O Departamento de Defesa dos EUA anunciou em 6 de março que a Lockheed-Martin assinou um contrato de US $ 481 milhões “como parte” do programa Multi-Mission Surface Combatant (MMSC) da Marinha da Arábia Saudita.



Anunciado em maio passado durante a visita de Donald Trump a Ryad, este acordo trata da construção de quatro fragatas derivadas dos navios de combate classe Freedom da Marinha dos EUA (LCS). Esses navios devem ser entregues até 2024. Mais armados do que seus homólogos dos EUA, o futuro MMSC da Arábia Saudita deverá ter um sistema de mísseis VLS com pelo menos 8 células, 8 mísseis anti-navio, um sistema Sea RAM, um canhão de 57mm e artilharia leve operada por vídeo.

FONTE: Mer et Marine



 

4 Comments

 

  1. 07/03/2018  18:52 by Esteves Responder

    O que foi Barco de Patrulha Oceanica com deslocamento em torno de 1.500 toneladas, cresceu. Os novos OPVs vão deslocar 3 mil toneladas e aí começa a discussão se são Corvetas que também estão espichando para mini Fragatas.

    Esse vaso saudita deriva de um LCS da Marinha Americana ou Navio de Combate Litorâneo. Foram projetados para combate mar-mar ou guerra contra submarinos e outros navios.

    O que se espera de uma Fragata é que ela possa combater também mar-terra apoiando desembarques e outras ações utilizando mísseis. Parece ser o caso do vaso saudita já que as águas do Golfo não exigem navios que navegam em grandes profundidades.

    Os sauditas pegaram um LCS de 400 milhões e incrementaram 100 milhões em modernidades e armas. Faz parte do programa de 110 bilhões de dólares anunciado pelo Trump.

    As Tamandaré derivam das Barroso. Se serão mini fragatas, super corvetas, imensos OPVs, não se sabe porque 20 estaleiros receberam as premissas da MB.

    A MB está acenando com um vaso de deslocamento acima de 2.500 toneladas, capacidade para 1 helicóptero. Comprimento, armas, radares estão no Requerimento. Estima-se custo em torno de 350 milhões de dólares para o navio pronto e armado.

    Aí começam outros problemas porque a MB quer um vaso oceânico para xeretar no litoral da África. Alguns construtores deixaram escapar que por esse preço no way fragata e maybe uma corveta...com poucos dentes.

    Vamos saber quando a MB abrir as propostas e quando for batido o martelo.

    Não entendo nada desse assunto, mas aprendi o que sei aqui no DAN.

  2. 07/03/2018  15:09 by Marujo Responder

    Qual é a diferença da configuração deste navio e a da corveta Tamandaré? Está é uma pergunta para os especialistas do blog,

    • 07/03/2018  22:08 by Mateus Barbosa Responder

      Marujo, Não sou especialista pq aqui deste patamar só tem o Mestre Dalton, más Este contrato Saudita remete a uma embarcação de combate litorâneo com capacidade de atuar somente em AEW, ASuW juntamente com um canhão relativamente leve, a Tamandaré só podemos tirar como base nesse momento a proposta pelo CPN que é a solução minima que os Estaleiros Participantes do CTT deverá propor, e nesse caso a Embarcação deverá atuar basicamente como Multimissão contra AEW, ASuW e ASW com 2 Lançadores quadruplos de Sea Ceptor, 2 Lançadores Duplos de Exocet/MANSUP, 2 Lançadores triplos de torpedos, torreta de 76mm além de um CIWS que até agora continua o Trinity de 40mm, sendo assim a CTT possuirá um leque de armamentos mais variaveis, espero ter ajudado!

  3. 07/03/2018  14:38 by Esteves Responder

    Perfeito pra nossa Marinha, penso. Desloca 3 mil toneladas. Não é oceânico como a MB deseja, mas tem tudo o que precisamos. Problema: muito caro. A versão americana encosta nos 400 e a versão saudita nos 500 milhões de dólares. Outro problema: passa longe da proposta Tamandaré e dessa mania nossa de ir vigiar a África com a ONU. Quem vai nos cutucar no futuro está aqui na Antártida.

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