Visita do Presidente eleito ao Comando da Marinha

Por Guilherme Wiltgen

O Presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse ontem em entrevista coletiva no prédio do Comando da Marinha que o próximo Ministro da Defesa vai ser um 4 estrelas, podendo ser um Almirante, quando questionado se escolheria um civil para ocupar o cargo.

Hoje em sua conta oficial no Twitter, o Vice-Presidente eleito, Gen. Hamilton Mourão publicou que Jair Bolsonaro comentou sobre a possibilidade de escolher o nome de um Almirante para ocupar a pasta da Defesa, visando equilibrar internamente as Forças.

Cotado inicialmente para o Ministério da Defesa, o Gen. Augusto Heleno vai chefiar o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), permanecendo mais próximo do Presidente no Palácio do Planalto.

 

5 Comments

 

  1. 09/11/2018  14:06 by Rafael Santos Responder

    Isso vai dar uma boa briga! Kkkkkkkkkk Mourão e Bolsonaro devem entrar em um conflito por conta dessa cargo kkk... Os fuzileiros é o filho favorito do General... Geral sabe q ele tem um olhar desconfiado com os marujos

  2. 09/11/2018  10:04 by Jacó Responder

    Provavelmente será escolhido um Almirante 4 estrelas Fuzileiro Naval. É sabido por todos que o Mourão é intimo do CFN e mantém um certo distanciamento da Armada, a respeita, mas não gosta de intimidades com a mesma. Se essa escolha a palavra do vice-presidente tiver em peso, as chances de ser um FuzNav é superior a 80%.

    • 09/11/2018  10:24 by Guilherme Wiltgen Responder

      Por enquanto, os nomes dos prováveis candidatos a MD, não tem nenhum do CFN, todos do CA...
      Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos...

    • 09/11/2018  13:59 by Daniel Responder

      Sim! o General Mourão é fã ferrenho do CFN, não é por mera coincidência que ele está por baixo dos panos tentando a todo custo emancipar o CFN...

  3. 07/11/2018  19:09 by PRAEFECTUS Responder

    Faço mais uma vez aqui um alerta as autoridades militares.

    É imperativo uma "ação vigorosa urgente" nas áreas de fronteira do estado do Acre com o Peru e a Bolívia. Sob risco até de, em tardando tal operação, logo adiante, todas as áreas adjacentes à fronteira
    Norte do país se tornarem divissiveis, mediante a ação do CO coopetados por agentes e interesses estrangeiros operando na área!

    O CO operando na área desde Bolívia até chegar na Venezuela é mero instrumento desestabilizador. A hora de desarmar essa bomba é agora!

    O alerta está feito!

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