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Home Naval

Marinha apresena plano de rearmamento ao Presidente

Guilherme Wiltgen por Guilherme Wiltgen
02/03/2026 - 13:03
em Naval
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O plano da Marinha para se rearmar apresentado a Lula após as ações dos EUA mudarem o cenário.

Por Marcelo Godoy

As bombas americanas e israelenses caíam sobre Teerã e Nicolás Maduro amargava mais um dia na cadeia em Nova York enquanto o plano de rearmamento da Marinha apresentado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda aguarda uma resposta.

Os investimentos devem somar mais de R$ 250 bilhões a serem gastos até 2040 e fazem parte do plano geral entregue pelas três Forças no dia 15 de janeiro, após a ação das forças especiais dos EUA em Caracas.

Mas o que constava do pacote entregue a Lula sobre as necessidades da Armada para a defesa de nosso mar territorial, com suas ilhas e riquezas oceânicas, da presença de potências extrarregionais? A Marinha tratou da obtenção e ampliação de meios navais até 2040 e da “adaptação às novas demandas impostas ao Brasil no cenário regional e internacional”.

Trata-se, por exemplo, da necessidade de defesa do direito garantido em 2025 sobre a Margem Equatorial, área marítima de 360 mil km² entre o Amapá e o Rio Grande do Norte, com potencial estimado em até 30 bilhões de barris de petróleo. Para a Marinha, essa nova fronteira energética “coloca sob os holofotes questões de infraestrutura, segurança marítima e presença estatal”.

O foco da explanação do Almirante Marcos Sampaio Olsen, Comandante da Força Naval, esteve na ampliação dos meios da Esquadra “como requisito essencial para fazer frente a esses novos desafios, destacando-se a construção e a modernização de meios navais”. A lista de necessidades é conhecida desde 2023 quando foi publicada a Estratégia de Defesa Marítima (EDM).

Ela estipulava quantidades e meios de cada Elemento de Força Naval, além dos respectivos requisitos e estimativa de custos. Ele previa oito navios de escolta – fragatas –, por exemplo. Por enquanto, o contrato de construção das novas fragatas da classe Tamandaré prevê a construção de quatro unidades, mas um novo contrato deve ser assinado para a construção de outras quatro ao custo de cerca de R$ 3 bilhões por unidade.

“Tendo em vista o compromisso da MB com o cumprimento do seu Plano Estratégico, é fundamental a construção de unidades adicionais de Fragatas Classe Tamandaré (FCT), especialmente para substituir as Fragatas Classe Niterói, que possuem, em média, 50 anos de serviço. Por isso, a MB está em tratativas para viabilizar a construção de mais quatro navios pelo PFCT”, informou a Marinha à Coluna.

Sobre a força submarina, a Marinha reafirmou a importância da construção de seu primeiro submarino a propulsão nuclear, o Álvaro Alberto. A embarcação deve ser entregue em 2033. Embora não esteja prevista uma segunda embarcação, o desejo é que o Álvaro Alberto seja apenas o primeiro de uma força que teria enorme capacidade de dissuasão contra ameaças ao País.

A Força Naval informou a Lula que considera “crítico” o risco de a construção do Álvaro Alberto ser interrompida, conforme consta na EDM. A embarcação que está sendo produzida em Itaguaí, no Rio, faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), que envolve ainda a entrega de quatro submarinos convencionais Skorpène da classe Riachuelo – a 4.ª dessas embarcações foi lançada ao mar em 2025.

Mas isso não significa que todas estejam à disposição da dissuasão pretendida pela Armada. É que além dos testes que ainda faltam ser feitos em relação ao submarino Almirante Karan (S43), o primeiro da série, o Riachuelo (S40), está parado para manutenção geral desde abril de 2025.

A Marinha ainda apresentou a Lula a necessidade de se obter três navios anfíbios, 20 navios-patrulha de 500 toneladas (NPa-500) e dez navios-patrulha oceânicos (NPaOc). Atualmente, estão em construção dois NPa-500, da Classe Macaé, no Arsenal de Marinha no Rio, com entrega prevista até 2029. O Mangaratiba, com mais de 50% das obras concluídas, tem entrega estimada para 2026. Já o NPa Miramar segue o cronograma previsto (2029).

Ao mesmo tempo, a Força Naval está desenvolvendo o projeto nacional NPa-500BR, concebido pela Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON), cuja primeira unidade deve começar a ser construída em 2027. Esses meios são considerados essenciais para a fiscalização do litoral, a proteção de infraestruturas estratégicas e o combate a ilícitos no mar que Olsen informou a Lula.

Ele não mencionou a necessidade de um navio multipropósito que possa abrigar aviões da Aviação Naval. Hoje, a Marinha opera no NAM Atlântico apenas helicópteros e drones. Na EDM, a Força mostra a necessidade de ter um novo porta-aviões depois da desativação do São Paulo, em 2018.

E os armamentos?

Entre os novos sistema de armas, está previsto o Sea Ceptor (míssil CAMM), que será o sistema de defesa aérea das Fragatas Classe Tamandaré. De lançamento vertical, ele ataca alvos aéreos até a médio alcance – mísseis antinavio, aeronaves e drones, simultaneamente.

Além dele, o canhão naval OTO Melara de 76 mm Super Rapid também equipará as novas fragatas. Ele tem a capacidade de disparar até 120 tiros por minuto contra alvos aéreos, de superfície e costeiros. E pode empregar munições que ampliam seu alcance e precisão. Por fim, as fragatas devem ter o Míssil Antinavio Nacional de Superfície (Mansup) e o Mansup-ER, com alcance de 200 quilômetros.

Míssil MANSUP-ER

Na semana passada, a Siatt Engenharia, fabricante do Mansup, e a Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha assinaram um protocolo de intenções para o desenvolvimento da versão ar-superfície do Mansup para que o novo míssil possa ser disparado dos helicópteros da Armada. A nova versão é chamada de Marsup.

Para a Força Naval, outro ponto fundamental é o Programa do Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz), voltado ao monitoramento, à vigilância e ao controle das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), incluindo as fronteiras marítimas. De acordo com a Força Naval, o sistema permitirá “a detecção e identificação de ameaças e ilícitos, a obtenção de dados operacionais e o monitoramento ambiental”.

“O SisGAAz atuará, ainda, como multiplicador de capacidades, ao racionalizar a presença de meios navais em áreas prioritárias e possibilitar respostas oportunas e proporcionais a incidentes. Ele estará ligado à atuação de drones de vigilância, reconhecimento e busca e salvamento marítimos.

A Marinha já emprega diferentes tipos de sistemas não tripulados, tanto aéreos quanto marítimos. Eles podem ser lançados a partir de distintas plataformas – navios, aeronaves e instalações em terra –, ampliando o alcance das operações navais. Entre eles estão os drones ScanEagle e Nauru 500C, de vigilância e reconhecimento. No mar, são empregados o ROV Sub-Fighter 15K, além dos sistemas Glider e Sailbuoy, voltados à coleta de dados e ao monitoramento do ambiente oceânico.

Entre os projetos da Força está o de um submarino autônomo multipropósito, desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM), destinado a testes de sensores, apoio a atividades de contramedidas de minagem, busca e salvamento no mar, exploração e pesquisa submarina.

O Corpo de Fuzileiros testou recentemente seu primeiro drone camicase e o Centro de Análises de Sistemas Navais (CASNAV) desenvolve um veículo de superfície não tripulado, “com potencial de emprego em missões que variam desde a vigilância costeira até operações de varredura e ações de guerra de minas”.

Antes de encerrar sua exposição, Olsen reforçou com o presidente que a “sustentabilidade desses projetos estruturantes exige capacidade financeira contínua para o cumprimento de obrigações contratuais junto aos fornecedores, especialmente diante do cenário de restrição fiscal, uma vez que os recursos destinados ao Ministério da Defesa registraram decréscimo de quase 50% nos últimos 10 anos”. Ou seja, sem dinheiro, tudo isso fica só no papel.

É justamente a imprevisibilidade dos gastos da Defesa que fez com que a EDM registrasse como crítico o risco de “degradação das capacidades antissuperfície, antissubmarino, defesa aeroespacial e Inteligências Vigilância e Reconhecimento da Força Naval”. O mesmo nível foi identificado em relação ao SisGAAz, com a consequente redução da “capacidade de proteger as Infraestrutura Críticas do Poder Marítimo e de projeção de poder nas Ilhas Oceânicas e outras regiões de interesse do Brasil”.

E, para finalizar, a Força afirmou ser crítico o risco de um ataque cibernético degradar os meios navais e seus sistemas de Comando, Controle, Comunicações, Computação, Cibernético, Inteligência, Vigilância e Reconhecimento. Foi provavelmente uma ação assim que pôs a defesa da Venezuela fora do ar para a captura de Maduro. Antecipar-se e preparar-se para futuros conflitos é tarefa não só de militares, mas também de governantes.

São poucos os países do mundo que têm meios para dissuadir uma ação americana como as realizadas na Venezuela e no Irã, além da China e da Rússia. Mas se não podem impedir agressões contra seus territórios em um mundo em que a lei internacional é tratada abertamente como um estorvo por Moscou e Washington, podem ao menos aumentar o preço do uso da força para quem faz pouco caso das instituições internacionais.

FONTE: O Estado de S. Paulo
FOTOS: Ilustrativas

Tags: Esquadra BrasileiraMarinha do Brasil (MB)Ministério da Defesa (MD)Presidência da República (PR)
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Comentários 19

  1. Gustavo Tavares says:
    3 meses atrás

    Mais sugestões a MB para gastar melhor essa grana.
    Adquirir novo lote dos Scorpones e partir para o projeto nacional SMB-10, continuar o desenvolvimento da referida “metralhadora rápida” (nome dado pela própria MB, para algo que seria uma Gatling nacional), continuar o projeto “patruleiro da Amazônia” com a Colômbia, dotar veículos de poder de choque com lança granadas ou morteiros automáticos, cooperar com AKAER ou Embraer (ou as duas) em um caça naval nacional (quem sabe nacionalizar o Hurjet), adquirir o Guará 4WS da Avibras para tropa regular, desenvolver nova fragata pesada nacional com os conhecimentos adquiridos do projeto CCT ou sozinha ou em parceria, livrando assim de embargos ou Royalties, adquirir navios de oportunidade, modernizando com tecnologias nacional, solicitar a Embraer uma versão naval e embarcada do SABER-M 200 etc etc etc.

    Responder
  2. Gustavo Tavares says:
    3 meses atrás

    Parabéns pelo seu comentário e lucidez caro Fernando.
    Por mais que os direitistas tem negar, é inegável e óbvio que se hoje nossas FAAs estão em um patamar um pouco melhor, graças em grande parte é aos governos de esquerda!
    Que ao que parece são mais nacionalistas do que os de deiteita.

    Responder
  3. Echo12 says:
    3 meses atrás

    Noronha e Trindade merecem estruturas militares mais complexas, para exercer uma influência maior no Atlântico Sul.
    Sistemas do SisGAAz nas ilhas, destacamento de FN e estrutura de hangares para helicópteros orgânicos da armada, são melhorias possíveis e dissuasórias.

    Responder
  4. Wilson Look says:
    3 meses atrás

    Nunca foi falado que o programa PFCT custaria 2 bilhões de reais como um todo, mas sim 2 bilhões de dólares o que representa 10 bilhões de reais na época, o custo por unidade foi apresentado como 2,5 bilhões de reais e esse aumento de 500 milhões pode ser justificado por 2 coisas inflação do período ou um leve aumento de capacidade, mas eu me inclino mais para a primeira.

    Responder
  5. FERNANDO VIDAL says:
    3 meses atrás

    Em primeiro lugar é sempre necessário lembrar que o fato de ainda termos um planejamento de defesa, da mesma forma que programas militares do nível do KC-390, Caças Gripens, Blindados Guaraní, Submarinos Scorpene, etc. Estes somente se mantém graças aos companheiros do governo e dos governos de esquerda que o antecederam. Haja vista que os governos de extrema direita brasileira, até mesmo aqueles do regime militar renegaram a nossa defesa a um segundo plano pois sempre se submeteram a um papel secundário em termos geopolítico, incompatível com a sua dimensão econômica, populacional, cultural, etc. Certamente há muito ainda a ser feito, mas daí a desdenhar de tudo que está sendo feito através dos programas de desenvolvimento e aquisições das FFAA me parece mais uma crítica com motivação ideológica do que qualquer outra coisa.
    Em relação a matéria, penso que a mesma esteja um tanto desatualizada em relação a última revisão do PNM.

    Responder
  6. Gustavo Tavares says:
    3 meses atrás

    Ainda não li, mas com certeza torrarão essa grana em compras desconexas e estratégia mal engenhada.
    Tipo de quem não entende nada de guerra moderna ou sua profissão.
    Já era para a MB ter transformado o Atlântico em porta drones Albatroz e Atoba, e mais qualquer outro drone nacional que surja.
    Adquirir alguns helis de ataque para o Bahia e Atlântico, modernizar e ressuscitar os sub Tupis, continuar o desenvolvimento do torpedo nacional e Sonares, aceitar as ofertas Turca, Indiana, Chinesa etc, de fragatas
    pesadas, co desenvolver o MT-300 com versões de maior alcance, aproveitar a MEC Jee e solicitar versões Sup/Ar do MAA-1, A-DARTER,
    Continuar o desenvolvimento de UAS, s, Siconta Fênix, Radar Gaivota-X, desenvolver um sistema VLS nacional para as futuras fragatas e submarinos, desenvolver a versão Sub/SUP do MANSUP etc etc etc..
    Mas com sempre irão as compras na Europa ocidental e Tel’Aviv, como muambeiras de luxo que acha que são, aumentando ainda mais a dependência do Brasil.

    Responder
  7. Marcio says:
    3 meses atrás

    Tem que trocar toda a marinha (cérebros) se e que existem

    Responder
  8. Felipe says:
    3 meses atrás

    12 fragatas seria o mínimo né MB , sendo 4 de um porte maior que as Tamandaré, e talvez um quinto submarino Riachuelo até ficar pronto o nuclear o que ainda vai levar um bom tempo.

    Responder
  9. Paulo Sollo says:
    3 meses atrás

    Nem mesmo vendo seus “cumpanhêros” ditadores e genocidas sendo presos e liquidados o nine fingers e seus comparsas moverão uma palha em prol de se obter capacidades mínimas de defesa.
    Esta gente é como vírus, como parasitas. Eles estão na política impulsionados por objetivos escusos e não por vontade de proporcionar desenvolvimento ao país.
    Estão empenhados em arrecadar mais para sustentar seus rombos orçamentários que não param de crescer. Essa gente não tem capacidade, não tem competência para administrar o país.
    E Eles são extremamente displicentes em relação à necessidade de defesa.
    É aquela gente do bar que só quer saber de festejar.

    E é necessário ressaltar também que os líderes da MB ainda não atingiram uma mentalidade do mesmo nível dos militares de países que levam suas capacidades militares totalmente a sério.
    Foram décadas perdidas e o cenário atual em relação a investimentos é o pior possível. O Brasil agora é um alvo extremamente fácil e tentador e todos eles são culpados, políticos e líderes militares.

    Responder
    • Augusto says:
      3 meses atrás

      Paulo Sollo, perfeito comentário.

      Responder
  10. Natal says:
    3 meses atrás

    Três navios anfíbios? Pra quê? A MB quer invadir quem?

    Precisamos focar no que é prioridade: novo lote de fragatas, novo lote de submarinos (só quatro claramente não é suficiente) e mais patrulhas oceânicas.

    Se a MB tiver bom senso, deveria pensar em uma classe de navios de defesa aérea, com pelo menos 32 células e cerca de 6.000 toneladas. E, sinceramente, talvez até comprar em estaleiro no exterior, porque aqui pode acabar ficando impagável.

    Esquece essa obsessão por navios anfíbios e foca em radares costeiros, defesa de costa e defesa antiaérea. Parece que há uma vontade de imitar os fuzileiros americanos… No máximo, se fosse o caso, comprar uma classe tipo Mistral — e olhe lá.

    Navio-tanque, modernização da frota e reforma das bases navais que estão decadentes e mal protegidas — isso quase ninguém comenta.

    MB, pelo amor de Deus, acorda.

    Responder
    • André says:
      3 meses atrás

      Caro Natal, responderei sua pergunta.

      Primeiro vamos entender o conceito estruturante da Esquadra: nossa Marinha é subdividida em Forças subordinadas ao Comando em Chefe da Esquadra que são organizadas de acordo com o tipo de meios operados. São elas:

      Força de Superficie
      /////////// Submarina
      //////////// Aeronaval

      Tanto os navios logísticos como o anfibio fazem parte do chamado Esquadrão de Apoio, este último formado por fuzileiros navais que empregam navios especializados em desembarque de meios capazes de dominar cabeças de praia a viva força, tendo o auxilio de outros meios da Equadra como as fragatas ou aeronaves caso necessário (ou até mesmo auxilio de caças da FAB). Estamos falando aqui de tropas de elite não apenas de meios navais! Uma Marinha não é composta apenas de navios! Você comete o erro de achar que é só o navio em si!

      Todo esse trabalho para cumprir o objetivo de controle de uma área estratégica ou até mesmo privilegiada que se mantidas no controle do inimigo táticamente nos faz perder uma guerra a longo prazo. Como aconeceu no famoso Dia D: aquela tomada da Normandia se mostrou estrategicamente importante para os aliados tamanho o controle que os alemães exerciam sobre a França. Não se trata de invadir alguém, se trata de controlar uma área estratégica empregando navios especializados (grandes e bem equipados) para alcançar esse objetivo definitivo. Uma Esquadra não é formada apenas de fragatas! Que por sua vez não podem embarcar e descarregar CLANF ou Astros! Isso tudo do ponto de vista estratégico e tático, não vou nem me aprofundar em detalhes políticos e dissuasórios. (fonte: Marinha do Brasil)
      Espero ter ajudado.

      Responder
  11. dretor says:
    3 meses atrás

    Classe Tamandaré… R$ 3 bilhões por unidade? Caraca, de onde saiu esse valor?

    Vamos pagar transferência de tecnologia duas vezes? Sendo que o estaleiro é majoritariamente brasileiro?

    E outra: por que está tão caro assim? Nosso dinheiro derreteu desse jeito?

    Mesmo assim, 580 milhões de dólares por navio parece muito superfaturado. A Tamandaré é considerada “subarmada”, não deveria custar tanto — ainda mais lembrando que esses 580 milhões de dólares são sem parte dos armamentos, e ainda temos que comprar a munição por fora.

    A MB está maluca?

    isso e culpa da Pequena escala (apenas 4 unidades)

    Se fossem 8 ou 12 navios, o custo unitário cairia.

    Responder
    • Dudu says:
      3 meses atrás

      Pensei o mesmo. A primeira vez que li sobre, falavam R$ 2 bilhoes em todo lote. Agora falam em R$ 3 bilhoes a unidade kkkk

      Responder
  12. André says:
    3 meses atrás

    Que matéria horrível!!!!
    Ela começa com bombas americanas e israelenses que caíam sobre Teerã, com Nicolás Maduro amargando mais um dia na cadeia e termina com dissuasão de uma ação americana como as realizadas na Venezuela e no Irã, além da China e da Rússia. Que dacadência!!
    A “Força” se preocupa em ter porta-avião mas não em ter navio logístico, é no mínimo estranho: de que adianta se preocupar com base aérea móvel se não tem capacidade de reabastecê-lo no oceano?

    Responder
  13. Antonio Cançado says:
    3 meses atrás

    Outro programa? Mesmo sem executar o anterior?
    E presidente é com minúscula, Presidência é que é com maipuscula…

    Responder
  14. Johan says:
    3 meses atrás

    O plano é bom, é factível, mas tem um problema fatal: política brasileira.
    Infelizmente, se tivermos mais 4 fragatas já será para comemorar.

    Responder
  15. Douglas says:
    3 meses atrás

    250 bilhões até 2040 não é nada. 8 Tamanduás mal armadas também não vão ajudar em muito. A guerra da Ucrânia está aí como uma vitrine aberta de como se enfrentar um adversário mais forte e com mais recursos, guardado naturalmente as devidas proporções, os diferentes cenários e a natural incompetência russa. Já o que aconteceu na Venezuela e acontece no Irã é o embate entre uma força armada de fanfarronices contra outra profissional e que domina completamente o espectro eletromagnético. O resultado é o passeio que estamos vendo.
    Enquanto a Marinha continuar sendo uma guarda fluvial, O EB continuar fiscalizando garimpo na Amazônia e a FAB continuar sendo serviço VIP de políticos, nunca vamos ter forças armadas realmente prontas para o combate.
    Se o Brasil quiser ter alguma chance de pelo menos oferecer combate contra um adversário superior em recursos, seria interessante ver o que os israelenses fazem com um orçamento menor do que o nosso e onde eles investem, já que eles entenderam que não precisam produzir tudo.

    Responder
  16. Carlos says:
    3 meses atrás

    A verdade é que são Todos Cozidos da mesma PANELA ..
    Vergonhoso ….

    Responder

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