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Home Aviação

FAB e a Indústria de Defesa – Paraquedas

Luiz Padilha por Luiz Padilha
15/05/2015 - 12:57
em Aviação
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Nesta edição do Portal FAB, é possível ver como são fabricados os paraquedas utilizados pela Força Aérea Brasileira (FAB). A confecção é feita com tecido de nylon importado da Coreia do Sul e envolve diversos fatores, como maleabilidade, navegabilidade e segurança.

Tags: Paraquedas
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Comentários 12

  1. Henrique says:
    11 anos atrás

    Temos uma empresa brasileira, a OYAPOC, que fabrica nylon 240 para paraquedas. Esse nylon da Coréia deve ser sui generis…alguém pode explicar a diferença?

    Responder
    • Adriano says:
      11 anos atrás

      …custo?

      É uma indústria privada, compra matéria-prima onde a encontrar mais barato, desde que respeitando os requisitos de contrato. Se o contrato de fornecimento deixar em aberto de onde deve vir o material, então não há problema algum. E, sim, por vezes é mais barato comprar de fornecedores do outro lado do mundo do que de outro que fica na cidade vizinha.

      Responder
  2. Dilson Queiroz says:
    11 anos atrás

    ……….realmente é um problema estratégico esse de comprar o tecido na Coréia do Sul…esse tecido pode ser fabricado aqui no Brasil….é a tal questão, depender ao mínimo de outros países em matéria prima para fabricação de matérial militar!……. e principalmente de páraquedas,com tanta fábrica têxtil no Brasil!! o tecido e o páraquedas devem ser fabricados AQUI no Brasil até´porque os custos não são altos e o material pode ser revisto e provado AQUI mesmo! se dependemos de tecnologia estrangeira para caças e submarinos temos que ficar calados pois não a temos totalmente,,,,porém comprar tecido pra páraquedas no exterior!?! ta danado!!… é ridículo! ..lamentável!…….

    Responder
  3. jose luiz esposito says:
    11 anos atrás

    Todos os Leigos dizem a mesma coisa ,pensam ser estes paraquedas ultrapassados , e muitos até afirmam isto ,devem procurar conhecer o assunto !!

    Responder
    • André E. says:
      11 anos atrás

      José, compartilhe conosco o porque de se usar este modelo nos saltos militares… Ou indique alguma fonte… Nunca li nada sobre, apesar de acreditar que existe motivo.

      Responder
  4. Elison says:
    11 anos atrás

    Ah, acabei de pensar que esses modelos talvez deva-se ao fato de o salto ser efetuado a baixa altitude né?! Sendo assim, acho que modelos mais aerodinamicos e menores talvez seriam inaplicáveis né, rsrsrs.

    Responder
    • guto says:
      11 anos atrás

      creio que a baixa altitude não afete o formato (vide base jump) o paraquedas em forma de asa deve ter a tendência de seguir as correntes, esse modelo redondinho deve evitar a dispersão dos soldados

      Responder
  5. Elison says:
    11 anos atrás

    Bom, sou leigo no assunto de paraquedismo. Mas esses modelos aí já não estão ultrapassados não? Porque não se usa os modelos modernos de paraquedismo civil esportivo que não mais manobrávies e ágeis? Acho que os paraquedistas ficam muito vulneráveis como alvo aéreo nesses modelos aí, só acho viu! Me responda que puder esclarecer as dúvidas deste curioso! rsrsrs

    Responder
  6. guto says:
    11 anos atrás

    sei não… já fui na sol paraglider em jaraguá do sul SC e o processo de fabricação é muito mais evoluído, incluindo o tecido da vela ser cortado em máquinas de corte laser CNC gigantes..

    Responder
  7. Amarilio says:
    11 anos atrás

    Pena, com um parque têxtil industrial como o nosso, que o tecido ainda tenha que ser importado.

    Responder
    • César Pereira says:
      11 anos atrás

      Você tem razão a produção do tecido de confecção dos paraquedas em nosso país deve ser vista como uma questão estratégica !

      Responder
  8. Carlos B. Crispim says:
    11 anos atrás

    Muito bom!!!!!

    Responder

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