14 Comments

 

  1. 25/11/2013  18:57 by Kelvin Rodrigues Responder

    É ridículo o Brasil investir tanto dinheiro nesse avião e só encomendar 28 unidades.

    • 17/02/2014  12:47 by Roberto Responder

      É lamentável seu comentário, isso só vem a confirmar que você não entende nada do assunto .

  2. 25/11/2013  22:43 by justin oliveira Responder

    Gigante? É apenas um cargueiro de MÉDIO porte NÃO é tão gigante assim .

    • 17/02/2014  12:49 by Roberto Responder

      Para que construir um antonov se não vai vender? A Embraer está corretíssima, ninguém trabalha de graça e o desenvolvimento também tem que dar lucro, para o Brasil e para a Embraer.

  3. 26/11/2013  9:16 by poorman Responder

    É muito dinheiro investido para uma expectativa de fabricar algo em torno de 80/100 aeronaves. O grande legado vai ser o aprendizado projetar aviões de maior porte (lógico, guardando as devidas proporções de um avião militar/civil).
    Se um dia após a geração E-Jets-E2 for necessário pisar no terreiro da Airbus/Boeing com um avião maior a escola já foi feita (e paga pelo contribuinte).

  4. 26/11/2013  11:35 by Marcelo Responder

    Não investe em peqisa, o povo reclama. Investe em umm produto ótimo com grande capacidade de mercado e o povo reclama. Como entende??

  5. 26/11/2013  12:15 by Daniel Responder

    Marcelo a moda agora é criticar e sair bonito na foto, Só que as pessoas criticam sem sequer analisar o objeto da critica. O Hércules foi por 5 décadas o cargueiro médio ocidental padrão, e não existe no mercado qualquer substituto para ele. O KC 390 vem para preencher esse nicho e se ele for tudo que ele está prometendo, no futuro quando se pensar em carga militar ou mesmo civil, forçosamente se pensará no Brasil e na Embraer.

    • 17/02/2014  17:26 by _RR_ Responder

      Daniel.

      Existem sim substitutos para o Hércules. E ele é o próprio Hércules... A aeronave não encerrou sua produção e continua a ser comercializada em novas versões.

      A rigor, o maior adversário do KC-390 são as aeronaves C-130 estocadas no AMARG, que teriam ainda um bom tempo de uso e que podem ser compradas e modernizadas a preços atrativos...

      Existe, evidente, uma grande chance de penetração no mercado para o KC-390, caso haja/mantenha-se a participação de empresas de outros países no projeto ( tais como Boeing ), o que facilitaria o acesso do produto aos demais mercados.

      Tudo dependeria de custos operacionais e preço competitivos aliados a modernidade do aparelho. Caso contrário, poder-se-ia terminar em um dilema muito similar ao do Rafale; isto é, seria melhor da categoria, mas não compensaria o investimento diante de uma outra aeronave que vai fazer o mesmo e a custo reduzido...

    • 17/02/2014  17:34 by _RR_ Responder

      Daniel.

      Continuando,

      De toda a sorte, creio que a decisão da Embraer foi acertada... Mesmo que não se atinja marca expressiva de exemplares produzidos, o ganho para industria nacional já justificaria todos os gastos...

      Ademais, uma aeronave como essa construído no Brasil representa maior independência no que diz respeito a operações de suporte em proveito das FAs. Ou seja, do ponto de vista estratégico, a produção local e aquisição se justifica plenamente.

      Mesmo que se tenham componentes que não sejam produzidos no Brasil, o mais complicado quase sempre é ter a aeronave construída e disponível. No mais, sempre se podem encontrar soluções no mercado para manter a aeronave funcional.

    • 17/02/2014  19:09 by Marcelo Responder

      Que seja assim daniel. E ao RR, boas esplicações!

  6. 26/11/2013  16:59 by Norberto Responder

    nossa, como brasileiro é pessimista, se não fazem nada, criticam se fazem algo, criticam tb.
    fala sério...

    • 17/02/2014  12:53 by Roberto Responder

      Concordo, parece que a nossa tecnologia não tem valor algum, mas se foi construído lá fora haaaaaa ! ai sim. Tem coisas que não dá para acreditar, O Brasil vende aviões para o mundo inteiro e eles compram porque é o melhor projeto em todos os aspectos. abs.

  7. 26/11/2013  23:00 by Marcelo Responder

    Talvez esse cargueiro pode ter sido uma forma enrustida do governo brasileiro investir na EMBRAER para que ela se possa lançar no mercado contra Airbus e Boeing ... tenho quase certeza disso!

    • 17/02/2014  19:14 by Marcelo Responder

      O avião ficou/é maior e já enfrenta uma gigante, a Lockheed Martin, que é líder em tecnologia setalth por exemplo. Mas de pouco em pouco vamos crescendo. Conforme haja necessidade, podemos fazer algo maior. Um avião com 130-160 passageiros para o mercado internoseria bom para começar, caso necessário.

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