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Home Exército

Atuação do Exército no ES é ‘pontual’ e não substituirá PM, diz comandante

Luiz Padilha por Luiz Padilha
09/02/2017 - 17:59
em Exército
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Gen Bda Adilson Carlos Katibe

Chefe do Exército afirmou que enviará tropas paraquedistas para o estado. Corporação não divulgou números da atuação no Espírito Santo.

A atuação do Exército no Espírito Santo é “pontual” e não substituirá a Polícia Militar no estado, disse em uma rede social nesta quinta-feira (9) o general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército brasileiro.

Ao menos 106 pessoas morreram de forma violenta no estado desde sábado (4), quando começou o protesto de familiares de PMs que impedem a saída dos policiais dos batalhões. Os números são do sindicato da Polícia Civil. O governo não tem divulgado balanços. Desde sábado, cenas de saques, assaltos e arrastões se tornaram comum em Vitória e em diversos locais do estado.

“A ação do Exército é pontual. Vem viabilizar as negociações do governo à população. Não vamos substituir a PM”, escreveu o coronel no Twitter. Ele afirmou ainda ter determinado o reforço no Espírito Santo com “tropas paraquedistas, blindadas e de aviação do Exército”.

Há cerca de 1.900 militares, entre Exército e Força Nacional de Segurança, no estado. Na quarta (8), o governo do Espírito Santo transferiu o controle da segurança às Forças Armadas para o general Adilson Carlos Katibe, que chefia a força-tarefa das Forças Armadas no Espírito Santo.

Em entrevista nesta quinta, em Vitória, Katibe disse que o número de militares chegará a 3.000 até o final de semana. A atuação se concentra na Grande Vitória. Mas ele não deu números sobre o trabalho dos militares.

“Estamos aqui reforçando a segurança”, disse Katibe.

Crise

O estado está sem PM nas ruas porque protestos de familiares dos policiais bloqueiam as saídas das viaturas dos batalhões. As famílias pedem reajuste salarial para a cateogoria, que é proibida de fazer greve. O governo afirma não poder aumentar os salários.

FONTE: G1

Tags: Crise de SegurançaEspeito Santoforça-tarefa das Forças ArmadasGen Bda Adilson Carlos Katibe
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Comentários 7

  1. Ferreira says:
    9 anos atrás

    Tirando o fato que ja teve soldados sequestrados na favela, como todos ja podem ver no WhatsApp, mandei o video para via email. até agora o exército não se pronunciou.

    Responder
    • Guilherme Wiltgen says:
      9 anos atrás

      Aparentemente, esse vídeo não tem relação com a operação no ES.

      De acordo com o Comando da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, o caso ocorreu por volta das 17 horas, quando seis militares, do 17° Regimento Cavalaria Mecanizado, de Amambai, no Mato Grosso do Sul, realizavam o apoio técnico a um funcionário da empresa civil Embraer/Savis, na realização de testes do radar do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), na vila Eletrosul em Guaíra.

      Responder
  2. Renato de Mello Machado says:
    9 anos atrás

    Então no ES o pagamento está em dia,uma verdade.Outra verdade é quê os bandidos do ES são frouxos, por isso as famílias estão nos batalhões,se fosse no Rio de Janeiro já teriam passado o rodo.Vê se eu fosse PM deixaria minha mulher,filhos,namoradas e ou parentes irem para porta de batalhão.Outra verdade Paulo Hartung ,já governou o ES,passamos aperto com ele quê só deu mole aos professores.Aí para vocês de fora verem como o povo, tem memória curta votaram no homem de novo.Tem de tomar ferro mesmo e ainda me fazem o favor de fazerm um crime militar,e as “esposas quê nem poderiam estar numa unidade militar para começar, teriam de arcar com as mortes,roubos,prejuízo das lojas e tudo mais. Bota na conta delas.

    Responder
  3. Patétriota says:
    9 anos atrás

    Ribeiro, se tem alguma coisa simplista foi a sua tentativa de minimizar a gravidade do ato. E corrigindo: Eles não são uma simples polícia, são MILITARES, forças auxiliares. Se você tivesse algum contato com o meio, talvez não falasse isso, ou se faz parte do meio, não passa de um irresponsável que não percebe a gravidade de tal movimento. Me solidarizo com a PMERJ, mas não compactuo com ilegalidade. Sem contar que deixar a própria família sem segurança é no mínimo burrice. Continue vivendo eu seu mundo de Alice Ribeiro, pois na vida real, motins causam derrota e morte.

    Responder
  4. Ribeiro says:
    9 anos atrás

    Srs Bom dia… Nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno…
    Nessas situações sempre lembro de um chefe que tive que dizia sempre haver 3 verdades… a minha, a tua e a verdadeira…
    Achar que isso é apenas um motim, é ter uma visão simplista da coisa… claro que a ausência destes nas ruas tem um impacto trágico, mas as forças policiais em todo o lugar, por baixo das fardas são trabalhadores assalariados e pais e mães de família…
    O precedente perigoso já se abriu a mais tempo…
    Aqui no RS, virou moda não pagar salário (polícia militar, polícia civil, bombeiros, professores, etc…), e quando o faz, este é com atraso e parcelado…. parece casas Bahia…
    Chegou ao cúmulo de não pagar, e indicar que fosse pego empréstimo consignado junto ao banco do estado, não pagar novamente na nova data acordada e o banco cobrar juros e multa pelo não pagamento do empréstimo…
    Vejam bem, não estou aqui levantando qual governador ou qual partido foi mais ou menos responsável pela falta de dinheiro, pois isso gera uma discursão infinita…
    Estou apenas relatando o fato…. é polícia? sim, mas são trabalhadores que não estão recebendo o básico, que é o salário…
    Como disse, nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno…
    Abraços

    Responder
  5. Renato says:
    9 anos atrás

    Por que o exercito não remove as “famílias” dos militares dá frente dos quartéis?
    Por que o exercito não assume de vez e bota para valer?
    Vi um vídeo no qual, a noite, soldados do exército se escondem com medo de tiros.
    Realmente, estão expostos e sem muita margem de manobra.
    Ocorrendo isso, deveriam mandar helicópteros e blindados para o local , paraquedistas, talvez, quem sabe uns mi35, e ocupar e prender todo mundo.
    Acabar com o crime organizado.
    O que a polícia não faz no dia a dia, o exercito com 20 mil homens, em um treinamento num campo real, poderia dar uma enorme contribuição.

    Responder
  6. Patétriota says:
    9 anos atrás

    Sim, e quando irão acabar com este motim? Quando irão prender essa turma e processa-los? É assim mesmo agora, fez motim e não da nada? Estamos abrindo um precedente perigoso neste país. A causa dos policiais é justa, mas a atitude não, é ilegal e deve ser severamente reprimida.

    Responder

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