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Home Exército

14º Regimento de Cavalaria Mecanizado recebe novos Fuzis IA2

Guilherme Wiltgen por Guilherme Wiltgen
01/05/2026 - 11:45
em Exército
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O 14º Regimento de Cavalaria Mecanizado alcançou um importante avanço em sua estrutura operacional com o recebimento de novos fuzis IA2. A incorporação do armamento representa um marco significativo no processo de modernização da Unidade.

A nova dotação substitui o tradicional Parafal calibre 7,62 mm, que por décadas esteve presente no emprego operacional da tropa. Em seu lugar, passa a ser utilizado o Fuzil IA2, no calibre 5,56 mm, mais leve e com melhor desempenho em operações dinâmicas.

A chegada dos fuzis IA2 simboliza mais um passo na modernização do Regimento, que atua em uma área estratégica na fronteira Oeste de Santa Catarina.

Com a nova dotação, a Unidade passa a contar com uma plataforma de combate moderna, robusta e adaptada às exigências contemporâneas do cenário operacional.

FONTE: EB

Tags: 14º Regimento de Cavalaria Mecanizado (14º RC Mec)Exército Brasileiro (EB)Fuzil de Assalto IA2Fuzil IMBEL IA2 5.56mmFuzil IMBEL IA2 7.62mmImbelIndústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL)
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Comentários 11

  1. Gustavo Tavares says:
    2 meses atrás

    Porcaria esse IA2 caro Fernando, já está mais que provado.
    A PMMG abandonou ele por fuzis e pistolas importados, o mesmo vale para a PMSP, PMBH etc etc.
    A MB nem quiz saber desse lixo e optou pelo m4 (decisão errônea em minha opinião. Deveriam olhar o HK-416 etc).
    A FAB para fazer gracinha pro EB, assinou a compra de um lote, que ao que parece, não foi concretizado.
    Só o EB está adotando esse lixo, para manter as aparências e não dar o braço a torcer, e admitir que a Inutilbel não passa de cabide de empregos para generais incompetentes e aposentados!

    Responder
  2. FERNANDO VIDAL says:
    2 meses atrás

    O fuzil Imbel IA2 utiliza novas tecnologias, conceitos e materiais polímeros, as armas da família IA2 são mais leves, ergonômicas e de melhor maneabilidade. Seus trilhos picatinny, dispostos em toda a superfície superior da tampa da caixa da culatra e em todas as faces do guarda mão, permitem o acoplamento de diversos dispositivos, tais como lanternas táticas, apontadores laser, lunetas de visada rápida, lunetas de visão noturna ou lunetas de precisão, punhos táticos e lançador de granadas transformando os fuzis num verdadeiro sistema de armas. (BRASIL, 2017) O fuzil vem ganhando a confiança das diversas tropas do EB, no que diz respeito à construção e aplicabilidade em ambientes urbanos. Além disso, no final do ano de 2021, tropas do Exército dos Estados Unidos vieram ao Brasil para o exercício combinado chamado CORE (Combined Operations and Rotation Exercise), e testaram o IA2 em diversas situações. Diversos militares norte-americanos manifestaram a sua impressão positiva com o armamento brasileiro, que possui o mesmo calibre do fuzil M4 adotado pelos Estados Unidos (trecho retirado de trabalho técnico realizado por oficiais do curso de cavalaria da ESA) . Estas considerações técnicas devem ser suficientes para esclarecer e desmistificar boatos e fake news a cerca do novo fuzil desenvolvido pela IMBEL e que esta sendo adotado como arma regular do nosso exercito. Infelizmente essa prática de disseminar inverdades e criticas em relação ao exercito tem sido alimentada por grupos políticos descontentes com a postura de neutralidade e legalidade adotada pelo exercito brasileiro em relação a tentativas golpistas e de politização das Forças Armadas. Algo que deveria ser evitado a fim de preservar a credibilidade da instituição a qual mantém compromisso com toda a sociedade brasileira em relação a manutenção da paz, da defesa e soberania de nosso país.

    Responder
  3. Plínio says:
    2 meses atrás

    “Agora a coisa será feita com uma empresa nacional extremamente competente que produz equipamentos verdadeiramente eficientes, duráveis e muito superiores aos da Imbel.”

    Comparar a confiabilidade, eficiência, confiança e durabilidade das armas da Imbel com as armas dessa outra empresa é uma piada! A não ser se você gosta de armas de plástico frágil e que dispararam sozinhas, tipo as Sig Sauer P320 e suas variantes, que só tem nome e lobby, inclusive aqui no Brasil! Basta ver os YouTubers pagos passando panos para as incontáveis falhas dessa tranqueira insegura!

    Responder
  4. Plínio says:
    2 meses atrás

    Parabéns ao EB, aos poucos vai substituindo o velho Fal por novos e mais adequados Fuzis IA2, feitos e projetados em solo nacional!
    Enquanto os cães latem, a caravana passa!

    Responder
  5. erikson says:
    2 meses atrás

    O que tem haver, falar de região norte e política, com a discussão sobre o tópico do fuzil IA2! Por favor!

    Responder
  6. Gustavo Tavares says:
    2 meses atrás

    Que triste para a 14°.
    Só lamento para eles.

    Responder
  7. Gustavo Tavares says:
    2 meses atrás

    Que infelicidade para o 14° regimento.
    Vale ressaltar que o EB firmou parceria com o EDGES para avaliar armamento daquele país.
    Será que vão dar o braço a torcer e admitir que esse fuzil é um lixo?

    Responder
  8. Paulo Sollo says:
    2 meses atrás

    Felizmente neste aspecto a MB tem sido incomparavelmente mais racional e comprometida com qualidade e desempenho que o EB, e firmou parceria com a Taurus para desenvolvimento de novas armas para as necessidades do CFN.
    Lembrando que a MB tinha adquirido inicialmente 140 fuzis Colt por considerar o IA-2 não adequado.
    Agora a coisa será feita com uma empresa nacional extremamente competente que produz equipamentos verdadeiramente eficientes, duráveis e muito superiores aos da Imbel.

    Responder
  9. dretor says:
    2 meses atrás

    Seria possível realizar uma revisão do projeto após a implantação inicial e avaliar a ampliação do uso do fuzil IA2, bem como a padronização de uma luneta holográfica (considerando que a atual luneta telescópica pode não atender adequadamente em cenários mais exigentes)?

    Outra frente seria a substituição dos fuzis e a retirada das MAGs, que já apresentam desgaste devido ao longo tempo de uso (mais de 40 anos). Nesse contexto, gostaria de entender se hoje a IMBEL e o IMEI possuem capacidade para suportar essa escalada de modernização.

    Faço esse questionamento considerando o cenário atual, onde manter um estoque adequado é essencial. Precisamos acelerar a modernização, pois, em um ambiente de combate moderno, a falta de atualização pode comprometer significativamente a operação.

    Embora muito se fale sobre drones, conflitos de atrito ainda dependem fortemente de equipamentos como fuzis e sistemas de mira.

    Responder
  10. Carlos says:
    2 meses atrás

    Esse Governo Frouxo e Corrupto ❌ precisa urgentemente dar prioridade as escaramuças e troca de tiros no norte e nordeste do País .
    Amazonas e Pará estáo uma Zorra Total, ,com as facções nacionais e invasores estrangeiros, fazendo contrabando ede ouro e drogas .
    Tomem providências oi vergonha na cara

    Responder
    • Rodrigo Silveira says:
      2 meses atrás

      Esse desgoverno não tem vergonha. Não adianta.

      Responder

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