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Home Aviação

Vídeo – CATRAPO 1984 a bordo do NAeL ‘Minas Gerais’ (A 11)

Guilherme Wiltgen por Guilherme Wiltgen
30/09/2015 - 11:00
em Aviação
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O filme retrata as atividades do Primeiro Grupo de Aviação Embarcada (1o GAE) em operações aéreas embarcadas no NAeL Minas Gerais (A 11) com as aeronaves P-16 Tracker (S-2 Grumman) com pousos, toques e arremetidas, pousos enganchados e catapultagens de aeronaves.

A missão de treinamento CATRAPO (Catapult And TRAP Operation) era realizada para qualificar os pilotos da FAB e os tripulantes do Navio-aeródromo Ligeiro nas operações aéreas, buscando a sinergia entre a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira (FAB).

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Comentários 18

  1. Deboa amigo says:
    11 anos atrás

    Fiquei sabendo que na época o governo da Inglaterra teria um desejo em ter de volta o A 11, pois o ultimo porta aviões fabricado no fim da segunda guerra, Seria uma peça no museu da marinha deles. porem o presidente da época vendeu para o ferro velho. Uma pena, tive a sorte de fazer faina nele, subir a bordo, era enorme, gigante pacas, e dentro dele era como uma pequena cidade.
    Saudações a todos.

    Responder
    • Dalton says:
      11 anos atrás

      Deboa…

      o ” governo da Inglaterra ” nunca teve o menor interesse no “Minas Gerais”
      assim como não teve interesse no “25 de maio” argentino que também
      foi mandado para o desmanche pouco antes do “Minas Gerais”.

      O que aconteceu é que uma ONG britânica, organização não governamental,
      tentou atrair o interesse para transforma-lo em museu, mas, não conseguiu
      assim como “particulares” nos EUA também não conseguiram “salvar”
      alguns NAes como museus, mais recentemente o ex-USS Ranger.

      Converter e manter um NAe como museu é uma tarefa árdua e dispendiosa e
      até hoje os britânicos não possuem nenhum NAe museu em que pese toda
      a tradição que possuem em NAes.

      O maior navio museu britânico é um cruzador da II Guerra Mundial, o “Belfast”,
      nem mesmo o “Invincible” de fama das Falklands/Malvinas foi preservado.

      O “presidente da época” , que autorizou o uso de aeronaves de asa fixa para a marinha,
      um velho sonho, os P-16s pertenciam à FAB, não teve culpa alguma pelo destino
      final do “Mingão” .

      Responder
  2. Deboa amigo says:
    7 anos atrás

    Fiquei sabendo que na época o governo da Inglaterra teria um desejo em ter de volta o A 11, pois o ultimo porta aviões fabricado no fim da segunda guerra, Seria uma peça no museu da marinha deles. porem o presidente da época vendeu para o ferro velho. Uma pena, tive a sorte de fazer faina nele, subir a bordo, era enorme, gigante pacas, e dentro dele era como uma pequena cidade.
    Saudações a todos.

    Responder
    • Dalton says:
      7 anos atrás

      Deboa…

      o ” governo da Inglaterra ” nunca teve o menor interesse no “Minas Gerais”
      assim como não teve interesse no “25 de maio” argentino que também
      foi mandado para o desmanche pouco antes do “Minas Gerais”.

      O que aconteceu é que uma ONG britânica, organização não governamental,
      tentou atrair o interesse para transforma-lo em museu, mas, não conseguiu
      assim como “particulares” nos EUA também não conseguiram “salvar”
      alguns NAes como museus, mais recentemente o ex-USS Ranger.

      Converter e manter um NAe como museu é uma tarefa árdua e dispendiosa e
      até hoje os britânicos não possuem nenhum NAe museu em que pese toda
      a tradição que possuem em NAes.

      O maior navio museu britânico é um cruzador da II Guerra Mundial, o “Belfast”,
      nem mesmo o “Invincible” de fama das Falklands/Malvinas foi preservado.

      O “presidente da época” , que autorizou o uso de aeronaves de asa fixa para a marinha,
      um velho sonho, os P-16s pertenciam à FAB, não teve culpa alguma pelo destino
      final do “Mingão” .

      Responder
  3. Fábio Bezerra says:
    11 anos atrás

    Meus caros amigos
    Vendo um documentário desse que vemos o quanto fomos incompetentes em manter uma esquadra respeitável, bem como uma Força Aérea mais atuante e melhor equipada.
    Uma saudade imensa do Minas Gerais nosso amado Alfa 11 “orgulho da marinha” um crime contra o História naval não preservar este navio.

    Responder
  4. Nexter says:
    11 anos atrás

    Tive a oportunidade de estar a bordo de alguns navios da MB e a situação e preocupante, eu não tinha ideia de como as coisas estão ruim pra MB. Deus tem piedades dos marinheiros brasileiros.

    Responder
  5. Fábio Bezerra says:
    7 anos atrás

    Meus caros amigos
    Vendo um documentário desse que vemos o quanto fomos incompetentes em manter uma esquadra respeitável, bem como uma Força Aérea mais atuante e melhor equipada.
    Uma saudade imensa do Minas Gerais nosso amado Alfa 11 “orgulho da marinha” um crime contra o História naval não preservar este navio.

    Responder
  6. Nexter says:
    7 anos atrás

    Tive a oportunidade de estar a bordo de alguns navios da MB e a situação e preocupante, eu não tinha ideia de como as coisas estão ruim pra MB. Deus tem piedades dos marinheiros brasileiros.

    Responder
  7. Bardini says:
    11 anos atrás

    Fugindo um pouco da realidade: Pessoalmente acho muito mais vantajoso e barato uma MB com 3 PA´s ligeiros, uma espécie de “Mod” SAC 200 (~25 mil tons), para operarem como o Mingão, do que dois PA´s de 50 mil tons como sonham. Com os 3 menores poderia-se ter na maioria das vezes um sempre disponível. Com uma ala aérea menor e mais barata de se manter. Prejudicaria grandes operações por conta do convôo pequeno, mas pra operar na patrulha e na negação de mar…

    Responder
  8. Bardini says:
    7 anos atrás

    Fugindo um pouco da realidade: Pessoalmente acho muito mais vantajoso e barato uma MB com 3 PA´s ligeiros, uma espécie de “Mod” SAC 200 (~25 mil tons), para operarem como o Mingão, do que dois PA´s de 50 mil tons como sonham. Com os 3 menores poderia-se ter na maioria das vezes um sempre disponível. Com uma ala aérea menor e mais barata de se manter. Prejudicaria grandes operações por conta do convôo pequeno, mas pra operar na patrulha e na negação de mar…

    Responder
  9. EXbrazil says:
    11 anos atrás

    Quem serviu na esquadra naquela epoca, sabia que tinhamos uma esquadra que saia ao mar até oito vezes por ano, os grupos tarefas eram constituídos por um Porta Aviões, cinco Destroiers, tres Fragatas, um navio tanque e até tres submarinos, era comum naquela epoca grupos tarefas com doze navios….

    Responder
  10. EXbrazil says:
    7 anos atrás

    Quem serviu na esquadra naquela epoca, sabia que tinhamos uma esquadra que saia ao mar até oito vezes por ano, os grupos tarefas eram constituídos por um Porta Aviões, cinco Destroiers, tres Fragatas, um navio tanque e até tres submarinos, era comum naquela epoca grupos tarefas com doze navios….

    Responder
  11. césar silva says:
    11 anos atrás

    era um belo navio devia tê permanencindo como navio museu afinal foi o primeiro porta-aviões e até agora o único da nossa marinha

    Responder
  12. Carlos Franca says:
    11 anos atrás

    Bom documentário!

    Responder
  13. Claudio Moreno says:
    11 anos atrás

    Caras eu morava perto do PAMA_SP na rua Augusto Tole, adorava ouvir o ronco do radial passando em cima de casa. Também as vezes ouvia o assobio do Xavante na transversal para Guarulhos. Pena que nunca vi um Xapa pousar no Campo de Marte.

    CM

    Responder
  14. césar silva says:
    7 anos atrás

    era um belo navio devia tê permanencindo como navio museu afinal foi o primeiro porta-aviões e até agora o único da nossa marinha

    Responder
  15. Carlos Franca says:
    7 anos atrás

    Bom documentário!

    Responder
  16. Claudio Moreno says:
    7 anos atrás

    Caras eu morava perto do PAMA_SP na rua Augusto Tole, adorava ouvir o ronco do radial passando em cima de casa. Também as vezes ouvia o assobio do Xavante na transversal para Guarulhos. Pena que nunca vi um Xapa pousar no Campo de Marte.

    CM

    Responder

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