Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados

Home Aviação

F-35C e F/A-18 da US Navy realizam teste de interoperabilidade

Guilherme Wiltgen por Guilherme Wiltgen
10/10/2014 - 10:33
em Aviação
14
0
compartilhamentos
266
acessos
CompartilharCompartilharCompartilhar
Chinese (Traditional)DutchEnglishFrenchGermanItalianJapanesePortugueseRussianSpanish

F-35C e F-18

Por Guilherme Wiltgen

Um F/A-18 Super Hornet realizou uma sequência de testes de interoperabilidade com o novo caça da US Navy, o F-35C Lightning II, sobre o deserto de Mojave, na California.

As duas aeronaves foram envolvidas em uma série de trocas eletrônicas, visando garantir que as comunicações e informações possam ser passados ​​de forma eficaz entre as duas plataformas.

O F-35C é a variante naval do JSF (Joint Strike Fighter), projetado para operar a bordo dos porta-aviões norte-americanos, e com previsão para realizar o seu deployment inicial em 2019.

Tags: F-35C Lightning IIF/A-18 Super hornetJoint Strike FighterJSFUS Navy
Notícia Anterior

USS 'Cole' (DDG-67) entrará no Mar Negro nesta sexta-feira

Próxima Notícia

SALITRE 2014 - FAB aprimora experiência operacional no Chile

Guilherme Wiltgen

Guilherme Wiltgen

Notícias Relacionadas 

Naval

Defesa Aérea e Naval a bordo do USS Nimitz (CVN 68)

08/05/2026 - 21:55
Aviação

F-35C da US Navy abateu um drone iraniano

04/02/2026 - 07:20
Forças Armadas

Pete Hegseth: Tropas inaptas e mal treinadas não são mais toleradas

01/10/2025 - 08:40
Carregar mais
Próxima Notícia

SALITRE 2014 - FAB aprimora experiência operacional no Chile

Comentários 14

  1. Dalton says:
    12 anos atrás

    Quem achava imbatível ? Os britânicos esperavam mais perdas do
    que tiveram então não acho que com apenas 6 navios equipados com o
    Sea Dart e 2 equipados com o Sea Wolf nem todos concentrados em
    um único local , estivessem “confiantes”.
    As aeronaves argentinas poderiam ser da década de 60, mas, mesmo
    na década de 80 eram ainda válidas ainda mais se pilotadas por
    homens bem treinados e motivados.
    Muitas vezes comparamos apenas os sistemas de armas e esquecemos
    o treinamento, motivação e bravura individual que fazem a diferença.

    Responder
  2. Marco says:
    12 anos atrás

    O Foco é Teoria X Prática, achava-se imbatível a combinação das Type 42 + Type 22, a própria marinha argentina tinha dois Type 42 e pregava que sempre pelo menos dois atacantes seriam abatidos e nos treinamentos mostravam os “Locks” a seus pilotos, na Type 22 o Sea Wolf é ainda mais letal com seu optrônico que não pode ser Jameado e na pratica quase todas essas escoltas foram atacadas e atingidas,
    Voltando a Pierre Spray, ele diz que Stealth não é novidade e que o Russo já compreendeu qual tipo de radar usar tanto assim que o T-50 prevê um radar banda L com antenas nos bordos de ataque das asas, um AWACS pode ter esse radar, assim mesmo os radares AESA fazem saltos de frequência, obtendo a melhor resposta do alvo. Você não pode contar somente com Stealth por isso o F-22 é melhor, e ainda tem o canhão de 27mm.

    Responder
  3. EMS says:
    12 anos atrás

    Eu não acredito que a realidade de combate aéreo de hoje seja a mesma da Guerra das Malvinas.
    Os conceitos, tecnologias, etc são totalmente diferentes.

    Responder
  4. Dalton says:
    12 anos atrás

    O Sea Cat presente na maioria dos navios da Royal Navy já
    era considerado obsoleto em 1982 e apenas 2 dos navios
    contavam com o Sea wolf mais moderno.
    Não haviam canhões CIWS como o phalanx sem falar que
    não haviam helicópteros para AEW obrigando os navios de
    escolta a operarem avançados portanto mais sujeitos a
    ataques e o número de Harriers era insuficiente.
    Mesmo assim a Força Aérea Argentina perdeu quase metade
    de suas aeronaves operacionais e por mais bravos que
    fossem os pilotos a incompetência de muitos oficiais nos
    altos escalões e um desordenado plano não teriam ajudado
    os restantes caso a luta prosseguisse.

    Responder
  5. Marco says:
    12 anos atrás

    Deixa eu acompanhar, na minha leiguice, um pouco esse saco sem fundo que a Lockheed colocou no pescoço de muita gente!!! É tempo de “agradar globalmente” Empreiteiras e Fabricantes aproveitem…Enquanto os drones não chegarem de vez…
    Quanto aos Ingleses peçam para eles liberarem as informações das Malvinas que ficarão restritas por 90 anos! Dever ter algo interessante lá de como aeronaves da década de 60 atacavam a frota de todos os azimutes possíveis com bombas burras e contra a mais moderna defesa AA de curto e médio alcance disponível no mundo… Assistam mais o Pierre Sprey, ele deve ter algo mais “prático” a nos demonstrar sobre aeronaves projetadas para apoio aéreo aproximado e combate BVR.

    Responder
  6. EMS says:
    12 anos atrás

    Caro Dalton,
    Concordo em grande parte com você agora utilizar em grande número que vai ser o problema principalmente devido ao custo. Praticamente todos os países estão comprando quantidades pequenas.
    E caro Brazuca, também concordo contigo mas acredito que em breve estará 100% operacional com upgrades necessários. Países como Austrália, Japão, Coréia do Sul e especialmente Israel entre outros não comprariam se não tivessem esta perspectiva.

    Responder
    • Dalton says:
      12 anos atrás

      EMS…

      quando escrevi “grande número” não estava nem mesmo pensando
      em centenas e sim dezenas de F-35s operando em uníssono apoiados
      por todo o resto da máquina militar de nações que estão adquirindo
      o F-35 das versões A e B, pois o C será utilizado apenas pela US Navy
      enquanto os US Marines utilizarão as versões B e C.

      Responder
  7. brazuca says:
    12 anos atrás

    Concordo f35 ainda não está 100% operacional ,esta máquina ainda esta groundeado, acho que já resolveram problema do oxigénio, olha esta máquina na arena BVR é perigosamente letal mas como toda máquina feita pelo homem tem um ponto fraco eu sei qual é o lendário (PEM)

    Responder
  8. Dalton says:
    12 anos atrás

    O F-35 sozinho pode ser um “lemon” mas da forma como se
    pretende utiliza-lo em grande número com teoricamente uma
    consciência situacional nunca vista e a capacidade de trocar
    informações com multiplas plataformas ele poderá ser um
    “game changer”.
    Quanto aos britânicos ou mesmo qualquer outro país da
    OTAN por exemplo, eles não irão se envolver em uma guerra
    sozinhos a menos que os argentinos resolvam tomar as
    Falklands novamente, pouquíssimo provável, então, o futuro
    NAe deles terá muita cia… ” a união faz a força ” !

    Responder
  9. EMS says:
    12 anos atrás

    Um comentário de um leigo!
    Mas alguém realmente acredita que um avião fabricado na Suécia (não questiono a qualidade de fabricação dos suecos) mas como grande quantidade de tecnologia licenciada dos EUA a começar pelo motor Volvo licenciado da GE, armamento AIM-9m (curta distância) / AIM-120 (média distância) e aviônica também americana e o F-35 não tem nenhum contra-medida eletrônica?
    Primeiro que o desempenho de assinatura do F-35 infinitamente menor e o desempenho, a aviônica sem comparação, armamento equivalentes com vantagem ao F-35 que tem armas com versões ainda mais recentes.
    O Gripen é um bom caça em comparação a outros, mas não se iguala ao F-35C.

    Responder
  10. Marco says:
    12 anos atrás

    Perdão tecle no You Tube “F-35 is a Lemon”. Isso num porta-aviões sem alerta antecipado com Turbo Hélices, como no caso dos Ingleses que usam Helis para tanto, a coisa tende a ficar muito feia pois diminui significantemente o alcance de detecção, o tempo de permanência do helicóptero é bem menor e vai forçar sua CAP de F-35 a usar pesados e não furtivos tanques externos e em algum momento por dificuldade de operar muitos Helis-Radar até precisar da CAP ficar emitindo. O custo do F-35 já “abateu” o segundo PA inglês.

    Responder
  11. EMS says:
    12 anos atrás

    E aos poucos o questionado e caríssimo F-35C vai aos poucos cada vez mais se tornando 100% operacional.

    Responder
    • Carlos B. Crispim says:
      12 anos atrás

      O F35 é o avião mais moderno que está sendo produzido, não tem igual, está à frente dos concorrentes anos-luz, as pessoas que criticam é por que têm inveja, não existe nada mais moderno no planeta para fazer frente ao F35, exceto o F22, mas este é hors concours. Pena o Brasil não ter se engajado neste projeto, poderíamos ter comprado uns 40 F18 de tampão e depois partir para o F35, mas é um sonho muuuuito distante, não estamos preparados para ter o melhor, escolhemos sempre o “mais ou menos”, aquele que está “bom” pra gente no momento, o Gripen é bom, mas convenhamos não mete medo em ninguém com apenas 1 motor e design totalmente antigo e ultrapasado, parece um mirage com canards avantajados, sou a favor de parceria com os suecos, mas em outras áreas, artilharia por exemplo, e mísseis AAe, os aviõeszinhos são bons, mas nada extraordinário quanto o F35.

      Responder
      • Marco says:
        12 anos atrás

        Calma que não é bem assim… Veja na Internet alguns comentários (https://www.youtube.com/watch?v=mxDSiwqM2nw ou então tecle F-35 Runaway fighter )sobre o Runaway Fighter.. Can´t Turn, Can´t Climb, Can´t Run…Fat Pig… não tem supercruise, algum dia pode se tornar algo fantástico mas atualmente vários especialistas enxergam defeitos básicos nesse caça que serão extremamente difíceis de resolver. Operacionalmente com os novíssimos decoys ativos o F-35 pode não conseguir abater um Gripen a longa distância aí se cair na curta distância já era! Ainda antes disso o F-35 pode ser localizado por sua maior assinatura IR, fruto também do enorme esforço para levar sua grande e pouco aerodinâmica estrutura a altas velocidades… Já o F-22 é outro caso, esse sim sem rival!!!

        Responder

Deixe uma resposta Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Destaque do DAN

Mac Jee assina contrato internacional de aproximadamente USD 60 milhões para fornecimento de munições de tecnologia avançada

Publicações DAN

  •  
  • Artigos

Saab Experience: Marcus Wandt revela como a AI vai ditar o futuro do Gripen E/F

Saab apresenta o primeiro Gripen F em Linköping

O Foco Estratégico da Saab na América Latina

Tecnologia em radares e sensores: A Saab Surveillance em Gotemburgo

Nova fábrica de espoletas: A expansão industrial da Saab Dynamics em Karlskoga

USS ‘Nimitz’ no Brasil: Um dia a bordo do “Old Salt”

SIATT entregará o primeiro lote de mísseis MAX ao Exército Brasileiro

  • Home
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval

© 2019 - Defesa Aérea & Naval. Criação web Tchê Digital

Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval