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Home Cibersegurança

Ativado o Centro de Defesa Cibernética da Aeronáutica

Na ocasião, foram também inauguradas as instalações do CDCAER

Luiz Padilha por Luiz Padilha
12/07/2024 - 12:53
em Cibersegurança
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Na manhã desta quinta-feira (11/07), ocorreu nas dependências do Comando da Aeronáutica (COMAER), em Brasília (DF), a cerimônia militar para ativar a estrutura do Centro de Defesa Cibernética da Aeronáutica (CDCAER), sendo designado o Coronel Silvio Roberto Assunção de Oliveira Filho para ser o primeiro Chefe. O evento marca um avanço significativo na estratégia de segurança cibernética do COMAER.

O CDCAER foi criado para gerenciar, executar e controlar todas as atividades relacionadas à defesa cibernética no âmbito da Aeronáutica. Subordinado diretamente à Diretoria de Tecnologia da Informação da Aeronáutica (DTI), o Centro faz parte do Sistema Militar de Defesa Cibernética, cujo órgão central é o Comando de Defesa Cibernética.

Durante a cerimônia, presidida pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar, Marcelo Kanitz Damasceno, o Diretor de Tecnologia da Informação da Aeronáutica, Brigadeiro Engenheiro Sérgio Ricardo de Assis, destacou a importância estratégica do CDCAER para a Força Aérea Brasileira (FAB). “A criação deste Centro representa um marco na capacidade da Aeronáutica em proteger suas redes e sistemas críticos contra ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas. Estamos fortalecendo nossa capacidade operacional e garantindo a integridade de nossas operações”, disse.

O novo Chefe do CDCAER, Coronel Silvio, expressou sua satisfação com a ativação desta nova unidade da FAB, que será de fundamental importância para a proteção dos ativos estratégicos. “O CDCAER hoje se torna uma realidade após anos de preparação intensa. Nosso objetivo é ampliar as capacidades de defesa cibernética da Aeronáutica, participar ativamente de Exercícios Operacionais e garantir a segurança dos nossos sistemas”, ressaltou.

Questionado ainda sobre a relevância da Defesa Cibernética para o Brasil, o Chefe do CDCAER enfatizou que a defesa cibernética não é apenas uma necessidade, mas uma obrigação. “Estamos aqui para proteger não só instalações, mas também informações e interesses estratégicos do país. Com o CDCAER plenamente operacional, estamos prontos para enfrentar os desafios do futuro digital com confiança e determinação”, acrescentou.

A cerimônia, que também marcou a inauguração das modernas instalações do CDCAER, contou com a presença de autoridades militares do Exército Brasileiro e da FAB, bem como de civis, reafirmando o compromisso do COMAER com a excelência operacional e a segurança nacional. A partir de agora, o Centro de Defesa Cibernética da Aeronáutica entra em plena atividade, trabalhando para assegurar a pretensão do domínio cibernético da Força Aérea Brasileira.

Fonte: Agência Força Aérea, por Tenente Eniele Santos
Edição: Tenente Wanessa Liz, Agência Força Aérea
Fotos: Sargento Viegas/ CECOMSAER
Tags: CDCAERCentro de Defesa Cibernética da Aeronáutica (CDCAER)Comando da Aeronáutica (COMAER)Comando de Defesa CibernéticaDiretoria de Tecnologia da Informação da Aeronáutica (DTI)Sistema Militar de Defesa Cibernética
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Comentários 2

  1. Oseias says:
    2 anos atrás

    Não entendo porque a FAB, MB e o EB tem a mesma coisa. É bom saber que estamos preocupados com nossa segurança, mas esses dias mesmo a MB tbm inaugurou um centro de guerra Cybernetica. Nesse caso não poderia ter uma única estrutura? Brasil até parece país que tem verbas a vontade para as forças.
    Não me espanta até porque o EB usa IA2, MB M16, e FAB Fal, imagina a logística disso em uma guerra.

    Responder
    • Gelson says:
      2 anos atrás

      Boa tarde, Oseias!
      Muito pertinente a tua colocação. Também não entendo o porque de tantas estruturas redundantes. A única explicação deve ficar por conta da quantidade dessas estruturas (3 comandos, 3 EM, 3…., 3…), na hora que o bixo pegar ninguém assume nada e empurra o pepino adiante.
      Sobre os fuzis, o EB usa o FAL porque não dá ainda para considerar o IA2 como arma padrão – acho que ainda não tem nem 10% da tropa equipada com ele. E a FAB usa o HK ainda.
      A MB ainda briga com a FAB, assim como o EB, na questão da aviação de asa fixa.
      Um sistema único de vigilância do espaço aéreo, assim como uma defesa antiaérea também sofrem do mesmo mal, aparentemente.
      Não sei até quando se pode levar este teatrinho de Defesa da Pátria com organizações e organizadores desse calibre.
      Só nos resta rezar para que alguém compre bastante AK-471s e RPG’s pois no final das contas vai ser o próprio cidadão que deverá fazer esta defesa, como tantos outros exemplos que temos visto, mundo afora.
      Mas, tomara que não.

      Responder

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