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Home Aviação

Sistema de Mobilização treina capacidades durante Operação Amazônia 2014

Luiz Padilha por Luiz Padilha
19/10/2014 - 07:22
em Aviação
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mob_inter

Responsável por manter o país preparado para agir diante de uma eventual agressão estrangeira, o Sistema Nacional de Mobilização (SINAMOB) participou, nesta semana, das atividades da terceira edição da Operação Amazônia, que tem como objetivo aperfeiçoar a logística e os métodos operacionais das Forças Armadas.

Ao participar desse tipo de exercício militar, feito para aprimorar a atuação integrada das três Forças Armadas, os integrantes do Sinamob puderam acompanhar de perto a execução de uma operação de adestramento conjunto, tendo acesso às técnicas utilizadas e à logística adotada na região Amazônica, especialmente nas áreas de energia, comunicações, saúde e transporte.

“Pudemos tomar conhecimento dos problemas da infraestrutura logística da região e, também, da percepção dos processos e do modo de atuação das Forças Armadas”, explica o gerente da Sessão de Mobilização Nacional, coronel Antônio Accioli. “Essa ação permite a inserção de atores governamentais civis nos planejamentos sob o encargo do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas”, explicou.

Iniciada na última sexta-feira (10), a Operação Amazônia seguirá até próximo dia 21/10 nas cidades de Manaus, Boa Vista (RR) e Normandia – a cerca de 180 km da capital de Roraima, e reúne 4 mil militares das forças singulares.

FONTE: Asscom

FOTO: Jorge Cardoso

Tags: Operação Amazônia 2014
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Comentários 5

  1. Flavio Werneck says:
    12 anos atrás

    Senhores de nada servem tais operações portentosas e pirotécnicas se por detrás delas não existir uma estrutura bélica bem montada e em perfeito funcionamento alicerçada em Indústrias 100% nacionais. A dependência logística de implementos estrangeiros fornecidos às nossas FFAA ao invés de fortalece-las, enfraquecem-nas, pois, em caso de Conflito armado contra inimigos externos ficam à mercê da reposição dos estoques estratégicos/táticos que evidentemente não acontecerão. Somente com uma base bem estruturada em nossa capacidade industrial será possível termos realmente uma Força de Defesa Nacional que nos proteja da Cobiça Internacional que já está posta no Horizonte! O que não significa cruzar os braços à espera do milagre, mas conscientizar a Sociedade, cada vez mais e sempre, da imprescindibilidade dessa estrutura bélica nacional. Agora é o momento oportuno de fazer aos pretendentes ao cargo de Presidente da República a imperiosa explanação de nossas carências nesse setor fundamental para a Soberania do País e acabarmos de uma vez e para sempre com a nefasta ¨Síndrome-do-País-Bonzinho-que-Não-Tem-inimigos¨ .

    Responder
    • Carlos B. Crispim says:
      12 anos atrás

      Concordo também, mas tem que mudar as leis, primeiro acabar com a inscrição militar obrigatória, formar batalhões profissionais, assinando um contrato de 10 anos, pagar salários de profissionais, poliglotas, técnicos especialistas… Tem que valorizar mais o IME, ITA e congêneres, se possível criando mais, tem que acabar com esses batalhões de esfomeados analfabetos, nem se pode dar armas decentes para eles, pois nem sabem usar.

      Responder
  2. Topol says:
    12 anos atrás

    Os batalhões de infantaria de selva são os que enfrentam as maiores dificuldades para cumprir a sua missão, portanto deveriam ser melhor guarnecidos de material, equipamentos e instalações.

    Responder
    • Carlos B. Crispim says:
      12 anos atrás

      Concordo plenamente, eo o IA2 não faz parte dessa equipagem, tem dar a eles HK417 e SCAR. Mas antes tem que ensiná-los a não segurar o fuzil pelo carregador, já seria um avanço se eles aprendessem isso…

      Responder
    • Topol says:
      12 anos atrás

      Queria ver você lá Crispin, dizendo assim :

      “Eu não entro nesse helicóptero, só entro em helicóptero de macho…”
      “Deixa eu te mostrar como eu seguro um Fuzil…”
      “Onde é o McDonalds mais próximo, táxi !!! …”
      “Não tem táxi, quero minha mãe….”

      Responder

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