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Home Aviação

Marinha do Brasil realiza lançamento de torpedo MK46 durante Operação “ADEREX-I/2014”

Luiz Padilha por Luiz Padilha
04/09/2014 - 17:56
em Aviação
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03092014-2

No dia 26 de agosto, a Marinha do Brasil, sob a coordenação do Comando da 2ª Divisão da Esquadra, realizou ataques coordenados com as Fragatas “Rademaker” e “Niterói” contra um alvo submarino. Durante o exercício, que faz parte da comissão “ADEREX-I/2014”, a Fragata “Rademaker” lançou um Torpedo MK 46. O lançamento desse tipo de arma permite aprimorar o adestramento dos militares em ataques antissubmarino.

Além das Fragatas, estavam envolvidos os seguintes meios operativos: uma Aeronave P-3AM, da Força Aérea Brasileira; um Helicóptero “Bell Jet Ranger III” e o Aviso de Apoio Costeiro “Almirante Hess”.

A Comissão que tem como propósito incrementar o nível de adestramento dos militares da Esquadra e realizar ação de presença na “Amazônia Azul”, aconteceu no período de 25 a 29 de agosto, na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro e Santos.

FONTE: Nomar

Tags: ADEREX-I/2014Fragata Rademaker (F 49)Torpedo MK46
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Comentários 8

  1. Leonardo says:
    12 anos atrás

    Os torpedos MK-46 de combate e de exercício são os mesmos. O que os diferem é que um recebe uma cabeça de combate e o outro recebe uma cabeça de exercício. A parte de propulsão e dos sensores é a mesma para ambos. O que ocorre é, quando da realização de algum exercício, o Centro de Mísseis e Armas Submarinas (CMASM) prepara os torpedos de exercício instalando a cabeça de exercício, que, de maneira resumida, contém dispositivos para “gravar” a corrida do torpedo e avaliar se todos os padrões da corrida foram cumpridos corretamente. Após a corrida, o torpedo fica boiando, até ser recuperado por uma embarcação específica para isso e depois é levado novamente para o CMASM. Esse torpedo pode ser preparado novamente para exercício ou, se for o caso, para combate. Nesse caso, é instalada a cabeça de combate e este, após ser lançado, afunda ao final da corrida.

    Responder
  2. Bosco says:
    12 anos atrás

    Olha eles recuperando um Mk-46 de exercício:
    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/40/US_Navy_090526-N-0743B-028_ailors_aboard_the_guided-missile_cruiser_USS_Gettysburg_(CG_64)_recover_an_Mk-46_recoverable_exercise_torpedo_(REXTORP)_during_an_over-the-side_surface_vessel_torpedo_tube_exercise.jpg

    Parece que no lugar onde tem esse estreitamento do diâmetro do torpedo é onde ficaria os lastros. No caso o torpedo de exercício recuperável não parece ter esses lastros instalados.
    http://www.seaforces.org/wpnsys/SURFACE/Mk-46-torpedo-Dateien/image013.jpg

    Responder
  3. Bosco says:
    12 anos atrás

    Valeu Padilha,
    Resta saber se usamos o modelo de exercício recuperável. Creio que não são todos que são recuperávies e como em geral torpedos têm flutuação negativa, se acabar a carga das baterias ou o combustível eles naturalmente afundam.
    Se foi um Mk-46 só com ogiva inerte o mais provável é que ele afundou. Se foi usado o modelo específico de exercício, recuperável, sem lastro, ele boia e é recuperado, já que até deve emitir algum sinal facilitando ser encontrado.
    É que acho que a falta de verba é tanta que se brincar usaram um torpedo “comum” e não um modelo específico. rsrss
    E eu te induzi ao erro, desculpe-me. O Mk-46 usa combustível Otto II. Eu jurava que era movido a bateria.

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      12 anos atrás

      Xiii embarquei mesmo. Mas valeu assim mesmo.

      Responder
  4. Bosco says:
    12 anos atrás

    Torpedo é um negócio difícil de simular.
    Basicamente o que se simula é o lançamento e alguma manobra que possa ter sido programada na unidade inercial, porque não há um alvo submarino móvel falso. Também deve ser possível verificar se o torpedo implementou corretamente seu padrão de busca e se acionou o sonar ativo em algum momento pré-programado. Sua ogiva é inerte e depois que as baterias findam ele afunda.
    Os torpedos leves lançados por navios e aeronaves são completamente autônomos e depois de lançados não há meios de acompanhá-los (salvo pelo sonar do navio) ou alterar sua trajetória (diferente dos torpedos pesados, não são ligados ao navio por fio).

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      12 anos atrás

      Bosco, o torpedo segue uma trajetória elíptica até uma profundidade pré-determinada pelo operador. Quando as baterias se esgotam, o torpedo de manejo (neste caso), não afunda, ao contrário, ele volta a superfície e é recolhido. Suas baterias são trocadas e ele salvo algum dano, pode ser operado outra vez. Assim me foi dito uma vez, quando perguntei.

      Responder
  5. RL says:
    12 anos atrás

    Tem algum Vídeo?

    Responder
  6. Kobaunsk says:
    12 anos atrás

    Nestas operações o torpedo é lançado em uma alvo?

    Responder

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