Adriano Corrêa Responder

    Não matam nem mosquitos da dengue!

  3. 11/08/2018  17:34 by André Luiz Responder

    O Brasil teve chance de ter alguma defesa e disse claramente NÃO ! Os militares brasileiros estão muito satisfeitos em conduzir operações de pacificação que fracassam, não terem equipamentos de ponta nunca e manterem uma vergonhosa postura subserviente a interesses americanos. "Senta, dá a patinha e rola". Que negação do próprio conceito de nação !!

  4. 11/08/2018  16:45 by PRAEFECTUS Responder

    Pra dizer o minimo,

    de fato é lamentável a visão simplista pra dizer o minimo dos milicos em relação a sistemas e meios de defesa aérea no Brasil. Aquela ladainha de "doutrina tupiniquim" de que a FAB é o "braço" longo de um sistema de defesa aérea em que o EB é incumbido de apenas dar (sic) um tapa se o adversário der oportunidade botando a cara de pertinho...


    Enquanto isso na China a "artilharia de campo" testa tecnologia baseada em sistema ópticos de holografia metassurfaces para reconhecimento do terreno...


    Uma vergonha!!!

  5. 10/08/2018  18:35 by Carlos Responder

    É impressionante o Exercíto Brasileiro insiste em querer passar a impressão que temos defesa anti aérea
    Não podemos nem chamar isso de defesa
    Muito pouca quantidade obsoleta e ineficiente, inexistente para as armas atuais nem a chegada dos novos caças na força aérea não vai mudar nada.

    • 11/08/2018  19:27 by Dodo Responder

      Impressionante é a quantidade de besteiras que tem em seu comentário. A começar que sim, são sistemas de defesa antiaérea,não eles não são obsoletos,os sistemas rbs 70 e igla-s estão em operação nas principais forças armadas do mundo, sim precisamos de um sistema de médio alcance,entretanto isso é um demérito aos sistemas atuais que são muito eficientes para aquilo que foram designados(defesa a curto alcance), além do que há países em ranking militares a nossa frente estão em situação até pior em defesa antiaérea, "com a chegada dos novos caças não vai adiantar nada ", sério que você falou isso? ? São os poderosos generais de sofá e teclado senhores....

  6. 10/08/2018  17:48 by mauricio matos Responder

    Com um punhado de IGLAS e RBS 70 isso não nos defende de nada estamos enganando a gente mesmo com a chegada dos caças temos que ter um sistema de média altura e longa junto com os Gripens um fortalecimento na defesa aérea que uma da nossas fraquezas.

  7. 10/08/2018  10:20 by Kommander Responder

    Eu fico pensando, como a tropa arranja motivação para trabalhar sem material adequado? Tem que ter muito amor pelo que faz.

  8. 09/08/2018  23:46 by Fernando Responder

    Por favor!
    Em primeiro lugar. Desde quando que a Russia atual é comunista? Francamente....
    Agora em relação ao Pantsyr. Essa negativa do EB. Se é que foi do EB.... Foi uma grande burrada. Penso até que devido as circunstâncias o veto tenha vindo de fora... Pois o Pantsyr sem dúvida é um sistema singular de excelentes qualidades conjugando sistemas de mísseis e canhões.

  9. 09/08/2018  20:29 by CM Responder

    Podiam estar treinando com Pantsy-S2, o melhor do mundo na categoria, testado e mais do que aprovado e combate; mas escolheram ficar sem nada a ter o sistema comunista. E pelo amor de Deus, sem aquela baboseira de "IFF que não conversa"!!!!

  10. 09/08/2018  18:39 by Topol Responder

    É triste ver o Exército adestrando sua AAA com manpads e falando em "defesa do espaço aéreo", isso é arma para alvos de oportunidade e jamais para defesa estratégica, é realmente crítica a situação das forças armadas nessa área... será que não conseguem umas baterias NASAMS via FMS lá com os patrões?... se bem que um Brasil fraco em defesa aérea é interessante para eles, duvido que venderiam sob o pretexto do "desequilíbrio de poder na região". O ideal mesmo seria o BAMSE sueco

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