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Home Divulgação

Delegação Cultural das Forças Armadas da China visita a Escola de Guerra Naval

Luiz Padilha por Luiz Padilha
04/07/2024 - 13:06
em Divulgação
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A Escola de Guerra Naval (EGN) recebeu, no dia 26 de junho, a visita da Delegação Cultural das Forças Armadas da China, conduzida pelo Coronel Superior Pan Qing Hua, Vice-Diretor de Comunicação Social e Cultural de Comunicação Militar Central da China.

A visita teve como objetivo conhecer os cursos ministrados pela Escola e explorar possíveis intercâmbios acadêmicos. Na ocasião, a comitiva assistiu a uma apresentação institucional sobre a estrutura, dos Cursos de Altos Estudos Militares, o Programa de Pós-Graduação em Estudos Marítimos (PPGEM), os produtos acadêmicos e outras atividades da EGN.

Em seguida, o Coronel Superior Pan Qing Hua fez uma exposição sobre o propósito da visita e discutiu possíveis intercâmbios acadêmicos com o Diretor da EGN, ViceAlmirante Gustavo Calero Garriga Pires.

Acompanhando a Delegação, estiveram presentes o Coronel Superior Qiang Zhenxia, Adido Militar do Exército da China no Brasil, e o Sr. Zeng Can, um dos cônsules da China no Rio de Janeiro. Também participaram do evento o Almirante de Esquadra (Ref-FN) Alvaro Augusto Dias Monteiro, Conselheiro do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Marinha (CEPE-MB); e, pela EGN, o Superintendente de Ensino, Contra-Almirante (RM1) Eduardo Augusto Wieland; o Superintendente de Pesquisa e Pós-Graduação, Contra-Almirante (RM1) José Luiz Ferreira Canela; encarregados das Áreas de Estudo dos Cursos de Altos Estudos Militares; e professores do PPGEM.

FONTE: MB

Tags: Escola de Guerra Naval - EGNMarinha do Brasil (MB)PLA - PeoplPLANavy
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Comentários 4

  1. Roberto says:
    2 anos atrás

    O militar brasileiro precisa saber fazer políticas e lidar com culturas.

    Situações como da EGN, são portas abertas ou cartão de boas vindas p novas amizades e bons negócios.

    Nesta vem os medrosos e capachos, pau mandados com medos de embargos, dos “amigos da onça “, ou daqueles q acham q somos um grande celeiro e fazem o q eles querem ou acham.

    O certo é falar grosso e agir com neutralidade, encima do muro. Qtos países possuem relacionamentos com os rivais ou os q brigam como adolescentes, arrogantes e orgulhosos…

    O ministro da marinha, ao meu entendimento, poderia pegar voos de companhias aéreas, e visitar e explorar as relações com os países do grupo brics e até outras nações. Marcar intercâmbios militares, exercícios, cursos…..
    Abraço

    Responder
  2. Roberto says:
    2 anos atrás

    O Brasil precisa urgente de embarcações grandes como portas helicopteros e navios de desembarques novos, por serem grandes, são caros e a China por ter mão de obra barata, e ligeiros na construção, fabricação, seria interessante o Brasil fazer cotação de preços e até barganhar valores com os chineses nas construções destes navios pagando com saldos da balança comercial, ou via transferências das reservas de dólares paradas nos eia.

    Os navios poderiam ser franktein com equipamentos de outras nações amigas, tipo radares, sonares e outros. E mesmo se algum equipamento fosse chinês, nas manutenções periódicas iriam trocando com similares brasileiros.

    Algo a se estudar e aproveitar o momento.
    Abraço

    Responder
  3. Roberto says:
    2 anos atrás

    A ciência e na escola, aprendemos q tudo é feito de átomos. O átomo por estar em movimento produz radiacao e onde tem eletricidade tem magnetismo.

    Então, o q quero dizer q a China tem um estudo chamado de ” feng chui “, q são as energias psicofisicas das pessoas se relacionando com o ambiente p ter paz, serenidade e bem estar.

    Seria interessante saber se os chineses aplicam este conceito nas suas embarcações de guerra, principalmente os submarinos nucleares q ficam longos tempos submersos.
    Abraço

    Responder
  4. Roberto says:
    2 anos atrás

    “Fluxo Evolutivo Natural…”

    Se caminha para frente, nunca para os lados nem para trás….

    Os países do grupo brios têm potenciais e são muitos grandes e populosos, e se usar o bom senso, vontade e iniciativa, os governos e áreas civil poderiam se interagir e começarem a ter diálogos, discussões, parcerias, convênios…, e no caso poderiam unir os interesses em eletrônicas civis e militares p novas tecnologias.

    Eu acredito se o Brasil tivesse mais vontade e unir com os países do brics, poderiam criar produtos, manufaturas e equipamentos militares melhores do q os eia e eur0pa juntos.
    Abraço

    Responder

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