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Home Indústria de Defesa

Exército Brasileiro recebe mais 6 VBC DAAe Gepard

Guilherme Wiltgen por Guilherme Wiltgen
02/04/2015 - 11:45
em Indústria de Defesa
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GEDSC DIGITAL CAMERA

No dia 26 de março de 2015, a Divisão de Importação e Exportação de Material (DIEM) da Base de Apoio Logístico do Exército (Ba Ap Log Ex) realizou o desembaraço alfandegário de 6 (seis) Viaturas Blindadas de Combate de Defesa Antiaérea Gepard (VBC DAAe Gepard), ferramentas e acessórios de bordo da Alemanha.

GEDSC DIGITAL CAMERA      GEDSC DIGITAL CAMERA

O transporte do referido material até as instalações do Parque Regional de Manutenção da 1ª Região Militar (Pq Mnt/1) foi realizado pelo Estabelecimento Central de Transportes (ECT), Organização Militar subordinada a Grande Unidade Logística. Cnvém destacar que a chegada de VBC D AAe GEPARD representa o aumento do poder de defesa antiaérea do Exército Brasileiro.

GEDSC DIGITAL CAMERA

FONTE e FOTOS: Base de Apoio Logístico do Exército (Ba Ap Log Ex)

Tags: 1ª Região MilitarBase de Apoio Logístico do Exército (Ba Ap Log Ex)Exército BrasileiroGEPARDVBC DAAeViaturas Blindadas de Combate de Defesa Antiaérea
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Comentários 39

  1. Kemen says:
    11 anos atrás

    Tudo bem, o Gepard é um sistema limitado de defesa aérea, uma de nossas fraquezas é essa; Defesa Aérea entre outras, devemos pensar grande, defesa dos polos petroquimicos das grandes industrias de aço, dos portos, das cidades, e muito mais, para isso precisamos de muitos sistemas de misseis e radar integrados com grande alcance, o Gepard é um tapa-buraco dos muitos que temos ainda existentes.

    Responder
  2. Foxtrot says:
    11 anos atrás

    Desculpem me , quis dizer Fragatas Niterois ,

    Responder
  3. Foxtrot says:
    11 anos atrás

    Concordo com o Sr em gênero número e grau senho Douglas Schuindt.
    Também gostaria de saber onde foram parar os conhecimentos advindos dos submarinos Tupi ( IKL 204 ), ao qual chegou ao ponto do ex comandante da MB exclamar que não precisaríamos nunca mais comprar projeto de submarinos do exterior.
    Assim como os conhecimentos das Fragatas Inhanuma, caminhões EE-25/15, Ogum, Canhão Ares 30mm, AMX, Xavantes etc…
    Passou da hora do Ministério Público investigar esses contratos internacionais .
    Passar Bem !

    Responder
  4. Dilson Queiroz says:
    11 anos atrás

    ….apesar de se querer ter uma indústria militar nacional com TODAS as tecnologias mais atuais possíveis e sua expertise,.e praticamente impossível rejeitar uma compra de ocasião de uma boa plataforma justo nesses tempos de vacas magras….a questão do Gepard e essa ,,,,,uma otima plataforma antiaerea com boa mobilidade que viria a somar junto a manpads Igla e RBS …alguem pode me dizer o que tem mais pra artilharia antiaerea em nosso país nesse MOMENTO?

    Responder
  5. Foxtrot says:
    11 anos atrás

    Caro Douglas Schuindt, só sitei a aquisição por parte do EB/CFN das plantas do Guepard, porque mesmo obsoleto nos dará grandes conhecimentos para o desenvolvimento e produção de um MBT nacional, pois como eu disse esse veículo partilha da mesma plataforma de seu irmão Leopard.
    Portanto, mesmo obsoleto em seu país de origem, ainda assim nos seria de grande vália.
    Quanto a inclusão de radar, diretor de tiro, microondas,sorveteira etc…
    Não sei se sabe, mas o próprio Guepard usa uma diretora de tiro semelhante a EDT Fila, portanto nada fora do comum, não seria um desafio de engenharia absurdo, como levar o homem a lua ( E OLHA QUE COM FORÇA DE VONTADE, ISSO TAMBÉM FOI ATINGIDO), portanto meu caro, só falta vontade política ( QUE CONCORDO COM VOCÊ, EM SUA MAIOR PARTE SÃO CORRUPTOS), e coragem de nossos militares para apostar no que é nacional ( PORQUE INFELIZMENTE O QUE VEMOS É UMA INCLINAÇÃO ENORME DE NOSSAS FAA,S EM DIREÇÃO AO PRODUTO ESTRANGEIRO; MESMO HAVENDO SIMILAR NACIONAL.)
    Agora uma coisa que disse concordo plenamente, mais danoso que as compras de oportunidades, são palpites de pessoas que não entendem de nada, mas acham que sim; assim como o senhor.
    Mas estamos em um país democrático de direito e mesmo sendo incoerentes, todas as opiniões devem ser respeitadas, por isso mesmo respeito as bobeiras que disse.
    Quanto ao EB fazer o que pode com o que tem, isso é inegável, só acho que podemos desenvolver in house, coisas ultrapassadas que estão importando, afinal de contas nação alguma na história humana, se tornou soberana dependendo de produtos de sua defesa de fornecedor externo.
    A maior riqueza da atualidade é o conhecimento, e nossas FAA,s tem a obrigação de incentivar financeiramente ( ADQUIRINDO OS PRODUTOS GERADOS POR NOSSA INDUSTRIA, FACULDADES E CENTROS DE PESQUISA ) o desenvolvimento desse conhecimento.
    Passar bem !

    Responder
    • Douglas Schuindt says:
      11 anos atrás

      Sr. Foxtrot, não fui eu quem deu palpite, foi você.
      A obrigação das Forças Armadas é prover a segurança nacional e, infelizmente, as vezes p produto nacional entrega uma qualidade inferior por um custo maior.
      Não me entenda mal, com certeza eu prefiro uma indústria bélica nacional pujante e supridora de todas as necessidades de nossas Forças mas sou absolutamente contra o desperdício de dinheiro público, como estes que estão ocorrendo agora mesmo nos contratos referentes a submarinos e helicópteros franceses comprados a preço de ouro. O pior é que tem tonto que acredita que eles vão nos prover alguma independência. Não sou contra o fim, sou contra os meios.
      Gostaria de saber o que foi feito com o conhecimento e a expertise adquiridas no passado pela Engesa e Bernardini. Onde está o que foi adquirido com o desenvolvimento do Osório, Tamoio, Urutu e Cascavel? Já deveriamos ter o nosso próprio MBT a anos, no entanto todo o esforço e investimento foi jogado no lixo. Essas empresas sucumbiram debaixo dos olhos do EB e do Governo sem que nada fosse feito para que o conhecimento e os projetos não fossem perdidos.
      Meu dinheiro não é capim.

      Responder
  6. Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
    11 anos atrás

    Os Gepards são uma excelente plataforma para sistemas de proteção anti-aérea de colunas blindadas e é para isso que eles foram projetados.
    Concordo aos que comentaram que poderemos ter alternativas similares com elementos nacionais. PORÉM, os Gepard foram disponibilizados a nós logo após sofrerem uma modernização na Deutsches Heer, e esta disponibilização se deu por causa de uma mudança de prioridade doutrinária dentro da OTAN. Não foi por obsolescência do equipamento.
    E sua necessidade no Brasil decorria de dois fatores, primeiro o Brasil adquiriu uma grande quantidade de Leopard IA5 num momento em que o EB está se preocupando prioritariamente em diminuir/eliminar uma forte fragilidade da defesa A/A da força de terra que tinha atingido a uma virtual inexistência. Os tanques adquiridos com os quais o Gepard faz um par operacional que lhes provê proteção A/A.
    Em segundo lugar estas unidades Gepard podem, puderam e poderão quando for necessário prover cobertura anti-aérea temporária a grandes eventos como foi a Copa do Mundo e como será as Olimpíadas no Rio de Janeiro e qualquer evento de similar porte.
    Comprar mais unidades só aumentaria a capacidade de dar cobertura AA temporária ao EB.
    NINGUÉM é louco para fazer cobertura AA fixa com este tipo de equipamento.
    Como a KMW possui instalações no Brasil acho que deveríamos realmente comprar mais unidades não operacionais e fazermos pesquisa e unidades customizadas nossas com elementos brasileiros seja uma diretora Saber ou incluir 3 ou 4 misseis AA nacionaios.
    É só uma questão de se ter ambição tecnológica ou não. Preferir comprinhas em pacotes fechados é sempre mais cômodo.

    Responder
    • stadeu says:
      11 anos atrás

      Ótimo comentário.

      Responder
  7. Dilson Queiroz says:
    11 anos atrás

    amigo Zé Abelardo…acredito que sejam mais baratas as balas do Gepard do que um míssil Igla,,,mas penso também que defesa não se faz levando em conta custos…o inimigo atacará onde o país atacado tenha pouca defesa e não atacará (ao menos de imediato) onde haja uma força mais poderosa por parte do país atacado…..a região Nordeste é em sua maior parte seca e plana e pode ter Gepards como AA na região a qual a defesa é mais fraca…. devido a sua mobilidade o Gepard engajaria bem….. pelo preço que está o Exercito poderia comprar uma quantidade maior…não entendo porque eles foram colocados especificamente na região Sul do país…talvez pela geografia de planície do pampa….quanto a região Norte creio que o amigo tem razão porque é uma região de rios onde a plataforma deve ser outra…Saudações…….

    Responder
  8. Foxtrot says:
    11 anos atrás

    Algumas perguntas aos especialistas do DAN, porque talvez eu possa está conversando fiado.
    Não é função dos GARANI,s e futuro ORION,s ( GUARANI 8×8) , armados com as torres TORC-30 e UT30-BR prover defesa AAe a infantaria mecanizada e divisão blindada ?
    Se sim, pra que compraram esses veículos que já estão mais que obsoletos em seu país de origem ?
    Porquê o EB/CFN não adquirem a planta fabril desse veículo ( QUE É A MESMA DO LEO) e o produzam aqui?
    Porquê o EB não insere uma versão transportável do radar SABER M-60 ou uma versão modernizada da EDT FILA Avibras no Guarani 8×8, somando se a esses sistemas uma torre automática de canhão 30mm?
    Esse sistema ocuparia o local reservado aos soldados no veículo.
    Sei não, essas compras de ocasião feito pelas FAA,s nacionais são extremamente danosas a nossa industria de defesa.
    Bom, essa é minha opinião.

    Responder
    • Douglas Schuindt says:
      11 anos atrás

      Essa versão do Guarani vai operar mais ou menos como VBCI, já a versão 8×8 vai operar um canhão mais pesado (105 mm se não me engano). Não serão viaturas destinadas à operação antiaérea pois não foram projetadas para isso, embora até possam engajar um alvo de oportunidade. Serão bem diferentes deste veículo acima que foi projetado para tal.
      Primeiro tu diz que eles são obsoletos, depois tu diz pra comprar o projeto. Decide o que você quer.
      Inserir uma diretora de tiro, radar, torre, geladeira, churrasqueira ou máquina de lavar num blindado envolve questões complexas de engenharia, peso e principalmente relacionadas a custos. Fácil e de graça são só os palpites.
      Extremamente danoso à nossa indústria é uma má administração pública, corrupção e a falta de investimento adequado. O Exército faz o que pode com os recursos de que dispõe.

      Responder
      • Celso says:
        11 anos atrás

        Douglas………nao da nem pra comentar algo mais…so posso rir muito….otimo espirito de opiniao para debater e explicar o obvio…kkkkkkkkkkkkkkkkk boa e simples sua explicacao…..kkkkk Sds

        Responder
        • Douglas Schuindt says:
          11 anos atrás

          Gracias, Celso kkkk.

          Responder
    • Zé Abelardo says:
      11 anos atrás

      Os Gepards foram adquiridos para proteger os RCCs. Mesmo chassi, mesma mobilidade. Veículos sobre rodas não acompanham veículos sobre rodas em terrenos difíceis. O Gepard foi recentemente modernizado e só saiu de serviço por uma eventualidade.

      Responder
  9. Zé Abelardo says:
    11 anos atrás

    Dentro de um blindado, a munição é limitada, o tamanho da antena do radar e a energia tb, a tripulação teria que ficar horas e horas fazendo guarda dentro do veículo.

    Radares móveis tem antena maior e gerador de energia, a munição dos canhões autorebocados é infinita, a guarnição pode ficar por longo período de prontidão com conforto, o equipamento pode ser montado e desmontado em minutos, se há necessidade de maior mobilidade, usa-se o igla e/ou RBS 70.

    Não se faz proteção AA com blindado de instalações fixas ou artilharia. A história da copa foi para convencer o GF.

    Responder
  10. Dilson Queiroz says:
    11 anos atrás

    ….deveriam vir mais unidades…pelo menos mais uns 100 porque o territorio e grande e os mísseis serão poucos para defesa antiaérea…os alemães podem vende-los modernizados por preço cujo custo/benefício será uma boa pro Exercito….mas se fossem adquiridas, como seriam distribuidos nas demais regiões além do Sul e Sudeste …como ficaria a defesa antiaérea das outras regiões em especial as regiões Nordeste e Norte que são mais vulneráveis?

    Responder
    • Zé Abelardo says:
      11 anos atrás

      Como é que um blindado vai se movimentar na região norte e de onde um inimigo a ser abatido com canhões de 35 mm viria na região nordeste?

      Responder
  11. Adriano RCC says:
    11 anos atrás

    DAN, esses seriam dentro dos 37, ou seria mais além dos que foram comprados?

    Responder
  12. Gilberto Rezende - Rio Grande/RS says:
    11 anos atrás

    O Brasil adquiriu 34 veículos Gepard 1A2 em abril de 2013, se estes forem mais 6 o Brasil terá 40 unidades no total das 570 produzidas.
    Como eles não estão mais no serviço ativo da Deutsches Heer, se o Brasil desejar tem centenas deles em disposição para aquisição.
    Se o governo liberar alguma grana extra nos próximos anos para o EB será sempre uma boa compra DE PLATAFORMA principalmente se mais adiante se o Ministério da Defesa quiser considerar melhorar o sistema adaptando uma versão terra-ar do míssil A-Darter ao Gepard.

    Responder
    • Zé Abelardo says:
      11 anos atrás

      Não adianta chutar. Boletim do Exército 11 de 15/03/2013

      São 32 viaturas operacionais + 2 viaturas para instrução + 2 viaturas de socorro.

      Essas viaturas foram entregues em lotes. Não existe compra adicional.

      Gepard só serve para uma coisa: dar cobertura AA aos RCCs, pois tem o mesmo nível de blindagem e mobilidade dos leos por usarem o mesmo chassi. Usar o Gepard para proteger instalações fixas ou artilharia é uma bobagem. Um blindado é mais caro, tem limite de munição, a antena do radar é menor e é abastecido com menos energia, a tripulação fica de guarda apertada por horas dentro do veículo.

      A antena dos radares móveis é maior, é abastecido por gerador, os canhões rebocados podem ser abastecidos infinitamente com munição, a montagem e desmontagem ocorre em minutos. Se é necessário mais mobilidade, basta usar o Igla ou o RBS 70.

      Essa coisa de proteger estádio com Gepard foi caô do EB para Dilma liberar o dinheiro.

      Responder
      • frj says:
        11 anos atrás

        Zé Abelardo,

        Por acaso canhões AA rebocados ainda são eficientes no cenário militar atual?

        Responder
  13. pedro says:
    11 anos atrás

    que bom, mais defesa de ponto

    Responder
  14. yuri says:
    11 anos atrás

    é a pantsir, quando chega ?

    Responder
  15. mateus felipe dias barbosa says:
    11 anos atrás

    Esses foram os ultimos ou ainda tem mais pra chegar?

    Responder
  16. Arc says:
    11 anos atrás

    Alguem poderia me dizer quantos Gepards estariam vindo para o EB? serão adquiridos quantos no total?

    Responder
    • Topol says:
      11 anos atrás

      Arc, eu li algo sobre 37 viaturas um tempo atrás mas acabei não copiando o link, tinham sido entregues nove carros, agora mais seis totalizando 15, faltam portanto muitas outras para fechar a conta…

      Responder
  17. BrunoFN says:
    11 anos atrás

    Seria interessante o EB adquirir mais unidade do tipo … mais um lote de 36 .(o preço ajuda ) .. e pq n .. pro CFN tb … temos os Astros … precisamos de algo q possa oferecer um mínimo de proteção a essas unidades (de um modo geral .. o CFN sofre com o mesmo problema do EB … a falta de proteção AA ) … ja q o Pantsir S1 …ainda n tem nada 100%definido … e com essa crise … duvido q no curto prazo o contrato saia do papel

    Responder
    • Zé Abelardo says:
      11 anos atrás

      Saber – Skyguard – Igla – RBS 70 – Oerlikon 35 – Bofors 40 L70

      Operam na mesma faixa com vantagens.

      Responder
      • BrunoFN says:
        11 anos atrás

        N acho .o GEPARD oferece clara vantagem (o igla pode ser adaptado a ele .. so um exemplo ) .. uma x q oferece uma boa mobilidade .. e proteção a uma coluna de blindados .(pode se dizer o mesmo do pantsir) . desses o único valido e o RBS-70 (q e recente … no EB .. n no CFN ) …. hj o q temos de ”util” e o MISTRAL .. e so ….

        Responder
        • Zé Abelardo says:
          11 anos atrás

          Se vc ler o post anterior, ele está se referindo a usar o Gepard para proteger artilharia, não blindados.

          Responder
          • BrunoFN says:
            11 anos atrás

            Sim os Astros foram um exemplo (uma das muitas unidade de valor q podem ser protegidas .. em deslocamento .. por unidade GEPARD ) .. mais o alerta q faço e q o CFN .. como e formado atualmente .. precisa de unidade do tipo tb. . pelo menos deveria ter ..deveríamos aproveitar .. provavelmente a KMW tem mais unidade do tipo a oferecer

            Responder
      • Diego says:
        11 anos atrás

        Poderiam adaptar um Bofors 40 MK4 nas viaturas Guarani, haveria uma artilharia AA ligeira com 12,5KM de alcance!
        Um abraço.

        Responder
  18. Edson says:
    11 anos atrás

    Mas tem que ser uns 150 . . . . 200 . . . .

    Responder
    • Zé Abelardo says:
      11 anos atrás

      Não entendi. O gepard provê AA aos RCCs. Haveria quase um gepard para cada leo.

      Responder
      • pedro says:
        11 anos atrás

        tem que prover defesa tbm pra artilharia auto-propulsada e infantaria mecanizada

        Responder
        • Zé Abelardo says:
          11 anos atrás

          Não é o melhor meio pelo mesmo motivo que é o ideal para os RCCs. A AA deve ter o mesmo nível de mobilidade que a tropa protegida.

          Responder
          • pedro says:
            11 anos atrás

            mas temos artilharia sobre esterias e veiculos de transporte tbm, me refiro a proteção para esses meios.

            para os veiculos mais velozes sobre rodas, o ideal é o pantsir

            Responder
  19. Marcelo Junior says:
    11 anos atrás

    Será que ficarão apenas no RJ ou serão distribuídos?

    Responder
  20. stadeu says:
    11 anos atrás

    Brinque daço … bota o ronco dele pra nós.

    Responder

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