Antecedendo as ações que desencadearão a fase decisiva da Operação Atlas 2025, encontra-se em curso o apronto operacional das tropas do Exército Brasileiro, evidenciando a prontidão constante, requisito essencial para a operacionalidade militar. A mobilização de militares de diversas regiões do Brasil demonstra o compromisso com a capacidade de responder rapidamente a possíveis ameaças à soberania nacional.

A atividade envolve a preparação completa de pessoal, equipamentos e sistemas logísticos, garantindo que tudo esteja em condições de atuação imediata.

Além da movimentação de tropas e recursos, a Operação Atlas 2025 reforça a importância da atuação conjunta integrada. O exercício fortalece a coesão entre as Forças e aprimora os mecanismos de comando e controle, elevando o nível de prontidão operacional.

As Forças Armadas reafirmam sua capacidade de proteger o território nacional.

FONTE: EB













Tudo muito bonito,mas… E quando vamos pensar em drones de verdade? Com capacidade de ataque? E cadê os novos Blackhawk?
Estou equivocado ou não foi descrito na matéria o local “cidade-estado”, onde está sendo realizado o exercício, e o local onde foi tirada a primeira foto ?
Exatamente — deveríamos ter um “Atlas de Operações” anual, em que a cada edição simulamos a defesa de uma região do Brasil contra uma invasão hipotética. Por exemplo, no ano seguinte poderíamos focar o Nordeste; em outra edição, a faixa de fronteira do Acre.
Seria um exercício voltado a testar logística, prontidão e velocidade de emprego das três forças nas áreas com menor estrutura militar local. O objetivo é avaliar cenários reais: deslocamento de tropas, sustentação logística, tempo de resposta e integração entre Exército, Marinha e Força Aérea.
Num nível mais ambicioso, poderíamos criar um atlas internacional — simulando, por exemplo, o envio de apoio brasileiro a países como Angola ou África do Sul. A ideia seria medir quando e como a Marinha consegue movimentar forças, quanto tempo o Exército leva para se posicionar e como a Força Aérea dá apoio aéreo a essas operações.
Mais do que demonstração de poder, a proposta é mostrar capacidade de projeção, interoperabilidade e prontidão logística — reforçando a mensagem de que o Brasil pode colaborar na manutenção da paz, enquanto outras crises podem ser geridas por atores regionais.
Precisamos nos atualizar na questão de drones.
Acompanho desde o início a guerra entre Rússia e Ucrânia e uma coisa é evidente: os drones imperam no teatro de guerra moderna.
Tanques, obuseiros, veículos de infantaria e tropas são eliminados com extrema facilidade se estiverem a menos de 10 km da linha de frente.
Qualquer veículo sem blindagem ou soldado a pé é eliminado com extrema facilidade e eficiência, com baixo custo e pouca chance de revide.
É fundamental que o Brasil seja pioneiro nessa questão na América Latina, como também desenvolvedor dessa tecnologia.
É isso aí, treinamento nunca é demais.