Em 17 de dezembro de 2025, na Base Aérea de Santa Cruz, o Albatroz Vortex realizou seu voo inaugural, tornando-se o primeiro drone brasileiro a voar equipado com uma turbina — e mais do que isso: a primeira turbina aeronáutica 100% brasileira a voar em um drone. A propulsão é da Aero Concepts, em um marco histórico para a engenharia nacional.
Este vídeo só pôde ser divulgado agora, após liberação oficial da Força Aérea Brasileira (FAB). O que aparece aqui não é apenas um voo inaugural, mas a abertura de um novo ciclo tecnológico: a propulsão a reação nacional aplicada a sistemas não tripulados, criando caminho para uma nova família de produtos, plataformas e aplicações estratégicas.
Tecnologia própria muda o jogo. E o jogo acabou de começar.
COLABOROU: Victor Silva












Parabéns a todos os envolvidos !!!
Não se iluda caro Dudu.
Nossos militares nãos estão nem aí para a independência e soberania nacional.
São “sacoleiras” metidas a besta que amam quinquilharias importadas.
Caro Dudu, as FAAs nacionais nem aí para a indústria de defesa verdadeiramente nacional.
O que interessa aos militares brasileiros é as porcarias vindas da Europa a preços altíssimos somado a dependência é submissão integral.
A MB tinha planos de operar o Albatroz no Atlântico como escrevi acima (versão 1), do nada, mudou de ideais e comprou aquele aeromodelo do Scan Eagle e para piorar queria comprar a que “valo” voador do V-Bat.
Como disse, não sei como a Estella é outras empresas de defesa 100% nacionais ainda investem nesse mercado no Brasil.
Daqui há alguns meses, se não anos, eles venderam as empresas (Estella e Aeroconcept) por falta de encomendas.
Aí os militares nacionais terão olhos para elas.
Foi assim com Ares, AEL, etc etc etc.
Pois é.
A MB havia manifestado a intenção de operar o Albatroz (versão turbohélice) no Atlântico.
Os testes estavam previstos para o final do ano passado.
Se já tivesse testado e implementado a “doutrina”, poderia estar operando um esquadrão da versão MK1 e encomendar outros Esquadrão da versão que chamarei de MK2.
Mas o almirantado vive desvairado com ideias megalomaníacas de subnuc, porta aviões, armas a laser e eletromagnéticas, mas se esquecem de fazer o básico.
Vale ressaltar que a Estella tem o Atoba e munição vagante pães ele.
Assim como armamento europeu instalado e testado no Atoba.
É por isso que temos FAAs sub dimensionadas, pessimamente armadas e táticas.
Não sei como a Estella continua a investir, porque até hoje não vendeu nada ainda.
Vale ressaltar que países como Turquia, China, Índia atingiram o patamar de desenvolvimento que possuem hoje, graças ao investimento massivo na indústria e produto local.
Aqui gastam bem, mas no que é importado.
Parabéns Estella!
Show! O próximo passo deveria ser desenvolver um Albatruz turbina furtivo para servir de drone de reconhecimento para os futuros Astros FN equipados com Mansups e Mansups ER.
Parabéns a essa galera! Não percam o foco e continuem firmes.