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Home Geopolítica

Contratorpedeiro USS Donald Cook (DDG-75) chega ao mar Negro

Da Redação do DAN por Da Redação do DAN
09/04/2014 - 08:47
em Geopolítica
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809px-USS_Donald_Cook_DDG-75_above

O contratorpedeiro da U.S Navy o USS Donald Cook (DDG-75), munido de um sistema de defesa antimíssil Aegis, entrou terça-feira na região do mar Negro a fim de apoiar Kiev e os seus aliados da OTAN em vista do agravamento da situação na parte sudeste da Ucrânia.

Operation Iraqi Freedom

Antes disso o canal americano CNN informou, alegando fontes do Pentágono, que o navio devia chegar ao mar Negro até quinta-feira.

DDG75-Cookcrs

Este mesmo canal televisivo aponta que a presença deste navio é uma parte dos esforços do Pentágono com vista a demonstrar o apoio aos aliados dos EUA no leste da Europa, preocupados com a concentração das tropas russas na fronteira com a Ucrânia.

FONTE : Voz da Russia

Tags: KievMar NegroOTANPentágonosistema de defesa antimíssil AegisUSS Donald Cook (DDG-75)
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Comentários 12

  1. Marco says:
    12 anos atrás

    Obrigado Padilha! O CIWS deve ter mira optronica não ficaram zerados… Mas já da para os Russos pensar em ataques a lá Malvinas com bombas… Só teoria claro! Já o CLOS do SeaWolf não da para jammear… O sistema das Niterói tb acopla os mísseis no optronico.

    Responder
  2. Marco says:
    12 anos atrás

    Esse destroyer foi sobrevoado por um SU-34 fencer com novo equipamento de contramedidas que cegou o AEGIS a aeronave fez 12 simulações de ataque seguidas ao navio sempre com as telas do AEGIS em total jamming! Está no You Tube. Peço confirmarem isso.

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      12 anos atrás

      Positivo.

      Responder
  3. Topol-M says:
    12 anos atrás

    Para mim a conta que faz sentido é 1 Moskit (SS 22 sunburn) = 1 destroyer sunk ! Praticamente não tem com detê-lo, o cara voa três vezes mais rápido que um Harpoon ou um Exocet da vida e mesmo que seja detectado a maior distancia (o que eu particularmente acho que não acontece) o tempo de reação para o phalanx encontrá-lo e tentar derrubálo não é superior a trinta segundos, duvido que consiga! Não é a toa que esse artefato é uma das maiores dores de cabeça do pentágono pois se bem empregado pode até anular uma frota inteira.

    Responder
  4. marcio says:
    12 anos atrás

    Seria bem interessante ver na prática o sistema antimíssil Aegis vs Brahmos,mais certamente esse ataque teria que ser de saturação bem planejado usando os Su-34 e Tu-22 Backfire vindo de várias direções para atingir seu objetivo,certamente algum míssil Brahmos irá romper as defesas já que reagir a vários alvos voando a mach 2.8 em sua direção deve ser um inferno até para o sistema Aegis.

    Responder
  5. Silvio says:
    12 anos atrás

    E se a Rússia invadisse a Ucrânia o governo americano mandaria ele não se meter. Está ali fazendo o seu máximo contra a Rússia.

    Responder
  6. RL says:
    12 anos atrás

    Ok. Sistema anti missil.

    Más a pergunta é.
    Este sistema faz frente aos Moskitos? rsrrsrrs

    Como os Russos gostam de dizer.
    US NAVY são alvos móveis.

    Responder
    • Marcelo says:
      12 anos atrás

      Aqueles de march 4.5? Duvido muito hein….

      Responder
    • _RR_ says:
      12 anos atrás

      RL,

      Um destróier da classe Arleigh Burke está longe de ser um alvo fácil… É necessário grande quantidade de armas para ultrapassar suas defesas; armas essas que, me arrisco a dizer, 90% das marinhas do planeta simplesmente não possui na quantidade necessária ( ou mesmo na qualidade para ser realmente efetiva )… Até mesmo um ataque submarino seria algo complexo de ser realizado, se esse navio resolver ir a toda a sua velocidade ( cerca de 30 nós ).

      Hoje, creio que contam-se nos dedos os países que poderiam lidar com esse poderio de forma realmente eficaz; sem correr muitos riscos. Mesmo os russos, com a marinha poderosa que possuem, teriam que por em ação seus melhores meios para atacar com verdadeira eficácia um navio como esse ( no mínimo do mínimo, um esquadrão completo de Su-24 ou Su-34 armados até o ultimo pilone com mísseis anti navio… ).

      Em suma, um destróier Arleigh Burke é uma incrível ferramenta de dissuasão, capaz de impor sua força a praticamente todos os países com costa fora do círculo dos mais poderosos. Mesmo ali no Mar Negro ele pode ser considerado uma ameaça, podendo lançar seus Tomahawks de qualquer parte daquele mar e acertar qualquer parte que seja banhada por ele.

      Responder
      • MalExGrimmjow says:
        12 anos atrás

        Grande _RR_.
        Realmente tem grandes defesa, mais em pequeno número não oferecem uma defesa que os favoreça contra misseis hipersônicos, haja vista, que o próprio sistema AEGIS em suas versões mais recentes trabalha em rede isso é uma esquadra seria muito eficiente em defesa, mais apenas uma ou duas não passam de alvos moveis, porém oque eles pretendem é dissuadir e não defender ninguém, já pensou o Pedrão passar pelo estreito não haverá como se defender em caso de ataque, talvez os misseis anti-navio subsônicos sejam totalmente destruídos pelo Aegis, más depende da estratégia a se usar pelos russos.
        Reza a lenda que a ogiva do míssil supersónico tem ogiva protegida por blindagem e mesmo que esse perca seu propulsor muito provavelmente atingido por um míssil de interceptação, possa continuar sua trajetória apenas com o impulso produzido agora se consegue se reorientar e outros 500.
        No mais contra supersônicos é 50/50. Subsónicos 90%. Claro que o sistema é incrível não o desmereço em nada, porém simulações e testes é uma situação agora garantir 100% em pratica real é ser muito otimista.
        Não vou me adentrar em detalhamentos técnicos do sistema pq água não é meu forte, mais se quiser debater meios terrestres estou ai! Principalmente se tratando de MBT’s.
        Abs.

        Responder
        • _RR_ says:
          12 anos atrás

          MalExGrimmjow,

          Um destróier da classe Arleigh Burke possui 96 células do tipo MK41. Cada silo como esse pode acomodar 4 mísseis RIM-162 ESSM, míssil esse que foi projetado especificamente para lidar com mísseis anti navio supersônicos. Se dez desses silos contiverem apenas o ESSM, já dá pra ter uma ideia do nível da defesa…

          Em geral, os mísseis supersônicos apresentam uma assinatura térmica maior, sendo visualizados a distâncias maiores que os subsônicos. Mesmo que possuam maior velocidade, o fato de serem localizados a distâncias maiores pode resultar em um tempo de reação que chegue para engaja-los.

          Qualquer míssil que for atingido pelo sistema de defesa sofrerá danos. O que pode ocorrer é, caso o acerto se de muito perto, que os estilhaços do míssil continuem em direção ao navio, podendo causar algum dano. Mas se um bólido como esse for atingido ao longe, é muito mais provável que se espatife na água antes de aproximar-se do navio… Afinal de contas, mesmo que as ogivas possam ser blindadas, as aletas de direção dificilmente resistiriam a um impacto…

          Até então, independente do tipo do míssil, a melhor solução prevalece sendo um ataque massivo, visando saturar as defesas.

          Responder
  7. Carlos B. Crispim says:
    12 anos atrás

    A gente vê uma belonave desta e constata o que é poder naval de fato! O que a gente tem são meros barquinhos com canhões, que alguns acham o supra-sumo da cocada preta, que visão extraordinária deste contra-torpedeiro americano!

    Responder

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