Fabricada integralmente no Brasil, a munição de artilharia 155 mm da MAC JEE combina engenharia de alto desempenho, rigoroso controle de qualidade e excelência industrial em todas as etapas do processo produtivo, da forjaria e usinagem ao carregamento e à montagem final, realizadas nas instalações da MAC JEE em Paraibuna (SP), um dos maiores polos de produção de munições do hemisfério sul, com capacidades operacionais incomparáveis.

Desenvolvida para atender aos mais rigorosos padrões internacionais, a munição MAC JEE é totalmente compatível com os requisitos da OTAN e possui atribuição de NSN (NATO Stock Number), garantindo interoperabilidade, rastreabilidade logística e eficiência operacional em operações conjuntas e multinacionais.
Livre de restrições ITAR, a munição MAC JEE oferece ao mercado global uma solução confiável, acessível e estrategicamente flexível, reforçando o compromisso do Grupo com qualidade, desempenho e prontidão operacional para forças armadas e operadores internacionais.













Não me canso de elogiar esta empresa e algumas outras surgidas nos últimos tempos na BID brasileira. Empresas privadas administradas de forma extremamente competente, produzindo tecnologia de ponta e ocupando um nicho estratégico e vital.
É obrigação das forças armadas e do poder público impulsionar estas empresas com contratos e investimentos, e não continuarem jogando nosso dinheiro no lixo com empresa públicas incompetentes, como a Imbel, péssimamente administrada por generais da reserva incompetentes, e que só produz coisas de qualidades e características inferiores.
A Imbel é um fardo em nossas costas e existe com o único objetivo de servir como cabide de empregos para oficiais da reserva, que não tem sequer a decência e a honestidade de pelo menos produzirem algo no mesmo nível do que há de melhor no mundo.
Já está provado que temos no Brasil empresas privadas capazes de entregar tudo o que a Imbel não entrega: Competência, modernidade, eficiência tecnologias de ponta. E sem superfaturamentos.
Está na hora do governo federal pensar na benéfica necessidade de privatizar ou extinguir a Imbel, para o bem da BID e em prol de uma real possibilidade de modernização das forças armadas, e contra todas as pressões que possa sofrer contra isto.
Deveria ter complementado o texto com, “,comprovando a inutilidade da Inbel”.