Atualmente o NAe São Paulo (A 12) se encontra em ritmo de descomissionamento. O programa Vida à Bordo do Canal 21 esteve embarcado e fez essas imagens que servem para mostrar o quão longe a Marinha foi no quesito aviação de asa fixa embarcada.



Não sabemos quando, e se um dia a Marinha voltará a ter um porta aviões, mas revivendo essas imagens não tem como não lamentar o atual momento de nossa Aviação Naval de asa fixa, que está neste momento, sem seu “parceiro” (porta aviões).

Em breve, a Marinha irá receber o porta helicópteros PHM Atlântico (A 140), o qual irá implementar bastante as operações de nossa Aviação Naval, ampliando de forma significativa as operações aéreas da Marinha. Porém, não podemos deixar de destacar que existem diferenças enormes entre um porta helicópteros multipropósito e um porta aviões. Esperamos que não tarde muito para que nosso país saia desta crise financeira e a Marinha possa vislumbrar a construção de um novo porta aviões.



 

11 Comments

 

  1. 03/06/2018  23:53 by Gilbert Responder

    Sugestão:
    Fazer uma entrevista com o ultimo comandante do A-12 São Paulo e com o ultimo piloto que decolou do A-12

  2. 03/06/2018  9:20 by charles Responder

    Uma questão que sempre vem a memória quando fala em desativação de um porta aviões. Porque não tornar o São Paulo um museu no Rio de Janeiro, já que é uma cidade Turística conhecida no mundo todo. Já imaginou quão interessante seria? Ao que parece o custo da manutenção mesmo como museu flutuante seria oneroso demais pelo que tenho lido, mas sei lá...que eu teria muita vontade de conhecer se fosse museu teria e o faria por várias vezes....imagina aviões de várias partes do mundo no porta aviões....poder celebrar eventos, etc....que grana isso não daria!

  3. 02/06/2018  16:42 by Marcelo Responder

    Vamos pensar: o futuro das marinhas serão OPVs com UAVs. para patrulhas dos mares "considerados" territoriais, pois na verdade não são...., mas voltando ao foco. ... não ha mais necessidade deste tipo de equipamento, nem fragatas, nem caças com pilotos humanos, tudo isso acabou, somente as potencias tem isso pois é muito caro de fabricar, operar, manter, treinar, fazer manutenção, ainda mais em países com problemas estruturais graves como este, não vai sair mais nada mesmo.....Queiram ou naõ a MB está no caminho deste tipo de equipamento, talvez mais simples até, como canhoneiras sem UAVs....

  4. 02/06/2018  16:11 by Gilberto Rezende Responder

    Repito o que SEMPRE disse desde a aquisição do São Paulo.
    Sua aquisição foi a barganha mais barata da história Naval Brasileira e uma herança bendita (uma das poucas) do governo FHC.
    Seu grande problema foi ter sido usado sempre como foi comprado, o preço pedido pelos franceses dava a medida que sua operação era (como foi) inviável.
    Mesmo hoje ele continua valendo o que SEMPRE valeu, um CASCO de porta-aviões em perfeito estado de conservação atestado pelo Bureau Veritas pouco antes de seu descomissionamento.
    Refazer o mesmo caminho das Marinhas Indiana e Chinesa (com seus cascos russos) SERIA o destino correto para se aproveitar o EX-FOCH-SÃO PAULO...
    Usar o comprovadamente bom CASCO e fazer uma TOTALMENTE NOVA unidade e APRENDER fazendo isso e levando mais ou menos UMA DÉCADA como os indianos e chineses FIZERAM.

    Enquanto este LEEEENTO descomissionamento permanecer e a esperança que o governo atual seja substituído ano que vem por um governo menos amigo do mercado externo, ASSIM permanecerá minha ESPERANÇA que este casco nos sirva nas DÉCADAS ainda por vir tanto para aprender como construir PORTA-AVIÕES como para servir mais umas 3 ou 4 DÉCADAS depois de RECONSTRUÍDO defendendo os mares brasileiros, o país e a MARINHA DO BRASIL...

    AMÉM...

    • 04/06/2018  14:13 by Jefferson Ferreira Responder

      Concordo plenamente em todos os pontos mestre!!!

  5. 02/06/2018  15:38 by Terra Brasilis Responder

    Achou perigoso o trabalho e foi ser militar?

    • 02/06/2018  19:51 by Carlos Franca Responder

      Pois é!

  6. 02/06/2018  15:19 by Adriano Corrêa Responder

    Parece-me que o destino cruel e prematuro do A- será também da MB e do Brasil, se assim continuar a caminhar.

  7. 02/06/2018  12:33 by Carlos Franca Responder

    Conheci um marinheiro que tinha sido selecionado pra embarcar no São Paulo, pra trabalhar no convoo, ele achou tão perigoso e acabou pedindo baixa da Marinha pra não ir, e um tempo depois veio falecer andando no acostamento da BR 101, atropelado por um caminhão. Perigoso é o simples fato de estar vivo!

  8. 02/06/2018  10:57 by Eduardo Ramos Responder

    Um verdadeiro absurdo ! Um país que deste da década de 1960 operava e tinha uma projeção de poder através de seus Porta-Aviões e sua imensa Esquadra, hoje vê a cada dia sua força de superfície minguar e seu único navio Aeródramo inutilizado esperando a sua vez de ser enviado a um desmanche na índia tal como aconteceu com o Minas Gerais.

    • 03/06/2018  11:02 by Dalton Responder

      Eduardo...
      .
      não havia uma "imensa Esquadra" nos anos 60...o que havia era um NAe leve, o "Minas Gerais" capaz de transportar apenas o mínimo do mínimo ou seja menos da metade do que os NAes anti submarinos da US Navy transportavam diante de uma crescente força de submarinos soviéticos, 2 velhos cruzadores, uma dúzia de contratorpedeiros alguns bem pequenos, 8
      contratorpedeiros de escolta alguns operando como "avisos oceânicos" e 2 velhos submarinos.
      .
      Nos anos 1970 à marinha brasileira recebeu um bom reforço, com as 6 fragatas classe Niterói e os 3 submarinos classe "Oberon" todos novos e alguns contratorpedeiros e submarinos de segunda mão dos EUA, mas, ainda válidos ao menos
      para o início da década seguinte...só que a marinha soviética justamente na década de 1970 deu um salto gigantesco
      não apenas na força submarina mas na de superfície também o que eclipsou em parte esse reforço
      .
      A marinha brasileira tem hoje menos unidades que tinha há 30 anos atrás e assim acontece com a grande maioria das marinhas
      parte disso pela extinção da União Soviética e um grau de ameaça percebida menor.

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