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Home Aviação

Brasil compra R$ 2 bi em armas da Rússia e agora negocia caça

Vinicius Castro por Vinicius Castro
17/10/2013 - 15:07
em Aviação
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PAK-FA(Foto     -Realhokum)

clipping

País poderia receber jatos Sukhoi-35 para substituir seus Mirage-2000 e participar da produção do novo modelo T-50. Contrato para aquisição de baterias antiaéreas Pantsir-S1 e lançadores Igla-S, contudo, só deve ser assinado em 2014.

O Brasil aprofundou sua cooperação militar com a Rússia ao fechar a compra de R$ 2 bilhões em baterias antiaéreas e admitiu participar da produção do caça de próxima geração que está sendo desenvolvido por Moscou.

Segundo o ministro Celso Amorim (Defesa), nada impede a participação brasileira no projeto do Sukhoi T-50, caça que tem cinco protótipos voando e que servirá de base para um modelo a ser produzido em conjunto com a Índia.

Amorim fez o comentário após reunião com seu colega Sergei Shoigu. Reafirmou que o processo para comprar caças de geração atual, o F-X2, segue com três concorrentes: o americano F/A-18, o francês Rafale e o sueco Gripen NG.

Os russos não fizeram ofertas formais de seu modelo atual, que ficou de fora do F-X2, o Sukhoi-35. Segundo a Folha apurou, contudo, a Força Aérea recebeu uma consulta informal para receber uma espécie de “combo”.

Pela oferta, o Brasil receberia Sukhoi-35 para substituir seus Mirage-2000 que serão aposentados neste ano enquanto o T-50 não atingir estágio operacional, o que deve ocorrer só após 2016. O novo caça só deverá ter produção comercial no fim da década.

No encontro com Amorim, Shoigu falou genericamente que poderia fazer leasing de equipamento militar russo. Isso foi lido com uma senha para a solução intermediária.

A compra dos caças se arrasta desde 2001. O F/A-18 tinha superado o Rafale no favoritismo, mas o escândalo da espionagem americana travou o negócio politicamente. A ampliação da cooperação com a Rússia ocorre no momento em que a relação Brasil-EUA está abalada.

O T-50 é o projeto de caça de quinta geração em estágio mais avançado no mundo. Só os EUA têm um avião deste tipo hoje, o F-22. A denominação é genérica e indica a adoção de itens como alto índice de informatização e capacidade de voo furtivo, o chamado “invisível ao radar”. Sua grande vantagem é a abertura da Rússia a cooperações –os EUA não vendem o F-22.

Para que a negociação ande, os russos deverão melhorar seu pós-venda. Segundo a Folha apurou, a delegação de Shoigu recebeu reclamações sobre peças de reposição e manutenção dos helicópteros de ataque Mi-35 que estão sendo fornecidos à FAB.

O fato de ter sido sacramentado o próximo passo para a compra de baterias antiaéreas Pantsir-S1, um produto de alta tecnologia, indica que o Brasil deu um voto de confiança a Moscou.

Amorim ressaltou que a ideia não é a compra em si, mas a capacitação tecnológica. A previsão é de que uma empresa brasileira, que poderá ser a Odebrecht Defesa, venha a produzir a arma. O contrato deverá ser assinado em meados de 2014. Prevê a compra de três baterias mais duas de lançadores Igla-S.

Governos dos dois países criam grupo antiespionagem

Na esteira das denúncias de espionagem por parte dos Estados Unidos, Brasil e Rússia decidiram ontem formar um grupo de trabalho para sugerir soluções em defesa cibernética. A forma como isso será feito não está definida.

Não deixa de ser curioso que o Brasil, país cuja presidente cancelou uma visita de Estado a Washington por causa das denúncias que estaria sendo monitorada, esteja procurando parceria no setor justamente com a nação que abriga o denunciante do caso da espionagem.

O analista Edward Snowden, que vazou documentos mostrando a ação de espionagem da Agência de Segurança Nacional americana, está asilado temporariamente na Rússia.

Outro acordo assinado entre os dois países prevê uma maior cooperação na área de tecnologia espacial.

Fonte: Folha de São Paulo – Igor Gielow

Tags: F-X2FABForça Aérea BrasileiraPAK-FAPantsir-S1Sukhoi PAK FA T-50Sukhoi Su-35 Flanker-E
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Comentários 8

  1. andré says:
    12 anos atrás

    O Brasil continua insistindo na ideia de transferência de tecnologia. Quando vamos pensar grande, de fato. Tecnologia aqui, é tratada tão casuisticamente quanto a formação de atletas pra olimpíada. Infelizmente, os militares têm que fazer o que podem.

    Responder
  2. Nelson de Azevedo Neto says:
    12 anos atrás

    🙁 … Definitivamente, não dá mais para brincarmos de ser uma criança inocente neste país!… Pois mal ensaiamos dar asas à uma imaginação lúdica, vem logo outro adulto malvado despejando a dura realidade… Pôxa, que feio!
    PS: Maaass, que não nos venham oferecer chupetas como prêmio de consolação, porque aí o bicho papão pega…!… 😉

    Responder
  3. Bento Maia says:
    12 anos atrás

    Agente vê muito pessimismo nos comentários sentimentais dos Senhores, ora se estamos necessitando de tampões, nada obsta que sejam adquiridos 16 SU-35 por fora da licitação dado ao preço e por questões de conveniência política, comércio e defesa, concomitantemente dar-se-a continuidade ao FX-2 até esgotar o tempo, 2015? então virá em seguida aquela história do “já que está dentro, deixa”: continua-se com mais tampões SU-35 até chegar o PARK-FA.

    Responder
  4. Ricardo says:
    12 anos atrás

    Acho que não!! O Brasil não dá tanta importância assim para a defesa, eu acredito que o FX-2 também já era, e é bom começar a pensar nos tampões.
    O que vocês preferem?
    36-F16(recauchutado) ou 36-Mirage2000(meia bomba).

    Abraço a todos!

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      12 anos atrás

      Difícil hein!

      Responder
    • sergei says:
      12 anos atrás

      Eu acredito que o projeto FX2 da FAB está definitivamente extinto, a idéia da presidenta Dilma era de comprar os lixos americanos F-18, porém, depois que o governo brasileiro flagrou os americanos espionando, a possível compra foi melada, assim como a visita de chefe de estado cancelada. Podem esquecer do FX2.
      Em contrapartida, o Brasil, no âmbito dos BRICS tem firmado e exercitado acordos militares bilaterais com a Russia, comprando primeiro um lote de 12 helicópteros MI-35 de ataque, em seguida fechou compra de mais 12 dos mesmos aparelhos, nessa mesma oportunidade também comprou com transferencia irrestrita de tecnologia pelo menos 3 baterias antiaereas PANTSIR S-1 e baterias IGLA, gasto de aproximadamente 2 bilhoes de dolares, ficando pendente a compra dos jatos caças para a FAB. Presidenta Dilma Rousseff buscou apoio de Vladimir Putin na Russia para um eventual respaldo em denuncias contra os Estados Unidos na ONU e para retribuir os russos, nada mais que justo, seria a compra de jatos caças SUKHOI 35 ou PAK FA T-50, que na verdade são muito respeitados e esta entre os melhores do mundo. Esta formação dos BRICS ainda vai render muitos frutos na área bélica entre Brasil, Russia, India, China e Africa do Sul. Não sou petista, mas a presidenta está corretissíma. Chega, ponto final, não somos mais subordinados aos IMPERIALISTAS.

      Responder
  5. Kelvin Rodrigues says:
    12 anos atrás

    As relações comerciais russo-brasileiras, entre elas as militares estão muito boas e bem encaminhadas, a Russia e o Brasil são fortes aliados, por isso não duvido que um acordo de cooperação militar entre os dois países aconteça e que isso leve talvez a compra dos aviões russos de 4ª(Su-35) e os de 5ª geração(T-50).

    Responder
  6. mauricio matos says:
    12 anos atrás

    Negociação andar ela já nasceu morta o Brasil não vai entrar em projeto nenhum e não vai comprar caça essas noticias só tem um sentido encher linguiça .

    Responder

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