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Home Exército

Exército Brasileiro adquire equipamentos da BRADAR

Luiz Padilha por Luiz Padilha
08/12/2014 - 10:43
em Exército
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saber M60

EXTRATO DE CONTRATO Nº 221/2014 – UASG 160069

Nº Processo: 64447013144201473. INEXIGIBILIDADE Nº 66/2014.

Contratante: COMANDO DO EXERCITO

CNPJ Contratado: 02807737000146. Contratado : BRADAR INDUSTRIA S.A

Objeto: Aquisição de 04 sistemas radar saber m6 e 04 centros de operação antiaérea coaae.

Fundamento Legal: Parágrafo único do artigo 61 da lei número 8666/93.

Vigência: 02/12/2014 a 02/10/2015.

Valor Total: R$22.963.320,00.

Fonte: 100000000 – 2014NE800939.

Data de Assinatura: 02/12/2014.

(SICON – 05/12/2014) 160069-00001-2014NE800019

Tags: BradarSaber M60
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Comentários 13

  1. Maxtedy says:
    11 anos atrás

    Prezado Oseias, grato pela informação. Esperamos que muito em breve esse sistema esteja em condições de pronto emprego nos TO por nossas Forças.

    Saudações.

    Responder
  2. Bosco says:
    11 anos atrás

    O CAMM(L) é um sistema modular. Pode facilmente ser integrado ao Saber 60 para a vigilância e designação de alvos.
    O Saber 60 pode fornecer o alerta de ameaças para todas a armas AA do EB, inclusive se vier o Pantsir, permitiria que esse operasse com o radar desligado.

    Responder
  3. Maxtedy says:
    11 anos atrás

    Quanto ao Saber M60 parece não haver dúvidas a respeitodas suas qualidades de emprego e sua eficiência, mas e quanto ao lançamento em operação do M200? – Como está o seu desenvolvimento e quando irá debutar? Alguém tem alguma novidade?

    Responder
    • Oseias says:
      11 anos atrás

      Está andando:

      Data: 01/12/2014
      Ação: 151D – OBTENCAO DE SISTEMA DE DEFESA ANTIAEREA
      Favorecido: 02.807.737/0001-46 – BRADAR INDUSTRIA S.A
      Valor: R$ 8,187,000.00

      DCT, DE 01DEZ2014 – INEX 21/2014 – CTEX SV TÉCNICOS PROFISSIONAIS

      SERVICO DE ENGENHARIA – Contratação de prestação de serviço de engenharia para a pesquisa e desenvolvimento da etapa 4 do Radar SABER M200.

      Responder
  4. KLEBER CSERNIK says:
    11 anos atrás

    É verdade Fred voçe esta certo , sem comprar ninguem transfere pra nós tecnologia o que vc exclamou acima não repercute no meu conceito de defesa anti-aérea , vai ver que vc esta certo e eu errado ,vamos pesquisando ( sem verba } , vamos adquirindo radares [sem meios para proteger os radares muito menos os pontos extratégicos] ,E pra que compras de prateleira ???? Já estamos tão bem na anti-aérea.Sabe o que acontece alguns Brasileiros pensam pequeno e quando pensan é devagar .Ve o que os militares fizeram quando estavam no poder , Usina itaipu a maior do mundo , usina angra , projeto etanol , tanque Osório , avião tucano .De verbas pros militares e deixem eles trabalharem , quando critico não critico os militares mais estas compras sem pé nem cabeça.
    BRASIL ACIMA DE TUDO

    Responder
  5. Gilberto Rezende/RS says:
    11 anos atrás

    Uma coisa que gostaria de saber sobre o SABER 60 se seria possível coloca-los espalhados cobrindo uma área e passar seus dados em tempo real para os anti-aéreos GEPARD1 A2.

    Numa posição estacionária poderia utilizar uma conexão por fibra ótica (ultra-veloz e imune a jamming para conectar os sistemas. Não sei se existe este sistema de comunicação mas como muitos tanques modernos possuem sensores para detetar iluminação laser por armamento inimigo me parece possível aproveitar o sistema para comunicação modulada no feixe laser entre as unidades blindadas onde cada tanque pode funcionar como uma repetidora recebendo informações de aproximação de alvos aéreos, mísseis e helicópteros.

    Os Gepards por enquanto usam só seu canhão Oerlikon 35mm mas há a possibilidade de armá-los com mísseis. Que tal 4 A-Dater dois de cada lado com booster extra ?

    Ou quatro CAMM já que a Avibrás anda de namoro com a MBDA…

    Responder
    • Wellington Góes says:
      11 anos atrás

      Nem um, nem outro, se forem armados com algum míssil, devem ser os Iglas mesmo. A-Darter e CAMM são de outra categoria.

      Responder
  6. KLEBER CSERNIK says:
    11 anos atrás

    Eduardo , então teriamos que ponderar , pois atirar no que com o que , se formos partir desta forma não chegamos a lugar nenhum , precisamos de canhões , misseis e radares ao mesmo tempo pois um completa o outro , só que não vejo no futuro aquisições , pois a quanto tempo estamos esperando para comprar os Pantsir , a quanto tempo estamos esperando para reformar os antigos canhões ou comprar outros .O tempo passa , só que nossos vizinhos estão se armando , “o maior burro é aquele que não quer ver “.
    BRASIL ACIMA DE TUDO

    Responder
    • Fred says:
      11 anos atrás

      “o maior burro é aquele que não quer ver ”
      ————————
      E parece que você não quer ver que as F.A estão sim se reequipando…

      Inclusive no caso dos radares, vc só disse o óbvio, todos sabem que sistemas radares e AAA funcionam em dupla.
      E claro está, que o exército está fazendo os seu “dever de casa”. Que na aŕea de defesa AA, começa pela defesa de ponto em baixa altura…Os equipamentos para isto estão sendo adquiridos gradativamente: radares, centros de operação antiaérea (coaae), Iglas, Guepards e os mísseis suecos MANPADS RBS 70…Todos foram adquiridos nos últimos 3 anos!

      A questão é que o Brasil nunca teve uma defesa AA efetiva e o pouco que se tinha, em defesa AA de baixa altura, estava se tornando inoperante, portanto se trata de praticamente construir um sistema AA de baixa e média altura (este último, o Brasil nunca possuiu) praticamente a partir do zero!

      E fazer isto com participação tecnológica nacional relevante, demanda mais que somente recursos financeiros, exige também tempo para o planejamento, pesquisa e desenvolvimento tecnológico nacionais.
      No médio e longo prazo, meras “compras de prateleira” não são capazes de garantir a defesa e soberania nacional…

      O mais importante nesta caso é a continuidade dos projetos e das verbas necessárias no longo prazo, tanto para financiar os desenvolvimentos, como as compras dos equipamentos.

      Responder
      • Ricardo Augusto de Oliveira says:
        11 anos atrás

        O senhor ou algum saberia me informar a intenção de produção nacional dos Inglas?

        Responder
  7. Eduardo Ramos says:
    11 anos atrás

    primeiro temos que ter os meios par detectar(enxergar), os a alvos depois temos que ter como confrontar esses alvos com Canhões, Misseis etc, sem os radares os canhões e misseis atirariam no quê seria um tiro no escuro.

    Responder
  8. Fred says:
    11 anos atrás

    Pelo visto o exército teve uma avaliação bastante positiva do SABER M60 e está se “mobiliando” com ele. Um radar de baixa altura que realmente é muito importante no monitoramento e defesa de ponto em baixa altura.

    Responder
  9. KLEBER CSERNIK says:
    11 anos atrás

    Pra que tanto radar se não temos canhões anti-aéreos aptos , se temos poucos Iglas , sinceramente não era melhor pegar este dinheiro e comprar canhões ,misseis .
    BRASIL ACIMA DE TUDO

    Responder

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