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Home Aviação

Imagens mostram caça da FAB atirando contra avião suspeito

Luiz Padilha por Luiz Padilha
03/07/2017 - 08:08
em Aviação
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O piloto desobedeceu todas as ordens para pousar e sofreu as consequências. É o que a Força Aérea Brasileira chama de “tiro de detenção”.

Imagem obtida com exclusividade pelo Fantástico, gravada pela câmera a bordo de um caça da Força Aérea Brasileira (FAB), mostra a única vez que um caça militar brasileiro atirou contra outro avião em defesa do espaço aéreo. O caça da FAB intercepta um avião que vinha do Paraguai e entrou no espaço aéreo do Brasil sem autorização. O piloto desobedeceu todas as ordens para pousar e sofreu as consequências.

É o que a FAB chama de “tiro de detenção”. O objetivo é avariar o avião suspeito para que ele não consiga mais voar e pouse no aeroporto mais próximo. Nesse caso, que aconteceu em 2015, o avião conseguiu escapar e voltou para o espaço aéreo paraguaio, e a FAB teve que interromper a perseguição.

No dia seguinte, no aérodromo de Paranavaí, perto da fronteira com o Paraguai, a polícia encontrou o monomotor, crivado de balas. O avião só tinha o banco do piloto. De acordo com a polícia, para liberar espaço para o transporte de drogas.

Tags: A-29AbateF-5MInterceptação aéreaTiro de Detenção
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Comentários 7

  1. Marco says:
    9 anos atrás

    Gostei muito, missao cumprida aeronave atingida sem intencao da assassinar o outro piloto, perfeito! Cumpriu a ordem a perfeicao! Infelizmente muito perto da.fronteira mas faz parte! A droga nao entrou no Brasil! Fico feliz dd ver nossos pilotos voando diuturnamente com equupamento moderno, armados e prontos!

    Responder
  2. Andre says:
    9 anos atrás

    Grato Celso!

    Responder
  3. Marcos says:
    9 anos atrás

    E se um dia um cara desses abrir a janela e der um tiro com um SAM de ombro contra o avião da FAB?

    Responder
  4. Celso says:
    9 anos atrás

    Prezado Flanker, eh exatamente sobre isso que deveriamos discutir, alias, pressionar aqui e todos os lugares sobre a imediata mudanca dessa lei absurda. Ou a FAB pode agir no limite de suas atribuicoes ou entao a deixem no chao para q faca outras coisas. Essa lei eh inocua desde o seu inicio e nao esta tarzendo resultados. O pior ai esta…atira aqui, atira acola e a bandidagem cada v ez c mais recursos e tripudiando. Esse assunto pra la de requentado nunca vai sair do debate. O q comeca mau feito, permanece pior ate q desgraca maior aconteca ( alias esta acontecendo). Nao culpo a FAB, mas a covardia de seus comandantes q aa epoca deveriam ser muito mais pro ativos no assunto, mas q se vergaram a ongs , ONU, OEA e outros manifestos de obtusos e comprometidos da classe politica em nosso pais. O resultado ai esta e so vai piorar se medidas durissimas nao forem implementadas. Estamos em meio a uma verdadeira guerra civil e parece q ninguem se compadece., chego a torce para q um filho ou filha dessa classe de Juizes, promotories, politicos em geral, ongs, etc..sejam atingidas por essas balas visto q provaelmente os mesmos ja sejam gde usuarios das drogas q invadiram a nacao. Deus ja abandonou o Brasil pqe nem a maior figura espiritual pode fazer algo q o povo nao ajude. Sds

    Responder
  5. Flanker says:
    9 anos atrás

    Então que se mude a legislação, pois a que regulamenta o procedimento de interceptação, a chmada Lei do Abate, é expressa quando diz literalmente que o tiro de destruição só pode ser autorizado pelo Presidente da República! Se não mudar isso, não adianta nada discutirmos aqui o prcedimento da FAB. Ela age estritamente dentro da lei. Então que se movimente a opinião pública a forçar os políticos a alterarem a legislação, passando, quem sabe, a decisão do abate ao Ministro da Defesa ou para o Comandante da Aeronáutica, e eximindo completamente o piloto responsável pelo abate de qualquer punição ou julgamento posterior. Aeronaves resistentes aos procedimentos da interceptação são hostis ou envolvidas em algum ilícito, logo, devem ser tratadas como potencialmente perigosas e ofensivas à soberania de nosso espaço aéreo. Da maneira que está, a FAB vai continuar agindo como está fazendo agora. E que fique claro que a FAB não tem responsabilidade alguma sobre a alegada ineficiência dos procedimentos atuais. A lei existe dessa maneira e a FAB a cumpre à risca.

    Responder
  6. Celso says:
    9 anos atrás

    otima propaganda……..rsrsrsrsrrsr mas derrubar mesmo que eh bom …nadaaa…eh isso mesmo caro Andre e muita coisa mais q nem da pra comentar. Brasil, pais de tolos, omissos e covardes

    Responder
  7. Andre says:
    9 anos atrás

    Aí fica nessa, remediar a situação com interceptações pontuais (isso quando os bandidos não usam submersíveis improvisados para a tarefa). Essa violação nada mais é do que o descaso de nosso governo em tomar atitudes enérgicas com esses vizinhos. Tal negligência torna nosso governo no mínimo suspeito desses ilícitos.
    Que medida eles deveriam tomar? Claro que é interromper as relações diplomáticas e comerciais com Paraguai e Bolívia. Curiosamente os país mais anti-Brasil historicamente da região: o primeiro ja entrou em guerra com Brasil e segundo desafiou nossos generais caso a presidente caísse. O outro é a Venezuela, mas aí envolve o foro de são paulo, portanto uma mea culpa da esquerda brasileira.
    Não recomendo sanções por que essa medida afeta mais o povo do que o governo, portanto ineficiente. Eles invadem nossa soberania e fica por isso mesmo. Causam decadência social em cracolândias, enriquecem traficantes, causam prejuízo familiar, põe em risco os policiais, tornam a cidade pouco atraente para investimentos etc e nada disso é visto como uma interferência em nossa soberania? ” O pior cego é aquele que não quer enxergar”.
    Ha sim, tem o politicamente correto que deveria ser aplicado á esses países que é o diálogo, a resolução pacífica do problema. Sei! Fico pensando se o multiculturalismo europeu fosse aplicado aqui na América do Sul. A FAB simplesmente deixaria de existir, ou se existir seria apenas para proteger seus vizinhos por ser a mais poderosa força aérea da região.
    A FAB passará toda sua existência interceptando esses bandidos enquanto uma atitude definitiva não for tomada, e uma simples matéria jornalística passará a ser rotina não só para força aérea – como já é segundo a matéria. Se a soberania nacional continuar a ser tratada com essas medidas paliativas e negligência estatal, o conceito de soberania deixa de ser respeito pelo que é do outro e passa a ser mera diversão aventureira internacional.

    Responder

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